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Vetanco palestra na III Semana Acadêmica de Medicina Veterinária da FAMUR

A semana proporcionou aos estudantes palestras e minicursos voltados à prática profissional

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A Faculdade Murialdo (FAMUR) realizou, de 21 a 24 de junho, a III Semana Acadêmica de Medicina Veterinária. A semana proporcionou aos estudantes palestras e minicursos voltados à prática profissional. O Coordenador Técnico Fabio Gazoni, participou do evento em duas oportunidades, primeiramente apresentando uma palestra para os estudantes como o tema: Importância da avicultura no mercado atual e na sequencia  ministrando um curso de Necropsia em Frango.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas Avicultura

Sistema AVIS, da Phibro, oferece assistência veterinária, monitoramento sanitário e gestão da informação

A plataforma AVIS, exclusiva da Phibro, permite que informações colhidas por meio de necropsias de frangos de corte

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Foto: Divulgação

O monitoramento de informações do campo é essencial para o manejo eficaz de problemas que prejudicam a alta performance da avicultura brasileira. Por isso, a Phibro Saúde Animal disponibiliza o sistema de Assistência Veterinária e Integralidade Sanitária (AVIS), um sistema de monitoramento sanitário para frangos de corte, através de necropsias, com plataforma exclusiva para lançamento de dados e geração de relatórios personalizados para melhor gestão da informação e consequentemente tomadas de decisões mais ágeis.

“A monitoria sanitária de campo, através de necropsias, é uma importante ferramenta para verificação da performance de programas preventivos em uso (anticoccidianos, vacinas e outros) e da saúde geral dos plantéis. A execução de monitorias de forma regular e sistematizada permite gerar informações, verificar tendências e comportamentos e ajuda a evitar prejuízos, como por exemplo, no caso da coccidiose, que causa perdas de até US$ 13 bilhões por ano no mundo, segundo estudos recentes e atualizados”, afirma a gerente técnica de avicultura da Phibro, Patrícia Tironi Rocha, que é mestre em sanidade animal pela Universidade Federal de Goiás (UFG).

A plataforma AVIS, exclusiva da Phibro, permite que informações colhidas por meio de necropsias de frangos de corte – tanto pela equipe PHIBRO quanto pelas equipes da empresa/cliente – sejam tabuladas, gerando relatórios completos e personalizados sobre a situação das aves, bem como gráficos que revelam o panorama da ocorrência dos achados nos plantéis. Tudo isso auxilia na gestão da informação para a implementação de programas de prevenção a doenças.

“Entre os tópicos analisados pela monitoria AVIS estão saúde intestinal, coccidiose e lesões causadas por micotoxinas, além de problemas nos sistemas imunológico, respiratório e locomotor, sendo que este último tópico inclui os diversos problemas no desenvolvimento dos animais”, detalha Patrícia.

Criado há cerca de dois anos, a plataforma AVIS tem atualmente cerca de 300 usuários pertencentes a 80 empresas cadastradas, não só no Brasil, mas também em outros países da América Latina. Esse grupo de usuários conta com acesso não apenas ao módulo de inserção e gestão de dados de monitoria sanitária de campo (necropsias), mas acessam também o módulo de programas anticoccidianos, uma ferramenta de visual prático e autoexplicativo sobre a eficácia anticoccidiana das moléculas disponíveis no mercado brasileiro e que conta também com os LMRs limites máximos de resíduos  dos principais países importadores de frango do Brasil.

“Uma das soluções anticoccidianas que a Phibro oferece é Aviax Plus, que em 10 anos já tratou mais de 12 bilhões de aves. Produzido em solo nacional – em Bragança Paulista (SP) – é a associação de nicarbazina com ionóforo mais eficaz contra a Eimeria maxima, espécie que mais ocasiona prejuízos zootécnicos aos plantéis de frango de corte.

 

Fonte: Assessoria
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Empresas Avicultura

Laringotraqueíte infecciosa: a prevenção da doença favorecendo a performance zootécnica e financeira das granjas

Para evitar os prejuízos causados pela doença, granjas de posturas de todo o País aderem à estratégia de prevenção e controle para resultados positivos dos seus negócios

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Foto: O Presente Rural

Entender os impactos negativos causados pela Laringotraqueíte Infecciosa no Brasil nos últimos anos abriu inúmeros precedentes para que especialistas se debruçassem sobre o problema e apresentassem soluções inovadoras para o mercado avícola. A Ceva Saúde Animal é um exemplo, única empresa no território nacional que por meio da sua estrutura científica de pesquisa trouxe para o segmento efetivas soluções para mitigar a problemática mirando a produção nacional.

