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Wisium ampliará presença no Estado do Espírito Santo

Marca global da Neovia apresentará inovadoras soluções durante a Favesu

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Raquel Andrade, Gerente do Segmento Aves da Wisium. Foto: Divulgação

O Estado do Espírito Santo produziu, no ano de 2018, cerca de 10% do total de ovos brasileiros. Este percentual coloca o Estado na segunda posição entre os produtores, atrás somente do Estado de São Paulo, com aproximadamente 30%, de acordo com dados do Mapa e da Agrostat.

Além de ter destaque nacional na produção de ovos, o Estado do Espírito Santo vem se consolidando também como importante polo produtor de frangos, tornando-se, por conta destes dois mercados, cada vez mais estratégico para a Wisium, marca global da Neovia com foco em premixes, aditivos e serviços.

“Temos soluções, com resultados comprovados, para o mercado de postura e de frango. Além disso, contamos com uma equipe altamente qualificada que têm ajudado nossos clientes a aumentarem a produtividade e a elevarem a qualidade dos produtos produzidos”, destaca Raquel Andrade, Gerente do Segmento Aves da Wisium.

 

Favesu – Durante a próxima Favesu, que ocorrerá nos dias 05 e 06 de junho de 2019, em Venda Nova do Imigrante, a Wisium apresentará inovadores produtos e programas, com o objetivo de ampliar a sua presença no Estado do Espírito Santo.

Um dos destaques será o Egg Quality Concept, que proporciona melhor performance e rentabilidade para o produtor. “Trata-se de um conceito global Wisium, adaptado ao mercado brasileiro e formado por produtos e serviços baseado em uma visão panorâmica do manejo de aves e ovos a partir do acompanhamento de cada fase de produção. Com isso, é possível reduzir o descarte de ovos, otimizar o tamanho de acordo com as expectativas do mercado e produzir com a cor da gema ideal, assim como melhor altura de albúmen”, explica Raquel.

No evento, a Wisium também apresentará os diferenciais do Eggs’ Spotlight. “Com esta iniciativa, nossa equipe comercial e técnica está intensificando o atendimento personalizado aos clientes de premix e de aditivos para aves de postura comercial, visando, de acordo com as necessidades dos clientes e exigências do mercado, a melhoria da qualidade e da produtividade dos ovos”, pontua Ana Cecília Rezende, gerente de território da Wisium.

Além do Egg Quality Concept e do Eggs’ Spotlight, a marca global da Neovia destacará os aditivos B-SAFE® e T5X®. “O B-SAFE® atua na microflora intestinal, controlando bactérias patogênicas, preservando as bactérias benéficas e favorecendo a saúde intestinal das aves. Este aditivo tem tecnologia exclusiva e inovadora Wisium que controla, por exemplo a salmonela”, explica Alexandre Pereira, gerente de produtos de Aditivos da Wisium.

Já o T5X®, explica o gerente de produtos de Aditivos da Wisium, é um adsorvente de micotoxinas com tecnologia única que permite a biotransformação de micotoxinas. “O T5X® estimula as aves a produzirem enzimas próprias para eliminar todas as famílias de micotoxinas”.

Durante a Favesu, a Wisium receberá, em seu estande, a visita de diversos clientes, muitos deles participarão do importante Concurso de Qualidade de Ovos Capixaba, que avalia pontos como qualidade da casca, da gema e do albúmen, entre outros.

 

Suínos –  O Estado do Espírito Santo é um polo regional de produção de suínos bastante importante para a Wisium. Por isso, a marca aproveitará o evento para apresentar a este mercado os benefícios da Wean Up, uma linha inovadora em conceitos de nutrição de precisão, com ração pronta, núcleos e concentrados para a completa nutrição de leitões.

“A Wean Up segue os padrões globais de excelência Wisium e foi adaptada para as exigências das condições e performance do mercado brasileiro”, acrescenta Silvano Bünzen, Gerente de Produtos de Suínos da Wisium.

