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VI Encontro de Inovação e Capacitação Ovos RS

Evento discutiu produção, SIF, biossegudiade, bem-estar animal, entre outros assuntos da cadeia de postura

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Em andamento o VI Encontro Técnico de Inovação e Capacitação organizado pelo Programa Ovos RS da ASGAV. O evento teve inicio na quinta-feira (04) com a abertura e apresentação de dados apurados desde o início das atividades do programa em 2012 até dezembro de 2018.

Na ocasião, o diretor Executivo da ASGAV e coordenador do Programa Ovos RS, Eduardo Santos juntamente com a consultora técnica doutora em Zootecnia Raquel Melchior,  fizeram uma explanação sobre os avanços dos estabelecimentos membros do programa desde o início em 2012, na época projeto até 2018. Foram apresentados avanços nas áreas de biosseguridade, boas práticas de fabricação, auto controles, sanidade, PPHO, controle de pragas, vestuários, controle de produção e outros itens que constam no checklist de vistorias do Programa Ovos RS.

Ao final da apresentação o executivo da ASGAV informou que os índices de avanços apresentados refletem o interesse do setor e daqueles que participam do Ovos RS em evoluir cada vez mais nos padrões de qualidade e sanidade e que a partir de agora o módulo de promoção e marketing do Programa Ovos RS irá intensificar a comunicação e a promoção dos estabelecimentos que participam do Programa Ovos RS.

Entre as ações  de promoção e marketing que serão desenvolvidas, está uma série de reuniões com  órgãos oficiais como Ministério Público do Consumidor, Procon, Vigilância Sanitária, MAPA (inspeção e sanidade), Secretaria da Agricultura (inspeção e sanidade) Associações de Supermercados, Associação de Hotéis e consumidores em geral, onde serão apresentados os avanços dos estabelecimentos que participam do Programa Ovos RS e utilizam o selo de referência nas embalagens.  “Vamos agora, mostrar para o consumidor o comprometimento e o diferencial dos estabelecimentos que investem em sanidade e qualidade para uma produção de alimentos cada vez mais evoluída em diversos aspectos”, destacou Santos.

Em seguida, representantes do Ministério da Agricultura e Secretaria de Agricultura do RS fizeram depoimentos que endossaram o avanços apresentados pela coordenação Ovos RS, reconhecendo a evolução apresentada  e enfatizaram que este modelo é exemplo para o País e converge  com as diretrizes dos órgãos oficiais. O encontro teve continuidade com temas voltados a biosseguridade, programa nacional de sanidade avícola. Foi ainda realizado um mini curso para a área de fábrica de rações  e a legislação que está sendo aplicada.

Já nesta sexta-feira (05) temas como a potabilidade da água, bem-estar animal, Sif na postura pós extinção de ER’s e ambiência na postura, fecharão o programa de capacitação Ovos RS que acontece anualmente e é direcionado para profissionais dos estabelecimentos membros do programa, órgãos oficiais, empresas parceiras e alguns convidados.

Informações sobre o Programa Ovos RS já foram compartilhadas em  diversos Estados do Brasil e as parcerias com universidades e outras instituições tem trazido mais qualificação e inovação para os estabelecimentos produtores. A consultoria técnica do programa tem dado suporte  e orientação aos estabelecimentos membros  e interagindo junto com coordenação executiva e órgãos oficiais.

A 2ª Conferência Brasil Sul da Indústria e Produção de Ovos (CONBRASUL OVOS 2019) é uma promoção e organização da ASGAV e Programa Ovos RS e acontecerá de 16 a 19 de junho deste ano na cidade de Gramado, RS. As inscrições podem ser feitas no site do evento e mais informações através do fone: (51) 3228-8844 ou no e-mail: conbrasul@ovosrs.com.br

O evento deverá atrair produtores, empresários ligados direta e indiretamente ao segmento de produção de ovos do Brasil e exterior.

Fonte: Assessoria
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Notícias Boi Gordo

Oferta limitada mantém indicador firme neste ano

Cenário está atrelado à menor oferta interna de animais prontos para o abate e à demanda firme

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Arquivo/OP Rural

Os preços da arroba do boi gordo estão firmes no mercado brasileiro em 2019. Pesquisadores do Cepea afirmam que esse cenário está atrelado à menor oferta interna de animais prontos para o abate e à demanda firme, especialmente por conta do bom desempenho das exportações nacionais.

No acumulado de 2019 (de 28 de dezembro de 2018 até 17 de abril deste ano), o Indicador do boi gordo ESALQ/B3 subiu 0,4%, fechando a R$ 154 nessa quarta-feira (17). A firmeza nos valores da arroba somada à queda nos preços do milho (devido à maior oferta), por sua vez, têm favorecido a relação de troca de produtores, que registra o momento mais favorável ao pecuarista desde janeiro de 2018.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado Interno

Preços da carne de frango sobem com força em abril

Cotações dos produtos de praticamente todos os elos da cadeia têm subido desde o início deste ano

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Arquivo/OP Rural

As cotações dos produtos de praticamente todos os elos da cadeia têm subido desde o início deste ano, favorecidas pela demanda aquecida e pela produção ajustada, segundo dados do Cepea. Na parcial de abril (até o dia 17), o frango inteiro congelado, negociado no atacado da Grande São Paulo, registra média de R$ 4,65/kg, elevação de 4,4% frente à do mês anterior e de expressivos 51,8% em relação a abril/18, em termos reais (valores foram deflacionados pelo IPCA de março/19).

