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XVI Congresso Abraves: Especialistas dos EUA e França destacam futuro do uso de aditivos e micotoxinas na produção de suínos

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O futuro do uso de antimicrobianos, aditivos e micotoxinas e seu impacto na produção de suínos será destacado pelo representante do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), Marcos Rostagno, e pela engenheira agrônoma do Instituto Nacional de Pesquisa Agronômica da França (INRA), Isabelle Oswald, no dia 5 de novembro, durante uma programação pré-evento do XVI Congresso Abraves 2013, que vai acontecer de 5 a 7 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, no Mato Grosso.
O objetivo é promover um debate sobre os aspectos relacionados com a nutrição e saúde do plantel suinícola, principalmente sobre suas exigências para exportação de carne suína diante do cenário de crescente pressão para a restrição do uso de alguns aditivos, de acordo com Presidente da Abraves (Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos), professor de medicina veterinária da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) e organizador do evento, Marcos de Almeida Souza. “Este mini-curso visa apresentar e discutir o presente e o futuro dos aditivos e micotoxinas no âmbito Nacional e Internacional da Produção Suína"
Com o tema Alvo: Saúde Suína, a programação pré-congresso é destinado para a área de Sanidade Animal, dividida em três minicursos: aspectos de saúde relacionados a nutrição, Monitoramento de doenças em granjas e Diagnóstico Pós-morte. Estes três minicursos que acontecerão simultaneamente durante o dia 5 de novembro. 
Programação
O minicurso com tema Aspectos de Saúde relacionados à nutrição será aberto, às 8h, pelo representante do USDA, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, Marcos Rostagno. Ele vai debater “Utilização de antimicrobianos na produção de suínos: importância e controvérsia”. Em seguida, a engenheira agrônoma do Instituto Nacional de Pesquisa Agronômica da França (INRA), Isabelle Oswald, vai destacar o “Efeito das micotoxinas sobre o sistema imunológico e consequência na saúde suína”.
No período da tarde, Rostagno volta para apresentar “O futuro dos aditivos na produção de suínos” e logo depois Isabelle Oswald retorna para falar do “Efeito das micotoxinas na saúde intestinal”. E no final será realizado um debate com os palestrantes e convidados.
Pré-Congresso
Paralelamente a esta programação, o minicurso sobre Monitoramento de Doenças começa às 8h com a palestra “Como investigar uma granja suína”, ministrada pelo pesquisador da Iowa State University, Alejandro Ramirez. Logo depois, uma apresentação sobre “Princípios de epidemiologia de doenças infecciosas de suínos”, será realizada pelo médico veterinário com doutorado na Universidade de Minnesota, Daniel Linhares. A partir das 14h, Ramirez volta para abordar “Ferramentas de monitoramento de doenças e interpretação dos resultados”. Às 15h30, Linhares vai destacar “Intervenções para controle e erradicação de doenças infecciosas de granjas de suínos”. 
Simultaneamente aos painéis, o pesquisador do CReSA/UAB (sigla de Centro de Pesquisas em Saúde Animal em português) da Universidade Autonoma de Barcelona (UAB), Joaquim Segalés, vai ministrar um mini curso, teórico na parte da manhã e prático no período da tarde, sobre “Diagnóstico pós-morte”. A programação deste curso será das 8h às 16h30. Este mini-curso ocorrerá na Faculdade de Medicina Veterinária no Campus da UFMT.
Inscrição Pré-Congresso
Está aberto o período de inscrições com desconto para os minicursos pré-Congresso. Os cursos sobre Aspectos de saúde relacionados à nutrição e Monitoramento de doenças terão desconto até o dia 5 de agosto, com valores de R$ 70 para estudantes, R$ 60 para associados da Abraves e R$ 80 para profissionais. Entre os dias 6 de agosto e 4 de outubro, os preços sobem para R$ 80 para estudantes, R$ 70 para associados da Abraves e R$ 90 para profissionais. A partir do dia 5 de outubro, as inscrições vão para R$ 90 para estudantes, R$ 80 para associados da Abraves e R$ 100 para profissionais. 
O curso teórico e prático de Diagnóstico pós-morte terá inscrição com desconto até o dia 5 de agosto, por R$ 90 para estudantes, R$ 100 para associados da Abraves e R$ 125 para profissionais. Entre os dias 6 de agosto e 4 de outubro, os valores vão para R$ 115 para estudantes, R$ 125 para associados da Abraves e R$ 150 para profissionais. A partir de 5 de outubro, os preços sobem para R$ 130 para estudantes, R$ 150 para associados da Abraves e R$ 175 para profissionais. Este curso de Diagnóstico pós-morte tem vagas limitadas até 40 participantes e, para participar, será necessária a comprovação de graduação em Medicina Veterinária.
Inscrição Congresso Abraves 2013
O primeiro período para inscrição com desconto para o XVI Congresso Abraves vai até o dia 5 de agosto. Até esta data, o valor será de R$ 300 para estudantes, R$ 500 para associados da Abraves e R$ 550 para profissionais. Entre os dias 6 de agosto e 4 de outubro, os valores passam para R$ 350 para estudantes, R$ 550 para associados da Abraves e R$ 600 para profissionais. A partir de 5 de outubro os preços sobem para R$ 400 para estudantes, R$ 600 para sócios e R$ 650 para profissionais. Outras informações podem ser encontradas no site www.abravesmt.com.br/abraves2013.
O evento
Unidade e parceria serão as palavras que melhor vão descrever o clima do próximo Congresso Abraves. Cuiabá foi eleita com ampla maioria e o compromisso de resgatar a espírito que conduziu os congressos da ABRAVES desde 1983. 
O Congresso Abraves Nacional é realizado a cada dois anos em cidades diferentes. O objetivo é levar informações técnico-cientificas relacionadas à especialidade, e contribuir com o desenvolvimento da suinocultura nos âmbitos regional e nacional. “Por onde passa, o Congresso Abraves tem o compromisso de deixar a suinocultura mais fortalecida técnica e qualitativamente. Ele deve proporcionar trocas de experiências e informações, além de ser uma oportunidade única de reunir empresas, produtores, consumidores e a comunidade científica, envolvendo toda a cadeia produtiva suinícola", destacou o especialista. 
Serviço:
XVI Congresso Abraves 
Data: 5 a 7 de novembro de 2013
Local: Centro de Eventos do Pantanal, Cuiabá, MT
Pré-Congresso – Aspectos de Saúde relacionados à nutrição
Data: 5 de novembro
Horário: das 8h às 16h30
Local: Centro de Eventos do Pantanal, Cuiabá, MT
Informações: www.abravesmt.com.br/abraves2013 
E-mail: inscricoes.abraves2013@industriadeeventos.com.br 
Telefone: (65) 3621-1314

