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Vacinação massal controla e estabiliza sanidade do plantel de suínos

A suinocultura enfrenta o desafio de encontrar soluções ecológicas e éticas para garantir a saúde e o bem-estar dos animais, ao mesmo tempo em que preserva a saúde pública e o equilíbrio ambiental.

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Fotos: Shutterstock

O confinamento de suínos na produção tecnificada favoreceu a população de patógenos importantes e de grande impacto econômico. Com isso, a suinocultura ainda enfrenta uma série de desafios sanitários, especialmente devido à resistência de alguns patógenos no sistema de produção atual. Para enfrentar esses desafios, têm sido adotadas diversas abordagens, incluindo práticas de manejo aprimoradas, melhorias nas condições de ambiência e instalações, bem como estratégias antimicrobianas e vacinais, com objetivo de controlar doenças e minimizar os prejuízos econômicos, buscando uma produção mais eficiente.

Contudo, uma preocupação cada vez mais presente é a integração da saúde animal, humana e ambiental, conhecida como Saúde Única. Essa abordagem questiona o uso indiscriminado de antibioticoterapia na produção animal, levantando a necessidade de revisão das práticas atuais.

Nesse contexto, a suinocultura enfrenta o desafio de encontrar soluções ecológicas e éticas para garantir a saúde e o bem-estar dos animais, ao mesmo tempo em que preserva a saúde pública e o equilíbrio ambiental. “Uma das principais estratégias de controle de doenças em suínos é, e continuará a ser, o uso de protocolos vacinais, que, de forma geral, conferem proteção parcial aos animais, resultando na diminuição dos sinais clínicos e lesões, além de controlar a excreção e transmissão de patógenos”, afirmou a professora adjunta da Universidade Feevale, Karine Ludwig Takeuti, durante sua palestra sobre os aspectos básicos da vacinação massal em suínos no 15º Simpósio Internacional de Suinocultura, realizado em meados de maio, em Porto Alegre, RS.

Embora as vacinas sejam aplicadas individualmente, conferindo proteção ao animal em si, os protocolos vacinais possuem um efeito de rebanho, em que toda a população se beneficia. “A vacinação massal consiste na aplicação de vacinas em toda a população de suínos, independente da fase em que se encontra, com o objetivo de gerar proteção tanto individual quanto de rebanho”, pontua.

Professora adjunta da Universidade Feevale, Karine Ludwig Takeuti – Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

Apesar da imunidade do plantel estar geralmente associada às vacinas utilizadas ao desmame, Karine diz que geralmente o conceito de vacinação massal está relacionado ao plantel reprodutivo, como leitoas e porcas em fase gestacional, no pré-parto ou lactantes. De acordo com a profissional, a aplicação dos protocolos massais podem ter como objetivos a estabilização sanitária do plantel através da diminuição das taxas de excreção e circulação do patógeno entre indivíduos, aumento de imunidade e redução de sinais clínicos e lesões, ou ainda podem ser utilizados na erradicação de um agente infeccioso.

Estabilização sanitária do plantel

Apesar de escassos os estudos sobre o efeito da vacinação massal no controle de doenças nas granjas, alguns autores têm apresentado pesquisas nos últimos anos que demonstram os benefícios do seu uso para controlar os efeitos causados pelo Circovírus Suíno Tipo 2 (PCV2). “A vacinação do plantel reprodutivo contra PCV2 a cada ciclo produtivo em um período de três anos resultou no aumento do número de leitões nascidos vivos, no peso dos leitões ao nascimento e no número de leitões desmamados”, exalta Karine.

