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Verde Campo leva inteligência artificial e fintech para produtores de leite

Por meio das soluções Rúmina, a empresa mineira consegue atuar nos principais pilares responsáveis pela rentabilidade do setor: qualidade do leite, gestão e acesso ao crédito

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Foto: Assessoria

Por meio de diferentes tecnologias oferecidas aos produtores de leite, a Verde Campo, indústria responsável pela transformação do leite em derivados lácteos, consegue aumentar a qualidade do produto que chega ao laticínio e, ao mesmo tempo, fomentar a cadeia do setor. As soluções OnFarm e RúmiCash foram desenvolvidas pela Rúmina, empresa que tem como objetivo simplificar a adoção de tecnologias pelos produtores, seja por meio de biotecnologia, sensores, softwares, soluções financeiras ou inteligência artificial.

Dentro do sistema OnFarm está a Rúmi, uma inteligência artificial composta pelos algoritmos de Diagnóstico Automático e Análise de Dados de Mastite Clínica. A tecnologia consegue definir de forma precisa a origem da mastite e, com isso, sugerir estratégias de controle, tanto dos casos clínicos da doença quanto dos subclínicos. Já a RúmiCash, é uma fintech voltada à cadeia do leite que disponibiliza linhas de crédito e antecipações de pagamentos a produtores pelos laticínios parceiros.

“A Verde Campo possui uma demanda frequente por qualidade e desenvolvimento de seus fornecedores e o nosso programa ‘VC Proleite’ está intrinsicamente alinhado aos produtos oferecidos pela Rúmina. Desta forma, à medida que os resultados positivos vão sendo conhecidos, a parceria se fortalece e vemos que podemos evoluir juntos ainda mais”, explica o gerente de Compras de Leite da Verde Campo, Roberto Araújo Costa.

O supervisor de Qualidade do Leite, Thiago Teodoro, comenta que a Verde Campo sempre se preocupou com a qualidade do leite e sabe a importância de dar suporte aos produtores rurais, por isso disponibiliza uma equipe própria e utiliza das ferramentas da Rúmina para levar essa assistência. “Os produtores que utilizam a ferramenta OnFarm possuem uma evolução visível da qualidade do leite. Não apenas isso, são resultados consolidados que permitem o produtor definir estratégias eficientes na redução da CCS e manter o padrão sanitário da glândula mamária adequado”.

Para Costa, a Rúmina tem se empenhado em trazer inovações para toda a cadeia do leite. “Utilizamos a OnFarm desde 2019 e tem se mostrado uma valiosa ferramenta de atuação na redução da CCS e melhoria da qualidade como um todo. Já o RúmiCash tem apoiado os produtores na aquisição de crédito que os permitem investimentos e compras de insumos em momentos oportunos, de qualidade e mais competitivos”.

Por meio do programa VC Proleite, a empresa já investiu diretamente mais de 360 mil reais em seus fornecedores nos últimos três anos e atendeu mais de 70 produtores neste período. Como resultado, estes fornecedores reduziram em mais de 40% a contagem de células somáticas (CCS) evidenciando a eficiência do programa. A utilização da RúmiCash começou em 2021 e já movimentou valor superior a R$ 1,5 milhões de reais e atendeu em torno de 25 produtores. Quando se leva em conta a OnFarm a parceria Verde Campo e Rúmina atendeu e deu suporte a mais de 90 produtores.

“A parceria com a Rúmina pode fortalecer ainda mais as nossas parcerias com o produtor e acreditamos que juntos podemos fazer com que a atividades seja mais lucrativa e atrativa. A Rúmina atua nos principais pilares que são responsáveis pela rentabilidade do setor como qualidade do leite, gestão e acesso ao crédito e estes pilares precisam de mecanismos seguros e eficientes para obter os resultados esperados. Por isso a parceria Verde Campo e Rúmina tem trazido excelentes números e olhando para frente sabemos que podemos ir mais longe, levando a cadeia de leite ao nosso redor para um outro patamar de resultados positivos”, finaliza o gerente de Compras de Leite, Roberto Araújo Costa.

