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Notícias Da granja ao consumidor chinês

Viagem à China revela dimensão global dos alimentos produzidos pela Aurora Coop

Vencedores de concurso cultural “Meu trabalho alimenta o mundo” conheceram a operação da cooperativa em Xangai e voltaram com uma nova percepção sobre o caminho percorrido pelos produtos exportados para mais de 80 países.

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Vencedores do concurso cultural em frente à sede da Aurora Coop em Xangai - Foto: Divulgação/Aurora Coop

O que acontece com um alimento depois que ele deixa a granja ou a indústria? Para três integrantes do sistema cooperativista da Aurora Coop, a resposta passou a ter outro significado após uma semana na China. Vencedores do concurso cultural “Meu trabalho alimenta o mundo”, eles percorreram mais de 18 mil quilômetros até Xangai para conhecer a operação internacional da cooperativa e acompanhar de perto a jornada dos produtos exportados para um dos mercados mais estratégicos do planeta.

Equipe da Aurora Coop na feira que é uma das maiores do setor alimentício no mundo – Foto: Divulgação/Aurora Coop

A experiência reuniu a produtora rural Roberta Kickow, de Iporã do Oeste (SC), associada à Cooper A1, o colaborador Paulo José Frantz, do frigorífico da cooperativa em Maravilha (SC), e Diana Graminho, da matriz em Chapecó. Os três foram recebidos pela direção da Aurora Coop após retornarem ao Brasil.

A viagem foi o prêmio de um concurso lançado durante as comemorações dos 57 anos da cooperativa. A iniciativa recebeu mais de 820 relatos de produtores e colaboradores descrevendo como seu trabalho contribui para alimentar consumidores em diferentes partes do mundo.

Durante a missão, os participantes visitaram a unidade da cooperativa em Xangai, inaugurada há um ano, participaram da SIAL China, uma das maiores feiras de alimentos do mundo, e tiveram contato direto com distribuidores, clientes e consumidores.

O que acontece depois que o produto sai da fábrica

A principal descoberta da viagem foi compreender a dimensão da cadeia que conecta o campo brasileiro aos

Diretor comercial de mercado externo da Aurora Coop, Dilvo Casagranda: “Poucas pessoas imaginam o tamanho da cadeia existente depois que o produto sai do campo e das fábricas” – Foto: Divulgação/Aurora Coop

mercados internacionais.

Diretor comercial de mercado externo da Aurora Coop, Dilvo Casagranda afirma que muitos produtores e colaboradores conhecem apenas parte do processo. “Poucas pessoas imaginam o tamanho da cadeia existente depois que o produto sai do campo e das fábricas. Há um processo enorme até que os alimentos cheguem aos consumidores dos mais de 80 países para onde exportamos. Essa experiência permitiu compreender, na prática, a importância desse trabalho que alimenta o mundo”, afirmou.

Segundo ele, a visita também permitiu observar como a marca construída pela cooperativa é percebida fora do Brasil. “A Aurora Coop é sinônimo de qualidade. O que vimos foi um reconhecimento muito forte da marca, resultado da idoneidade, da seriedade e da coerência entre aquilo que a cooperativa fala e aquilo que faz”.

China no centro da estratégia de internacionalização

A viagem coincidiu com o primeiro aniversário da unidade da cooperativa em Xangai, considerada um passo

Paulo, Roberta e Diana durante a recepção na matriz da Aurora Coop, no retorno da viagem – Foto: Keli Magri/MB Comunicação

importante na estratégia de aproximação com o mercado asiático.

Ao receber os participantes, o presidente da Aurora Coop, Neivor Canton, destacou que os visitantes representavam as mais de 150 mil famílias ligadas ao sistema cooperativo. “Ir à China é um sonho para muitas pessoas, mas também uma oportunidade de compreender um mercado que desperta o interesse de quem produz alimentos. Estamos iniciando uma etapa importante da nossa internacionalização e queremos que esses participantes sejam porta-vozes dessa vivência”, afirmou.

Para Canton, acompanhar as transformações do mercado chinês é fundamental para entender o futuro da demanda global por alimentos. “A China cresce economicamente, muda hábitos de consumo e amplia oportunidades. Nós sonhamos grande na Aurora Coop. Somos uma organização construída para ser perpétua e estamos plantando hoje para garantir esse futuro”, salientou.