Fonte: Assessoria
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ICC Brazil apresenta resultados de pesquisa sobre a suplementação de parede celular de levedura no ATA 2019

III Simpósio Internacional de Alternativas aos Antibióticos (ATA) será realizado em Bangkok, de 16 a 18 de dezembro

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Dr. Ekachai Jenwitheesuk - Foto: Divulgação

Os benefícios da suplementação da parede celular de levedura na redução da contaminação por Salmonella enteritidis em aves serão apresentados pela ICC Brazil, empresa pioneira na produção de soluções inovadoras para a nutrição animal à base de aditivos de levedura, no III Simpósio Internacional de Alternativas aos Antibióticos (ATA), que será realizado de 16 a 18 de dezembro em Bangkok, na Tailândia. O seminário debaterá novas estratégias para prevenir e tratar doenças e que levem em consideração o bem-estar animal.

A ICC Brazil estará representada pelo gerente técnico do Sudeste Asiático e Pacífico, Dr. Ekachai Jenwitheesuk, que ministrará a palestra “Yeast cell wall immunomodulatory and intestinal integrity effects on broilers challenged with Salmonella Enteritidis” (Efeitos imunomoduladores e da integridade intestinal da parede celular de leveduras em frangos de corte desafiados com Salmonella Enteritidis). “Este é um importante simpósio internacional de saúde animal, com palestrantes e público da Europa, América e Ásia. Nossos clientes também podem participar, então é uma oportunidade para apresentarmos nossas soluções para nutrição animal”, diz Dr. Ekachai.

Durante a palestra, Dr. Ekachai mostrará que a parede celular de levedura é uma alternativa viável e eficaz no controle de patógenos, como a Salmonella enteritidis, e ainda promove o bem-estar animal de maneira geral. Seu modo de ação não causa resistência bacteriana, principal razão da crescente retirada dos antibióticos como promotores de crescimento na dieta animal.

 

Fonte: Assessoria da ICC
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Empresas Bovinos

De difícil diagnóstico, tripanosomose bovina provoca grandes prejuízos e exige atenção redobrada dos produtores

A tripanosomose bovina é causada por protozoários que parasitam as células vermelhas do sangue, denominados Trypanosoma vivax, que são parentes próximos do Tripanosoma cruzi, o causador da doença de chagas nos seres humanos

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Fotos: Divulgação

A tripanosomose bovina é uma doença pouco conhecida e de difícil diagnóstico, porém pode provocar muitos prejuízos aos produtores. A enfermidade pode ser transmitida por diferentes vias. “A transmissão pode acontecer por moscas sugadoras de sangue e pelo compartilhamento de materiais compartilhados entre os animais, como agulhas empregada nas aplicações de vacinas e outras substâncias como a ocitocina. Em tese qualquer material que entre em contato com o sangue de animais portadores e logo após seja utilizado em um outro animal susceptível são fontes de transmissão da doença se infecção. “Outras vias estão sendo estudadas, mas qualquer tipo de troca sanguínea entre animais tem grande possibilidade de transmissão da doença”, alerta o médico veterinário Marcos Malacco, gerente técnico de pecuária de corte da Ceva saúde Animal.

A tripanosomose bovina é causada por protozoários que parasitam as células vermelhas do sangue, denominados Trypanosoma vivax, que são parentes próximos do Tripanosoma cruzi, o causador da doença de chagas nos seres humanos. “Essa enfermidade provoca perda de peso, acentuada queda na produção leiteira e nos índices reprodutivos dos animais afetados. Os bovinos afetados cronicamente, além de terem redução em seus índices produtivos, servem como fonte de infecção para os demais animais do rebanho. Se não for reconhecida e tratada rapidamente pode levar vários animais à morte em curto espaço de tempo”, ressalta Malacco.

Um dos sinais observados na tripanosomose é a anemia. Este sinal clínico é comum a outras hemoparasitoses bovinas (doenças provocadas por parasitas do sangue) como aqueles responsáveis pela tristeza parasitária. Assim a tripanosomose pode ser facilmente confundida com a tristeza parasitária, que é doença comum em grande parte do território brasileiro, dificultando o reconhecimento da doença.

“Os produtores podem perder 30% ou mais do valor comercial do rebanho, gerando perda econômica expressiva. Além disso, a doença pode levar à queda da imunidade geral dos animais afetados aguda ou cronicamente, favorecendo o surgimento de surtos de outras doenças no rebanho, como infecções dos pés e cascos, mastites, pneumonias etc.”, destaca o gerente.

