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Victam LatAm 2025 dobra público e expositores
Segunda edição da feira reuniu mais de 6 mil visitantes e reforçou o papel do Brasil no mercado global de nutrição animal e processamento de grãos.

Com o dobro de expositores em relação a 2023 e 20 mil m² de exposição, a VICTAM LatAm atraiu mais de 300 empresas de 20 países e um público de mais de 6 mil visitantes no Expo Center Norte, em São Paulo, entre 16 e 18 de setembro. O evento se consolidou como o maior ponto de encontro da América Latina para inovação, tecnologia e negócios para às indústrias de nutrição animal e processamento de grãos.
“Essa expansão comprova como o Brasil é estratégico para o setor. Em apenas duas edições, a feira se consolidou como principal ponto de encontro da nutrição animal da América Latina”, afirmou Sebas van den Ende, diretor-geral da VICTAM Corporation.
Organizada pela holandesa VICTAM Corporation em parceria com a Interlink Exhibitions, a mostra conectou fornecedores, produtores, pesquisadores e profissionais do setor, promovendo negócios globais e troca de conhecimento. “São Paulo se consolidou como centro estratégico da nutrição animal na América Latina. Mais de 100 horas de debates entre academia, institutos, governo e indústria proporcionaram trocas de conhecimento. Recebemos profissionais de grandes indústrias, empresas e cooperativas como BRF, JBS, Bunge, Cooperval, Oi Frango e Vibra Food, o que confirma a relevância da feira como espaço de negócios e networking qualificado. O resultado confirmou a importância do evento, que retorna em em 2027 com mais expositores, visitantes e conferências”, reforçou Cassiano Facchinetti, diretor geral da Interlink Exhibitions.
Nesta edição, entre as novidades, destacaram-se a estreia do pavilhão da Feed Formulation Latin America, dedicado exclusivamente à formulação de rações e aditivos e o pavilhão holandês de nutrição animal, apoiado pelo governo dos Países Baixos. A programação paralela também incluiu a conferência internacional Feed Formulation Latin America, que reuniu especialistas e empresas para debater o mercado, inovações em ingredientes, aditivos e tecnologias de formulação.
Para 2027, a expectativa é manter o ritmo de crescimento, com projeção superior a 50% do volume de negócios e a criação do novo pavilhão Animal Farm Equipment Zone, voltado a equipamentos e soluções para manejo e produção animal dentro das fazendas, como sistemas de ordenha, climatização, bem-estar e automação.
Setor reforça integração entre ciência e indústria
O setor de alimentação animal brasileiro segue aquecido, registrando alta de 2% no primeiro semestre e atingindo 43,5 milhões de toneladas de rações e concentrados produzidos, segundo Sindirações. “Com isso, a VICTAM LatAm permitiu a troca de experiências e abriu oportunidades comerciais entre Brasil e União Europeia”, disse o CEO da Sindirações, Ariovaldo Zani. Com foco na produção e saúde animal, a Sociedade Brasileira de Zootecnia (SBZ) também destacou a relevância do evento. “Eventos como este fortalecem a conexão entre ciência, indústria e produtores”, afirmou a vice-presidente da SBZ, Marina Danes.
Presente no encontro, a chefe adjunta de pesquisa e desenvolvimento da Embrapa Soja, Roberta Aparecida Carnevalli Monteiro, destacou a importância do espaço para aproximar os diferentes elos da cadeia. “Foi uma importante oportunidade de alinhamento entre setor produtivo, mercado, indústria e pesquisa. A Embrapa trouxe uma programação com temas como certificação de grãos de baixo carbono, estratégias para reduzir emissões de metano e nutrição de precisão, mostrando como a pesquisa pode apoiar a indústria de rações diante dos desafios climáticos e da necessidade de sustentabilidade”, comentou.
Empresas reforçam presença e negócios na América Latina
O encontro reuniu empresas locais e multinacionais de diversos países, apresentando equipamentos, tecnologias de automação e insumos voltados à nutrição de pets e rações aquáticas, segmento em expansão, que representou mais de 50% dos expositores nesta edição. A presença de profissionais de grandes indústrias reforçou a diversidade do público e a conexão entre diferentes elos da cadeia.
Para Rodolfo Cibotto, coordenador de produção da Vibra Foods, uma das principais empresas brasileiras de avicultura e exportação de carne de frango, que mantém fábricas de ração próprias para abastecer sua produção, a VICTAM, se destacou pela organização, diversidade de expositores e pela oportunidade de conhecer de perto as inovações tecnológicas voltadas para a indústria de nutrição animal. “O ambiente de networking possibilitou a construção de novas parcerias e a abertura de oportunidades de negócios”, destacou.
Na avaliação de Diego Crivelli, gerente de qualidade da Comgroup Agroindustrial, empresa dedicada à comercialização de cereais e à industrialização de soja para farelos e óleos vegetais, o saldo também foi positivo. “Trouxemos muitos contatos práticos, inclusive com fornecedores-chave para melhoria de nossos processos, além de todo o conhecimento técnico adquirido nos seminários que será aplicado para melhoria contínua de nossas operações”, afirmou.
E, pelos estandes, o ambiente de negócios favoreceu a conclusão de projetos. A ANDRITZ Feed & Biofuel, multinacional de engenharia, fechou dois contratos estratégicos com clientes da região durante o evento para o fornecimento de projetos e soluções em automação e digitalização na indústria de nutrição animal. “Fechamos negócios e tivemos a oportunidade de desenvolver novos projetos, realizar reuniões e conversas importantes com clientes, e isso nos permitiu avançar em negociações estratégicas. A feira foi uma excelente oportunidade para fortalecer relacionamentos e expandir nossas soluções no mercado latino-americano”, salientou Fernando Jaboinski, gerente de desenvolvimento de negócios Latam da Andritz.
A GSI, líder global em soluções para armazenagem de grãos, também marcou presença na Victam LatAm 2025 para apresentar suas tecnologias e reforçar a conexão com o setor. “A mostra foi uma oportunidade estratégica para estreitar relacionamento com clientes e parceiros, além de consolidar nossa presença no mercado e fortalecer o posicionamento da GSI”, frisou Francieli Diana, do Marketing da GSI.

