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Vencedor do Ideas for Milk 2019 será revelado na sexta-feira

Oito soluções concorrem à final do Desafio de Startups da Cadeia do Leite no próximo dia 22, em São Paulo

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Transformar os passos das vacas em energia, fazer análises de qualidade do leite na fazenda, medir diariamente o crescimento das bezerras, gerar rastreabilidade do leite para a indústria. Estas são algumas das ideias que chamaram a atenção dos 121 integrantes da comissão avaliadora do Desafio de Startups 2019, na quarta edição do Ideas for Milk. A banca multidisciplinar foi composta por profissionais de todos os segmentos da cadeia produtiva do leite e classificou oito das 58 startups inscritas.

As finalistas se preparam agora para apresentar os diferenciais de suas soluções a investidores, executivos de grandes empresas e profissionais influentes do setor leiteiro. A Final Nacional do Desafio de Startups ocorrerá na sexta-feira (22), a partir das 9 horas, no Cubo Itaú, localizado na Alameda Vicente Pinzon, 54 – Vila Olímpia, São Paulo. “Em 2018 recebemos representantes de 76 empresas e este ano a expectativa é superar uma centena”, comenta o chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, Paulo Martins, centro de pesquisa responsável pela coordenação do Ideas for Milk.

Segundo Martins, a mobilização é uma maneira de fomentar o ecossistema de inovação: “Ao reunir empresas, universidades, pesquisa agropecuária e o setor produtivo, o Ideas for Milk se torna capaz não apenas de apresentar soluções, mas de gerar negócios, transformando as soluções em novas startups para a cadeia produtiva do leite”. O evento é aberto aos interessados em conhecer as propostas e fazer network, que podem adquirir ingressos pelo Sympla.

As startups que concorrerão na Final Nacional, em ordem alfabética, são as seguintes:

  • Bionexus, com a proposta de sistema de gestão da qualidade do leite para monitorar os indicadores de qualidade da matéria-prima desde a chegada do leite na plataforma da indústria até o processo de pasteurização;
  • CriaTECH Intergado, com a proposta de plataforma de monitoramento da cria de bezerras para realizar a pesagem e a medição de altura das bezerras todas as vezes que vão ao bebedouro, permitindo detectar precocemente problemas nos processos de criação;
  • EnergyEasy, com a proposta de plataforma para geração de energia piezoelétrica, com discos piezolétricos, que têm capacidade de gerar energia elétrica em resposta à pressão mecânica feita pelo bovino ao andar sobre a plataforma;
  • Milk Color, com a proposta de um aplicativo para detecção de mastite subclínica em tempo real e com alto grau de confiabilidade a partir de uma foto da amostra de leite tratada com reagente;
  • Milkdata, com a proposta de um equipamento portátil de detecção de acidez de leite cru ainda no tanque de resfriamento na fazenda, com resultado em 20 segundos sem uso de reagentes;
  • MilkiWiki, com a proposta de um aplicativo que auxilia o produtor a cumprir as exigências das Instruções Normativas da Qualidade do Leite, oferecendo múltiplas funcionalidades, como controle de qualidade e rastreabilidade no campo, tendo interface com o laticínio;
  • VoluTech, com a proposta de um medidor IoT de volume e temperatura de tanques que afere volume e temperatura de tanques de resfriamento de leite, permitindo que o produtor receba alertas por um aplicativo em casos de alterações anormais no tanque e que a indústria passe a monitorar a qualidade, garantindo a rastreabilidade do produto;
  • Zeit, com a proposta de um dispositivo portátil para rastreabilidade do leite, que analisa a qualidade do leite cru na fazenda a partir de sua composição química e permite ao produtor tomar decisões rápidas, gerando informações seguras para o laticínio e a rastreabilidade do leite.

Prêmio Ideas for Milk de Inovação

As ideias que envolvem tecnologias digitais ainda serão o “carro-chefe” no dia 22/11 em São Paulo, mas as inovações em produtos lançadas pelas indústrias de laticínios terão espaço privilegiado com a primeira edição do Prêmio, criado pela Embrapa para valorizar as novidades que ingressaram no mercado nos últimos 12 meses e têm contribuído para a nutrição e a saúde dos consumidores e o desenvolvimento da cadeia produtiva no Brasil.

Fonte: Embrapa Gado de Leite

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental. Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pelas regionais do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais. Em Toledo, a condução está sob responsabilidade do engenheiro agrônomo Samuel Mokfa.

Segundo a coordenação, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma Bertonha.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, diz Bertonha.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

A abertura será transmitida de forma remota para permitir a participação de equipes de outras regiões do estado.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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