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Avicultura 7ª edição

Workshop Sindiavipar 2022 é lançado oficialmente

A ser realizado entre os dias 23 e 24 de novembro, no Centro de Eventos da Lar, em Medianeira (PR), o evento trará Arena de Inovação, com participação de startups, área para expositores, palestras técnicas e o tradicional Jantar do Galo.

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Presidente do Sindiavipar, Irineo da Costa Rodrigues, liderou a apresentação dos detalhes da edição deste ano para profissionais de imprensa, autoridades e representantes de empresas que integram o agronegócio - Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

O Workshop Sindiavipar 2022 foi lançado oficialmente nesta terça-feira (30), em evento presencial e on-line, na sede da Lar Cooperativa Agroindustrial, em Medianeira (PR). Na oportunidade, o presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Paraná  (Sindiavipar), Irineo da Costa Rodrigues, liderou a apresentação dos detalhes da edição deste ano para profissionais de imprensa, autoridades e representantes de empresas que integram o agronegócio.

Rodrigues destacou que a realização do evento marca o retorno das atividades presenciais do setor avícola paranaense, o maior do país, que representa mais de 40% das exportações brasileiras e 35% da produção nacional de frangos, com a geração de mais de 85.000 postos de trabalho diretos e 1,4 milhão indiretos.  “Teremos um evento totalmente novo, a começar pela nova comunicação visual, contemporânea, arrojada e inovadora, como a avicultura do Paraná”, afirmou.

Rodrigues destacou que o Workshop Sindiavipar 2022, tem como slogan “Protagonismo. Sustentabilidade. Futuro. Juntos somos inovação” e terá o foco na evolução da atividade. “Entre as diversas atividades, contaremos com a implantação da Arena de Inovação, que vai reunir startups, também com área para expositores, realização de palestras técnicas com profissionais de renome e o tradicional Jantar do Galo, que comemora 30 anos de fundação do Sindiavipar”, afirmou.

O presidente do Sindiavipar reforçou a importância do evento, uma vez que o Brasil é líder global na exportação de carne de aves e o Paraná é o maior produtor e exportador de carne de frango do País. Como exemplo desta relevância, ele citou que o Estado produz 4,9 milhões de toneladas anuais de carne de frango, destinando aproximadamente 3,1 milhões de toneladas (63%) para o mercado interno e 1,8 milhão de toneladas (37%) para exportação, o que, além da sua importância socioeconômica, representa uma significativa contribuição da avicultura paranaense para a segurança alimentar no país e no mundo.

Evento

Reconhecido por promover a atualização técnica na avicultura, o Workshop Sindiavipar 2022 terá como público-alvo os profissionais que atuam na avicultura, como diretores e gestores das empresas do setor. Em sua sétima edição, o evento trará grandes inovações, representando todo o movimento de transformação e modernização da avicultura paranaense.

A primeira mudança foi na comunicação visual do evento, que traz o investimento em cores que remetem à bandeira do Paraná, às lavouras de milho, essenciais para a cadeia produtiva avícola, à carne de frango que chega até a mesa dos brasileiros, à tecnologia e ao vermelho típico da crista das aves. O resultado da soma entre cores impactantes e simbólicas e ícones modernos, que dialogam com a identidade digital, é uma logo contemporânea, arrojada e inovadora, alinhada ao papel atual do Sindiavipar.

Arena de Inovação

Outra novidade desta edição será a Arena de Inovação, um espaço tecnológico que será construído com o apoio das empresas MSD e DSM.  O ambiente terá realidade virtual, apresentação de soluções tecnológicas para o setor avícola e palestras, além de um ambiente virtual onde os participantes poderão interagir.

Algumas startups estarão presentes para compartilhar seu trabalho, expondo produtos e serviços que solucionam desafios da avicultura. As participantes serão selecionadas após inscrição no site do Sindiavipar. “O propósito é ser um ambiente high tech e apresentar soluções aos desafios tecnológicos e demandas alvo do evento: inovação e sustentabilidade com foco na produção de aves”, disse o coordenador do evento, o superintendente de Suprimentos e Alimentos da Lar, Jair Meyer.

O Jantar do Galo, no encerramento do encontro,  vai comemorar os 30 anos de criação do Sindiavipar. Durante a confraternização, serão homenageados os destaques da avicultura paranaense e brasileira.

Avicultura Editorial

O Nordeste avícola já não cabe no rodapé

Região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A avicultura nordestina não nasceu agora, nem depende de descoberta recente para provar sua relevância. Há empresas, marcas, produtores e famílias que construíram trajetória na atividade por décadas. O que mudou é a escala da discussão. A região, por muito tempo observada apenas pela baixa participação no abate nacional sob inspeção federal, começa a aparecer com mais força em indicadores que mostram capacidade produtiva, alojamento de pintainhos, produção de ovos, genética, integração, verticalização e novos investimentos.

Essa diferença importa. Quando se olha apenas para o abate, o Nordeste ainda parece pequeno diante da força histórica do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste. Mas a fotografia fica incompleta. A região respondeu por uma fatia relevante do alojamento nacional de pintainhos de corte em 2025, avança na postura comercial, abriga operações integradas, amplia a produção de ovos, mantém presença em genética avícola e passa a se beneficiar da aproximação dos grãos produzidos no Matopiba.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.

O Ceará é um dos exemplos mais claros dessa mudança de patamar. A avicultura está distribuída por dezenas de municípios, gera empregos, sustenta uma produção expressiva de ovos e frangos e reúne empresas que operam da ração à distribuição. A presença de uma granja de avós no estado também coloca a região em uma etapa estratégica da cadeia, muito além da produção de commodity.

A Bahia, por sua vez, mostra outro lado desse movimento: crescimento em alojamento, avanço na produção de ovos e potencial de expansão, mas também uma disputa dura contra custos, logística, energia, crédito e infraestrutura. O sinal é importante porque revela que o crescimento existe, mas não se sustenta apenas com demanda. Precisa de indústria, estrada, armazenagem, assistência técnica, mão de obra e ambiente de negócios.

Esta edição de O Presente Rural olha para o Nordeste sem folclore. Não se trata de afirmar que a avicultura brasileira mudou de endereço. O centro nacional da produção continua fortemente ancorado em regiões tradicionais. Mas também já não é possível tratar o Nordeste como nota lateral. A região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
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Avicultura

Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura

Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

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A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock

A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.

Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock

A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.

A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.

Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock

que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.

Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura No Noroeste do Estado

Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência

Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

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Foto: Divulgação/Ilustração

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação

A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.

De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.

A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.

Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi

A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.

A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.

Fonte: O Presente Rural
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