Fonte: Ass. de Imprensa – XVI Congresso Abraves 2013: Márcia Midori e Eliana Panty

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Notícias Suinocultura

ASEMG celebra aniversário de 50 anos e posse da nova diretoria

Foram cinco décadas de muito esforço e empenho na representação dos suinocultores de Minas Gerais

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Fotos: Divulgação - Assessoria

Na quinta-feira (12) a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (ASEMG) reuniu- se com seus associados e instituições parceiras para celebrar o aniversário de 50 anos da entidade e posse dos recém eleita diretoria regente para o triênio 2022/2024.

No evento foi apresentado um vídeo institucional sobre a ASEMG falando sobre , as cinco décadas de trabalho árduo em prol do setor suinícola do Estado, seguido por um momento de homenagem a todos os ex-presidentes que passaram pela entidade e parceiros de longa data, que há anos apoiam para o desenvolvimento sustentável da atividade da suinocultura em Minas.

O presidente João Carlos Brettas Leite, iniciou a noite expressando sua alegria de fazer parte da história da ASEMG “Eu quero agradecer a toda diretoria por acreditar em mim para que eu possa ficar a frente e fazer parte da história da ASEMG. É um trabalho que realizamos todos juntos em prol de todo criador mineiro de suínos”, afirmou o presidente.

Em seguida, o presidente da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes, realizou a posse da nova diretoria da ASEMG, que é formada por suinocultores dos mais diversos polos suinícolas do estado, sendo composta da seguinte forma:

 

Conselho Diretor :

 

 

Conselho Fiscal

 

 

Conselho Consultivo

 

Diretor Presidente: João Carlos Bretas Leite

Vice Diretor Presidente: Roberto Silveira Coelho

Diretor Financeiro: Fernando da Silva Araújo

Diretor Administrativo: Donizetti Ferreira Couto

Diretor Técnico e de meio ambiente: Luís Alberto Grigoletto

Diretor de Mercado: Armando Barreto Carneiro

 

Fernando César Soares

Jair Cepera

Ricardo dos Santos Bartholo

Conselho Fiscal Suplente

Mário Lúcio Assis

Marcelo Amaral

Manoel Teixeira Lopes

 

ASSUVAP – Patrícia Morari Mendes

ASTAP – Herlys Pereria Gomes

COGRAN – Francisco José de Aguiar Paixão

COOPEROESTE – Marcelo Gomes de Araújo

COOSUIPONTE – José Manoel Marcondes

SUINCO – Décio Bruxel

 

Foram cinco décadas de muito esforço e empenho na representação dos suinocultores de Minas Gerais. Uma história construída por pessoas que deram o melhor de si para o melhoramento de uma cadeia produtiva.

