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Wisium é grande aliada do bem-estar animal de suínos 

Marca global apresenta Marianne Kutschenko, renomada profissional que irá ampliar iniciativas focadas nesta espécie

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Marianne Kutschenko, renomada profissional que irá ampliar iniciativas focadas nesta espécie- Foto: Divulgação

Nutrição precisa e cuidado com os animais. Estes dois pilares são fundamentais para o bem-estar dos suínos. Afinal, quando se otimiza o aproveitamento de nutrientes, o metabolismo animal responde com o fortalecimento do sistema imune e com o melhor desenvolvimento da microbiota intestinal e do sistema enzimático. Como resultado, temos o aumento do consumo de alimento e a excelência na eficiência alimentar, além da maior vitalidade dos animais e de elevados índices produtivos.

As soluções da Wisium estão em total sinergia com este cenário. A marca global, referência em premixes, aditivos e serviços, conta com estratégias que atendem diversos perfis de clientes e diversas fases de produção, incluindo a recepção do leitão recém-nascido (para garantir manutenção da temperatura corporal e vitalidade para ingerir o colostro), o tratamento da ração com aditivos que controlam patógenos e as soluções efetivas para micotoxinas, redução de odores e diminuição de excreção de amônia.

Essa atuação da Wisium será fortalecida com a chegada da renomada profissional Marianne Kutschenko, que acaba de assumir a gerência de desenvolvimento de negócios de suínos. Zootecnista e Mestre em Zootecnia, pela Universidade Estadual de Maringá, no Paraná, Marianne tem ampla experiência no segmento de nutrição animal, tendo trabalhado com aminoácidos, desenvolvimento de negócios e também com a comercialização de ingredientes e aditivos.

Na Wisium, a profissional terá como objetivo oferecer soluções práticas e modernas, mas também economicamente competitivas ao empresário e produtor. São muitos os desafios e oportunidades zootécnicas, como investir nos leitões para potencializar seu crescimento (e aproveitar a correlação positiva entre o peso ao final da pré-inicial e o peso ao abate); melhorar a condição corporal das fêmeas na gestação e lactação; otimizar a saúde e o desempenho de todo o plantel com o uso de aditivos que fortaleçam o sistema imune dos animais e, consequentemente, contribuir com seu bem-estar e, finalmente, aumentar a rentabilidade do produtor e contribuir para o crescimento da nossa economia”, observa.

 

Agilidade nos processos – A Gerente de Desenvolvimento de Negócios Suínos destaca que a Wisium possui uma equipe muito motivada e dinâmica para solucionar rapidamente as questões dos clientes. “Qualquer empresa de premix pode oferecer a implementação de uma nutrição, mas o acompanhamento cuidadoso, agilidade nos processos, resposta rápida e preços competitivos – mesmo com todos os serviços que já são oferecidos pela Wisium (como análises laboratoriais, acompanhamento por equipe treinada, treinamento à campo, suporte das afiliadas nos EUA e Europa) – superam qualquer pacote que eu já tenha visto para a Agroindústria”, pontua.

Outro ponto de grande relevância e que merece atenção, de acordo com Marianne, é a sustentabilidade, que faz parte do DNA da Wisium. “Os produtos da marca são muito utilizados na produção intensiva. Por essa razão, ajudam a preservar todo um ecossistema, contribuindo para a preservação do meio ambiente e para os processos sustentáveis”, diz.

 

Estratégia de Negócio – A Gerente de Desenvolvimento de Negócios Suínos observa que a marca está gerando um link inovador entre os produtores dos grãos e oleaginosas – que correspondem à cerca de 70% do custo da ração – e os produtores de suínos.

“Os Premixes, Núcleos e Concentrados da Wisium contêm matérias-primas de qualidade e tecnicidade que também atendem aos exigentes mercados europeu e americano. Toda cadeia será beneficiada por essa inovadora estratégia de negócio”, finaliza.

 

Fonte: Assessoria
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Qualidade e periodicidade de amostras laboratoriais são essenciais para identificação dos problemas sanitários de suínos e tilápia, aponta especialista

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O tratamento e a prevenção de enfermidades em propriedades de animais são processos cada vez mais importantes tanto em termos de produtividade quanto de bem-estar, biosseguridade e resultado econômico do negócio. Entretanto, para que tais processos sanitários sejam bem sucedidos é necessário se atentar primeiramente, ao diagnóstico e à sua qualidade, explica Talita Resende, coordenadora de diagnósticos do IPEVE, uma empresa SANPHAR Saúde Animal. “A confiabilidade e a precisão do diagnóstico laboratorial se dão a partir da qualidade das amostras e das informações epidemiológicas submetidas”, reforça a especialista.

Para a coordenadora de diagnósticos da SANPHAR/IPEVE, para que as amostras submetidas sejam de qualidade é preciso seguir alguns passos. Primeiro é necessário que, com a identificação de um problema sanitário na propriedade, o médico veterinário responsável faça o levantamento epidemiológico, pontuando sinais clínicos, faixa etária de animais afetados, protocolos de vacinação adotados, medicações anteriores, taxa de mortalidade e outras informações relevantes. Levantadas tais informações, o profissional seleciona exemplares de animais para a coleta de amostras.

