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Vaccinar incorpora a Unidade Nova Ponte à sua estrutura

Na unidade, a Vaccinar processa e comercializa produtos destinados a ruminantes de leite e corte, especialmente aqueles à base de gordura protegida.

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Na unidade, a empresa processa e comercializa produtos destinados a ruminantes de leite e corte, especialmente aqueles à base de gordura protegida que integram a linha de Aditivos Vaccinar como as melhores opções de Gordura Protegida para Ruminantes

Cumprindo mais uma etapa do seu planejamento estratégico, a Vaccinar incorporou no início de novembro, à sua estrutura, a Filial Dane Nutrição Animal (DNA), também conhecida como DANE. A partir de ações voltadas para a modernização e ampliação da escala de produção, a Companhia planeja concluir as obras no segundo semestre de 2017.

Quando foi adquirida, em 2013, a unidade contava com 25 funcionários, porém, com a ampliação, a fábrica passará dos atuais 2800 metros quadrados para 8000 metros quadrados de área construída e, assim, poderá atingir um efetivo de 40 colaboradores diretos, até julho de 2017. Na unidade, a Vaccinar processa e comercializa produtos destinados a ruminantes de leite e corte, especialmente aqueles à base de gordura protegida.

História

O negócio de fabricação e comercialização de Gordura Protegida (Gordura ByPass) para ruminantes, chegou ao Brasil em 2004, através da Church&DwightCo., organização norte americana, proprietária da patente do Megalac-E®. A empresa optou por instalar sua unidade fabril na região do Triângulo Mineiro, mais especificamente na Zona Rural de Almeida Campos, em função da proximidade com fornecedores de matérias primas e por identificá-lo como um dos principais polos da pecuária brasileira.

Inicialmente, a Vaccinar, então cliente da Church&DwightCo., adquiria e distribuía o Megalac-E®, gordura protegida de soja, cujo papel é aumentar a energia da dieta, ideal para fase de reprodução, entretanto, diante da análise do mercado, a Companhia decidiu adquirir, em 2013, essa unidade, passando de distribuidor a fabricante do Megalac-E®. Surgiu então a Dane Nutrição Animal.

Já no ano seguinte, em 2014, a Vaccinar lançou o BeefFAT e, um ano depois, em 2015, o DairyFAT, produtos destinados a ruminantes. Para o Gerente de Operações da Vaccinar, Paulo Martins, com a incorporação a Vaccinar consolida sua presença nesse segmento, assegurando aos criadores resultados excelentes e maior produtividade a seus rebanhos.

Os Produtos

O BeefFAT, por exemplo integra a linha de Aditivos como a melhor opção de Gordura Protegida para Ruminantes de corte. É a solução ideal para quem busca o adensamento energético das dietas, uma vez que a gordura protegida não interfere na estabilidade ruminal e seu sítio de absorção é prioritariamente o intestino. Dessa forma, mais eficiente, possibilita suprir as necessidades dos animais e disponibiliza ainda mais energia para obtenção do desempenho esperado.

Já o DairyFAT foi desenvolvido a partir da necessidade de aprimorar o aporte energético de qualidade em dietas de leite. Composto por gordura protegida de palma, específico para gado de leite, traz maior tecnologia em proteção, uniformidade e melhor aceitabilidade. O produto ainda representa uma solução no que concerne ao adensamento energético das dietas de bovinos de leite.

Alinhados com as Boas Práticas de Fabricação Vaccinar (BPF), eles atendem aos requisitos de qualidade adotados pela Companhia e asseguram o melhor em termos de resultados. Como empresa comprometida com tecnologia em saúde e nutrição animal, a Vaccinar investe continuamente em pesquisa de modo a proporcionar experiências gratificantes para os clientes e assegurar a sua permanência entre as empresas consolidadas do primeiro mundo.

Assim como acontece com os demais produtos oferecidos pela empresa, os assessores técnicos são devidamente preparados para atender aos clientes em suas necessidades, oferecendo-lhes orientações para o uso e alcance dos efeitos objetivados. A expectativa é que a unidade contribua para confirmar a vocação da Vaccinar para a inovação e qualidade contínuas, mantendo e atraindo novos clientes, divulgando os produtos e a qualidade da empresa.

