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Valtra em Movimento encerra atividades de 2013 no Rio Grande do Sul

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A preocupação em levar ao produtor rural brasileiro as melhores soluções em tecnologia para a colheita fez da Valtra uma das marcas que mais investem na aproximação com o cliente. Prova disto é a ação Valtra em Movimento, que surgiu da necessidade de divulgar o portfólio de colheitadeiras da marca e mostrar seu desempenho no campo. 
 
Nesta última etapa do Valtra em Movimento, que acontece no Rio Grande do Sul, estará disponível em teste drive a colheitadeira BC 6500 com plataforma Draper 30 pés. A máquina é destinada às médias propriedades, especialmente para agricultores que buscam melhorar a qualidade final da sua colheita por meio de um processo de trilha eficiente e que garante o menor índice possível de quebra de grãos.
 
Durante a passagem Passo Fundo, em parceria com a concessionária Razera, os produtores poderão acompanhar as atividades do programa em situação real de colheita com simulação de regulagens, avaliação e análise da qualidade do grão colhido. 
 
Para Douglas Vincensi, gerente de marketing de produto colheitadeiras da AGCO, esta iniciativa é uma oportunidade para reforçar a proximidade com os agricultores, já que o bom momento do agronegócio estimula o investimento em colheitadeiras. “É muito importante proporcionar esta troca de conhecimento, pois é por meio dela que desenvolvemos novas tecnologias e apresentamos novos conceitos para acompanhar o produtor na colheita”.
 
Esta foi a última ação do Projeto Valtra em Movimento no Brasil. Foram 22 municípios visitados nos estados do Paraná, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul em parceria com 13 concessionárias. “O ano foi extremamente positivo para a marca. Além de termos estreitado nossa relação com os clientes locais, realizamos capacitações sobre o produto com os colaboradores Valtra por todo Brasil”, disse Gilberto Dutra, coordenador de marketing do produto Colheitadeiras. 
 
Serviço
 
11 à 15/ Nov Concessionária Razera Passo Fundo
18 à 22/ Nov Concessionária Razera Passo Fundo
25 à 29/ Nov Concessionária Razera Passo Fundo
 

Sobre a Valtra

A linha de produtos Valtra inclui tratores de 50 a 375 cavalos, colheitadeiras, implementos e pulverizadores. No Brasil desde 1960, a empresa possui forte presença no segmento canavieiro, sendo a primeira empresa do setor a se instalar no país. A Valtra conta hoje com uma rede de mais de 160 pontos de venda e assistência técnica no país, além de 13 distribuidores nos demais países da América Latina, A Valtra é uma das marcas pertencentes ao Grupo AGCO. Para saber mais sobre a Valtra, produtos e serviços visite nosso site www.valtra.com.br. 
 

Sobre a AGCO

A AGCO, Your Agriculture Company, (NYSE:AGCO) é  uma  das líderes  mundiais  focada na concepção, fabricação e distribuição de máquinas agrícolas.  Para apoiar a maior produtividade no campo a AGCO oferece uma linha  completa  de produtos que inclui tratores, colheitadeiras, equipamentos para fenação e forragem, pulverizadores, equipamentos para preparo de solo, implementos, peças de reposição relacionadas e sistemas de armazenagem de grãos e produção de proteína.  Seus produtos são vendidos por meio das cinco marcas Challenger ®, Fendt®, GSI®, Massey Ferguson® e Valtra® e distribuídos globalmente por uma rede de 3.150 concessionários e distribuidores independentes, em mais de 140 países. A AGCO oferece financiamento ao cliente final por meio da AGCO Finance. Fundada em 1990, a AGCO tem sede em Duluth, GA, EUA. Em 2012, a AGCO registrou US$ 10 bilhões em vendas líquidas

Fonte: Ass. Imprensa da Valtra

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Notícias Rebanho bovino e bubalino

Adapar alerta sobre importância da vacinação contra a brucelose

Doença é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

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Divulgação/Adapar
A Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) alerta sobre a necessidade de vacinar o rebanho bovino e bubalino contra a brucelose. A doença é causada pela bactéria B. abortus e pode ser transmitida para seres humanos.

O abortamento é o principal sinal, e, ocorre geralmente no último terço da gestação. Outros sinais indicativos da doença é o nascimento de bezerros fracos, retenção de placenta, corrimento vaginal, inflamação das articulações e inflamação dos testículos.

