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Notícias Na ExpoLondrina

Vitrine de Tecnologia do Leite amplia divulgação sobre cadeia produtiva

O Estado do Paraná é um dos maiores produtores de leite do Brasil. São 3,9 bilhões de litros por ano. Atividades na ExpoLondrina são coordenadas por professores e alunos dos cursos de Zootecnia e Medicina Veterinária da UEL.

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Fotos: Divulgação/O Perobal/UEL

Professores e alunos dos cursos de Zootecnia e Medicina Veterinária da Universidade Estadual de Londrina (UEL) comandam na ExpoLondrina, no Parque de Exposições Ney Braga, a Unidade Vitrine de Tecnologia do Leite, localizada na Via Rural (Fazendinha).

Ela traz duas estações distintas que demonstram todo o processo da cadeia produtiva do leite e presenteia os visitantes com degustação de produtos lácteos. A primeira estação tem o protótipo de uma vaca em tamanho real e exemplifica uma unidade de ordenha mecânica. Já a segunda expõe diferentes acessórios usados por produtores na prática da ordenha.

De acordo com a professora Carolina de Sousa Dantas Muniz, do Departamento de Zootecnia, o objetivo é mostrar ao público a importância do leite como alimento. “É possível conhecer todos os elos da cadeia produtiva do leite. Primeiro, a sua origem, de onde vem e depois no que ele pode ser transformado”, explica.

A professora destaca a presença das crianças na ExpoLondrina, também público-alvo da Vitrine do Leite. “A unidade tem o importante papel de levar informações úteis para as crianças e incentivar a conscientização do consumo responsável, que pensa inclusive no bem-estar animal”, diz. Segundo ela, além das visitas de escolas, a unidade recebe em grande número profissionais, técnicos e produtores da área.

A inciativa oferta ainda, durante toda a ExpoLondrina que termina no próximo domingo (10), oficinas técnicas de temas ligados às áreas de Zootecnia e Medicina Veterinária, entre eles alimentos alternativos na bovinocultura leiteira, criação de bezerras, forragens, manejo e sanidade em vacas. Os palestrantes são professores da UEL e profissionais convidados.

As atividades também são desenvolvidas com apoio e participação de integrantes do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab) e Sociedade Rural do Paraná (SRP).

Vitrine de Tecnologia na ExpoLondrina amplia divulgação sobre cadeia produtiva do leite

A professora avalia a participação dos alunos dos cursos de Zootecnia e Medicina Veterinária, responsáveis pela recepção dos visitantes, como importantes divulgadores das ações científicas. “Os alunos pertencem à ExpoLondrina, pois aqui eles estão em contato direto com profissionais e técnicos das áreas de Agronomia. Para eles é um aprendizado significativo”, destaca.

O Estado do Paraná é um dos maiores produtores de leite do Brasil. São 3,9 bilhões de litros por ano. Toda a produção estadual é obtida por 110.000 produtores, dos quais 86% são pequenos produtores com até 250 litros/dia. O sistema é baseado na produção a pasto, sendo que a maioria das propriedades tem até 50 ha.

Fonte: AEN Paraná

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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