O assessor agrícola do Consulado Geral da Holanda, Alf de Wit, que acompanhou a comitiva de empresas dos Países Baixos, comentou que a feira mostrou o peso dos dois países na cadeia global. “De um lado, temos o Brasil, terceiro maior mercado de nutrição animal do mundo. De outro, a Holanda, que há décadas desenvolve tecnologias para esse setor. Foi interessante ver o esforço de cada empresa em melhorar a sustentabilidade da cadeia e uma oportunidade rica para as companhias holandesas contribuírem com o setor no Brasil”, afirmou.
A OrangeMills, sediada em Boxmeer, sul da Holanda, também marcou presença. A companhia, especializada em nutrição animal, apresentou sua linha de produtos de concentrados proteicos, aditivos e rações para diferentes fases da vida dos animais. Partner da Orange Mills, Jeroen Simons, resumiu o clima da mostra. “Estabelecemos conversas promissoras com parceiros de toda a América Latina. A interação com empresas holandesas reforçou a relevância da feira para negócios e networking. Ficamos extremamente satisfeitos com a receptividade e as oportunidades proporcionadas”, salientou.
Conferência Internacional RTRS 2025
Realizada em paralelo a VICTAM Latam, a edição de 2025 da Conferência Internacional RTRS reuniu mais de 180 profissionais ligados à cadeia da soja sustentável em debates sobre rastreabilidade, conformidade legal e os desafios impostos por novas regulamentações internacionais. A saída da Moratória da Soja foi tratada como uma oportunidade para fortalecer mecanismos sólidos de certificação, como os promovidos pela RTRS. “A Conferência reuniu representantes de toda a cadeia produtiva para discutir, com profundidade, temas críticos para o presente e o futuro da soja responsável. Falamos sobre rastreabilidade, certificação, governança e inovação digital. Mas, acima de tudo, reafirmamos o valor do diálogo e do compromisso coletivo. Agradecemos o apoio e a parceria da VICTAM Latam na realização de mais uma edição do nosso evento”, destacou o vice-presidente da RTRS, Juan Carlos Cotella.
VICTAM: referência global em nutrição animal e processamento de grãos
Criada há mais de 60 anos na Holanda, a VICTAM tornou-se referência mundial em nutrição animal e processamento de grãos. Itinerante, ocorre a cada dois anos em quatro continentes – Europa, Ásia, África e América Latina. O calendário internacional segue movimentado: em 2026, a feira será realizada em Bangkok (Tailândia), de 10 a 12 de março, e em Utrecht (Holanda), de 2 a 4 de junho. Em 2027, o evento retorna ao Brasil, entre 14 e 16 de setembro, reafirmando São Paulo como polo estratégico da nutrição animal na América Latina.