Foto: Divulgação

Um mercado que continua crescendo

Vice-presidente de agronegócios da cooperativa, Marcos Antônio Zordan avalia que o crescimento populacional e o aumento do consumo de proteína animal seguem abrindo espaço para a produção brasileira. “Quem produz comida sempre terá mercado. O mundo precisa cada vez mais de alimentos e temos a obrigação de evoluir continuamente, melhorar nossos processos, reduzir custos, aumentar a produtividade e entregar produtos cada vez melhores”, destacou.

Segundo Zordan, a viagem permitiu mostrar aos participantes como os produtos chegam ao consumidor final em diferentes partes do mundo. “Ver o nosso produto em outro país, conhecer outra cultura e perceber que aquilo que produzimos está na mesa de pessoas do outro lado do planeta é uma alegria muito grande. A Aurora Coop tem produtos nos quatro cantos do mundo e ainda há muito espaço para crescer.”

Tecnologia, consumo e logística impressionam participantes

Para Diana Graminho, que atua na área de Desenvolvimento Cooperativo, um dos aspectos mais marcantes foi o

Foto: Divulgação

nível de digitalização encontrado na China. “Foi muito gratificante conhecer de perto esse novo desafio da Aurora Coop em Xangai. É um mercado gigantesco e com muitas oportunidades de expansão. Hoje tenho mais propriedade para orientar produtores sobre aquilo que o consumidor espera dos nossos produtos”, frisou.

Ela destacou ainda a velocidade da logística e a forte integração entre comércio eletrônico e consumo. “É um mundo diferente. Eles utilizam tecnologia em praticamente tudo. Vimos vendas realizadas por transmissões ao vivo e uma logística extremamente eficiente”, enalteceu.

Foto: Shutterstock

Da propriedade rural ao mercado global

Produtora rural e integrante da terceira geração da família na suinocultura, Roberta Kickow afirma que a experiência permitiu enxergar com mais clareza o destino final dos alimentos produzidos no campo. “Ver até onde o nosso produto chega foi fascinante. Ficou claro que o esforço diário resulta em um alimento reconhecido pela qualidade e valorizado em um mercado enorme”, relata.

Ela destaca que a viagem mostrou a complexidade da cadeia internacional de alimentos. “Percebemos que existe um processo muito longo entre a produção da matéria-prima e o consumidor final. São muitas pessoas, culturas e empresas envolvidas. Essa experiência mostrou que estamos no caminho certo quando buscamos qualidade, produtividade e segurança de mercado”, ressaltou

A mesma percepção foi compartilhada por Paulo José Frantz, que trabalha na indústria da cooperativa. “Eu não tinha conhecimento da grandiosidade de toda a cadeia. Quando pensamos que o processo termina, descobrimos que existe outra etapa, depois mais outra. Foi impressionante conhecer tudo isso”, enfatizou.

Para ele, a principal lição da viagem foi compreender que a produção brasileira está conectada a uma rede global de

Foto: Divulgação/Aurora Coop

distribuição e consumo. “Gente para consumir nossos produtos existe. Oportunidades também. Conhecemos compradores, distribuidores e consumidores e percebemos que o trabalho não termina quando o produto sai da fábrica”, relatou.

Mais do que uma viagem internacional, a experiência serviu para aproximar produtores e colaboradores do destino final dos alimentos que ajudam a produzir diariamente. Uma jornada que começou no Oeste catarinense e terminou mostrando como o trabalho realizado no campo brasileiro está conectado às mesas de consumidores do outro lado do mundo.

Fonte: O Presente Rural com Aurora Coop

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Produtores do Paraná poderão ampliar subvenção ao seguro rural com boas práticas de manejo do solo

Projeto-piloto do governo federal oferece descontos maiores no prêmio do seguro para áreas enquadradas em níveis superiores de manejo agrícola.

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Foto: Shutterstock

Os produtores rurais paranaenses podem obter subvenção federal maior, com base em critérios de manejo e conservação do solo nas culturas da soja e milho safrinha. Para isso, as áreas agrícolas a serem seguradas devem ser enquadradas em Níveis de Manejo (NM) estipulados pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático Níveis de Manejo (ZarcNM). O projeto-piloto conta com recursos específicos para execução (R$ 1 milhão para cada cultura) e beneficia produtores rurais com percentual maior de desconto nos valores do seguro pelo Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

Foto: Divulgação

A ferramenta considera critérios de qualidade do manejo de solo como redutor do risco climático de áreas agrícolas com maior capacidade de infiltração e retenção de água. O NM1 é a condição de risco base e o NM4, a melhor condição de cultivo que garante benefício maior.

“Em tempos de queda nas contratações de seguro rural, toda proposta que venha melhorar a subvenção ao prêmio é bem-vinda”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette. “Nossos técnicos estão à disposição para auxiliar os produtores rurais neste processo”, complementa.

