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Vaxxinova traz “um novo mundo de possibilidades” para saúde animal

“Cuidar de Vidas. Alimentar o Mundo” é o propósito da empresa, que passa a atuar no segmento de animais de produção como Vaxxinova, e exclusivamente no mercado Pet através da marca Biovet.

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Ricardo Boeck, diretor comercial & marketing Brasil e Latam, e Hugo Scanavini Neto, presidente da empresa / Divulgação.

A empresa de saúde animal Biovet Vaxxinova acaba de anunciar que passa a se chamar Vaxxinova, com o propósito de “Cuidar de Vidas. Alimentar o Mundo”.

O anúncio oficial foi feito pelo presidente da empresa, Hugo Scanavini Neto, pelo diretor comercial & marketing Brasil e Latam, Ricardo Boeck, e demais diretores (todos submetidos a testes contra a COVID), durante evento com transmissão online para os colaboradores, distribuidores, parceiros comerciais e convidados.

A mudança de marca e de posicionamento é o ponto estratégico da transformação empreendida nos últimos três anos pela empresa, após a aquisição da multinacional Vaxxinova, que faz parte do EW Group.

Desde então, a empresa evoluiu sua proposta de valor e resolveu, a partir de agora, concentrar sua atuação no mercado Pet brasileiro exclusivamente por meio da marca Biovet, e passa a se apresentar como Vaxxinova no mercado de animais de produção.

No mercado Pet, “Vet para todos” é o novo posicionamento da empresa, a fim de levar mais cuidado e longevidade aos Pets. A Vaxxinova seguirá neste segmento com a marca Biovet e o novo conceito “Smart”, que torna a marca mais acessível, simples, atenta e muito mais próxima dos tutores, médicos veterinários, influenciadores, parceiros e colaboradores.

Comentando essas mudanças, o presidente Hugo Scanavini Neto disse: “Este é um novo momento para nossa empresa, que estrategicamente passa a adotar a mesma assinatura global da marca Vaxxinova. Isso valoriza ainda mais nosso propósito de cuidar de vidas e alimentar o mundo, criando um novo mundo de possibilidades para os nossos clientes, parceiros e time. Vale destacar que para os animais de produção o posicionamento da Vaxxinova é “Mais solução, mais confiança”, ressaltando a expertise da empresa nos mercados de Aquacultura, Avicultura, Pecuária e Suinocultura. Já no mercado Pet, onde atuaremos exclusivamente com a marca Biovet, somos agora a empresa que possibilitará a todos os pets ter acesso a uma medicina veterinária de qualidade!“, conclui o presidente.

Investimentos recentes

No ano fiscal 2020/2021, mesmo com todos os desafios trazidos pela pandemia, a empresa ampliou seu quadro profissional, hoje composto por 450 colaboradores diretos, por meio de contratações para diversos novos postos de trabalho que foram criados em todas as Unidades de Negócios. Além disso, continuou investindo no site fabril. Em sintonia, por exemplo, com o crescimento e expansão no Brasil da aquacultura (produção de tilápias, principalmente), construiu uma nova e exclusiva planta de produção em Vargem Grande Paulista, concluída ainda em 2020, que foi fundamental para sedimentar a liderança no mercado nacional de vacinas autógenas para tilapicultura, e atender o mercado de suínos com vacinas autógenas.

Com investimentos próprios, a empresa também anunciou o início da expansão de seu complexo fabril localizado em Ibiúna (SP), que vai triplicar a produção em médio prazo de vacinas contra Coccidiose Aviária. A nova fábrica terá padrão internacional de qualidade, respeitando tanto os requisitos regulatórios nacionais quanto aqueles indicados para exportação. Vale destacar que a empresa já possui a maior planta para fabricação de vacinas contra Coccidiose Aviária da América Latina, atendendo clientes também do Oriente Médio e Ásia.

Na área de comunicação, tendo em vista manter sempre informada a grande comunidade de pessoas ligadas à pecuária e com interesse no robusto portfólio da empresa para o segmento, a Unidade de Negócios Pecuária Vaxxinova administra com sucesso o perfil Rebanho+ (@rebanhomais) nas novas mídias digitais. Por meio do Rebanho+ é possível acompanhar a rotina a campo dos produtos e serviços da marca, mantendo uma relação mais próxima entre clientes, distribuidores e colaboradores da empresa. Com este propósito, apresenta o uso e desempenho dos produtos Vaxxinova nas fazendas, participações em eventos, depoimentos de produtores, dicas de especialistas, informações sobre pecuária, datas comemorativas relevantes ao universo agro.

Fonte: Assessoria
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Produtor de soja comemora o bom desempenho da plantadeira Meridia 200, da Jacto.