“Gostaria de parabenizar, em nome de toda Associação Brasileira de Suínos, você João, a ASEMG e todos os produtores mineiros, que merecem o respeito da produção brasileira nessa trajetória dos 50 anos, marcada por desafios e conquistas. A cadeia suinícola mineira e a brasileira colhem os frutos do empenho de vocês em busca do desenvolvimento da atividade. Parabéns pelas cinco décadas!”, felicitou o presidente da ABCS.

O diretor superintendente da Agroceres PIC, Alexandre Furtado de Rosa, realizou uma homenagem aos suinocultores de Minas, representado pelo presidente da ASEMG. “É uma emoção estar comemorando o aniversário da nossa querida ASEMG. É sempre bom enaltecer as iniciativas de vocês em construir essa entidade tão forte. Para nós é uma alegria participar como parceiros, pois a história da AGROCERES se confunde com a da suinocultura mineira. Parabéns ASEMG!”, disse Alexandre ao entregar a homenagem. 

Fonte: Assessoria
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Notícias COMÉRCIO EXTERIOR

Exportações do agronegócio em abril alcançam recorde para o mês, com US$ 14,86 bilhões

Valor pode ser explicado pela elevação dos preços dos alimentos no mercado internacional. Destaque foi para complexo soja, carnes e café

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As exportações do agronegócio brasileiro em abril totalizaram US$ 14,86 bilhões, valor recorde para o mês. O número representa alta de 14,9% em relação a abril de 2021.

De acordo com levantamento elaborado pela Secretaria de Comércio de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, a elevação dos preços dos alimentos no mercado internacional explica o incremento no valor das exportações, mesmo após queda no volume embarcado (-13,2%).

O agronegócio brasileiro registrou 51,5% de market share sobre o total exportado pelo Brasil. Os produtos exportados que mais se destacaram no mês de abril foram os do complexo soja (óleo, grão e farelo), carnes bovina e de frango e café.

As importações do setor foram de US$ 1,32 bilhão em abril (+14,8%), explicadas também pela expansão dos preços médios, que subiram 14,8%.

 

Complexo soja

O complexo soja (grãos, farelo e óleo) é o principal setor exportador do agronegócio brasileiro, com vendas de US$ 8,09 bilhões em abril deste ano. As exportações do setor foram influenciadas principalmente pela expansão dos preços médios de exportação, que subiram 41,4% em relação a 2021.

A soja em grão é o principal produto do setor e da pauta de exportação do agronegócio brasileiro. As exportações brasileiras de soja em grão foram de US$ 6,73 bilhões em abril de 2022 (+1%), com redução do volume exportado, de 16,1 milhões de toneladas em abril de 2021 para 11,5 milhões de toneladas em 2022 (-28,8%).

A China é a maior compradora de soja em grão do Brasil, com 7,5 milhões de toneladas (-35,2%), e representou 65,6% do total exportado.

As exportações de farelo de soja aumentaram de US$ 630,41 milhões em abril de 2021 para US$ 939,97 milhões em 2022 (+49,1%). A quantidade exportada subiu para 1,72 milhão de toneladas (+23,7%), enquanto o preço médio de exportação subiu 20,5%.

A União Europeia foi o principal destino de farelo de soja do Brasil, com US$ 434,60 milhões (+43,3%). Outros grandes importadores foram: Vietnã (US$ 133,74 milhões; +335,3%); Indonésia (US$ 121,87 milhões; +154,8%); e Tailândia (US$ 112,28 milhões; +15,5%).

Ainda no setor, as exportações de óleo de soja subiram para US$ 415,71 milhões no mês em análise (+81,3%). O volume vendido ao exterior subiu 24,6%, alcançando 260,2 mil toneladas.

 

Carnes bovina e de frango

As vendas externas de carnes alcançaram US$ 2,15 bilhões em exportações em abril de 2022. O valor foi 36,9% superior aos US$ 1,57 bilhão exportados no mesmo mês de 2021.

As exportações de carne bovina registraram o valor recorde de US$ 1,10 bilhão em abril (+56,2%), com expansão do volume exportado (+22,1%) e do preço médio de exportação (+27,9%).