 

Fonte: Ass. de Imprensa Vaccinar

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Granja Faria vence em produção de ovos em Santa Catarina, pela premiação Melhores Lotes Cobb

Homenagem foi entregue em cerimônia realizada em Orleans (SC), no dia 12 de novembro.

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Foto: Divulgação/Cobb-Vantress

A Cobb-Vantress, mais antiga casa genética avícola em operação no mundo, premiou, no dia 12 de novembro, a Granja Faria com o melhor resultado em Ovos Totais da premiação Melhores Lotes, etapa Santa Catarina. A empresa registrou média de 195,61 ovos produzidos por fêmea, no ano de 2023.

Eduardo Loewen, gerente regional do Serviço Técnico da Cobb para Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Contas-chaves e Paraguai, entregou placa comemorativa ao proprietário da granja vencedora, Eldemar Kestring Mazon, e à equipe liderada por Maria Sônia Brugnara Ferrareies, João Paulo Panho, João Vieira Coelho e Gilberto Vieira Coelho. A cerimônia de premiação foi realizada em Orleans (SC).

A unidade da Granja Faria premiada nesta edição do troféu Melhores Lotes Regionais Cobb está localizada em Lauro Müller, em Santa Catarina.

“Reconhecemos todo o profissionalismo da equipe da Granja Faria para conquistar um resultado tão importante. Somos gratos pela parceria de longo prazo e pela oportunidade de contribuir com um desempenho tão expressivo na avicultura brasileira. Nosso agradecimento a toda a equipe da Granja Faria”, disse Loewen.

Fonte: Assessoria Cobb-Vantress
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Aleris apresenta soluções nutricionais voltadas para desafios da avicultura em workshop pré-OVUM 2024

O encontro técnico teve como tema ‘Desafios no campo e soluções naturais para a nutrição de aves’, reunindo avicultores e distribuidores LATAM em Punta del Este

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Avicultores e parceiros Aleris de diversos países da América Latina - Divulgação ALERIS

A Aleris, referência em aditivos nutricionais naturais à base de levedura, celebrou o sucesso de seu workshop realizado para parceiros distribuidores e clientes da América Latina em Punta del Este, Uruguai. O evento, promovido em 12 de novembro, abordou o tema “Desafios no campo e soluções naturais para a nutrição e saúde de aves” e antecedeu a abertura oficial do 28º Congresso Latino-Americano de Avicultura – OVUM 2024, encerrado no último dia 15.

Roberta e Marcos durante o workshop Aleris em Punta del Este

O destaque do workshop foi o Provillus 4Poultry, uma solução inovadora desenvolvida com a tecnologia exclusiva MAC (Microbiota Activating Compounds), que promove uma modulação adequada da microbiota, garantindo benefícios significativos para a saúde, o desempenho e o bem-estar das aves. “O Provillus 4Poultry representa um avanço na nutrição animal, trazendo em sua tecnologia o conceito pós-biótico atrelado aos benefícios de uma microbiota diversa e robusta”, afirmou Marcos Nascimento, Coordenador Técnico Global de Avicultura e Suinocultura da Aleris.

Roberta Rodrigues, Coordenadora Comercial LATAM da Aleris, reforçou o compromisso da empresa em oferecer soluções sustentáveis e inovadoras. “Nosso workshop foi uma oportunidade estratégica para fortalecer parcerias, explorar novos mercados e apresentar tecnologias desenvolvidas para atender às demandas da avicultura latino-americana”, destacou.

O evento também foi essencial para consolidar a presença da Aleris em mercados estratégicos da América Latina, como Argentina, Peru, Colômbia, Chile, Equador, México, República Dominicana e Paraguai. Segundo a empresa, essas ações pavimentam o caminho para uma expansão dos planos de crescimento para os próximos anos.“Acreditamos que nossas soluções à base de leveduras são essenciais para auxiliar a saúde dos animais e impulsionar os índices produtivos”, concluiu Roberta Rodrigues.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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Evonik discutiu nutrição de aves mais precisa para melhor desempenho, bem-estar e sustentabilidade em Punta del Este, Uruguai

Especialistas destacam metionina e suas diferenças em produção, pureza e segurança de abastecimento com seus impactos nos resultados em campo

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Divulgação Evonik

Uma redução dos níveis de proteína bruta em dietas de aves modernas é uma das tendências mais importantes da nutrição animal. Entre o benefícios desta iniciativa estão um menor custo de formulação, o atendimento das exigências das linhagens genéticas atuais e uma redução da excreção de nitrogênio com a consequente redução do impacto ambiental da produção, explicou o diretor Técnico da Evonik, Victor Naranjo, no estande da empresa, que participou do OVUM 2024, o 28º Congresso Latino-Americano de Avicultura, realizado em Punta del Este, no Uruguai.