De acordo com um docente da Feevale, em um estudo recente realizado com quatro grupos de leitoas e porcas, sendo cada grupo vacinado contra PCV2 em diferentes momentos: pré-cobertura, meio da gestação, fim da gestação e um grupo não vacinado. Essa abordagem buscou simular uma vacinação massal, permitindo a observação dos efeitos da imunização em cada categoria de fêmeas. “Mesmo que a granja utilizada no estudo tivesse infecção subclínica para PCV2, alguns benefícios foram observados nas matrizes vacinadas e sua progênie, como aumento da imunidade, redução da circulação do vírus ao parto e de transmissão vertical para os fetos”, evidencia Karine, acrescentando: “Além disso, houve um aumento no peso dos leitões ao nascimento e ao desmame, e uma redução no número de leitões uniformizados, o que poderia contribuir no melhor controle na transmissão do vírus entre leitegadas nos grupos cujas mães foram vacinadas. Também foi observada uma tendência na redução do número de mumificados no grupo vacinado pré-cobertura”.

Eficácia das vacinas

Em uma pesquisa, a vacinação massal do plantel reprodutivo foi realizada em uma granja que passava por um surto de Influenza A H1N2 em leitões lactentes e de creche. Após uma tentativa de controlar o surto com uso de vacinas autógenas pré-parto, optou-se por vacinar de forma massal todo o plantel reprodutivo com duas doses de uma vacina comercial. Depois das aplicações, o rebanho reprodutivo e sua progênie foram monitorados por 13 semanas através de PCR e sorologia. “Após a vacinação massal foi observado que os índices de anticorpos contra Influenza aumentaram de forma expressiva no plantel reprodutivo e a prevalência de porcas e leitões lactentes que estavam excretando o vírus reduziu progressivamente até que nenhum leitão de maternidade ou de creche fosse detectado positivo para Influenza por PCR, indicando que houve uma redução significativa na circulação viral, controlando os casos clínicos na granja”, explica Karine, ampliando: “Além disso, como os anticorpos maternos para Influenza podem promover uma proteção dos leitões por até oito a 10 semanas pós-nascimento, a progênie teria uma maior imunidade nas fases subsequentes, embora não se exclua a possibilidade dos animais se contaminarem nestas fases, já que há mistura de leitegadas e até mesmo de origens”.

No Brasil, outro pesquisador realizou um estudo comparativo entre duas granjas produtoras de leitões, uma que fazia a vacinação massal do plantel reprodutivo contra Mycoplasma (M.) hyopneumoniae há 13 anos, enquanto a outra não tinha histórico de vacinação massal. O objetivo era avaliar o efeito da vacinação de matrizes na imunidade humoral gerada em primíparas, multíparas e sua progênie.

Os resultados revelaram que as primíparas da granja com vacinação em massa apresentaram índices de ingestão para M. hyopneumoniae significativamente maiores do que as multíparas da mesma granja e também em comparação às primíparas e multíparas da granja sem histórico de protocolos vacinais em massa. “Da mesma forma, os leitões filhos dessas primíparas da granja com vacinação massal também apresentavam maiores índices de anticorpos 24 horas pós-parto, indicando que houve passagem de anticorpos maternos para os leitões pelo colostro nas primeiras horas de vida. Como as leitoas tiveram intervalos vacinais mais curtos quando comparadas às porcas, sugere-se que tenha ocorrido um efeito booster vacinal”, expõe Karine.

Embora não tenha sido avaliado no estudo, a palestrante diz que é possível que essa maior imunidade conferida às matrizes e a seus leitões tenha um efeito benéfico em reduzir a excreção da bactéria pelas mães, diminuindo a colonização de suas leitegadas durante a lactação.

Protocolos de vacinação massal

A docente da Feevale afirma que protocolos de vacinação massal são importantes para serem usados durante o processo de aclimatação de leitoas, quando elas são introduzidas na granja e também na preparação para o início da vida reprodutiva. “Os índices de anticorpos das vacinas realizadas no pós-desmame conferem cobertura limitada e começam a declinar com o início do ciclo reprodutivo, sendo, em alguns casos, recomendada a realização de exames laboratoriais para análise dos níveis de anticorpos ou para detectar possíveis enfermidades, a fim de avaliar a necessidade de proteção vacinal”, admite Karine.