Para o produto resfriado, os negócios apresentam média de R$ 4,66/kg na parcial deste mês, avanços de 4% e de significativos 54,1% nos mesmos comparativos. Quanto aos cortes, um dos avanços mais significativos nos valores de março para abril, de 7,8%, é observado para a coxa/antecoxa congelada, que registra média de R$ 4,87/kg na parcial deste mês – no ano, o aumento é de 40%.

Fonte: Cepea
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Notícias Prioridade para o bem-estar animal

Aurora inaugura moderna UDG em Chapecó

UDG II permitirá ampliar em 67% a produção de sêmen do complexo agroindustrial

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Bem-estar animal é o princípio orientador da Unidade de Disseminação de Genes (UDG II) da Cooperativa Central Aurora Alimentos – terceiro maior grupo industrial de alimentos cárneos do Brasil – inaugurada nesta semana, em Linha Tomazzelli, em Chapecó, SC. A UDG II permitirá ampliar em 67% a produção de sêmen do complexo agroindustrial, adotando o que há de mais avançado em genética suína. A unidade absorveu investimentos da ordem de R$ 17 milhões.

O ato inaugural foi presidido pelos diretores Mário Lanznaster (presidente), Neivor Canton (vice-presidente), Marcos Antônio Zordan (diretor de agropecuária), na companhia dos presidentes das cooperativas filiadas, do vice-prefeito Élio Cella, do gerente de produção de suínos Valdir Schumacher e do coordenador de desenvolvimento genético Evandro Nottar. O padre Domingos José Dias e o pastor Altair Boita ministraram a benção inaugural.

O presidente Mário Lanznaster destacou que o investimento foi necessário para manter o programa de expansão da produção de suínos da Aurora. O coordenador de desenvolvimento genético Evandro Nottar detalhou a complexidade da gestão e da operação da produção de sêmen. O vice-prefeito Élio Cella discorreu sobre a importância da Aurora na economia regional.

O diretor de agropecuária Marcos Zordan destacou que a UDG II atende aos requisitos da legislação europeia de bem-estar animal. A boa alimentação é uma das prioridades, mediante controle da qualidade e potabilidade da água e o fornecimento de nutrição balanceada. Os reprodutores estarão alojados em instalações climatizadas, com pressão positiva e filtro de ar, impedindo a entrada de agentes patogênicos, mantendo a biosseguridade e o bem-estar dos animais. Este moderno sistema de climatização foi desenvolvido para garantir ar na temperatura ideal ao conforto animal, devidamente filtrado e na quantidade adequada para atender à necessidade dos animais gerando conforto térmico.

As densidades na granja foram ajustadas de acordo com as condições ambientais, de manejo e comportamento dos animais. Os pavimentos e pisos foram construídos de forma a evitar e/ou minimizar lesões, com área útil mínima destinada a cada animal igual ou superior a 6 metros quadrados.

As instalações foram planejadas com fundos e laterais das baias com as grades vazadas, permitindo o contato entre os indivíduos e respeitando o comportamento social dos suínos.

O cuidado com a saúde do plantel é outro ponto central, assegurado pela presença de médico veterinário. Com isso, busca-se o correto manejo dos animais, a sanidade e a prevenção de doenças, com o diagnóstico e tratamento (quando necessário). “Queremos as melhores condições de bem-estar para os animais”, sublinha o diretor. Para isso, a equipe de profissionais será treinada e capacitada de acordo com as boas práticas de produção e bem-estar animal.

Estrutura

A UDG II tem área total construída de 4.266,09 m² e abrigará 300 machos doadores dentro das melhores condições de bem-estar animal. Os doadores são machos híbridos, resultado da composição de diferente raças, fornecidos pelas maiores empresas de genética suína do mundo, como Agroceres PIC, DB Danbred e Topigs Norsvin. A UDG II passará a produzir 10.500 doses/semana ou 45.500 doses/mês.

Os reprodutores, antes de ingressarem no galpão principal da unidade, serão recebidos no galpão de quarentena que possui o mesmo sistema de climatização e biosseguridade. Ali, por um período de 30 dias, serão monitorados diariamente objetivando garantir que não são portadores de nenhuma doença ou agente infeccioso.

Uma equipe de 13 profissionais trabalhará na UDG II, com o suporte de um médico veterinário e responsável técnico. O acesso ao local será rigorosamente restrito com uso de arco de desinfecção, escritório para controle de entrada de pessoas, barreira sanitária (banho de funcionários e visitantes) e quarentena obrigatória.

O complexo UDG II, que ocupa uma área de 272 hectares, é constituído por arco de desinfecção, três residências para moradores, prédio administrativo, área de lazer e lavanderia, laboratório, central de coleta e processamento de sêmen, área de quarentena, vestiário de quarentena, galpão de serviços, composteira, casa de maravalha, central de lixo, sala de painéis elétricos, geradores de energia, cabine de medição de energia, reservatórios de água, cisterna e lagoas de dejetos.

Fonte: Assessoria
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Facta 2019
Abraves
Biochem site – lateral
Conbrasul 2019

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