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Valorização da carne brasileira no mercado mundial

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A produção brasileira de carne bovina possui uma expressiva representatividade no comércio interno e externo. Não é sem razão que possuímos a segunda maior força mundial de produção e consumo e somos o segundo maior exportador de carne bovina. Mas com o mercado nacional e internacional cada vez mais exigentes quanto a procedência e qualidade dos produtos de origem animal, a manutenção daqueles índices e da qualidade do produto, nos leva a conclusão de que necessitamos manter cuidados permanentes com a melhoria das pastagens, da alimentação do gado, dos tratos e dos investimentos na genética do rebanho, além da necessidade de um cuidado apurado no abate e qualidade da carcaça bovina pelos frigoríficos e um cuidado todo especial com os mercados interno e importador de nossa carne bovina.

Quando nos preocupamos em manutenção de qualidade, necessariamente passamos a falar em custos de insumos, de pessoal, administrativos, entre outros, mas, em contrapartida falamos também em valores de venda e comercialização.

Indústria frigorífica e o pagamento da carne pela qualidade

É certo que a indústria frigorífica para sua subsistência no mercado necessita de uma seleção de fazendas fornecedoras de gado com um excelente grau de qualidade de carne, de carcaça e de peso da carcaça, mas nada se compara a necessidade do próprio frigorífico em manter a sua atividade de operação em capacidade máxima de abate, procurando sempre trabalhar com o mínimo de ociosidade, isto vale dizer, não interessa muito apenas a qualidade do animal e sim a quantidade que o frigorífico pode produzir em abates. Assim, se o período for da safra, teremos a possibilidade, quase que na sua totalidade de excelentes animais para abate, mas se o período for da entressafra, será comprado pelo frigorifico o animal que lhe for oferecido, pois de nada adianta ter uma quantidade mínima de carne de excelente qualidade, que ocupe apenas uma parte da capacidade de produção do frigorífico, proporcionando uma variação do preço de compra.

Outra análise é sob a perspectiva mercado econômico, veremos sempre a variação de valores pagos consolidados por ser um frigorífico de pequeno ou grande porte, estes por atuarem com grandes volumes de abate, e a possibilidade de produzirem commodities e geralmente possuírem contratos de pré-compra do boi gordo, podem ter uma previsão para utilização de todo seu potencial de abate, que minimiza custos e podem, portanto, praticar preços menores e aqueles que geralmente colocam seus produtos em mercados menores podem praticar preços maiores. Ainda na perspectiva do mercado econômico devemos analisar a capacidade de consumo – poder de compra – da carne bovina pela ponta da cadeia final (varejo), os valores praticados nos contratos de exportação e seus vencimentos e o preço praticado no mercado internacional.

Desta forma, o valor pago ao produtor está geralmente associado a safra de produção, ao porte do frigorífico comprador, a capacidade econômica de consumo de carne bovina pela população, aos contratos de exportação e ao preço praticado no mercado internacional.

Fatores que afetam a qualidade e o processamento dos produtos de origem animal

A qualidade de um produto de origem animal, requer a atenção para várias etapas, que começam com a qualidade de vida no campo do pecuarista e sua equipe, até a colocação do produto final no mercado para a comercialização.

Desta forma, deve-se entender que a qualidade dos produtos de origem animal está vinculada a vários fatores: qualidade de vida do produtor, seu bem estar e alegria em fazer o que gosta e tem aptidão; melhoria genética, a fim de ter no plantel animais de boa raça e linhagem, que alcancem a idade de abate o mais precoce possível, possibilitando a melhor relação osso/carne/gordura, além da nutrição balanceada, pois a complementação de sais e de ração com os nutrientes necessários possibilita o melhor desenvolvimento animal e a formação mais rápida e consistente da marmorização e camada de gordura, cuidados preventivos com a saúde do animal, através de vacinas e produtos que tornem o animal mais resistente a doenças e pragas, manejo correto na fazenda, oferecer boa pastagem ao animal, em criação no campo ou a manutenção da limpeza das baias, no sistema de confinamento, a oferta de boa qualidade de água entre outros aspectos, cuidados para minimizar as condições ante-mortem (stress), evitar o transporte do animal até o frigorífico em caminhões superpovoados, com tempo de transporte elevado, e com tempo de espera nos currais do frigorífico significativo, resfriamento adequado da carcaça, deve-se considerar a temperatura e o tempo ideal para a média apresentada na medição da área do olho do lombo, gordura de cobertura, gordura da garupa e do marmoreio das carcaças do lote, tratamento perfeito durante a embalagem da carne para a comercialização ou exportação, possuir uma equipe treinada e constantemente aperfeiçoada no manuseio e conhecimento das mais variadas peças de carne, colocação do produto final no mercado para a comercialização, requer a perfeita conscientização do varejista para a manutenção do produto final em boas câmaras frias e balcões frigoríficos.