Plantadeira contribui para a redução da janela de plantio em 20% e amplia rentabilidade

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Foto: Divulgação- Jacto

Aumentar a eficiência e adequar a sua janela de plantio para ampliar a margem de lucro do negócio. Esse foi o objetivo de Laércio Valentin Giampani, produtor de soja na cidade de Alterosa, MG, quando decidiu investir em uma plantadora de alta performance. “O plantio é uma etapa importante e precisamos planejar bem as duas safras para reduzir a janela de plantio e maximizar o uso da terra. Com a plantadora de alto rendimento e sementes de qualidade, nós conseguimos fazer essa maximização e garantir uma alta produtividade”, explica o produtor.

O modelo escolhido foi a Meridia 200, da Jacto, que garante robustez e precisão no plantio, suporta 225 kg de fertilizante por linha e 75 kg de sementes por linha, totalizando 300 kg de insumos/linha. A máquina foi adquirida através da Coopercitrus de Alfenas, MG.

Após a primeira safra, o produtor testou e aprovou o equipamento. “Enquanto usuário, estou satisfeito porque a plantabilidade é perfeita, garante um melhor rendimento do plantio. Comprei esse equipamento no começo de 2021 ano e já plantamos 350 hectares de soja, reduzimos em 20% o tempo do plantio”, comemora.

A plantadeira possui três corpos articulados entre si e ângulos de 25 graus, que asseguram bom desempenho em relevos ondulados. O equipamento vem com a tecnologia Precision Planting, com dosador de sementes, que resulta em um plantio na quantidade e no espaçamento correto, além de sistema que controla a força da linha de sementes no solo, que permite uma melhor uniformidade na profundidade das sementes no solo, independente dos relevos e trepidações.

Um conjunto de soluções foi pensado para reduzir o tempo de máquina parada para abastecimento e manutenção, melhorando o desempenho no plantio. Com alta tecnologia embarcada, o monitor de plantio Jacto informa, em tempo real as condições das linhas de plantio e do equipamento em geral, para que o operador evite e corrija rapidamente falhas na operação.
Suporte técnico e tecnologia à disposição do produtor

Na Coopercitrus, o produtor rural encontra toda a linha de máquinas, implementos agrícolas e suporte técnico especializado, desde a negociação até a manutenção no campo. Conta com oficinas especializadas, estoque de peças de reposição e profissionais treinados pelos fabricantes para prestar atendimento de excelência com agilidade. “Estou muito feliz. Fui muito bem atendido desde a etapa das negociações, que foram rápidas, até a chegada do equipamento e o plantio. O suporte técnico em junto com a Jacto foi perfeito. A Coopercitrus tem uma estrutura de pessoas de grande competência e diferentes habilidades, que dá realmente todo o suporte necessário. A cooperativa permite que a gente evolua nas nossas atividades e no tempo necessário”, avalia Giampani.

Fonte: Assessoria Coopercitrus
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O que é a Pleuropneumonia Suína?

Patologia respiratória é responsável por perdas econômicas significativas na suinocultura mundial

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A Pleuropneumonia Suína (PPS) é uma das mais importantes doenças respiratórias dos suínos, responsável por perdas econômicas significativas na suinocultura mundial. Causada pela bactéria Actinobacillus pleuropneumoniae (APP), tem como característica principal a broncopneumonia fibrino-hemorrágica e necrosante, que pode evoluir para pleurite adesiva com formação de nódulos.

Dentre as pneumonias bacterianas, a Pleuropnneumonia Suína é uma das mais relevantes em todo o mundo. Com 19 sorotipos conhecidos, a enfermidade foi relatada pela primeira vez no Brasil em 1981, tendo vários surtos epidemiológicos registrados desde então, com os sorotipos 3, 5 e 7 sendo os mais prevalentes no país.

Fatores como ambiente e manejo sanitário dos animais influenciam na sua ocorrência, sendo facilitada pelo sistema de produção intensiva. A principal forma de contaminação é a introdução de animais provenientes de granjas infectadas e que não apresentam sinais clínicos evidentes ou lesões características da doença.

A transmissão do agente ocorre pelo contato direto dos animais sadios com secreções respiratórias de animais infectados e a dissipação de aerossóis a curtas distâncias, posto que a bactéria permanece capaz de infectar novos animais por alguns dias no ambiente se estiver protegida por muco ou outro material orgânico. A doença pode acometer suínos de todas as idades, mas leitões antes dos 100 dias de vida são mais vulneráveis e severamente afetados.

As consequências da pleuropneumonia suína variam de acordo com a virulência da cepa infectante, do ambiente em que os animais se encontram e susceptibilidade imunológica, podendo ser potencializada se a granja apresentar problemas de manejo ou outras infecções concomitantes. Em situações de surto da enfermidade, a morbidade pode exceder a 50% dos animais, com mortalidade variando entre 1 e 10% dos animais acometidos, com a morte dos animais acontecendo pouco tempo após a infecção.