Lançado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com metodologia da Embrapa, o ZarcNM teve o projeto-piloto iniciado na safra 2025/26, somente no Paraná, quando 28 áreas de produção foram classificadas em níveis de subvenção diferenciada. Na temporada 2026/27, o projeto iniciará a fase II, com possibilidade de participação dos produtores de soja do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, e milho safrinha no Paraná e Mato Grosso do Sul.

Como acessar

O primeiro passo para ter acesso à subvenção diferenciada é buscar a análise de solo em um laboratório credenciado no Estado. A metodologia das análises não difere das normalmente utilizadas, mas os laboratórios participantes conseguem registrar os dados da área diretamente no sistema (SiNM) da Embrapa.

“Antes mesmo de contratar o seguro, o produtor deve realizar a coleta da amostra de solo, seguindo as orientações do item 7, da Instrução Normativa 2/2025, do Mapa, e encaminhá-la a um laboratório credenciado, solicitando a análise Níveis de Manejo”, orienta Ana Paula Kowalski, coordenadora do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep.

Na sequência, o produtor deve procurar um operador de contrato para providenciar a análise de sensoriamento remoto e incluir as informações no sistema da Embrapa. Então, a plataforma calcula o nível de manejo do talhão e as informações são repassadas pelo operador ao governo federal para que seja definida a subvenção conforme os seis indicadores avaliados para a definição do nível de manejo: tempo sem revolvimento do solo; cobertura do solo com palhada; saturação por bases (V%); teor de cálcio; saturação por alumínio; e histórico de diversidade de cultivos. Três são verificados pela análise de solo e os demais por ferramentas de sensoriamento remoto utilizadas pelos operadores especializados. Para os níveis 2, 3 ou 4, segundo a Embrapa, “áreas com declividade superior a 3% devem, obrigatoriamente, adotar semeadura em nível ou contorno em pelo menos 75% da gleba”.

“Para subvenção maior, ou seja, além do padrão definido pelo PSR, os níveis devem ser de 2 em diante”, comenta Ana Paula. Na cultura de milho segunda safra, para Nível de Manejo (NM) 1, a subvenção será de 40%; NM2, 45%; e para NMs 3 e 4, 50%. Já para a cultura de soja, os cálculos são 20% para NM1; 30%, NM2; 35%, NM3; e 40%, NM4.

A lista de operadores credenciados está disponível no site embrapa.br/rede-zarc-embrapa/niveis-de-manejo

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Tarifas dos EUA deve impactar 21% das exportações brasileiras

Governo avalia ampliar parcerias comerciais enquanto negocia para evitar a aplicação das tarifas.

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Fotos: Claudio Neves

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (3), que o Brasil vai continuar buscando outros parceiros de negócios para minimizar os impactos da política comercial adotada pelos Estados Unidos. Lula coordenou reunião ministerial, no Palácio do Planalto, que ocorre em meio ao anúncio de novas taxações estadunidenses a produtos brasileiros.“Nós vamos procurar outros parceiros. Se ele não quer comprar, a gente vai vender para quem quiser comprar. Não vamos ficar reclamando. Se não quiser investir aqui, nós vamos procurar outro. O Brasil é dono do seu nariz. Isso aqui é um país democrático e soberano”, disse o presidente aos ministros de Estado.

“Nós resolvemos não adotar mais a política do vira-lata diante das grandes potências. Nós não somos melhores do que ninguém, mas não somos piores. Vamos respeitar todo mundo, mas queremos respeito”, acrescentou.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Na segunda-feira (1º), o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sugeriu, entre outras ações, a taxação de 25% sobre parte das importações brasileiras ao país. O relatório do USTR é resultado de uma investigação iniciada há um ano no governo de Donald Trump contra supostas “práticas desleais” do Brasil no comércio com os EUA.

Entre outros temas, para justificar a medida, a instituição acusa o Pix de prejudicar “injustamente” empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico, como operadoras de cartões de crédito, como MasterCard e Visa, e o Whatsapp Pay. 

Lula afirmou que, agora, vai participar da reunião do G7 em junho na França, o que não estava nos planos. O evento reúne os líderes da Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. O Brasil vai como convidado do anfitrião, o presidente francês, Emmanuel Macron.