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Incerteza tarifária amplia retração nas importações de fertilizantes fosfatados
Importadores priorizaram negociações pontuais diante de balanço global apertado e poder de compra reduzido do agricultor.

As importações de fertilizantes fosfatados de alta concentração registraram forte retração nos Estados Unidos em 2025, diante da combinação de preços elevados, oferta global restrita e relações de troca desfavoráveis. A análise é da StoneX, em seu relatório semanal de fertilizantes.
Entre janeiro e dezembro do ano passado, os EUA importaram pouco menos de 600 mil toneladas de DAP (fosfato diamônico), volume 53% inferior ao registrado em 2024. Já as compras de MAP (fosfato monoamônico) somaram pouco menos de 700 mil toneladas, queda de 34% na comparação anual.

Analista de Inteligência de Mercado da StoneX, Tomás Pernías: “Diante desse cenário, os importadores optaram por uma postura mais cautelosa, priorizando compras em pequenos volumes em vez de grandes compromissos” – Foto: Divulgação
Segundo o analista de Inteligência de Mercado da StoneX, Tomás Pernías, o desempenho negativo está ligado principalmente a dois fatores. “Durante boa parte de 2025, os preços dos fosfatados de alta concentração se mantiveram elevados, em meio a um balanço global apertado. Ao mesmo tempo, as cotações enfraquecidas no mercado de grãos levaram a algumas das piores relações de troca dos últimos anos”, afirma.
De acordo com Pernías, esse ambiente reduziu o apetite dos compradores norte-americanos. “Diante desse cenário, os importadores optaram por uma postura mais cautelosa, priorizando compras em pequenos volumes em vez de grandes compromissos. A perda de poder de compra do agricultor também desestimulou o consumo, levando a aplicações mais criteriosas”, destaca.
Outro fator relevante foi a incerteza em torno das tarifas de importação dos Estados Unidos ao longo de 2025. No ano passado, o então presidente Donald Trump elevou de forma súbita as tarifas de importação, impactando diretamente os fertilizantes importados. O aumento de custos no segmento de fosfatados, somado ao balanço global apertado, ampliou a imprevisibilidade e dificultou o planejamento das aquisições.
Perspectivas para a próxima safra
Para a próxima temporada, a expectativa é de que o consumo de fosfatados de alta concentração permaneça limitado. “As restrições financeiras impostas por relações de troca pouco atrativas e preços ainda elevados devem continuar condicionando as decisões de compra dos agricultores, que tendem a manter uma postura cautelosa”, projeta Pernías.
Além disso, os custos das principais matérias-primas utilizadas na produção desses fertilizantes, como amônia e enxofre, seguem em patamares relativamente elevados, o que dificulta uma queda mais consistente dos preços no curto prazo.
O cenário reforça a necessidade de monitoramento constante do mercado global de fertilizantes, especialmente em um ambiente marcado por volatilidade, incertezas comerciais e margens mais pressionadas no campo.
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Agro brasileiro transforma agricultura tropical em ativo estratégico na agenda climática
No Dia do Agronegócio, setor destaca protagonismo na COP 30, avanço de tecnologias de baixo carbono e ganhos de produtividade que ampliam a oferta de alimentos sem expansão proporcional de área.