Malacco também alerta que os tratamentos usuais empregados nos casos de tristeza parasitária não funcionam contra a tripanosomose. “Se o produtor tiver muitos casos ou reincidência de tratamento da tristeza, abortos, eficiência reprodutiva menor do que o ideal ou perda de produção de leite, ele precisa procurar um médico veterinário pois há grande risco de ser tripanosomose”.

Por outro lado, detectada, a doença tem cura e é fácil de ser tratada, desde que com o medicamento específico ou correto. A Ceva Saúde Animal tem no portfólio o Vivedium, a base de tripanocida específico e de longa ação, que é indicado tanto para tratamentos quanto para a prevenção da doença. Vivedium proporciona controle efetivo, alta eficácia e persistência prolongada, com redução da mortalidade e da morbidade causadas pela tripanosome, possibilitando maior produtividade e lucratividade dos animais. Além disso, a Ceva recomenda associar medidas preventivas, como um programa de controle de moscas, além do cuidado especial com o uso de agulhas e controle na compra de animais, sempre realizando testes preventivos.

Também é conveniente a realização de tratamentos de suporte para melhorar as condições gerais dos animais que estiverem doentes e diagnosticados com a tripanosomose. Estimulantes metabólicos, ricos em aminoácidos, cálcio, fósforo e colina (uma vitamina que participa dos mais diversos processos metabólicos e auxiliam o fígado), como Roboforte, são indicados. Para o controle da febre e aliviar os efeitos nocivos da quantidade excessiva de radicais livres liberados durante a doença, é recomendado tratamento com um antiinflamatório do grupo não esteroidal, como o Ketofen 10%.

Médico veterinário Marcos Malacco, gerente técnico de pecuária de corte da Ceva saúde Animal.

Fonte: Assessoria da Ceva
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Empresas Bovinos

Solução para tratamento de mastite ajuda o produtor a melhorar os resultados e garante a qualidade do leite para os consumidores

O Ubrolexin® é uma solução potente indicada para o tratamento de mastites em vacas em lactação e faz parte da linha +Leite, cujo foco é no bem-estar animal e na saúde humana

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Foto: O Presente Rural

A mastite bovina é um dos problemas mais comuns nos rebanhos de gado de leite no Brasil, provocando redução da produção e prejuízo financeiro aos produtores. Como solução para o tratamento de mastites em vacas em lactação, a Boehringer Ingelheim Saúde Animal apresenta o antibiótico intramamário Ubrolexin®. O produto faz parte da linha +Leite, que destaca a importância dos cuidados com os animais para a produção de leite de qualidade, garantindo a segurança alimentar.

 

“A linha +Leite traz o conceito de elevar a conscientização sobre a jornada do leite, que deve ser feita com segurança e qualidade, e o uso racional de antibióticos faz parte deste conceito”, afirma Camila Ferraz, gerente de produtos da divisão de Grandes Animais da Boehringer Ingelheim. “Nós temos uma grande responsabilidade em trazer à tona essa conscientização, pois o Brasil é o quinto maior produtor de leite do mundo com 7% da produção, de acordo com a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento)” diz.

 

De acordo com Roulber Silva, gerente técnico de Grandes Animais da Boehringer Ingelheim, o diferencial do Ubrolexin® é o sinergismo de suas moléculas, que proporcionam tratamento eficaz com apenas duas aplicações, reforçando o compromisso da empresa com o uso racional de antibióticos.

 

O medicamento combina dois antibióticos (cefalexina e canamicina), que atuam contra bactérias causadoras de mastite clínica, como Staphylococcus aureus, Staphylococcus chromogenes, Staphylococcus hyecus, Streptococcus agalactiae, Streptococcus dysgalactiae, Streptococcus uberis e Escherichia coli. “É uma solução comprovadamente eficiente que, junto aos outros produtos da linha +Leite, garante a proteção contra mastite em todo o ciclo produtivo”, conclui Roulber.

 

Além do Ubrolexin®, os outros produtos que compõem a linha +Leite são:

 

  • Metacam®que, em combinação com a terapia antibiótica, atua para tratamento da mastite, uma inflamação na glândula mamária que causa queda brusca de produtividade e alterações na qualidade do leite;
  • MamyzinS®, terapia que oferece proteção adequada por todo o período seco, prevenindo infecções;

Fonte: Assessoria da Boehringer
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