Entre alguns exemplos práticos e que eventualmente ocorrem, a profissional cita a contaminação por M. hyopneumoniae ou Actinobacillus (A.) pleuropneumoniae em granjas que anteriormente eram consideradas negativas para esses patógenos. “Além disso, pode ocorrer a entrada de um novo sorotipo bacteriano ou viral em uma granja cujas variantes não possuem proteção cruzada entre si, como é o caso de Glaesserella (G.) parasuis e A. pleuropneumoniae”, pontua.

Karine reforça que quando um novo patógeno ou sorotipo entra em um plantel sem imunidade, isso pode desestabilizar a sanidade da granja, provocando uma exacerbação dos sinais clínicos e lesões. Isso, por sua vez, pode levar a um aumento significativo nas perdas por mortalidade e redução no desempenho dos animais.

No caso da contaminação por M. hyopneumoniae, Karine diz que a vacinação em massa do plantel reprodutivo pode ser utilizada como uma medida para estabilizar a granja e minimizar os efeitos causados pela entrada do patógeno. “Essa estratégia é adotada até que seja tomada uma decisão sobre a convivência com a bactéria ou a implementação de um plano de erradicação”, sublinha.
No caso da entrada de novos sorotipos, como G. parasuis e A. pleuropneumoniae, embora o impacto direto não seja no plantel reprodutivo, a vacinação em massa pode ser aplicada como uma estratégia para aumentar a imunidade passiva fornecida aos leitões durante o período lactacional.

Erradicação de agentes infecciosos

Entre as estratégias de erradicação de doenças. Karine adianta que podem envolver uma série de manejos, incluindo a aplicação de vacinação em massa. Um exemplo é a Espanha, onde a Doença de Aujeszky foi oficialmente erradicada em 2011 após a vacinação compulsória de todo o plantel reprodutivo simultaneamente, com no mínimo três vezes por ano; das terminações com no mínimo duas doses; e das leitoas três vezes antes de iniciarem a vida reprodutiva.

Outro exemplo citado pela professora é a aplicação dos principais protocolos de erradicação de M. hyopneumoniae, que envolvem medidas como medicação com e sem o fechamento do plantel. “Nesses protocolos, a vacinação de todo o plantel e o uso de antibioticoterapia são etapas fundamentais para o sucesso dos programas. Essas estratégias são adotadas porque os animais são expostos a um inóculo positivo da bactéria e as vacinas podem auxiliar na redução de sinais clínicos e lesões ou até mesmo no tempo de excreção da bactéria”, descreve Karine.

Em um estudo realizado por outro pesquisador sobre o PCV2, foi avaliado se seria possível erradicar o vírus de um plantel com infecção subclínica por meio de uma estratégia de vacinação em massa. Nessa abordagem, o plantel reprodutivo foi vacinado a cada três meses e os leitões receberam duas doses da vacina após o desmame, durante um período total de 12 meses. Durante esse período de vacinação, os resultados mostraram que a pressão de infecção do PCV2 foi reduzida significativamente, chegando ao ponto em que o vírus não era mais detectável.

No entanto, após um ano de avaliação, o uso da vacina em massa foi suspenso e o vírus passou a ser detectado quatro meses depois, sugerindo duas hipóteses: uma reinfecção do plantel ou que o PCV2 nunca havia sido eliminado de fato da granja.

As ações estratégicas oficiais de vacinação em massa são também empregadas para controlar e erradicar doenças que podem afetar a saúde do plantel nacional e ter impacto nos processos de exportação para outros países. Um exemplo disso é o Plano Estratégico Brasil Livre de Peste Suína Clássica, que atualmente inclui o uso estratégico de vacinação em massa em estados onde a doença está presente. “O objetivo principal desse plano é erradicar a Peste Suína Clássica na zona não livre, com o intuito de reduzir as perdas diretas e indiretas causadas pela doença e, ao mesmo tempo, gerar benefícios por meio do status sanitário de país livre. A erradicação da doença através da vacinação em massa é uma medida essencial para proteger a indústria suinícola nacional, garantir a segurança alimentar e viabilizar a exportação de produtos suínos para mercados internacionais”, enfatiza Karine.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo no setor suinícola acesse gratuitamente a edição digital de Suínos. Boa leitura!

