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Yamasa participa da IPEE 2017 com as linhas de embaladoras Farmpacker e YHD
A mais tradicional fábrica brasileira de máquinas para classificação de ovos, a Yamasa estará na feira de Atlanta (EUA) pela 12ª vez consecutiva.
O estande da Indústria de Máquinas Yamasa na International Production & Processing Expo, a IPPE 2017, em Atlanta (EUA), terá dois equipamentos montados para apresentação ao público internacional que visita a tradicional feira americana. A participação da fábrica paulista na IPPE foi iniciada em 2005, quando Nelson Yamasaki, presidente da empresa, decidiu investir na internacionalização da marca.
A Feira de Atlanta – como o evento é conhecido no meio avícola – é uma vitrine importante para a apresentação de tecnologias ao mercado de proteína animal, tendo grande repercussão no segmento avícola. Este ano, o tradicional evento acontecerá entre os dias 31 de janeiro e 2 de fevereiro, no Georgia World Congress Center.
A empresa estará presente com dois equipamentos de seu extenso catálogo de produtos. São as máquinas YHD – modelo de embandejadora de ovos férteis – e o modelo de embaladora Farmpacker, especial para embalagem de ovos comerciais direto do aviário. Cada uma delas desenvolvida dentro dos princípios que fazem o sucesso da Yamasa há mais de 50 anos: praticidade, eficiência e durabilidade.
A embandejadora YHD
A YHD é uma embandejadora idealizada há 10 anos por Nelson Yamasaki e projetada especialmente para atender com qualidade as unidades de matrizeiros e incubatórios. “A linha YHD tem atendido com bastante satisfação o setor de ovos férteis, ganhando mercado no Brasil e em outros países graças à eficiência do equipamento, especialmente preparado para atender com segurança matrizeiros e incubatórios do setor de corte”, sintetiza o presidente da Yamasa.
A YHD tem acessórios que auxiliam na eliminação dos ovos não incubáveis (como os trincados e sujos, por exemplo) e que identificam ovos férteis muito pequenos ou muito grandes e, por isso, inadequados à incubação. Essas funcionalidades dão maior agilidade ao trabalho e reduzem o número de pessoas envolvidas no processo, o que diminui, também, o contato humano com os ovos, atendendo às exigências sanitárias para esse tipo de produto.
O cliente pode ter como opcionais itens como o acumulador de ovos (localizado em estágio anterior à ovoscopia), a própria ovoscopia (item opcional) e o denester, dispensador automático de bandejas para incubação, uma das características mais festejadas pelos clientes que já viram a máquina em funcionamento.
A Farmpacker
Outra máquina que os clientes em Atlanta conhecerão no estande da Yamasa na IPPE é o modelo Farmpacker de embaladora de ovos comerciais em bandejas. O equipamento é conectado ao aviário, de forma prática e muito versátil, pois pode ser adaptada a diversos tipos de granja de postura comercial. O modelo exposto na IPPE 2017 será apresentado com magazine horizontal para bandejas – a Farmpacker 50M -, mas também pode ter acoplado o denester, acessório que dispensa bandejas automaticamente e está presente nos modelos 50D e 80D, com capacidade para 18.000 ovos/hora e 28.800 ovos/hora, respectivamente.
O design simples da Farmpacker foi modernizado, com detalhes especiais como a utilização de esteira modular plástica, dando ainda maior aderência às bandejas de ovos. Ela pode ser acoplada diretamente à linha de recepção dos galpões de postura, possibilitando um trabalho rápido, eficiente e com menor mão de obra. Suas características atendem bem ao mercado norte-americano, que prefere máquinas compactas e econômicas.
A Industria de Máquinas Yamasa estará no estande B-6215 da International Production & Processing Expo, a IPPE 2017, entre os dias 31 de janeiro e 2 de fevereiro, no Georgia World Congress Center, em Atlanta (EUA)
Fonte: Ass. de Imprensa

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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura
Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.
Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.
Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.
Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.
“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.
Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.
Acesse já clicando aqui.
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel
Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.
Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.
Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.
Benefícios
Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.