A brucelose bovina é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

“Assim como a campanha de atualização de rebanhos é necessária para melhor conhecimento, rastreabilidade e análises de risco no Estado do Paraná, a comprovação da vacinação contra brucelose é necessária e obrigatória para a manutenção da sanidade do rebanho bovino e bubalino e para a diminuição da prevalência da doença”, disse a coordenadora do programa, médica veterinária Elenice Amorim.

Vacinação

Uma das principais medidas de controle da brucelose bovina é a vacinação. Fêmeas, entre três e oito meses de idade, devem ser vacinadas obrigatoriamente (Portaria nº 305/2017) e deve ser comprovada a aplicação, uma vez por semestre. No Brasil, é permitida a utilização das vacinas B-19 ou RB-51 (Vacina Não Indutora de Anticorpos Aglutinantes). A B-19 é atualmente a mais utilizada devido ao menor custo. A vacinação deve ser realizada corretamente sob a responsabilidade de um médico veterinário cadastrado na Adapar.

O uso de equipamento de proteção individual (EPI) é fundamental para o vacinador, para evitar acidentes vacinais.

Propriedades não regulares com a vacinação contra brucelose ficam impedidas de movimentarem seus animais (GTA) para qualquer finalidade.

Transmissão 

A brucelose bovina é transmitida principalmente pela ingestão de pastagem contaminada pela urina de bovinos doentes, restos fetais e restos de placenta. A doença pode ser introduzida em um rebanho sadio, pela aquisição de bovinos infectados. Por esse motivo, é importante a realização de quarentena e de novos exames para que os animais possam ser incorporados ao rebanho.

Exames periódicos fazem parte da estratégia de controle da doença. Para fêmeas que receberam vacina B19, os exames podem ser realizados com idade superior a 24 meses. A bezerras vacinadas com a RB-51 e os animais machos podem ser submetidos ao exame a partir dos oito meses de idade, quando não apresentarão anticorpos colostrais, que podem influenciar no resultado dos exames ocasionando falsos positivos.

Notificação 

Nos casos de animais reagentes no teste de triagem, a Adapar deve ser imediatamente notificada para tomada de medidas de confirmação e controle. A notificação deve ser feita pelo médico veterinário habilitado que realizou os testes diagnósticos, em até 24 horas após a leitura.

Fonte: Adapar
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Notícias Apreensão

Frente fria deixa produtores de milho em alerta no Brasil

Preços domésticos foram influenciados pela apreensão de agentes com a chegada de uma frente fria em parte das regiões produtoras, que pode trazer geadas e, consequentemente, prejudicar o atual bom desenvolvimento das lavouras.

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Arquivo/Gilson Abreu/AEN

Apesar da expectativa de safra recorde no Brasil, os valores do milho voltaram a subir na semana passada, interrompendo, portanto, o movimento de queda diária consecutiva que vinha sendo verificado desde o encerramento de abril.

Segundo pesquisadores do Cepea, os preços domésticos foram influenciados pela apreensão de agentes com a chegada de uma frente fria em parte das regiões produtoras, que pode trazer geadas e, consequentemente, prejudicar o atual bom desenvolvimento das lavouras. Esse cenário tem limitado o ritmo de negócios internos.

Além disso, as cotações também foram impulsionadas pelas altas externas do cereal, que, por sua vez, subiram diante de estimativas oficiais indicando possível queda na produção mundial do cereal, devido ao clima desfavorável nos Estados Unidos e a dificuldades diante da guerra na Ucrânia.

Fonte: Cepea
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Notícias Análise Cepea

Valorização do dólar eleva preço da soja em grão no Brasil

Cenário atraiu importadores para o país, o que resultou em aumentos no prêmio de exportação e nos preços domésticos da soja.

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Arquivo/OP Rural

Os preços da soja em grão subiram no Brasil na semana passada.  Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização do dólar frente ao real atraiu importadores para o Brasil, resultando em aumentos no prêmio de exportação e nos preços domésticos da soja.

Agora, as atenções de agentes estão voltadas à temporada 2022/2023 no Hemisfério Norte.

Segundo o USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos -, a área mundial a ser cultivada com soja é estimada em 134,93 milhões de hectares, 3,65% maior que na temporada passada e um novo recorde.

A produção também é apontada para ser recorde, de 394,69 milhões de toneladas, 13% superior à safra passada.

Para o Brasil, a área de soja é prevista pelo USDA em 42 milhões de hectares, um novo recorde, resultando em produção de 149 milhões de toneladas, 19,2% a mais que o estimado para a safra 2021/2022 (125 milhões de toneladas).

Fonte: Cepea
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Yes 2022

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