A China também se destacou nas aquisições de carne bovina brasileira, com US$ 675,06 milhões (+118,3%) dos US$ 1,10 bilhão exportados. O montante representou 61,3% do valor total exportado. O segundo principal importador foram os Estados Unidos, com US$ 79,9 milhões (+22,7%).

Nas exportações de carne de frango, o valor alcançado é recorde para toda a série histórica, com US$ 802,80 milhões (+34,3%). A quantidade exportada de carne de frango subiu 5,6%, enquanto o preço médio de exportação subiu 27,2% comparado a abril de 2021.

Os principais países importadores foram: China (US$ 100,30 milhões; -1,1%); Emirados Árabes Unidos (US$ 90,16 milhões; +129,3%); Japão (US$ 84,49 milhões; +50,0%); e Arábia Saudita (US$ 76,43 milhões; +12,5%).

 

Café

O setor cafeeiro exportou US$ 734,16 milhões, valor 43,5% acima dos US$ 511,67 milhões de vendas externas em abril de 2021. De acordo com a análise da SCRI, o fator preço é preponderante para a elevação desse valor.

As vendas externas de café verde atingiram a cifra recorde de US$ 679,38 no mês estudado, aumento de 46,1% na comparação com os US$ 464,92 milhões exportados no mesmo mês em 2021.

As exportações recordes ocorreram em função do incremento de 82,7% no preço médio, pois a quantidade exportada caiu 20%.

A maior parte do café exportado pelo Brasil é remetido à União Europeia, que adquiriu US$ 406,99 milhões (+67,7%), ou seja, 59,9% do valor exportado.

O segundo maior importador foram os Estados Unidos, com registros de US$ 94,78 milhões (+8,1%) ou uma participação de 13,9% sobre o total.

Outro produto é o café solúvel, que teve elevação de 10,3% nas vendas externas, atingindo US$ 45,86 milhões. O preço médio de exportação subiu 26,0%, e queda do volume exportado de 12,4%.

 

Fonte: MAPA
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Pecuária deve seguir dez megatendências até 2040 conforme pesquisador da Embrapa

Prosa de Pecuária tratou de sustentabilidade e desafios para a cadeia da carne bovina

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A complexidade vai marcar o futuro da pecuária brasileira. Este foi um dos conceitos que o pesquisador Guilherme Malafaia, coordenador do Centro de Inteligência da Carne Bovina da Embrapa Gado de Corte,  apresentou na 13ª Prosa de Pecuária, live realizada pelo Instituto Desenvolve Pecuária, em seu canal do Youtube, com o tema “Sustentabilidade e os desafios futuros para a cadeia produtiva da carne bovina”. Ele mostrou o que deverá ser a terceira onda da pecuária brasileira, nos próximos 20 anos, com um cenário de aumento da produção com redução da área ocupada, manutenção no mercado internacional como líder na produção e comercialização e também na exportação de genética.

Malafaia garante que o futuro da pecuária é promissor, apesar de um cenário negativo em algumas áreas. Ele apresentou à audiência um estudo realizado pela Embrapa Gado de Corte, em conjunto com o Ministério da Agricultura, que traz as dez megatendências para o setor para 2040, como o avanço de fármacos biológicos com menor resíduos no produto final, melhoramento genético e sanidade animal impactados pela biotecnologia e o diálogo cada vez maior com outras cadeias produtivas como grão e florestas.

Entre as tendências listadas, o pesquisador destacou duas que podem se transformar em um desafio para o produtor: a dos avanços tecnológicos, com o digital transformando toda a cadeia, e um apagão na mão de obra. Sobre o primeiro, ressaltou a necessidade de investimentos na área e atualização tecnológica. Sobre o segundo, apresentou o dado de que 87% da população brasileira é, atualmente, urbana. “Este é um desafio não só quantitativo, como também qualitativo, pois precisamos qualificar a pouca mão de obra que temos, incluindo o próprio dono do negócio”, afirmou.

“Acredito no boi verde e amarelo, que vai conquistar o mundo”, afirmou Malafaia. Contudo, o pesquisador garante que o produtor deve se preparar para uma terceira onda com um ciclo mais curto, cada vez mais integrada com outras cadeias de produção, com mais precisão, equilíbrio de emissões com menor pegada ambiental e hídrica. “E também gerando um produto padronizado, de alta qualidade para atender mercados altamente exigentes”, complementou.

Paulo Costa Ebbesen, vice-presidente do Instituto Desenvolve Pecuária, destacou que a palestra de Guilherme Malafaia foi uma aula sobre o futuro da atividade pecuária. “Tivemos uma ampla visão do que nos aguarda nas próximas décadas”, disse ele.

Fonte: Assessoria
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