O diagnóstico da doença é laboratorial ou anatomo-patológico, realizado a partir do isolamento e identificação da bactéria APP em lesões características, por meio de sorologias ou através de PCR.

Seu impacto econômico na suinocultura está relacionado às despesas veterinárias, à mortalidade dos animais, ao atraso no crescimento e ganho de peso dos que sobrevivem e às proibições de consumo da proteína de animais contaminados e que apresentem lesões. Estima-se que as perdas financeiras com um plantel acometido pela PPS possam chegar a 38%.

A adoção de medidas de controle e profilaxia ambiental, como limpeza e desinfecção adequados das baias, vazio sanitário, e estratégia de manejo no esquema all in- all out, auxiliam na redução da incidência da doença. Mas, por ser uma enfermidade multifatorial, seu controle ainda é problemático.

A prevenção é a melhor forma de controle da doença, por isso a vacinação é extremamente importante e deve ser associada à outras medidas profiláticas principalmente para a inserção de novos animais no plantel.

Fonte: Assessoria
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Fazenda em Lagoa Formosa (MG) otimiza produção de leite com ajuda da tecnologia de monitoramento

Família Santana decidiu investir na otimização do seu rebanho, com o apoio do SenseHub, sistema da marca Allflex Livestock Intelligence

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Divulgação ALLFLEX

A cidade de Lago Formosa, em Minas Gerais, abriga a Fazenda Lageado, propriedade dedicada à agricultura e à pecuária leiteira. Apesar de estar em atividade há quase 50 anos, o primeiro barracão foi construído em 2017 para acomodar o rebanho. Em busca de aumentar o desempenho dos animais e a sua produtividade, a família Santana buscou diversas tecnologias que dessem suporte para crescimento do negócio. Entre as escolhas está o sistema de monitoramento SenseHub, da Allflex, marca da MSD Saúde Animal Intelligence.

Sob o comando de três irmãos, o gestor da Lageado, João Paulo Santana, detalha que a propriedade hoje conta com 550 vacas em lactação, que produzem em torno de 18 mil litros/dia de leite. “A equipe tem hoje 40 pessoas, entre leite e agricultura, e não é a nossa intenção aumentar muito o número de vacas. Chegamos num momento em que a fazenda ficou saturada em questão de estrutura física e para produção de comida, mas estamos intensificando cada vez mais em produtividade e acreditamos que a tecnologia é o caminho para chegarmos ao nosso objetivo”.

Em poucos meses de utilização do sistema de monitoramento da Allflex já foram notadas melhorias na saúde, principalmente encontrar, diagnosticar e recuperar os animais mais rapidamente. “Tanto em doenças metabólicas como cetose, acidose, intoxicação e até mesmo mastite, o sistema tem nos ajudado identificar as enfermidades mais cedo. Outro ponto é na reprodução e está se refletido na nossa taxa de serviço, que já subiu 15% depois do início do uso da tecnologia”, pontua Santana.

“Na saúde o monitoramento tem sido muito importante, pois conseguimos tratar os animais antes que o aspecto físico apareça. Ele mostra quando o problema ainda é imperceptível, assim conseguimos começar o tratamento antes de o animal apresentar um quadro pior. Acompanhamos alguns casos pelo aplicativo e realmente coincide de a ruminação de um animal diminuir e quando vamos ver ele está com febre.”, completa o estudante de Medicina Veterinária e sanitarista da fazenda, Adriano Braga.

O gerente da propriedade, Ronaldo Santana, conta que a adoção do sistema de monitoramento ajudou a rotina da fazenda. “Na parte da manhã a gente vai no centro de manejo, por onde todos os animais vão passar em algum momento do dia e pela ordenha. Verificamos os animais em cio para acompanhamento reprodutivo e quais estão no relatório de saúde”, relata.

A responsável pelos dados zootécnicos, Lorena Santana, conta que a família tem gostado muito da solução. “Lanço os dados no sistema de gestão, faço a exportação para o aplicativo e ali eu posso ver na hora o que está acontecendo com o animal. É um sistema que simplifica muito a nossa vida”, atesta.

Para a Coordenadora de Território da MSD Saúde Animal Intelligence, Anna Luiza Belli, foi muito satisfatório observar que mesmo em uma fazenda que já tinha ótimos índices zootécnicos, o sistema de monitoramento ainda conseguiu agregar bastante. “Após o início do uso do monitoramento, a Fazenda Lageado conseguiu, por exemplo, aumentar o número de inseminações por cio natural, com uma taxa de concepção acima do que vinham trabalhando, reduzindo assim o custo com protocolos”, complementa a médica-veterinária que acompanha o trabalho na propriedade.

Fonte: Ass. de imprensa
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