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Vaccinar incrementa network na IPPE 2017
Empresa foca participação nos principais diferenciais competitivos da linha de aves, o Qualifeed e o Programa HD de matriz pesada
No período de 31 de janeiro a 02 de fevereiro, a Vaccinar participa como expositorada Internacional Production&Processing Expo (IPPE), principal feira de negócios do mundopara indústrias do setor de proteína animal, no Georgia World Congress Center, em Atlanta (EUA).A mostra objetiva promover o network entre as empresas líderes do setor em toda cadeia de produção de proteína animal, a partir da exposição de novas tecnologias e produtos.
Com uma disposição arrojada, a feiraplaneja receber 1200 expositores e mais de 30 mil visitantes. Para fazer frente a essa estrutura, a Vaccinar comparece com uma equipe de 20 pessoas, entre as quais nove profissionais da empresa. O papel desses profissionais é receber a todoscom cordialidade e simpatia, apresentando seus produtos e soluções em Nutrição Animal que possam agregar valor aos seus negócios.
Desse modo, a Vaccinar foca sua atuação nos principais diferencias competitivos da sua linha de aves,o Qualifeed e o Programa HD de matriz pesada. Ambos desenhados com base no conceito próprio de Nutrição de Precisão sustentado pelo tripé: High Definition (Alta Definição); High Development (Alto Desenvolvimento) e High Digestibility (Alta Digestibilidade). Comprometidos com melhores resultados zootécnicos e no atendimento às demandas, o primeiro uma ração pré-inicial completa, para as aves tanto de postura como de corte nos seus primeiros sete dias de vida, que oferece qualidade, segurança e conveniência no mesmo pacote. O segundo, um programa com produtos feitos para atender o mercado de reprodutoras pesadas e leves das atuais genéticas de alto desempenho e qualidade de produto final, passível de ser customizado para cada operação, de acordo com sua característica e finalidade, maximizando os resultados zootécnicos e o retorno sobre o investimento,
Este ano uma parceria entre Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações eInvestimentos), Abimaq(Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) eAbiquifi (Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica) possibilitou que empresas brasileirasdos setores farmacêutico e de máquinas e equipamentos se apresentassem num único pavilhão, como forma de valorizar as organizações.Assim, a Vaccinar, uma das três empresas incluídas no Programa Brazilian Pharma Solutions para representar os setores de medicamentos, nutriçãoanimal, saneantes e vacinas, tem também como objetivo colaborar com a entidade, atuando para o fortalecimento do Brasil, um dos maiores produtores de proteína animal do mundo.
Nesse contexto, o stand da Vaccinar, estrategicamente localizado no Exhibit Hall C, booths C1365 e C1359, foi planejado para receber a todos com a cordialidade habitual, apresentando produtos e soluções, contribuindo com informações úteis e, principalmente, divulgando a marca da empresa e demonstrando sua capacidade técnica. Para os Gerentes Comercial Aves, Geraldo Francisco e Carlos Henrique Figueiredo, todo esforço foi voltado para o objetivo de reforçar a imagemda Vaccinar como uma das principais empresas brasileira de nutrição e saúde animal, focada em desenvolvimento tecnológico, profissionais competentes e crescimento acelerado. Desse modo, “esperamos repetir o sucesso dos anos anteriores e ampliar nossa atuação na América Latina”,declaram.
Do mesmo modo, para o Diretor de Negócios Nutrição, Julio Pinto, a perspectiva é de consolidação da imagem da Companhia como uma das mais importantes do setor, ampliação do network,com conquista de novos clientes, divulgação de produtos e estrutura da empresa e consequente fortalecimento da Vaccinar.Além disso, “empregaremos todo nosso talento e esforço para representar o Brasil nesse importante evento, contribuindo para elevar o nome da Vaccinar e do Brasil no cenário internacional”, conclui.
Fonte: Ass. de Imprensa Vaccinar

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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura
Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.
Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.
Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.
Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.
“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.
Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.
Acesse já clicando aqui.
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel
Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.
Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.
Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.
Benefícios
Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.
