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XVIII Congresso Abraves: InfoporcBrasil vai destacar tendências em equipamentos para Gestação Coletiva
Empresa vai apresentar tendências de equipamentos de nutrição de precisão para matrizes gestantes durante o evento, de 17 a 19 de outubro, em Goiânia, GO
As mais recentes tecnologias em equipamentos para nutrição de precisão em granjas de suínos serão destacadas pela InfoporcBrasil durante o XVIII Congresso Abraves, que vai acontecer de 17 a 19 de outubro, no Centro de Convenções de Goiânia, em Goiás. “Vamos mostrar o que temos feito nesta área e nosso conhecimento acumulado ao longo de oito anos de experiência e atuação em projetos de Gestação Coletiva de Suínos no Brasil. Também vamos apresentar o que temos realizado na Europa, onde temos uma ação muito grande”, destacou o representante da Schauer no Brasil, diretor da InfoporcBrasil e ex-Presidente da ABCS (Associação Brasileira de Criadores de Suínos), Rubens Valentini, ressaltando a importância de apoiar um congresso técnico de excelente nível, contribuindo assim para um maior nível de conhecimento na suinocultura.
“É importante apoiar porque, se as pessoas e as empresas do setor, não ajudam, fica difícil proporcionar uma efetiva troca de informações, conhecer novas tecnologias e pesquisas desenvolvidas”, afirma o suinocultor do Distrito Federal lembrando que neste ano o evento acontece em sua região. “Uma das características importantes do Congresso Abraves é que ele sempre acontece em Estados diferentes. E isso é bom porque nos proporciona conhecer a suinocultura de outras regiões e também dá a oportunidade de mais pessoas participarem”, disse Valentini, que acredita no crescimento da produção de suínos na região Centro Oeste nos próximos anos. “A suinocultura tende a crescer aqui em função da disponibilidade de grãos. Então, é interessante ter este evento em Goiânia”, afirma.
Tendências em equipamentos ESF de alta performance para granjas com gestação coletiva
Melhor eficiência produtiva, animais mais saudáveis, otimização com os custos de nutrição através de uma dieta mais precisa e redução na demanda de mão-de-obra na propriedade, um dos gargalos da atividade, são apenas alguns dos benefícios do investimento em equipamentos modernos e adequados para a atual realidade de produção no Brasil, apontou Rubens Valentini.
Para ele, alimentação individual das porcas com controle eletrônico (uso de ESFs – Eletronic Sow Feeding) e nutrição de precisão são duas das tendências mais importantes que devem influenciar a compra de equipamentos para granjas no país. “Este segmento deve crescer porque é quase impossível pensar que alguém faça um projeto médio ou grande com gaiolas”, destaca Valentini. Ele salienta que a tendência de projetos com baias coletivas não é apenas uma questão de atender ao bem-estar dos animais, mas sim uma questão de alimentar melhor os animais e ter melhores indicadores de produtividade, o que vem ao encontro do tema do Congresso Abraves deste ano, que enfatiza a “Suinocultura na era da tecnologia e da sustentabilidade”.
Outra tendência que ele antecipa é o lançamento, ainda neste ano, de um equipamento de alimentação para a creche que individualizará a formulação da ração para cada cocho da instalação, chamado Spotmix Schauer. “Desta maneira, as inúmeras baias dentro de uma sala podem ter uma nutrição específica. E ela faz isso automaticamente, variando as quantidades diariamente em função da demanda", disse ele destacando que este equipamento está sendo instalado na Granja Miunça para testes de validação no Brasil.
Outras informações sobre o XVIII Congresso Abraves podem ser obtidas através do site do evento (www.abraves2017.com.br), pelo telefone (62) 3241.3939 ou pelo e-mail abraves2017@gmail.com.
Inscrições
As inscrições podem ser realizadas através do site do evento (http://www.abraves2017.com.br/site/inscricoes.html). Até o dia 6 de setembro os valores são de R$ 410 para estudantes, R$ 365 para acompanhantes e R$ 780 para profissionais.
De 7 de setembro até 6 de outubro, as inscrições vão para R$ 470 para estudantes, R$ 400 para acompanhantes e R$ 850 para profissionais. As inscrições realizadas no dia do evento serão de R$ 580 para estudantes, R$ 465 para acompanhantes e R$ 980 para profissionais.
Apoio
O principal encontro da suinocultura no Brasil já tem o apoio das principais empresas do setor, como o patrocínio Ouro da MSD, o patrocínio Prata da Big Dutchman, Crystal Spring e De Heus, além do patrocínio Bronze das empresas Agroceres Multimix, APC, Biomin, Boehringer Ingelheim, Ceva, Farmabase, Huvepharma, InfoporcBrasil, NutriQuest TechnoFeed, M.Cassab, Tecnomerc, TopGen, Vansil e Vetoquinol e como Outros Patrocinadores das empresas Bretanha e Zinpro.
O XVIII Congresso Abraves tem o apoio institucional da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), Associação Goiana de Suinocultores (AGS), Associação dos Granjeiros Integrados do Estado de Goiás (AGIGO), CRMV-GO, Embrapa Suínos e Aves, Escola de Veterinária e Zootecnia da Universidade Federal de Goiás (UFG), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e FUNDEPEC/GOIÁS. Entre as mídias parceiras de divulgação do evento, estão o jornal O Presente Rural, a revista Suinocultura Industrial, o site PorkWorld e a Revista Pork, o Portal Suino.com e o APP Pig1000.
Serviço:
XVIII Congresso Abraves
Data: de 17 a 19 de outubro de 2017
Local: Centro de Convenções de Goiânia, GO
Site: www.abraves2017.com.br
Telefone: (62) 3241.3939
E-mail: abraves2017@gmail.com
Fonte: Ass. de Imprensa