A celebração do Dia do Agronegócio em 25 de fevereiro ganha relevância em um momento em que o Brasil apresenta a agricultura tropical como um ativo estratégico e conectado ao futuro, onde a inovação tecnológica no campo se traduz em mais sustentabilidade.

O modelo de produção desenvolvido no Brasil é um aliado que pode contribuir para mitigar a crise climática, apoiar a transição energética e garantir segurança alimentar no mundo. Esta foi a mensagem levada pelo setor para o público da COP 30. “A consolidação desta agenda é vital para a competitividade brasileira em acordos como o Mercosul-União Europeia. Ao liderar a discussão, o Brasil combate barreiras comerciais unilaterais e se antecipa a exigências globais em comércio sustentável, o que demanda a implementação plena do Código Florestal e o combate rigoroso ao desmatamento ilegal”, avalia Fernando Sampaio, membro do Grupo Estratégico (GE) da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura.
Diferente das nações desenvolvidas, cujas emissões concentram-se em energia e transporte, o perfil brasileiro é dominado pelas emissões oriundas do uso da terra. O setor agropecuário tem avançado na demonstração de que práticas sustentáveis não apenas aumentam a produtividade, mas funcionam como sumidouros de carbono.

Entre as tecnologias e práticas desenvolvidas no Brasil estão o plantio direto, a fixação biológica de nitrogênio, a integração lavoura-pecuária-floresta, a recuperação de áreas degradadas e a terminação intensiva de gado a pasto, além de bioinsumos. A biomassa e os biocombustíveis contribuem para que a matriz brasileira possua 49% de fontes renováveis, o triplo da média global, o que permite também ampliar a economia circular no setor, com aproveitamento de resíduos. “Os desafios estão em como ampliar o uso das práticas sustentáveis, o que demanda, de um lado mais produção e difusão de tecnologia e, de outro, mais investimentos chegando no campo”, analisa Sampaio.
“Outro desafio está em mensurar a contribuição dessa agricultura para o clima. É preciso tropicalizar os fatores de emissão, e também rediscutir no cenário internacional como são feitas essas métricas. Por exemplo, padrões internacionais medem carbono no solo apenas nos primeiros 20 centímetros de profundidade. No Brasil, as raízes das pastagens podem fazer o mesmo a profundidades superiores a 2 metros, revelando um ativo ambiental subestimado”, salienta Sampaio.
Mais produção, menos desmatamento
Historicamente, o ambiente tropical era considerado desafiador para a produção devido a solos de baixa fertilidade, alta incidência de pragas e irregularidades climáticas. Contudo, nas últimas cinco décadas, o Brasil protagonizou uma revolução científica que transformou o país de grande importador de alimentos em um dos maiores exportadores globais. Dados oficiais mostram que o agronegócio responde por 23,2% do PIB nacional e 49% das exportações.

Fernando Sampaio, membro do Grupo Estratégico (GE) da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura: “Florestas em pé são essenciais para regular as chuvas que garantem a produtividade no campo”
Esta ascensão refletiu em ganhos de produtividade: segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra de grãos 2025/2026 deve alcançar 353,37 milhões de toneladas, com destaque para a soja, estimada em 178 milhões de toneladas, 3,8% a mais que no ciclo anterior, projeção que, caso confirmada, indica novo recorde histórico.
Esses números reforçam a capacidade do Brasil de ampliar a oferta de alimentos sem expandir proporcionalmente a área cultivada, um crescimento impulsionado por ganhos de eficiência a partir de boas práticas e tecnologia. Isso mostra que o país tem potencial para continuar sendo um grande produtor sem depender do desmatamento. “Florestas em pé são essenciais para regular as chuvas que garantem a produtividade no campo. O equilíbrio do clima é condição vital para a produção agrícola e, por consequência, da segurança alimentar”, acrescenta Sampaio.
Soluções práticas e próximos passos

