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Viabilidade econômica desafia avanço sustentável das granjas de suínos no Brasil

Pressionadas por exigências ESG, granjas enfrentam altos custos de adaptação, dilemas produtivos e a necessidade de equilibrar bem-estar animal, exigências ambientais e competitividade no mercado interno e externo.

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Pressionada por exigências ambientais, sociais e de governança, as chamadas práticas ESG, a suinocultura brasileira tenta avançar em sustentabilidade sem comprometer a viabilidade econômica. É uma equação difícil de resolver em um setor que alimenta milhões de pessoas, gera milhares de emprego e disputa espaço em um mercado internacional cada vez mais sensível a temas como bem-estar animal, emissões de carbono e uso racional de antibióticos. “A sustentabilidade deixou de ser um diferencial e se tornou uma condição de permanência no mercado”, afirma a zootecnista Sula Alves, doutora em Agronomia e diretora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), defendendo que o tema deve ser encarado como um processo contínuo de evolução e não uma imposição regulatória.

Segundo ela, a suinocultura brasileira já demonstra avanços importantes, mas enfrenta desafios que vão desde o alto custo de adaptação das granjas até as exigências globais por rastreabilidade e desmatamento zero. “O setor vem se movimentando antes mesmo de haver legislação. Mas sustentabilidade custa caro e o produtor precisa ter condições de acompanhar esse movimento”, enfatizou durante sua participação no 21º Congresso Nacional da Abraves, realizado em outubro, em Belo Horizonte (MG).

Elo entre bem-estar e saúde animal

Zootecnista Sula Alves, doutora em Agronomia e diretora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA): “Precisamos de instrumentos que estimulem a adoção de boas práticas, como linhas de crédito verdes, programas de capacitação e incentivos à inovação. O produtor quer fazer certo, mas precisa de condições para isso”

Entre os temas mais sensíveis estão o bem-estar animal e o uso de antimicrobianos, duas dimensões cada vez mais interligadas. “Quando o ambiente causa estresse, o animal fica mais vulnerável a doenças. Isso eleva a necessidade de antibióticos, o que compromete tanto o bem-estar quanto a sustentabilidade do sistema”, explica Sula.

Estudos apontam que cerca de 73% dos antimicrobianos utilizados no mundo são empregados na produção animal. O uso inadequado desses medicamentos é um dos fatores associados ao avanço da resistência antimicrobiana (RAM), reconhecida pela ONU como uma das maiores ameaças à saúde global. “Políticas claras de uso racional de antibióticos não são apenas uma exigência sanitária, mas uma demonstração de responsabilidade socioambiental. Elas impactam diretamente as avaliações ESG das empresas”, avalia.

No entanto, adotar práticas mais sustentáveis, segundo Sula, esbarra no que ela chama de paradoxo da sustentabilidade, o dilema entre o ideal ambiental e a realidade econômica. “Nem sempre a conta fecha. Eliminar certas práticas produtivas ou antibióticos pode reduzir a eficiência, aumentar custos e comprometer a rentabilidade. É preciso avançar com equilíbrio, para que sustentabilidade não se torne inviabilidade”, pondera.

Transição nas granjas

Um dos exemplos mais emblemáticos desse impasse é a transição das celas de gestação para baias coletivas. A mudança busca oferecer mais liberdade de movimento às fêmeas, mas exige alto investimento em infraestrutura. Segundo levantamento do Observatório Suíno de 2024, o custo elevado e a dificuldade de financiamento são as principais barreiras. “As pequenas e médias granjas são as que mais sofrem. Muitas não têm espaço ou capital para reformas e, em alguns casos, precisariam reduzir o plantel para se adequar. Isso ameaça a sobrevivência de produtores familiares e cria um problema social no campo”, alerta a zootecnista.

A especialista também destaca dilemas éticos e práticos ainda sem solução definitiva, como o corte de cauda e o desgaste de dentes. “São procedimentos usados para evitar ferimentos entre animais. Banir sem alternativas eficazes pode gerar mais sofrimento do que resolver. A ciência precisa caminhar junto com a regulação”, reforça.

Pressão ambiental

Se o bem-estar animal impõe desafios internos às granjas, o aspecto ambiental amplia o campo de pressão. A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) estima que a produção animal seja responsável por 14,5% das emissões globais de gases de efeito estufa (GEE). O dado coloca o setor no centro das discussões sobre as metas climáticas do Acordo de Paris, que prevê limitar o aumento da temperatura média global a 1,5°C.