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COOASGO acelera a transição para a suinocultura de baixo carbono com inovação, ciência e geração de valor no campo
Com apoio e patrocínio de players do agronegócio, como a Cargill Nutrição e Saúde Animal, a cooperativa lidera uma nova etapa da suinocultura sustentável.

A Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) está liderando um movimento inédito na suinocultura do Centro-Oeste ao implementar o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono, uma iniciativa estruturada em parceria com Cargill Nutrição e Saúde Animal, Instituto BioSistêmico (IBS) e Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).
O programa reúne ciência aplicada, gestão ambiental, tecnologia e capacitação para transformar a forma como os dejetos da suinocultura são manejados, abrindo caminho para um modelo produtivo mais eficiente, sustentável e economicamente vantajoso para os cooperados.
Segundo informações da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação do Mato Grosso do Sul (Semadesc), a cadeia suinícola do Estado ocupa a 6ª posição nacional no efetivo de rebanho e registra uma produção anual de 315 mil toneladas de carne suína.
Os dados demonstram que o Estado avança como polo estratégico do setor. Isso torna ainda mais urgente a adoção de práticas que reduzam impactos ambientais e permitam ganhos de produtividade, competitividade e reputação, exatamente o que o projeto tem objetivo de entregar.
Pilares do projeto “Suinocultura de baixo carbono”
A iniciativa é fundamentada em três pilares centrais que envolvem, inicialmente, o estudo e definição de rotas seguras para o tratamento de resíduos líquidos, com foco em conformidade ambiental, redução de custos, reaproveitamento de nutrientes e potencial de geração de biogás ou metano.
Considerada uma das iniciativas mais inovadoras da agenda ambiental do Centro-Oeste, o estudo foi liderado pelo IBS e investiga como a produção de biogás na suinocultura pode se transformar em créditos de carbono. A partir de critérios internacionais (como VCS e Gold Standard), a investigação identifica elegibilidade, riscos, volume potencial de créditos e estratégias de certificação, criando uma nova fronteira de oportunidades para produtores e para a cooperativa.
Na área de pesquisa científica, o projeto conta com a parceria de pesquisadores da UFGD. Este eixo estabelece diagnósticos, coletas periódicas, análises laboratoriais e diretrizes técnicas para aplicação correta dos dejetos como biofertilizantes.
É importante reforçar que o objetivo do projeto é reduzir riscos ambientais, ampliar produtividade, diminuir custos com insumos e baixar a pegada de carbono com segurança científica e adaptação à realidade local.
Na avaliação do gerente de produção da COOASGO, Marcos Piaia,”a Suinocultura de Baixo Carbono representa uma virada de chave para nossos cooperados. “Estamos unindo inovação, ciência e responsabilidade ambiental para construir um modelo produtivo mais eficiente, limpo e competitivo”, explica.
Sustentabilidade como impulsionador de produtividade
A proposta da Suinocultura de Baixo Carbono integra produtividade e responsabilidade socioambiental, permitindo que os dejetos deixem de ser um passivo e se tornem um ativo com valor econômico, energético e ecológico.
O reaproveitamento de nutrientes via fertirrigação, a produção de biogás e a possibilidade de créditos de carbono contribuem para a redução na emissão dos gases de efeito estufa. Além disso, há economia com energia e insumos, diminuição de passivos ambientais e maior competitividade e reputação da suinocultura sul-mato-grossense no mercado.
Para Flávia Tayama, diretora de Responsabilidade Corporativa Latam da Cargill, iniciativas como o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono demonstram como a sustentabilidade pode ser integrada de forma concreta aos modelos produtivos do agronegócio.
“Acreditamos que a sustentabilidade no campo precisa estar conectada à geração de valor real para produtores, cooperativas e para toda a cadeia. Ao apoiar projetos baseados em ciência, inovação e gestão ambiental, contribuímos para reduzir impactos, aumentar eficiência produtiva e fortalecer a competitividade do agro de forma responsável”, pontua.
Sobre o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono
O Projeto Suinocultura de Baixo Carbono é uma iniciativa inédita no Centro-Oeste brasileiro, desenvolvida pela Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) em parceria com a Cargill, o Instituto BioSistêmico (IBS) e a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).
Com foco em inovação, sustentabilidade e eficiência produtiva, o programa integra ações estratégicas em três pilares: manejo e valorização dos resíduos da suinocultura (Resíduos UPL), desenvolvimento de boas práticas de fertirrigação e estudo de viabilidade para geração de créditos de carbono por meio da produção de biogás.
Estruturado a partir de diagnóstico técnico realizado em 2024, o projeto iniciou sua implementação em 2025 em 62 propriedades cadastradas na região de São Gabriel do Oeste e entorno e mantém, com protocolos técnicos e governança estruturada, suas atividades ao longo de 2026, consolidando um modelo de suinocultura de baixo carbono ambientalmente responsável, produtivo e economicamente viável para os cooperados.
Sobre a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO)
Fundada em 1993, a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) é uma das mais representativas do agronegócio em Mato Grosso do Sul, reunindo atualmente mais de 1.000 cooperados e aproximadamente 460 colaboradores.
Com atuação diversificada nas áreas de suinocultura, industrialização, insumos agrícolas, cereais, varejo e serviços, a cooperativa possui uma das maiores estruturas produtivas do setor no Estado, com unidades próprias e volumes anuais que superam 800 mil suínos destinados ao abate, consolidando-se como referência regional em produção, gestão e desenvolvimento sustentável.
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Agrifirm destaca soluções sustentáveis durante a IPPE 2026
Quem visitar o estande da empresa poderá conversar com a equipe local, junto a especialistas globais da empresa sobre tendências de mercado com uma equipe qualificada e conhecer, em detalhes, as soluções do portfólio da companhia.