Quem abre este tema para contar os avanços e soluções no campo de postura é o doutor em patologia e médico veterinário com vasta experiência em Bronquite Infecciosa e Laringotraqueíte, Jorge Luís Chacón, que atualmente ocupa a posição de Gerente Nacional de Serviços Técnicos da multinacional francesa. “A Laringotraqueíte é uma doença presente em todos os países com indústria avícola afetando três tipos de aves comerciais: frango de corte, matrizes e poedeiras. No Brasil a maior incidência está em regiões com alta densidade populacional de postura com programa de biosseguridade inferior”, destaca.

De acordo com o especialista, a LTI, como é conhecida a Laringotraqueíte Infecciosa, acomete o sistema respiratório em aves jovens e adultas (velhas) e traz consigo um elevado índice de mortalidade, entre 10 a 30% dos lotes. “Temos que ter em mente que além da doença em si, a ave exposta ao vírus também pode ser assintomática fazendo com que o vírus se perpetue nas granjas em especial nas de ciclo longo”, enaltece Jorge e alerta que em granjas com aves de várias idades o vírus é transmitido dos lotes mais velhos para os mais novos e com isso o ciclo viral impede a máxima performance das propriedades.

Por estes motivos o controle estratégico e o uso da tecnologia capaz de elevar a resistência das aves são os caminhos trilhados pela equipe técnica da BU Avicultura Ceva. “Só assim teremos a diminuição da circulação do vírus”, explica o médico veterinário e Gerente Técnico Aves de Postura Fernando Resende.

Por estas razões, explica Jorge, nos últimos meses, empresas brasileiras – granjas – passaram a adotar a estratégia da prevenção pelo uso de vacinas mesmo em lotes ainda negativos. “Essas empresas entenderam que o controle é algo difícil, por esta razão partiram para um sistema de uso de vacinas”, destaca e lembra que antes disso é necessário evitar o ingresso. “Vemos que as granjas positivas conseguem controlar a doença, ou seja, onde se usa a vacina vemos a doença controlada pela aplicação de programas preventivos.”

Todas essas preocupações estão alicerçadas nos números do setor. A produção nacional projetada para 2021 segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (São Paulo/SP) será de 56,2 bilhões de unidades, número 5% superior ao previsto para 2020 e com um consumo saindo de 250 ovos per capta para 265 unidades para o ano corrente.

Números que sustentam o compromisso da multinacional segundo o Gerente de Marketing de Aves de Ciclo Longo da Ceva, Felipe Pelicioni. “Não medimos esforços para colocar à disposição do mercado vacinas diferenciadas e serviços capazes de suportar os desafios da avicultura de postura nacional e com isso entregar para os avicultores parceiros inúmeros benefícios zootécnicos e econômicos.”

O desenvolvimento das vacinas Vectormune HVT LT e a FP LT atestam este compromisso da multinacional. A primeira, HVT LT é uma vacina viva congelada que contém o vírus da doença de Marek HVT (Sorotipo 3), geneticamente modificado para expressar um antígeno chave para proteção contra o vírus da Laringotraqueíte Infecciosa. Já a FP LT é uma vacina viva onde o vírus da Bouba Aviária foi modificado para conter e expressar importantes antígenos protetores de Laringotraqueíte Aviária. “Somos a única empresa no mercado com duas tecnologias voltadas para a LTI”, destaca Fernando.

Somente com essas tecnologias utilizadas de acordo com um programa vacinal específico para cada realidade, avalia Jorge, é que as aves, em todo o ciclo produtivo, estarão imunizadas. A vacina de Bouba (Vectormune FP-LT) quando aplicada confere para a ave proteção rápida e forte, mas ao longo das semanas tem sua imunidade reduzida. Já a de Marek (Vectormune HVT-LT) garante resposta imunológica estendida. “Estamos falando de um vírus capaz de afetar aves jovens e adultas que podem ser criadas por mais de 100 semanas. Ao mesmo tempo precisamos criar imunidade forte e duradoura. Duas vacinas com comportamentos diferentes e complementares”, encerra Jorge.