Assim, com esse conjunto de ações teremos ao final a excelência na busca de um padrão de carcaça e gordura esperados no animal para satisfazermos o desejo do consumidor final seja ele no mercado nacional ou para o produto exportado.

Avaliação das carcaças dos animais vivos através do ultrassom

A utilização do ultrassom permite analisarmos, entre outras, as medidas de área do olho de lombo, da espessura de gordura de cobertura e do marmoreio, medidas importantes à produção animal, com a vantagem de poder ser aplicada de maneira precisa, não-invasiva, rápida, com custo excessivamente baixo e em todas as variáveis que os animais possam apresentar quanto a sexo, idade, tamanho, peso… ademais, sabe-se que tanto a área do olho do lombo quanto a espessura de gordura de cobertura, relacionam-se com o peso e a porcentagem dos cortes das carcaças bovinas, vale dizer, que sabendo aquelas medidas saberemos em valores muito próximos peso e cortes das carcaças. Entretanto, alguns fatores como a experiência do técnico operador do aparelho de ultrassonografia, as limitações técnicas do aparelho e do local, o manejo da carcaça do animal no post mortem, podem afetar a exatidão dos resultados.

Certo é que a utilização da ultrassonografia no exame das carcaças bovinas tem trazido a possibilidade do abate no tempo preciso de maior produtividade do animal, alavancando assim maior qualidade, maior produtividade e maiores lucros.

Fonte: Claudia Lisboa, Distrital Semex SP e MS – Via Ass. Imprensa

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Maria Eduarda Lucion aposta em inovação para dar continuidade ao legado da Nutribras

Integrante da diretoria da empresa participou de talk show no GAFFFF e defendeu a sucessão familiar baseada em tecnologia, aprendizado e valorização das pessoas.

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Foto: Divulgação

A sucessão no agronegócio passa, cada vez mais, pelas mãos de uma geração que cresceu dentro das propriedades e empresas familiares, mas chega à gestão com uma visão voltada para inovação, tecnologia e profissionalização. Aos 26 anos, Maria Eduarda Lucion representa esse movimento. Integrante da diretoria da Nutribras Alimentos, ela participou na sexta-feira (24) do talk show “Jovens que cultivam o futuro no agro”, realizado no estande do Sebrae durante o Global Agribusiness Forum & Festival (GAFFFF), o maior de cultura agro do mundo, em Sorriso.

Nascida em Xanxerê (SC), Maria Eduarda chegou a Sorriso ainda com nove meses de idade, acompanhando a mudança da família para Mato Grosso. Apesar de ter crescido em meio ao agronegócio, afirma que a decisão de seguir na empresa não foi imediata.

O sonho inicial era cursar Medicina. Depois de vivenciar a rotina da área da saúde durante a época de cursinho preparatório, decidiu mudar de caminho e ingressou em Administração no Insper, em São Paulo. Foi durante a graduação, especialmente na elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso sobre a Nutribras, que passou a enxergar o negócio da família sob uma nova perspectiva.

“Quando voltei para Sorriso, percebi o impacto e a importância do que a gente faz. Passei a olhar a empresa não apenas como uma construção dos meus pais, mas também como um projeto de vida meu”.

Hoje, como integrante da diretoria, ela acompanha diferentes áreas da empresa para conhecer toda a operação. Segundo Maria Eduarda, a formação de um sucessor exige entender o funcionamento do negócio como um todo e aprender diariamente com quem construiu a empresa.

“Eu escolhi não ter uma sala. Quero estar perto dos meus pais e do meu irmão porque são eles que me ensinam todos os dias. Cada dia é uma oportunidade de aprender um pouco mais sobre a empresa”, disse.