Eficiência produtiva com sustentabilidade aplicada. Durante a IPPE 2026, a Agrifirm, cooperativa global de nutrição animal, reforça que sustentabilidade não é um conceito isolado, mas uma prática contínua e estratégica que orienta o desenvolvimento do seu portfólio. Entre eles, os ácidos graxos de cadeia média e linha de adsorventes de micotoxinas estarão em destaque.

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM
De acordo com Rodrigo Miguel, 47% da receita da Agrifirm LATAM já vem de soluções ligadas à sustentabilidade ambiental.
“São soluções responsáveis, que conectam desempenho produtivo, cuidado com o meio ambiente e viabilidade econômica, gerando valor real para o produtor”, afirma.
Segundo o executivo, quando bem aplicada, a sustentabilidade não representa custo adicional nem compromete a rentabilidade. Pelo contrário, contribui para o uso mais eficiente dos recursos, aumenta a segurança de renda e torna os sistemas produtivos mais resilientes ao longo do tempo.
Esse compromisso também se reflete nas operações internas. Nos últimos seis anos, a Agrifirm reduziu em 73% as emissões de CO₂ nas próprias atividades, adotando critérios rigorosos de rastreabilidade e verificação da origem das matérias-primas.
Soluções Responsáveis e o futuro do agro
A construção de um portfólio voltado ao futuro do agro está no centro da estratégia da companhia. As chamadas Soluções Responsáveis da Agrifirm são desenvolvidas a partir de critérios integrados, que combinam eficiência nutricional com foco em desempenho animal consistente, redução de impactos ambientais como emissões, perdas nutricionais e desperdícios, além de segurança alimentar, com atenção à saúde intestinal, qualidade dos ingredientes e controle de riscos, como micotoxinas.

Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil
Para Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil, esse direcionamento é ainda mais relevante no contexto brasileiro.
“O mercado nacional é diverso, competitivo e exposto a desafios específicos, como clima tropical, variabilidade de matérias-primas, pressão por eficiência de custos e maior exigência por práticas sustentáveis. Por isso, nossas Soluções Responsáveis precisam ser mensuráveis, aplicáveis e rentáveis, sempre conectadas à realidade do campo”, destaca.
IPPE 2026
A IPPE 2026 acontece de 27 a 29 de janeiro, no Georgia World Congress Center, em Atlanta. No estande da Agrifirm, os visitantes poderão conhecer em detalhes como o portfólio da companhia integra performance produtiva, responsabilidade ambiental e visão de longo prazo para a cadeia de proteína animal.
Para mais informações, acesse o site da Agrifirm.
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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.