 

Fonte: O Presente Rural

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Primeiro lote de inscrições ao Sinsui 2026 encerra em 15 de janeiro

Evento acontece entre os dias 19 e 21 de maio, no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre (RS). o Simpósio chega à sua 18ª edição consolidado como um espaço técnico de discussão sobre produção, reprodução e sanidade suína, em um momento de crescente complexidade para a cadeia produtiva.

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Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

A suinocultura brasileira e internacional tem encontro marcado em maio, na Capital gaúcha, com a realização do Simpósio Internacional de Suinocultura (Sinsui). O evento ocorre de 19 a 21 de maio, no Centro de Eventos da PUCRS, e chega à sua 18ª edição consolidado como um espaço técnico de discussão sobre produção, reprodução e sanidade suína, em um momento de crescente complexidade para a cadeia produtiva. O Jornal O Presente Rural é mais uma vez parceiro de mídia do Simpósio e toda a cobertura você pode acompanhar pelas nossas redes sociais.

Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

Faltando pouco mais de quatro meses para a abertura do simpósio, a organização avança em etapas-chave da preparação. A programação científica será divulgada a partir de fevereiro, mas já está em andamento o processo de submissão de trabalhos, um dos pilares do evento. Pesquisadores, técnicos e profissionais do setor têm até 23 de março para inscrever estudos científicos ou casos clínicos, que deverão se enquadrar em uma das áreas temáticas definidas pela comissão organizadora: sanidade, nutrição, reprodução, produção e manejo, One Health e casos clínicos.

A estrutura temática reflete desafios centrais da suinocultura contemporânea, como a integração entre saúde animal, saúde humana e meio ambiente, além da busca por eficiência produtiva em um cenário de custos elevados e maior pressão por biosseguridade. As normas para redação e envio dos trabalhos estão disponíveis no site oficial do evento, o que indica uma preocupação com padronização científica e qualidade técnica das contribuições.

Inscrições no evento

No campo das inscrições, o Sinsui mantém valores diferenciados por perfil de público. Até 15 de janeiro, profissionais podem se inscrever por R$ 650, enquanto estudantes de graduação em Medicina Veterinária, Zootecnia e Agronomia, além de pós-graduandos stricto sensu nessas áreas, pagam R$ 300. Há ainda modalidades específicas para visitantes e para acesso à feira. A inscrição dá direito a material de apoio, certificado, crachá e acesso à programação.

A política de descontos reforça o foco em participação coletiva, especialmente de empresas e instituições de ensino. Grupos de estudantes

Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

ou profissionais vinculados a empresas patrocinadoras têm condições mais vantajosas a partir de dez inscritos, enquanto demais empresas obtêm desconto para grupos acima de vinte participantes. Em ambos os casos, o modelo prevê a emissão de recibo único e a concessão de um código adicional de inscrição.

A organização também detalhou a política de cancelamento, com percentuais de reembolso decrescentes conforme a proximidade do evento, e ressalva para situações de força maior, nas quais o simpósio poderá ser transferido de data sem cancelamento das inscrições.

Termômetro

Ao reunir produção científica, debates técnicos e interação entre diferentes elos da cadeia, o Sinsui 2026 se posiciona como um termômetro dos rumos da suinocultura. Em um setor cada vez mais pressionado por exigências sanitárias, sustentabilidade e competitividade internacional, o simpósio tende a funcionar não apenas como espaço de atualização, mas como arena de construção de consensos técnicos e estratégicos.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail contato@sinsui.com.br ou pelos telefones (51) 3093-2777 e (51) 99257-9047.