Durante a entrevista, a jovem executiva defendeu que a sucessão não deve significar ruptura, mas evolução. Para ela, cabe à nova geração incorporar ferramentas de inovação e tecnologia sem perder os valores que sustentaram o crescimento das empresas familiares.

“Precisamos honrar o legado de quem veio antes da gente. A nossa geração chega com novas ideias e mais inovação, mas o agro continuará sendo feito por pessoas. A tecnologia é fundamental, mas nunca vai substituir quem faz o setor acontecer”.

Ao falar sobre os próximos anos, Maria Eduarda afirmou que o principal desafio será lidar com um ambiente cada vez mais imprevisível. Para ela, fatores como clima e economia estão fora do controle dos produtores, o que torna indispensáveis características como disposição para aprender, capacidade de adaptação e dedicação.

“O que a gente controla é a vontade de acordar todos os dias e fazer acontecer. É isso, junto com a busca por conhecimento, que prepara os jovens para os desafios do agro”.

Fonte: Assessoria Nutribras
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NOVUS reúne referências globais de ingredientes de ração em uma única ferramenta digital

A líder em nutrição inteligente anunciou hoje o lançamento do NOVUS® Raw Material Compendium, uma plataforma digital desenvolvida para apoiar estratégias de formulação de rações mais informadas e orientadas por dados.

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Foto e texto: Assessoria

A plataforma, acessível em www.novusint.com/rawmaterial/, oferece a nutricionistas e formuladores de ração um recurso centralizado para avaliar a variabilidade dos ingredientes, comparar valores nutricionais entre as bases de dados mais relevantes, avaliar dados internos de ingredientes e explorar matérias-primas alternativas. Ao reunir múltiplas fontes de dados em uma única ferramenta, a NOVUS está ajudando a simplificar um processo que costuma ser complexo e demandar muito tempo.

“Ao formular, os nutricionistas normalmente trabalham com uma única base de dados ou fonte de informações nutricionais para cada um de seus ingredientes. Mas é bem conhecido que existe variabilidade dos ingredientes com base na base de dados utilizada, bem como na origem geográfica, nas condições da cultura, nas diferenças de processamento, nas variações entre fornecedores e em outros fatores”, afirma a Dra. Marisol Castillo, DMV, gerente executivo – soluções globais para suínos da NOVUS. “Infelizmente, os nutricionistas não têm tido tempo nem acesso fácil para examinar as diferenças entre essas variações nutricionais dos ingredientes e garantir uma formulação otimizada. Esta nova plataforma digital da NOVUS coloca dados de várias fontes ao alcance deles”.

A plataforma digital inclui detalhes de composição nutricional de ingredientes proteicos de origem vegetal e animal, como farelo de palmiste, farelo de soja, DDGS (grãos secos de destilaria com solúveis), farinha de penas, farinha de peixe, entre outros. Os dados de matérias-primas foram autorizados para uso a partir de referências globais estabelecidas, incluindo National Research Council (NRC), Association Française de Zootechnie (AFZ), French National Research Institute for Agriculture, Food, and Environment (INRAE), Fundación Española para el Desarrollo de la Nutrición Animal (FEDNA), Centraal Veevoeder Bureau (CVB) e Brazilian Tables for Poultry and Swine.

Após criar uma conta em www.novusint.com/rawmaterial/, os usuários podem selecionar ingredientes de ração e nutrientes, comparar valores entre conjuntos de dados e exportar gráficos e tabelas comparativos para análises adicionais. A ferramenta também permite que os usuários carreguem seus próprios conjuntos de dados de ingredientes para compará-los com as referências disponíveis em um ambiente privado e seguro.

“Reunir esses conjuntos de dados em um único lugar apoia uma avaliação mais consistente das matérias-primas e pode ajudar a agilizar as decisões de formulação”, afirma Castillo. “Isso permite que os nutricionistas trabalhem com mais eficiência, mantendo a propriedade e a confidencialidade de seus próprios dados”.

O NOVUS® Raw Material Compendium se baseia no histórico da empresa de fornecer recursos técnicos à indústria. Anteriormente, a NOVUS oferecia uma versão impressa dos dados. O novo formato digital facilita a visualização e a comparação dos dados e amplia a acessibilidade, permitindo que os usuários acessem as informações em dispositivos móveis, computadores e tablets.