Na suinocultura, as principais fontes de emissões são o metano (CH4), liberado no manejo de dejetos, e o óxido nitroso (N2O), resultante da decomposição de resíduos e do uso de fertilizantes. “O grande desafio brasileiro está nas emissões indiretas, o chamado escopo 3, que incluem a origem dos grãos usados na alimentação animal. Garantir que a soja da ração não venha de áreas desmatadas é uma exigência crescente de importadores e consumidores”, destaca Sula.

Para isso, empresas têm investido em rastreabilidade e monitoramento rigoroso das origens de grãos, checando listas de embargo e adotando sistemas digitais de verificação. “A meta de desmatamento zero é inegociável para o mercado internacional. As cadeias que não se adaptarem perderão espaço”, menciona a diretora da ABPA.

Economia circular

Ao mesmo tempo, soluções de economia circular vêm ganhando força. O uso de biodigestores para converter dejetos em biogás e biofertilizantes transforma um passivo ambiental em ativo econômico. “É uma estratégia que reduz emissões, diminui custos com energia e ainda pode gerar novas fontes de receita. O produtor passa a ver o resíduo não como problema, mas como oportunidade”, explica.

Casos de sucesso já começam a surgir em várias regiões do país, com propriedades autossuficientes em energia elétrica ou integradas a cooperativas que comercializam o biogás excedente. “Essas iniciativas mostram que sustentabilidade e rentabilidade podem andar juntas quando há inovação e apoio técnico”, diz Sula.

Papel do Brasil no cenário global

Apesar das dificuldades, a especialista acredita que o país tem condições únicas para se destacar. “O Brasil reúne uma cadeia organizada, base tecnológica sólida e produtores cada vez mais conscientes. Isso nos coloca em posição de liderança na agenda global de sustentabilidade em proteína animal”, avalia.

O desafio, segundo ela, é fazer com que o ritmo das políticas públicas e do financiamento rural acompanhe a transformação do setor. “Precisamos de instrumentos que estimulem a adoção de boas práticas, como linhas de crédito verdes, programas de capacitação e incentivos à inovação. O produtor quer fazer certo, mas precisa de condições para isso”, salienta.

Para Sula, a sustentabilidade da suinocultura é um conceito que vai muito além do ambiental. “Ela abrange o bem-estar dos animais, das pessoas e do planeta. É uma construção coletiva, que exige diálogo, transparência e compromisso de toda a cadeia”, ressalta.

Entre pressões externas e avanços internos, a suinocultura brasileira tenta equilibrar produtividade, ética e responsabilidade ambiental. “Estamos construindo um novo pacto entre o campo e a sociedade. A sustentabilidade é, no fim das contas, a garantia de futuro para todos os elos da produção”, evidencia.

A versão digital já está disponível no site de O Presente Rural, com acesso gratuito para leitura completa, clique aqui.

Fonte: O Presente Rural

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Família amplia produção de suínos e conquista certificação no Oeste do Paraná

Granja integrada à C.Vale atinge 100% dos critérios da Frimesa e projeta expansão da atividade.

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Foto: Divulgação/C.Vale

A produção de suínos transformou a rotina do produtor Lauri Roehsig e da esposa Nikychiella Roehsig, a Niky, em Maripá (PR). A cerca de 17 minutos da sede da C.Vale, a propriedade da família abriga hoje um barracão crechário com capacidade para 3.600 animais.

A área de seis alqueires, herdada pela família, era utilizada inicialmente para o cultivo de soja e milho. Há cinco anos, o casal decidiu investir na suinocultura em sistema de integração com a cooperativa, buscando melhor aproveitamento da propriedade e aumento de renda. Desde então, dividiram as funções: Niky ficou responsável pela gestão administrativa, enquanto Lauri conduz o trabalho diário na granja.

Durante esse período, a propriedade também enfrentou desafios. Em 22 de abril de 2022, um tornado atingiu o município de Maripá e destelhou o barracão. Apesar dos danos, não houve perdas de animais, já que os leitões haviam sido retirados do local horas antes do temporal.

Entre os resultados alcançados, a granja conquistou destaque na premiação Melhores do Suíno Certificado Frimesa, ao atingir 100% dos critérios exigidos. O desempenho garantiu ao casal o Troféu Granja Certificada, entregue em dezembro de 2025.

O cuidado com o bem-estar animal é apontado como um dos pilares da produção. Segundo os produtores, a atenção aos detalhes e o acompanhamento técnico foram determinantes para alcançar os resultados. Eles também ressaltam o suporte da C.Vale e o reconhecimento promovido pela Frimesa.