Fonte: O Presente Rural
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Piauí decreta emergência zoossanitária para prevenção da peste suína clássica

Entre as principais medidas está o controle rigoroso da movimentação de animais e de produtos considerados de risco.

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Foto: Ari Dias/AEN

O governador Rafael Fonteles decretou estado de emergência zoossanitária em todo o território do Piauí, para prevenção e controle da Peste Suína Clássica (PSC). A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) na terça-feira (06), e tem validade de 180 dias. Entre as principais medidas está o controle rigoroso da movimentação de animais e de produtos considerados de risco.

O decreto foi motivado pela confirmação de um foco da doença no município de Porto. A decisão considera laudos do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária, vinculado ao Ministério da Agricultura, que confirmaram a ocorrência do vírus.

Ao justificar a medida, o documento destaca a necessidade de resposta imediata para evitar a disseminação da doença. “A movimentação de animais e de produtos de risco deverá observar normas e procedimentos estabelecidos pela equipe técnica, com vistas à contenção e à eliminação do agente viral”, diz o texto publicado no DOE.

O trânsito de animais só poderá ocorrer conforme normas definidas pela equipe técnica responsável pelas operações de campo, com foco na contenção e eliminação do agente viral.

O decreto também autoriza a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Piauí (Adapi) a expedir diretrizes sanitárias, adotar manejo integrado da doença e utilizar produtos já registrados no país, além de seguir recomendações técnicas de pesquisas nacionais.

Cabe ainda à Adapi a aquisição dos insumos necessários às ações de prevenção, controle e erradicação da PSC durante o período de emergência.

Fonte: Assessoria Governo do Piauí
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Exportações de carne suína batem recorde em 2025 e Brasil deve superar Canadá

Embarques somam 1,51 milhão de toneladas no ano, com alta de 11,9%, e colocam o Brasil como provável terceiro maior exportador mundial. Filipinas assumem liderança entre os destinos.

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Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram os embarques brasileiros de carne suína totalizaram 1,510 milhão de toneladas ao longo de 2025 (recorde histórico para as exportações do setor), volume 11,6% superior ao registrado em 2024, com 1,352 milhão de toneladas. Com isto, o Brasil deverá superar o Canadá, assumindo o terceiro lugar entre os maiores exportadores mundiais de carne suína.

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O resultado anual foi influenciado positivamente pelo bom desempenho registrado no mês de dezembro, com os embarques de 137,8 mil toneladas de carne suína, volume 25,8% superior ao registrado em dezembro de 2024, quando os embarques somaram 109,5 mil toneladas.

Em receita, as exportações brasileiras de carne suína totalizaram US$ 3,619 bilhões em 2025, número 19,3% maior em relação ao obtido em 2024, com US$ 3,033 bilhões. Apenas em dezembro, a receita somou US$ 324,5 milhões, avanço de 25,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, com US$ 258,4 milhões.

Principal destino da carne suína brasileira em 2025, as Filipinas importaram 392,9 mil toneladas, crescimento de 54,5% em relação a 2024.

Em seguida aparecem China, com 159,2 mil toneladas (-33%), Chile, com 118,6 mil toneladas (+4,9%), Japão, com 114,4 mil toneladas (+22,4%), e Hong Kong, com 110,9 mil toneladas (+3,7%). “Houve uma mudança significativa no tabuleiro dos destinos de exportação. As Filipinas se consolidaram como maior importadora da carne suína do Brasil, e outros mercados, como Japão e Chile, assumiram protagonismo entre os cinco maiores importadores. Isso demonstra a efetividade do processo de diversificação dos destinos da carne suína brasileira, o que reduz riscos, amplia oportunidades e reforça a presença do Brasil no mercado internacional, dando sustentação às expectativas positivas para este ano”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Fonte: Assessoria ABPA
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