O CEO da Rúmina, Laerte Cassoli, comenta que a Verde Campo foi um dos primeiros laticínios a firmar parceria com a Rúmina, o que demonstra o seu comprometimento em apoiar os seus fornecedores de leite. “A Rúmina, por sua vez, possui soluções que correspondem às necessidades do laticínio, com um combo com várias frentes de atuação, que foram pensadas de forma estratégica, visando as demandas atuais e futuras do setor e seu desenvolvimento”, ressalta.

Fonte: Assessoria

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Agroceres PIC finaliza povoamento da UDG Campos Novos e fortalece atuação no Sul do Brasil

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Localizada em Campos Novos (SC), a nova UDG terá capacidade para alojar 200 reprodutores e potencial para produzir 300 mil doses inseminantes por ano, com a moderna unidade, a Copercampos passa a integrar a Rede de UDG’s da Agroceres PIC

A Agroceres PIC finalizou, em junho, o povoamento da Unidade de Disseminação de Genes de (UDG), de Campos Novos (SC), a sétima unidade da Rede de Genética Líquida da Agroceres PIC no País.

Resultado da ampliação do acordo de parceria com a Copercampos, a unidade de Campos Novos não apenas fortalece a posição da Agroceres PIC no mercado de Genética Líquida como habilita a empresa a expandir o suporte aos seus clientes, garantindo maior acesso a uma das mais eficientes ferramentas de disseminação de genes superiores.

“Nossa expectativa é bastante positiva para a UDG Campos Novos. Temos uma parceria antiga com a Copercampos e uma convergência muito grande de valores, objetivos, competências e visão de mercado” afirma Nevton Hector Brun, gerente de Produção da Agroceres PIC. “Essa nova colaboração vai ampliar nossa capacidade de produção e reforçar nossa atuação no mercado de genética líquida” completa.

Alto padrão tecnológico e sanitário

Segunda unidade de produção de sêmen suíno da Agroceres PIC em Santa Catarina, a UDG Campos Novos tem capacidade para alojar 200 reprodutores e potencial para produzir 300 mil doses inseminantes por ano.

À exemplo das outras centrais da Agroceres PIC, a unidade conta com rígidos protocolos sanitários e opera com alta tecnologia embarcada de ponta a ponta, desde a coleta, passando pelo processamento, avaliação, armazenagem, até o transporte do sêmen, conferindo total qualidade, integridade e segurança às doses inseminantes.

A UDG Campos Novos começa a operar com plena capacidade no mês de julho. As primeiras doses de genética líquida produzidas na unidade chegam ao mercado em agosto.

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Maior evento de suinocultura das Américas vai encerrar o ano em que os brasileiros mais consomem proteínas de origem animal. E a carne suína lidera o avanço

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O Brasil é o maior exportador de carnes do mundo. O primeiro em proteína bovina e de frango. E vai tornar-se o terceiro maior na carne suína, ainda neste ano. Em 2024, vamos bater um recorde histórico no consumo, alcançando 103 quilos por habitante. A carne suína, apesar de ocupar o terceiro lugar em volume entre as três, é a que mais cresce. O consumo vai atingir 21 quilos por pessoa, um aumento de 4% em relação ao ano passado. Popularidade conseguida graças ao avanço ininterrupto das granjas quando o assunto é preço competitivo, versatilidade na cozinha, marketing inteligente e sabor delicioso.

E a marca vai ser destacada como nunca durante o ‘XII Congresso Internacional de Suinocultura e II Congresso Nacional das Mulheres da Suinocultura’, que vai ser realizado nos dias 23 e 24 de outubro, no Recanto Cataratas Thermas Resort & Convention, em Foz do Iguaçu, no Paraná.

Um encontro que oferta um painel completo de atrações, oportunidade consagrada pela suinocultura brasileira e do continente há mais de vinte anos, com informação, negócios, gastronomia e ciência dos alimentos. União da cadeia de um extremo a outro, da granja à mesa de refeições de brasileiros e consumidores do planeta inteiro. Por intermédio de atividades envolventes, instigantes e ricas em dados e confraternização.

A nova edição do ‘Congresso Nacional Mulheres da Suinocultura’, inteiramente voltado para o universo feminino do setor, e que debutou com brilho em 2023.

A hora de trocar informações e abraços com os colegas de trabalho no tradicionalíssimo ‘Prêmio Pork da Suinocultura’, que sempre reconhece os melhores do ano em cada uma das categorias.

