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VII Seminário Confinatto: Evento de pecuária de corte reúne a elite dos criadores de gado confinado do Brasil

Dois dias de pura imersão no setor. Durante o 7ª Seminário Confinatto, pecuaristas discutem como produzir com mais qualidade e eficiência

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A Agroceres Multimix teve o prazer de promover mais uma edição do Seminário Confinatto, evento que reuniu grandes pecuaristas de todo o país em dois dias de aprendizado, debates e interação. Durantes os dias 17 e 18 de março, Ribeirão Preto-SP foi palco de um encontro grandioso, focado no futuro da carne bovina e os desafios de produção.

Com a recente aquisição da Novanis, a empresa aumentou consideravelmente sua área de cobertura e a responsabilidade em oferecer as melhores soluções para o setor. Pasto ou confinamento, entender a realidade do produtor e contribuir com o bom desenvolvimento de seus negócios fazem parte do conceito “Muito Mais que Nutrição” e o Seminário evidencia isso. “O Seminário Confinatto é uma forma de reforçar a parceria que temos com nossos clientes e o compromisso que a Agroceres Multimix tem com o desenvolvimento da pecuária nacional, por isso fazemos questão de trazer conteúdo de qualidade em um ambiente em que os produtores podem interagir e reforçar suas redes de contatos”, afirma Ricardo Ribeiral, diretor da Agroceres Multimix.

Quem deu início às apresentações foi o sócio-diretor da MB Agro, Alexandre Mendonça de Barros, que através de uma análise aprofundada sobre o mercado de commodities, despertou a curiosidade dos participantes. Saber o que influenciará o preço dos grãos durante o ano de 2016 é de grande interesse para os produtores de uma forma geral, já que se trata de um importante ingrediente na alimentação de bovinos. “Se o fenômeno da La Niña chegar aos EUA mais cedo que o esperado esse ano, sua safra será prejudicada e o preço sobre os grãos sofrerá reajustes” e sobre a demanda, Alexandre ainda completa: “Nosso consumo interno da carne vermelha caiu consideravelmente, e um dos fatores que contribuiu para isso foi a instabilidade política que estamos vivenciando”.

Dando sequência às palestras, Everton Gubert, sócio fundador e diretor de estratégia e inovação da Agriness, falou sobre boas formas de gestão, focando o máximo potencial produtivo que cada negócio pode e deve alcançar. “Trata-se do máximo que se pode produzir, a partir de uma capacidade instalada, ou seja, se um produtor tem a possibilidade de produzir uma quantia “x”, esse deve ser o objetivo. Qualquer resultado inferior a esse é um desperdício e o foco não é apenas bater metas, mas cobrir todas as falhas”, afirma.

A última apresentação do primeiro dia de evento ficou a cargo do nutricionista de bovinos da Agroceres Multimix, Matheus Moretti que contribuiu efetivamente com informações técnicas de grande valor para os pecuaristas que estavam presentes. E como a atividade pecuária requer uma constante corrida contra o tempo, consistindo em criar animais mais pesados e com melhor rendimento de carcaça em curto período, o foco da palestra foi a intensificação do sistema de produção. “Temos que explorar todo o potencial do animal e não podemos abrir mão de uma nutrição adequada às suas necessidades e sua realidade para atingir esse objetivo, seja no pasto ou em confinamento”, adverte.

E como a interação entre os convidados também faz parte do roteiro desse grande evento, os participantes tiveram ainda a oportunidade de curtir uma noite com churrasco de qualidade, música ao vivo e um excelente chopp, em uma noite tradicional ribeiro-pretana.

No segundo dia do Seminário, Antônio Chaker abriu com a palestra: “Formar equipes, bater metas e gerar resultados”. Desenvolver o comprometimento dos funcionários dentro de um sistema requer investimento e uma atenção toda especial do gestor. O coordenador da equipe de profissionais do Instituto Terra Desenvolvimento Agropecuário em Assessorias Gerenciais ainda ressalta que é necessário criar condições para que o profissional se comprometa, e uma boa forma de fazer isso é propor desafios e oferecer recompensas.

O gerente de inteligência de mercado da Minerva Foods, Leonardo Alencar, encerrou a série de palestras oferecendo uma visão da indústria frigorífica aos convidados. O palestrante apresentou uma análise comportamental dos mercados nacionais e internacionais, além de discutir os principais elementos que influenciam a comercialização da carne vermelha. “Qualidade é um dos fatores limitantes ao nosso acesso a outros mercados e sabemos que se trata de uma variável muito sensível”, salienta Alencar.

E qualidade da carne foi o tema que norteou os debates da mesa redonda, momento reservado ao final do evento com a finalidade de levantar as principais questões de interesse dos convidados e que contou mais uma vez com a participação de Leonardo Alencar e Alexandre Mendonça de Barros. Foi notória a participação dos produtores que colocaram em pauta os desafios que enfrentam ao oferecer seus produtos à indústria frigorífica. A mediação da mesa ficou por conta de Fernando Cesar Nunes Saltão, presidente do conselho de administração da ASSOCON, que evidenciou a necessidade de padronização de carcaça para uma melhor valorização dos produtos.

O Seminário Confinatto cumpriu com seu propósito de entregar conhecimento e encerrou-se diante de fortes expectativas para a sua próxima edição. Foi possível fazer uma abordagem completa sobre a produção pecuária, propiciando aos convidados um momento de interação, reflexão e aprendizagem.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas Ameaça silenciosa

Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves

Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

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Divulgação / Fotos: Zoetis

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.

A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.

Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.

“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.

Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.

“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.

A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.

Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos

A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.

A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.

“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.

A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor

Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal 

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Divulgação Hercules Energia em Movimento

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.

Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.

Manutenção e ventilação: aliados da produtividade

A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.

Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.

Motor Air Over ventilação – Divulgação Hercules

Alta nas temperaturas exige preparação antecipada

De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.

Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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