“Eu nem ia no G7, agora eu vou. É preciso alguém tentar colocar ordem na casa e parar essa coisa de desmonte do multilateralismo, da democracia e desvalorização das instituições. Se a ONU não está funcionando hoje, não é destruindo a ONU que a gente vai consertar o mundo, é reconstruindo a ONU”, disse Lula, reafirmando sua defesa de fortalecimento das Nações Unidas e da reforma do seu Conselho de Segurança.

Negociação

Foto: Divulgação/Porto de Santos

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) a decisão tarifária dos Estados Unidos ameaça diretamente 21% do total das exportações brasileiras rumo ao mercado norte-americano.

O governo brasileiro e empresas prejudicadas poderão se manifestar sobre o relatório final da USTR até o dia 15 de julho, quando os EUA poderão passar a adotar “medidas corretivas” contra o Brasil.

Para Lula, a atitude dos estadunidenses é insensata já que havia uma negociação em curso entre os dois países. Ele lembrou que, em maio, acordou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um prazo de 30 dias para que se chegasse a um acordo sobre a questão comercial.

Os dois se reuniram na Casa Branca e, na ocasião, o presidente brasileiro entregou documentos que comprovavam a relação comercial favorável dos EUA com o Brasil. Segundo ele, nos últimos 15 anos, o superávit comercial dos Estados Unidos foi US$ 415 bilhões.“Eu saí de lá convencido de que a gente estava estabelecendo uma nova lógica no relacionamento democrático e civilizado entre Brasil e Estados Unidos. E confesso a vocês que fui pego de surpresa ontem com a decisão deles”, disse Lula hoje.

Fonte: Agência Brasil
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EUA propõem tarifas a 60 países, incluindo o Brasil

Escritório de Comércio norte-americano sugere sobretaxas de até 12,5% sobre importações e abre consulta pública antes da decisão final.

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Foto: Allan Santos/PR

O governo dos Estados Unidos deu mais um passo na ampliação de sua política comercial protecionista ao propor novas tarifas sobre produtos importados de 60 países, entre eles o Brasil. A iniciativa foi anunciada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) e prevê uma sobretaxa de até 12,5% para produtos brasileiros que entram no mercado norte-americano.

Foto: Divulgação

A proposta está vinculada a investigações conduzidas com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos de 1974, instrumento legal que permite ao governo norte-americano apurar práticas consideradas prejudiciais aos interesses comerciais do país e, eventualmente, adotar medidas de retaliação.

Segundo o USTR, a nova rodada de tarifas está relacionada à avaliação das políticas adotadas pelos países investigados para prevenir e combater o comércio de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Na avaliação do órgão, falhas nesses mecanismos podem criar distorções competitivas e restringir o comércio norte-americano.

Brasil entre os países com maior alíquota proposta

Enquanto parte dos países investigados foi enquadrada em uma alíquota adicional de 10%, o Brasil aparece no grupo sujeito à tarifa de 12,5%.

A proposta brasileira está inserida em um conjunto de medidas que alcança outros 44 países analisados pelo governo

Foto: Divulgação

dos Estados Unidos. Já Canadá, União Europeia, México, Indonésia, Paquistão, Argentina, Bangladesh, Camboja, Guatemala, Malásia, Taiwan, Equador e El Salvador integram o grupo que poderá ser submetido à tarifa adicional de 10%.

Caso seja implementada, a medida poderá aumentar os custos de acesso ao mercado norte-americano para diversos produtos exportados pelo Brasil, reduzindo a competitividade frente a concorrentes internacionais.

Instrumento de pressão comercial

A Seção 301 é considerada uma das principais ferramentas de política comercial dos Estados Unidos. O mecanismo ganhou destaque nos últimos anos durante disputas comerciais com diferentes parceiros internacionais e permite ao governo norte-americano impor restrições tarifárias mesmo sem a intermediação de organismos multilaterais.

A atual iniciativa também ocorre em um contexto de retomada de medidas emergenciais defendidas pelo governo Donald Trump. Parte dessas tarifas havia sido anulada anteriormente por decisão da Suprema Corte norte-americana, levando a administração federal a buscar novos caminhos regulatórios para restabelecê-las.

Consulta pública antes da decisão final

As tarifas ainda não estão em vigor. O USTR abriu período de consulta pública para receber contribuições de empresas, entidades e governos potencialmente afetados pelas medidas.

As manifestações poderão ser apresentadas até 06 de julho. No dia seguinte, 07 de julho, está prevista uma audiência pública para discussão das propostas.

Somente após a análise das contribuições o governo norte-americano decidirá se as tarifas serão implementadas e em quais condições, etapa que será acompanhada com atenção por exportadores e setores produtivos dos países envolvidos.

Fonte: O Presente Rural
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