Empresas
Vetanco participa do SBSA e Poultry Fair 2016
O SBSA e Poultry Fair 2016 foi realizado entre os dias 5 e 7 de abril no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nês em Chapecó, Santa Catarina – Brasil
Uma semana repleta de emoções. Assim pode ser resumida a segunda semana do mês de Abril. A Vetanco do Brasil pela décima quinta vez consecutiva participa do Simpósio Brasil Sul de Avicultura, isso é, desde a sua chegada ao Brasil, a Vetanco é parceira do Nucleovet, participando e atuando para que esse evento seja o sucesso que se transformou ano após ano. Cada ano de participação é como se fosse o primeiro, afinal, Chapecó é a sede da Vetanco no Brasil e a responsabilidade de sempre apresentar o melhor aumenta a cada ano, ainda mais quando se reúnem no mesmo lugar as maiores empresas do setor a nível mundial.
O SBSA e Poultry Fair 2016 foi realizado entre os dias 5 e 7 de abril no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nês em Chapecó, Santa Catarina – Brasil. Nesse ano, o evento contou com a participação maior de estrangeiros, na grande maioria vindos de países da América Latina. A Vetanco trouxe para esse evento 30 convidados de outros países, sendo eles clientes, representantes comercias e colaboradores de suas filiais do Uruguai, Argentina, América Central, Colômbia, entre outros.
Nesta edição, a Vetanco ofereceu aos mais de 1500 inscritos no evento, o coquetel de abertura, que aconteceu na noite do dia 5. Na ocasião, foi realizada uma ação que marcou o lançamento do Gamaxine, um produto inovador, desenvolvido pelo Departamento de Biotecnologia da Vetanco, localizado em Buenos Aires. O produto é fruto de cinco anos de pesquisas e trabalho árduo, liderado pela Diretora de Biotecnologia da Vetanco, Dra. Sherryl Layton, que estava presente no evento. O Brasil foi escolhido para ser o primeiro país a utilizar no Gamaxine, devido ao seu destaque mundial na produção de proteína animal. Posteriormente, o Gamaxine será lançado a nível mundial. O SBSA 2016 foi o evento escolhido para esse importante lançamento por sua grande circulação de profissionais do setor e abrangência do evento. 2016 é um ano muito importante para a Vetanco do Brasil, pois está comemorando 15 anos em solo brasileiro, sempre com muitas novidades, trabalho sério de planejamento, novos lançamentos e parceria com seus clientes.
No dia 06, em paralelo às atividades do SBSA, a Vetanco realizou um evento que se denominou: 1ª Mesa Redonda: Ciência e Indústria – A aplicação do conhecimento científico na prática avícola. O evento proposto pela Vetanco consistiu em colocar os vários atores da atividade avícola para debater temas pré-estabelecidos em forma de debate, onde a troca de opiniões e pontos de vista pudessem agregar de forma positiva a produção de aves no Brasil. Os temas propostos ao debate foram: CUSTOS vs. DESEMPENHO E SANIDADE; ANTIBIOTIC FREE e IMUNIDADE e como convidados estavam o Prof. Luiz Felipe Caron (Prof. Microbiologia e Vacinologia – UFPR), o Prof. Paulo Lourenço (Prof. Titular de Produção e Sanidade Avícola – UFU) e o M.V. Luis Carlos Farias (Gerente de Avicultura – AURORA). Atuando como mediador, o Sr. Marcelo Dalmagro (Gerente Técnico – VETANCO) teve o papel de conduzir os debates propostos. Estavam presentes cerca de 300 participantes que ao final de cada ciclo de discussão foram convidados a participar do debate fazendo perguntas aos convidados. O evento foi muito rico em termos de interação entre os participantes, demonstrando o sucesso da dinâmica proposta. A Vetanco salienta que as opiniões geradas no debate proposto, não representam a opinião da empresa, o que propomos foi o debate em torno dos temas propostos.
Outro ponto de destaque do SBSA 2016 foi o stand da Vetanco no VIII Poultry Fair que sempre está de portas abertas aos amigos. O tema do stand foi o Gamaxine, novo produto da Vetanco. O Gamaxine ganhou 4 cervejas artesanais alusivas ao seu lançamento, que puderam ser degustadas pelos visitantes do stand, foram elas: Gamaxine Lager, Gamaxine Gold, Gamaxine Weiss e Gamaxine Viena.
A Vetanco agradece a todos os amigos que nos visitaram no stand durante o XIII Poultry Fair e que participaram da 1ª Mesa Redonda: Ciência e Indústria – A aplicação do conhecimento científico na prática avícola. Com certeza na próxima edição do SBSA 2017, mais novidades virão
Fonte: Ass. de Imprensa

Empresas Ameaça silenciosa
Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves
Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.
A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.
Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.
“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.
Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.
“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.
A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.
Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.
Empresas
Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos
A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.
A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.
“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.
A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.
Empresas
Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor
Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.
Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.
Manutenção e ventilação: aliados da produtividade
A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.
Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.
Alta nas temperaturas exige preparação antecipada
De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.
Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