Foto: Jonathan Campos
O Brasil tem políticas públicas desenhadas para apoiar o crescimento de uma agropecuária sustentável. Entre os destaques estão o Plano ABC+ e o Caminho Verde. O ABC+ é hoje o principal instrumento para consolidar a agricultura de baixo carbono, com metas de ampliar sistemas sustentáveis em mais de 72 milhões de hectares até 2030. O Caminho Verde pretende recuperar 40 milhões de hectares de áreas degradadas nos próximos 10 anos. “Precisamos avançar em políticas públicas e ações privadas capazes de democratizar o acesso a tecnologias para pequenos e médios produtores. Mas também é preciso conter a ilegalidade, avançar na implementação do Código Florestal e na remuneração por ativos ambientais em áreas privadas”, ressalta Sampaio, enfatizando: “A consolidação dessa agenda agroambiental no país é um diferencial para garantir resiliência à nossa produção, atrair investimentos, ampliar mercados e mudar a imagem internacional da agricultura brasileira.”
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Startups do biogás têm inscrições abertas para vitrine no 8º Fórum Sul Brasileiro
Empresas que trazem impactos positivos à cadeia podem se inscrever até 06 de março. As selecionadas irão apresentar pitches durante o evento, de 14 a 16 de abril, em Foz do Iguaçu (PR).

Startups que desenvolvem soluções inovadoras, em diferentes níveis de maturidade, e que trazem impacto positivo para a cadeia do biogás no Brasil têm uma oportunidade de mostrar seu trabalho. Até o dia 06 de março, será possível se inscrever para participar do Momento Startup de Biogás: de olho no futuro do setor, que integra a programação do 8º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano (FSBBB), a ser realizado de 14 a 16 de abril, em Foz do Iguaçu (PR).
O Momento Startup é uma iniciativa do Fórum em parceria com o Pollen – Parque Científico e Tecnológico de Chapecó (SC), da Unochapecó, e com a Agência de Inovação da Universidade de Caxias do Sul (RS).
As startups inscritas e selecionadas apresentarão suas soluções inovadoras para produtos, processos e serviços relacionados à cadeia do biogás, como por exemplo, logística e pré-tratamento de substratos, digestão anaeróbia, processamento e uso do biogás, manejo e tratamento do digestato, entre outras atividades. Poderão participar pessoas jurídicas ou pessoas físicas que se enquadrem como startups ou ações inovadoras, segundo o marco legal das startups e do empreendedorismo inovador instituído pela Lei Complementar nº 182, de 1º de junho de 2021.
A inscrição deverá ser feita mediante preenchimento de formulário no site do 8º FSBBB.
Uma comissão técnica vai avaliar as startups inscritas e suas soluções, considerando critérios como: impacto na cadeia do biogás; modelo de negócio; e qualidade da apresentação. O resultado das selecionadas será divulgado no site oficial do 8º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano, até o dia 20 de março. O regulamento está disponível.
Nesta 8ª edição, o FSBBB vai ocorrer no Bourbon Thermas Eco Resort Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu (PR), apresentando uma programação que inclui painéis, Espaço de Negócios e visitas técnicas, premiação do Melhores do Biogás, além do Momento Startups.
O 8º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano tem a realização de instituições representativas do setor nos três estados do Sul do Brasil: Centro Internacional de Energias Renováveis – CIBiogás (PR), Embrapa Suínos e Aves (SC), e Universidade de Caxias do Sul – UCS (RS), e é organizado pela Sociedade Brasileira dos Especialistas em Resíduos das Produções Agropecuária e Agroindustrial (Sbera). As inscrições para participar do Fórum podem ser feitas no site biogasebiometano.com.br.