“Toda esta tecnologia coloca a Ceva em destaque em todo o território nacional por contribuir para a prevenção e controle desta enfermidade”, completa Felipe.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Normatização de práticas de bem-estar animal favorece modernização na suinocultura

Conceitos da suinocultura 4.0 como robotização e enriquecimento sensorial auxiliam enquadramento de produtores na Instrução Normativa nº 113

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Divulgação Roboagro

O ano de 2021 começou com a normatização de boas práticas de manejo e bem-estar animal nas granjas de suínos de criação comercial. A Instrução Normativa nº 113 (IN 113) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), publicada no final de dezembro de 2020, moderniza as práticas da suinocultura no país. A adoção de técnicas e ambientes que priorizam a sustentabilidade e permitem ao suíno demonstrar o comportamento típico da espécie – minimizando os eventos estressantes – abre espaço para o uso cada vez maior da tecnologia.

Entre as principais evoluções está a melhoria das estruturas das granjas brasileiras. O texto normativo traz orientações como: uso de sistemas de criação que reduzam riscos de lesões, doenças e estresse; instalações climatizadas e automatizadas, comedouros de fácil acesso e que reduzam a disputa no momento da alimentação. Bem como adoção de maquinários que minimizem a emissão de ruídos e a redução de animais por baia em todos os períodos de criação. Questões que estão no foco dos principais players da suinocultura 4.0.

“Técnicas de robotização e outras ferramentas da suinocultura de precisão já têm um impacto altamente positivo nas propriedades onde estão implantadas. Além de melhorar a produtividade e a qualidade das carcaças, essas técnicas auxiliam no melhor manejo dos lotes de forma que os animais fiquem menos estressados e não haja competição pelo alimento, por exemplo”, explica Giovani Molin, diretor da ROBOAGRO.

Ações de manejo que também tem destaque na IN 133. Entre as principais orientações estão o desuso de identificações que causem mutilação no animal, como a mossagem (piques ou sinais feitos nas orelhas do suíno para controle dos lotes), e o acesso a quantidades adequadas de alimentos frescos e nutrientes. Além disso, o texto orienta, entre outros pontos, o uso de anestesia e analgesia na castração cirúrgica de machos e também recursos para enriquecimento ambiental dos suínos, como baias com objetos que o animal possa interagir e utilização de música na hora do trato. Ações que reduzem comportamentos anormais ou agressivos da espécie e deixam o animal mais relaxado. As adequações para o novo formato possuem prazos distintos para cada demanda. Algumas passam a vigorar já a partir de fevereiro de 2020 e outros têm até 25 anos para serem realizadas.

No âmbito econômico, como aponta Cleandro Pazinato Dias, especialista em bem-estar animal com mais de 25 anos no setor de suínos, afirma que uma das principais consequências da adoção desses processos é a melhora na qualidade do produto.

“Via de regra, quando se melhora o bem-estar dos animais, melhora-se também a produtividade. Então, indiretamente teremos melhores resultados zootécnicos, menos perda de peso dentro do processo e muito mais qualidade na carne produzida aqui no país”, aponta Dias.

Melhorias que elevam o status do produto brasileiro ao mesmo patamar de países da comunidade europeia, Canadá, Austrália, Chile e alguns estados dos EUA, locais mais avançados na normatização do manejo sustentável de suínos. Atualmente, o Brasil é o 4º maior produtor e exportador de carne suína com mais de 3,1 mil granjas de produção e 15 mil granjas de engorda.

Suinocultura 4.0

A robotização da produção, conhecida como Suinocultura 4.0, já é novo padrão para o mercado brasileiro. Essa prática consiste no uso de ferramentas e tecnologias que possibilitam otimizar todas as etapas do processo produtivo. Segundo levantamento do Sebrae, na região sul, a principal produtora e exportadora de suínos do país, aproximadamente 81% dos suinocultores seguem um modelo de produção integrada, onde uma cooperativa ou agroindústria fornece todos os insumos para a produção. Muitas cooperativas e agroindústrias já adotaram de forma exclusiva a utilização do robô alimentador de suínos na fase de crescimento e terminação. Cabendo ao produtor gerenciar o consumo de ração e o crescimento dos animais que serão enviados para o abate.

Fonte: Ass. de Imprensa
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