Pais de Lucas, de 14 anos, e Ana Luiza, de 11, Lauri e Niky já iniciaram a construção de um segundo barracão, que deve ampliar a capacidade de produção da propriedade. Para a família, a atividade representa não apenas uma fonte de renda, mas também uma escolha de vida no campo.

Fonte: Assessoria C.Vale
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Santa Catarina registra mais de 200 mil javalis no campo e motiva pesquisa nacional

Levantamento aberto até 31 de maio busca dimensionar prejuízos às lavouras e riscos sanitários para a suinocultura no estado.

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Foto: Shutterstock

Desde 2010 uma praga infesta a maioria dos municípios de Santa Catarina: o javali. Uma crescente e descontrolada população desses animais está atacando propriedades rurais e destruindo plantações em todas as regiões catarinenses e, notadamente, na serra e no meio oeste, causando pesadas perdas aos produtores e criadores.

A situação preocupa a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Carina (Faesc) porque, além de danificar plantações, os javalis são agressivos, significam um risco às pessoas e podem transmitir doenças aos planteis comerciais de suínos.  Agora, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) iniciou em março de 2026 uma pesquisa nacional para mapear a presença e os impactos da invasão de javalis (e javaporcos) no meio rural brasileiro.

O objetivo é dimensionar o avanço da espécie no campo, identificar os prejuízos causados à produção agropecuária e subsidiar políticas públicas para o controle da população de javalis, que é considerada uma praga exótica invasora. A pesquisa está aberta para receber informações até 31 de maio. O público-alvo é formado pelos produtores rurais, manejadores autorizados e moradores da zona rural.

Vice-presidente da Faesc, Clemerson Argenton Pedrozo: “Qualquer contaminação em nossos plantéis poderia gerar enormes prejuízos para toda a cadeia produtiva, colocando em risco os negócios dos produtores rurais e a estabilidade das agroindústrias catarinenses” – Foto: Divulgação/Faesc

O vice-presidente Clemerson Argenton Pedrozo disse que a pesquisa é vista como essencial para superar a falta de dados precisos sobre a dimensão da praga e para conter os danos, que afetam desde pequenos produtores até a biodiversidade local.

Clemerson Pedrozo participou, no ano passado, de audiência pública na Câmara dos Deputados para discutir o controle da população de javalis no Brasil. O encontro foi proposto pelos deputados federais Rafael Pezenti (MDB) e Zé Trovão (PL) e reuniu representantes do Ibama, do Exército, da Polícia Federal, de órgãos responsáveis pela regulação de armas e licenças, além de controladores e entidades do agronegócio.

Apesar de Santa Catarina ocupar apenas 1,12% do território nacional, o estado é o maior produtor e exportador de suínos do Brasil, o segundo maior produtor de frangos e o terceiro maior produtor de leite, além de se destacar em diversas outras cadeias produtivas. “Por isso nossa preocupação é tão grande. Sabemos dos riscos sanitários envolvidos. Celebramos há mais de 20 anos o status de área livre de febre aftosa sem vacinação e também somos livres da peste suína clássica. Qualquer contaminação em nossos plantéis poderia gerar enormes prejuízos para toda a cadeia produtiva, colocando em risco os negócios dos produtores rurais e a estabilidade das agroindústrias catarinenses”, alerta Clemerson Pedrozo.

A Lei nº 18.817/2023, sancionada pelo governador Jorginho Mello, autoriza o controle populacional e o manejo sustentável do javali-europeu (sus scrofa), mas a maioria dos produtores não está abatendo os animais e prefere chamar a Polícia Militar Ambiental porque, além de uma série de requisitos e procedimentos para o abate, a tarefa é perigosa.

Com frequência os javalis matam os cães de caça e investem com ferocidade contra os caçadores. O dirigente considera fundamental que a Câmara dos Deputados avance no mesmo caminho e reforça ainda que “o papel da União deve ser o de legislar normas gerais, deixando aos estados a aplicação de medidas específicas, respeitando as realidades locais. Precisamos desburocratizar para que as ações ocorram de fato na ponta”, recomenda.

Preocupação

Foto: Divulgação

Os javalis podem transmitir doenças economicamente graves como a peste suína africana (PSA), peste suína clássica (PSC) e febre aftosa. Por isso, não se recomenda o consumo da carne dos javalis abatidos. Eventual contaminação dos plantéis comerciais de suínos traria enormes prejuízos para a cadeia produtiva e colocaria em risco os negócios dos produtores rurais e a estabilidade do imenso parque agroindustrial.

