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Xilanase, uma alternativa versátil para reduzir o custo na alimentação animal

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O uso de enzimas para reduzir os custos das rações representa uma das alternativas mais versáteis para auxiliar na melhoria de rentabilidade na avicultura e suinocultura. Aves e suínos, em geral, não possuem a capacidade de digerir as fibras e o uso de enzimas vem se destacando como  uma oportunidade para incrementar o aproveitamento da energia presente nos alimentos, além de diminuir o impacto dos resíduos não digeridos. Dentre o grupo das enzimas denominadas como NSPases ou carbohidrases, a  xilanase não só é um exemplo que pode ser usada na alimentação animal como constitui uma categoria enzimática de grande destaque. 
 
Econase XT é uma xilanase intrinsicamente termoestável e de consistente recuperação, quer seja aplicada na tradicional forma de pó (procedimento usual na indústria nacional) ou mesmo sob a forma líquida diretamente no misturador, sendo este último um programa de uso bastante exclusivo (aplicação “pré-peletização”), onde dados de avaliação demonstram coeficientes de variação de mistura  baixos; adicionalmente o produto conta com um robusto suporte de recuperação analítica, incluindo “kits” de detecção rápida aplicáveis dentro mesmo da planta de fabricação de alimento.
 
"Por muito tempo, fabricantes de alimentos, integradores e nutricionistas aceitaram que simplesmente não seria possível monitorar com precisão a recuperação da xilanase", afirma. “Mas, graças à introdução de Econase XT e o mencionado programa de recuperação enzimática, é finalmente possível focar na importante questão da estabilidade térmica e seu  impacto na eficácia”, revela Dr. Tiago dos Santos, Gerente Técnico da AB Vista. 
 
Econase® XT:
 
Econase® XT é uma enzima intrinsicamente termoestável e de alta estabilidade, com atuação significativa em dietas a base de milho e sorgo.
A adição de xilanases aos alimentos de aves e suínos tem como função primordial o aumento do aproveitamento dos nutrientes, com consequente redução nos custos de formulações. 
 
A AB Vista® – Companhia do grupo internacional Associated British Foods (ABF), é um fornecedor internacional integrado de nova geração de micro ingredientes para alimentos para animais e de soluções visionárias para o agronegócio. Está presente em mais de 55 países, atuando nos principais mercados globais.
 

Fonte: Ass. Imprensa da AB Vista

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Notícias Oportunidade de Negócios

Instituições financeiras oferecerão R$ 3 bi em crédito no Show Rural

Organizadores do evento estão otimistas e estimam movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões

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Os bancos e as cooperativas de crédito que estarão presentes no Show Rural Coopavel 2019 vão disponibilizar R$ 3 bilhões aos produtores rurais que desejarem financiar máquinas, implementos ou fazer outros investimentos em suas propriedades. As taxas e prazos oferecidos serão os melhores do mercado.

O 31º Show Rural Coopavel terá a presença do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Santander,. BRDE e as principais cooperativas de crédito do País, entre elas Sicredi, Sicoob, Cresol e Credicoopavel. Os organizadores do evento estão otimistas e estimam movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões.

O Show Rural Coopavel será de 4 a 8 de fevereiro e contará com 520 expositores. O público esperado é 250 mil pessoas. Uma das principais novidades desta 31ª edição é o Show Rural Digital, que contará com a participação de algumas das maiores empresas do mundo de tecnologia e inovação.

Fonte: Assessoria
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Notícias Tudo sobre avicultura

FACTA lança edição ampliada e revisada do livro “Produção de matrizes de frangos de corte”

Exemplar traz 15 capítulos com diversos elementos sobre o desenvolvimento das aves

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Divulgação/Assessoria

A Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas (FACTA) lança a 3ª edição do livro “Produção de matrizes de frango de corte”, ampliada e com conteúdo revisado. A obra envolveu mais de 35 profissionais, sendo alguns colaboradores de empresas fortemente comprometidas com o setor avícola, bem como pesquisadores do mundo acadêmico.

O exemplar traz 15 capítulos com diversos elementos sobre o desenvolvimento das aves, como o entendimento dos aspectos fisiológicos dos machos e das fêmeas, o manejo alimentar, as principais doenças e formas de tratamento, a relevância da casca dos ovos, ambiência, biosseguridade, o dimensionamento e gerenciamento das granjas de produção, dentre outros assuntos, que são abordados com profundidade, mas de forma didática, com ilustrações, tabelas e figuras, que facilitam o entendimento do texto.

O livro foi editado pelos membros da FACTA: Marcos Macari, Elisabeth Gonzales, Inaldo Sales Patrocínio e Neyre Norie Shiroma, com apoio da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e das empresas Alltech do Brasil, Biocamp, Cargill Alimentos, Cobb-Vantress Brasil, Nutriquest Technofeed Nutrição Animal, Ceva Saúde Animal e Zoetis Indústria de Produtos Veterinários.

O livro pode ser adquirido no site da FACTA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Externo

Cinco unidades de frango do Brasil são desabilitadas a exportar a sauditas

Entre as plantas que permanecem habilitadas a exportar para o país árabe estão BRF, JBS, Seara e a LAR Cooperativa Agroindustrial

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Arquivo/OP Rural

Na segunda-feira (21) o serviço sanitário da Arábia Saudita apresentou o relatório das empresas brasileiras habilitadas a exportar para o país. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) a autorização se mantém para 25 plantas frigoríficas brasileiras de carne de frango. Atualmente, 58 plantas são habilitadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a exportar, mas somente 30 embarcam produtos efetivamente.

A ABPA informou em nota oficial que o impacto da decisão, portanto, é sobre cinco plantas frigoríficas, que deixam de exportar para o país. “As empresas autorizadas constam em uma lista divulgada pelas autoridades sauditas. As razões informadas para a não-autorização das demais plantas habilitadas decorrem de critérios técnicos. Planos de ação corretiva estão em implementação para a retomada das autorizações”, diz a nota.

A Associação comunicou que está em contato com o Governo Brasileiro para que, em tratativa com o Reino da Arábia Saudita, sejam resolvidos os eventuais questionamentos e incluídas as demais plantas. “Além disto, as plantas que hoje não estão habilitadas contarão com o apoio do Ministério para obter a autorização para exportar a este mercado”, afirma a ABPA.

Segundo o MAPA, o grupo habilitado respondeu no ano passado por 63% do volume das exportações brasileiras de carne de frango – porcentagem que correspondeu a 437 mil toneladas – para a Arábia Saudita.

Além do mais, o Ministério ainda está examinando o relatório e encaminhará aos estabelecimentos as recomendações apresentadas.

Entre as plantas que permanecem habilitadas a exportar para o país árabe estão BRF, JBS, Seara e a LAR Cooperativa Agroindustrial.

Fonte: O Presente Rural
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