Nesta estratégia, que prevê uma nutrição mais precisa, a formulação compreende níveis mais elevados de aminoácidos industriais na mesma medida em que se reduz os níveis de proteína. Assim, para o especialista, existem oportunidades de alcançar uma nutrição mais precisa em níveis de aminoácidos e proteína com utilização de aminoácidos industriais. “Entretanto, essa implementação exige uma abordagem holística, que é uma nutrição com níveis adequados de aminoácidos”, pontuou Naranjo.

O diretor de Marketing Estratégico de Essencial Nutrition da Evonik na América Latina, Nei Arruda, destaca a importância da formulação com metionina, que é o primeiro aminoácido limitante em dietas para as aves. “Se 70% deste requerimento vem da soja e do milho, os outros 30% devem vir de fonte suplementar. E uma maneira de otimizar a fonte de metionina é através da biodisponibilidade, que contribui para atender esta exigência de forma mais econômica”, disse o especialista.

Segundo ele, é necessário estar atualizado com relação aos requerimentos das aves e entender as condições atuais de produção, de mercado, dos custos da dieta para atingir maior eficiência alimentar e melhor conversão alimentar. “Assim, precisamos estar atentos aos requerimentos primeiro, depois aos ingredientes e a biodisponibilidade”, disse Arruda no estande da Evonik em Punta del Este.

DL-Metionina

Uma série de estudos realizados em diversos países mostra que, entre as fontes disponíveis de metionina, a DL-metionina é 100% disponível para cobrir os requerimentos de metionina e de cisteína, o que é especialmente importante. Aves em desafios terão uma necessidade maior de cisteína e antioxidantes e, neste caso, esta fonte de metionina já atende esta necessidade.

Outro benefício da cisteína é que ela contribui para um bom empenamento das aves. Considerando que a pena protege a pele do animal, ela ainda contribui para redução de perdas por lesões de pele. Quando trabalhamos com bioeficácia, a DL-metionina nos permite saber com precisão o requerimento de metionina e cisteína porque estudos comprovam que ela é 100% disponível.

Disponibilidade

O gerente de Negócios da Evonik, Felipe Chagas, salienta que, apesar de a metionina ser considerada uma commodity pelo mercado, os nutricionistas precisam estar atentos porque nem todos os produtos são iguais. “Os processos de desenvolvimento e fabricação de produtos são diferentes entre as empresas. Eles envolvem ensaios de qualidade, pureza de produto e até a disponibilidade do produto ao mercado, entre vários outros fatores que impactam diretamente os resultados em campo”, afirmou.

Chagas ressalta a importância de se conhecer bem cada ingrediente na ração. “É crucial que o nutricionista saiba exatamente quais nutrientes está formulando na dieta, porque, mesmo falando da metionina, o nosso padrão de qualidade é diferenciado, temos que considerar a bioeficácia de cada produto. E no caso da DL-Metionina, a nossa tem um padrão de pureza diferenciado”, disse o especialista direto do estande da companhia em Punta del Este.

O vice-presidente Regional da Evonik para as Américas da Linha de Negócios Nutrição Animal, Paulo Teixeira, enfatiza a questão do fornecimento de produtos lembrando que a empresa tem cinco plantas de metionina espalhadas em diferentes continentes, como o americano, o europeu e o asiático, como estratégia para assegurar o abastecimento. “Temos duas plantas na Antuérpia, na Bélgica, mais duas em Cingapura e outra nos Estados Unidos. Nosso processo de fabricação ocorre por meio de reações químicas, ou seja, não é um bioaminoácido”.

Fonte: Assessoria
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