 De 2019 a 2024, foram abatidos mais de 120 mil javalis em Santa Catarina. Ainda assim, estima-se que existam mais de 200 mil animais espalhados por 236 municípios. “A situação é preocupante e seguimos à disposição para debates que contribuam para resolver essa questão de forma definitiva. Queremos preservar a economia, garantir a segurança sanitária e evitar acidentes no meio rural. Estamos unidos em prol dessa causa. Santa Catarina já deu o exemplo e continuará atuando para que esse problema seja efetivamente enfrentado”, frisou o dirigente.

Essa situação está quase fora de controle. Esse problema surgiu em 2010 na região do planalto catarinense, quando, atendendo apelo da Faesc, a Secretaria da Agricultura declarou o javali sus scrofa nocivo à agricultura catarinense e autorizou seu abate por tempo indeterminado, objetivando o controle populacional. A decisão está de acordo com a instrução normativa 141/2006 do Ibama que regulamenta o controle e o manejo ambiental da fauna sinantrópica nociva.

Os javalis que aterrorizam o território barriga-verde são da espécie exótica invasora sus scrofa, que provoca elevados prejuízos às lavouras. Vivem em varas (bandos) de até 50 indivíduos. São consideradas espécies “exóticas” (portanto, não protegidas por leis ambientais), porque cruzam com porcos domésticos e até outros animais selvagens, como porco de mato, o que gera filhos conhecidos com “javaporcos”. As fêmeas produzem em média duas ninhadas por ano e uma média de oito filhotes em cada uma. Por isso, o controle se torna difícil. O macho adulto pesa entre 150 e 200 quilos e a fêmea entre 50 e 100 quilos. Os javalis vieram do Rio Grande do Sul e se tornaram uma presença mortal em Santa Catarina.

Fonte: Assessoria Faesc
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Com recorde de trabalhos inscritos, Sinsui amplia espaço para apresentações orais em 2026

Evento em Porto Alegre (RS) registra alta de 20% nas submissões em relação a 2025 e prevê mais de sete horas de programação destinadas exclusivamente à exposição de resultados técnicos e científicos.

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Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

O 15º Simpósio Internacional de Suinocultura (Sinsui) será realizado de 19 a 23 de maio no Centro de Eventos da PUC, em Porto Alegre (RS), com foco em produção, reprodução e sanidade suína. A organização confirmou recorde de submissão de trabalhos científicos para esta edição. O Jornal O Presente Rural é mais uma vez parceiro de mídia do evento e vai trazer todos os destaques da edição 2026 em tempo real pelas redes sociais.

Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

Foram inscritos mais de 100 trabalhos, volume superior em mais de 20% ao registrado em 2025. Desse total, mais de 40 foram selecionados para apresentação oral, o que resultará em mais de sete horas de programação destinadas exclusivamente à exposição de resultados técnicos e científicos.

As submissões abrangem as áreas de Sanidade, Nutrição, Reprodução, Produção e Manejo, One Health e Casos Clínicos, refletindo a diversidade de temas que hoje estruturam a pesquisa aplicada à suinocultura.

Inscrições seguem abertas

A inscrição no Sinsui 2026 garante ao participante material de apoio como pasta, programação oficial, bloco de anotação e caneta, além de certificado de participação e crachá de circulação no evento.

Para ter acesso a descontos na categoria estudante, é obrigatória a comprovação de matrícula por meio de documento em PDF ou JPG, com até 5 MB, anexado no momento do cadastro. A ausência dessa comprovação implica cobrança posterior da diferença de valor, conforme a categoria vigente na data.

A confirmação da inscrição é enviada por e-mail em até cinco dias úteis após a identificação do pagamento e o envio

Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

do comprovante acadêmico. A organização orienta os inscritos a verificarem a caixa de spam caso não recebam a confirmação nesse prazo.

Valores até 27 de abril

Até 27 de abril, os valores de inscrição são de R$ 900 para profissionais; R$ 350 para estudantes de graduação em Medicina Veterinária, Zootecnia e Agronomia e para alunos de pós-graduação stricto sensu nessas áreas; R$ 450 para acesso à feira; e R$ 450 para visitantes.

Empresas patrocinadoras que inscreverem grupos acima de 10 participantes recebem 11 códigos de inscrição e desconto de 10% sobre o valor total, conforme a data de pagamento e a categoria. Nesses casos, é emitido um recibo único.

Para as demais empresas, grupos acima de 20 participantes recebem 21 códigos de inscrição e desconto de 5% sobre o valor total, também com recibo único.

Política de cancelamento

Pedidos de ressarcimento devem ser encaminhados ao e-mail contato@sinsui.com.br e são processados após o término do evento, conforme o meio de pagamento utilizado.

Fonte: O Presente Rural
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