“À medida que a indústria continua evoluindo, fornecer ferramentas e insights acessíveis é essencial”, afirma Ricardo Teles, gerente executivo – soluções globais para ruminantes da NOVUS. “Nutricionistas e produtores estão sob pressão crescente para otimizar o desempenho e a eficiência. Soluções que apoiam a tomada de decisões estratégicas podem desempenhar um papel importante para atender a essas expectativas”.

O compêndio faz parte do compromisso mais amplo da NOVUS com o avanço do conhecimento e com o apoio à indústria de produção animal. No início deste ano, a empresa publicou um Informativo Técnico chamado Superando os inibidores de tripsina, que resumiu as descobertas de uma década de sua pesquisa global sobre a qualidade do farelo de soja. O documento está disponível para download em novusint.com/TIwhitepaper26.

A NOVUS é líder em nutrição inteligente, apoiando produtores de aves, suínos e leite em todo o mundo. Orientada pela ciência, a NOVUS entrega soluções Made of More para ajudar os animais a alcançar todo o seu potencial. Saiba mais em novusint.com.

Fonte: Assessoria
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Cobb-Vantress reúne avicultores do Nordeste em workshop sobre manejo inicial e desempenho de lotes

Evento em Caruaru (PE) reuniu clientes para discutir estratégias e boas práticas no manejo de fêmeas e machos

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Foto e texto: Assessoria

A Cobb-Vantress, mais antiga empresa de genética avícola em operação no mundo, realizou, no dia 23 de julho, no Hotel WA, em Caruaru (PE), mais uma edição do Workshop de Manejo Inicial (Brooding). O evento integra a série de workshops regionais promovidos pela empresa e reuniu cerca de 50 clientes da região Nordeste para debater boas práticas no manejo de fêmeas e machos, com ênfase nas primeiras oito semanas de vida das aves.

A programação incluiu uma apresentação sobre os novos produtos da Cobb, além da divulgação de dados e resultados do Projeto Brooding e seu impacto no desempenho dos lotes até oito semanas de idade. Os participantes também acompanharam orientações sobre o uso da seletora de pintos no Incubatório, práticas específicas para o manejo de fêmeas e machos e depoimentos de clientes sobre experiências e resultados obtidos em campo. O evento contou ainda com uma mesa redonda de encerramento do bloco técnico, com os temas apresentados no evento.

O workshop foi conduzido por Eduardo Loewen, diretor-associado de Serviço Técnico da Cobb no Brasil, que lidera o projeto Brooding na companhia, e recebeu apresentações do diretor nacional de Vendas, Gustavo Triques, e do gerente regional do Nordeste, Rodrigo Baião.

“Os encontros regionais são fundamentais para fortalecermos, cada vez mais, a nossa parceria com os clientes. Estar presente no Nordeste, ouvindo as demandas específicas da região e levando conhecimento técnico baseado em dados reais, é o que nos permite construir relações de confiança e alcançar resultados ainda mais positivos para toda a cadeia produtiva”, afirma Loewen.

Segundo o executivo, o manejo inicial é a base para o desempenho produtivo ao longo de todo o ciclo das aves. “Ao levarmos esse workshop para o Nordeste, reiteramos nosso compromisso de estar ao lado dos clientes, compartilhando orientações práticas que se traduzem em melhor desempenho dos lotes e melhores resultados de performance”, destaca.

Melhores Lotes da Região

Ao final do evento, empresas da região Nordeste com os melhores desempenhos nas categorias Índice de Eclosão e Ovos Totais foram homenageadas com o prêmio Melhores Lotes Regionais Cobb.

Na categoria Melhor Índice de Eclosão, a Notaro foi a grande vencedora, com resultado de 82,7%. A segunda colocada foi a Pinto Formoso, com índice de 82,4%.

Já na categoria Ovos Totais, a Gujão conquistou o primeiro lugar, com média de 194,8 ovos produzidos por fêmea, seguida pela Notaro, com 192,7 ovos por fêmea.

Diretores e representantes das empresas vencedoras receberam troféus em reconhecimento aos resultados alcançados.

Fonte: Assessoria
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