E tem mais. Apresentação dos ‘Trabalhos Científicos’ referentes ao 12º Congresso Latino Americano de Suinocultura, que mostram todos os caminhos futuros da produção da proteína mais consumida na Terra.

A ‘PorkExpo – Feira de Negócios’, integralmente focada na Suinocultura.

E fechando com brilhantismo no encontro mais admirado da Suinocultura do continente: a inédita ‘OctoberPork’, que vai cravar um espaço especial para a nossa proteína no calendário regional e nacional que envolve toda a mística turística e empresarial dos três estados que simbolizam a tradição de produção e vendas externas da carne suína brasileira: a Região Sul do Brasil. Ponto geográfico privilegiado em termos de carnes e grãos da Argentina, do Paraguai e Brasil.

Preços Competitivos: A carne suína oferece uma alternativa acessível à carne bovina. Com preços mais atrativos, os consumidores estão optando por ela. Marketing Inteligente: Uma série de ações de marketing ao longo da cadeia de produção tem destacado os benefícios da carne suína, tornando-a mais atraente para os compradores. Versatilidade na Cozinha: A carne suína é versátil e pode ser preparada de várias maneiras: desde churrascos até pratos mais elaborados. Sabor Delicioso: Com cortes suculentos e saborosos, a carne suína conquista paladares exigentes. Portanto, se você ainda não experimentou, talvez seja hora de incluir um pouco de carne suína no seu cardápio!

E a mais nova opção para quem quiser se aprofundar em extensão rural, vem aí a primeira e única plataforma de formação, conexão e valorização de extensionistas rurais e equipes de fomento da indústria de aves e suínos a “Academia do Fomento” pré-evento exclusivo e fechado, que vai ser realizado no dia 22 de outubro, antecedendo a PorkExpo.

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Inédito no Brasil, FerAppease traz bem-estar para suínos e retorno econômico ao produtor

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A Ourofino Saúde Animal traz para o mercado brasileiro o produto FerAppease, um feromônio sintético análogo à substância apaziguadora materna suína (SAMS), naturalmente produzida pelas fêmeas, capaz de reduzir o estresse e o medo e suas consequências negativas em suínos de todas as idades, proporcionando bem-estar aos animais e retorno econômico ao produtor.

Sucesso nos Estados Unidos, com mais de 6 milhões de doses utilizadas em suínos, o produto pode ser aplicado em diversas situações que causam estresse no animal, como no manejo, em mudanças ambientais e fisiológicas. O estresse leva a altas concentrações de cortisol e adrenalina que aumentam a agressividade, diminuem o ganho de peso e reduzem a eficiência alimentar.

Sem contraindicações ou efeitos colaterais, além de não demandar período de carência para o abate, FerAppease é um aliado versátil para o dia a dia nas granjas. Seu mecanismo de ação estimula o cérebro dos animais por meio da reação que naturalmente acontece quando os ácidos graxos secretados pelas glândulas sebáceas do epitélio mamário da fêmea suína trazem a mesma sensação de conforto de quando os leitões são amamentados.

A aplicação deve ser feita em dose única diretamente na pele dos animais, na região acima do focinho, respeitando a dosagem de 3ml para leitões, 10ml para porcas e 6ml para animal terminado. O período de ação do produto é de até 14 dias. FerAppease é comercializado em galões de 4 litros, o que pode render a aplicação em até 1.333 leitões.

“FerAppease alia dois princípios essenciais para a suinocultura, o bem-estar animal e a rentabilidade para o produtor. Muitas vezes, o que o mercado oferece apresenta apenas um desses atributos e com FerAppease, o pacote vem completo, considerando também fácil aplicação e o ganho associado em maior ganho de peso. O acompanhamento do uso do produto no mercado internacional mostra maior ganho de peso na creche, redução do comportamento agressivo dos reprodutores, aumento da taxa de parto, melhoria na qualidade da carcaça, redução da mortalidade em transporte, entre outros benefícios. Para se ter um exemplo, o uso de FerAppease diminuiu a agressão após o reagrupamentro de fêmeas em 49% e zerou a taxa de mortalidade” comenta Marcelo Faria, diretor da unidade de negócios de Aves e Suínos da Ourofino.

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