Em casos de rebanhos suínos, por exemplo, Talita Resende explica que a coleta de amostras biológicas pode diferir de acordo com os exames desejados, como fezes, fragmentos de órgãos com lesões, swabs de amostras nasais e fecais e amostras de sangue. Por isso, a coleta deve ser supervisionada por veterinários. Já para criações de tilápia, exemplares inteiros de tilápia são frequentemente enviados ao laboratório para coleta destinada a exames bacteriológicos, parasitológicos, toxicológicos e de PCR. Porém, pelo fato de os peixes entrarem mais rápido em processo autolítico, os exemplares devem ser armazenados em grandes quantidades de gelo imediatamente após a despesca, com envio urgente ao laboratório, de modo que o processamento ocorra em no máximo 48 horas. “Além da qualidade das amostras, é necessário também ter atenção às condições de armazenagem, pois a questão central é que se os animais são selecionados sem critério e as amostras são incorretamente armazenadas até a chegada ao laboratório, há grandes chances de obtermos resultado diagnóstico incoerente, comprometendo todo o controle sanitário do rebanho/plantel”, ressalta a especialista da SANPHAR/IPEVE.

Outro fator importante é a periodicidade dos exames, enquadrando-se nas medidas de monitoria sanitária. “Quando pensamos em coleta de amostras para vacinas autógenas, devemos lembrar que este tipo de vacina é desenvolvido para controlar doenças específicas de cada rebanho e, neste mesmo rebanho, de animais de faixas etárias específicas. Por isso, a coleta de amostras deve ser frequente, de modo que os produtores tenham à disposição as cepas a serem utilizadas na composição das vacinas autógenas que melhor representem os agentes em circulação no rebanho naquele momento”.

Em seu portfólio, a SANPHAR/IPEVE oferece uma ampla gama de testes diagnósticos para suínos e tilápia, como exames anatomopatológicos, histopatológicos, bacteriológicos, parasitológicos, sorologia por diversos métodos e detecção de agentes por PCR, além de contar com um time especializado de técnicos para visitas a clientes e auxílio em coletas de amostras e monitoria sanitária para fabricação de vacinas autógenas que controlam, com eficiência, doenças bacterianas nas criações animais.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Devido ao aumento dos preços de milho e soja, pecuaristas precisam buscar alternativas nas dietas de alto grão para bovinos de corte em confinamento

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A adoção de dietas de alto grão é uma opção importante nos projetos de pecuária de corte intensiva, visando resultados mais rápidos na terminação. O objetivo central é acelerar o ganho de peso e obter melhor acabamento de carcaça, atendendo às demandas do mercado. “Milho e farelo de soja são base para qualquer concentrado. Porém, com o aumento dos custos, os confinadores devem buscar matérias-primas alternativas disponíveis em sua região e adaptar o manejo nutricional com cautela, medindo a relação custos benefício. Entre as opções surgem sorgo, caroço de algodão, DDG, WDG, torta de algodão, entre outros, que podem ajudar a reduzir os custos de produção e manter o ganho dos bovinos em confinamento”, afirma o médico veterinário Bruno Pascoal, consultor técnico comercial da Auster Nutrição Animal.

“O mesmo vale para o volumoso. A silagem de milho ou de sorgo entram como primeira opção devido à sua bromatologia, mas alternativas com boas fontes de fibra efetiva podem ser usadas para esse fim, desde que o profissional tenha uma visão macro da dieta total. É o caso, por exemplo, do capim Napier e do bagaço de cana, proveniente de usinas de álcool e açúcar”, complementa o especialista da Auster.

Entre as condições para a introdução da dieta de alto grão, Bruno Pascoal destaca que os bovinos devem passar por período de adaptação e transição do pasto para o confinamento, preparando e adaptando sua microbiota ruminal para receber dieta mais densa. Já a idade e o peso de entrada dos animais, assim como a duração do confinamento e peso de abate, dependem de diversos fatores como genética dos animais, sexo e destino da carne. “No confinamento convencional, os animais entram com estrutura corporal pronta, mas com muito espaço para ganho de peso até o abate, exigindo atenção especial na nutrição para que consigam o maior ganho de peso possível. Já animais precoces e super precoces entram no confinamento mais jovens e consequentemente mais leves, mas recebem bonificação por qualidade de carcaça no abate.”, explica o veterinário.

Com o objetivo de contribuir para a necessária nutrição do gado, de maneira a alcançar o ganho de peso e a terminação desejada, a Auster Nutrição Animal oferece Númia BC Confinamento, núcleo que conta com minerais e aditivos, como leveduras e flavomicina, que modulam o ambiente ruminal e auxiliam no melhor aproveitamento da dieta, fornecendo as condições ideais para os animais apresentarem o melhor desempenho, estando prontos para o abate mais cedo, mais pesados e com melhor rendimento carcaça.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Kemin anuncia novo gerente de Serviços Técnicos Júnior

Com mestrado em zootecnia, José Luiz Schneiders, será responsável pela difusão de informações e orientação técnica para formulação de dietas de monogástricos a clientes e equipe da empresa

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Zootecnista José Luiz Schneiders - Foto: divulgação

A Kemin anuncia a contratação do zootecnista José Luiz Schneiders como gerente de Serviços Técnicos Júnior. Com graduação e mestrado em zootecnia pela Unioeste, ele desenvolve pesquisas em nutrição e alimentação animal e tem mais de 10 anos de experiência em empresas do setor.

Schneiders chega a empresa em momento de ampliação da estrutura do departamento técnico e será responsável por gerar conhecimento e orientar tecnicamente clientes e profissionais da equipe da Kemin com relação ao uso e formulação de dietas mais eficientes em performance ou redução de custos, afirmou a médica veterinária e gerente de Serviços Técnicos Sênior da Kemin, Elisa François.

“Visando uma ampliação de portfólio de produtos, a chegada do José Luiz Schneiders tem o objetivo de estrear uma nova plataforma de produtos da Kemin no país. Ele possui uma sólida experiência em nutrição de monogástricos e vem somar ao nosso time de serviços, mantendo sempre o melhor atendimento para os nossos clientes e parceiros”, destaca.

Fonte: Assessoria
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