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Vacas com genética CRI se destacam nos concursos leiteiros do Sul do Brasil

Bons resultados são consequência da orientação dos profissionais da CRI Genética junto aos clientes num trabalho conjunto para aprimorar a produção

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Vacas holandesas com Genética CRI estão fazendo bonito e alcançando posições de destaque nos concursos leiteiros da região Sul do Brasil. Recentemente,  a Holandesa Dalia Propriedade Giliotto levou o título de campeã Vaca Adulta da Expoleite/Fenasul com produção de 65,95 kg de leite; ficou em segundo lugar do Concurso de Sólidos entre os animais holandeses com 7,72 Kg de sólidos em 65,95 kg de leite. Além de ter sido campeã do Torneio Leiteiro da 6ª Festleite, que aconteceu em  Anta Gorda (RS) no fim de Abril e começo de Maio. Dalia 517 é filha do Touro Máxima e neta do F3.

 

Outra jovem promessa que também vem se destacando é a CR Judd 1352 Super C.S.P. A filha do touro Super da bateria CRI, foi a campeã Vaca Jovem da Expoleite/Fenasul com produção de 60,45 kg de leite, em sua  primeira participação em torneio leiteiro.  A vaca da Cabanha Rottili  Rodrigues também levou o primeiro lugar na categoria Vaca Jovem do Concurso de Sólidos com 7,74 kg de sólidos em 60,45kg de leite.

 

Seguindo com os resultados positivos, o torneio leiteiro da 21ª edição da Fenasoja que aconteceu em Santa Rosa (RS) premiou as vacas da raça Holandesa CR Marion 1153 Shampoo CSP e CR Bond 1238 Lazarith CSP, com produção de 64,480 kg de leite e 59,530 kg, respectivamente. Ambas carregam material genético da CRI : a campeã é filha do Pine-Tree Martha Shampoo-ET e a vice tem como pai CO-OP Shottle Lazarith-ET. Elas também são do criador Sérgio Rodrigues da Cabanha Rottilli Rodrigues.

 

O supervisor regional da CRI Genética, Ricardo Oliveira, destaca que os bons resultados são consequência da orientação dos profissionais da CRI Genética junto aos clientes, dentro de um trabalho conjunto para o objetivo comum de aprimorar a produção de seus criatórios. “O trabalho de seleção realizado pela CRI Genética focado em MLV e ICC é o que traz melhor resultado para o produtor, traduzindo em uma produção de qualidade diferente de uma seleção voltada exclusivamente para tipo”, afirmou.

 

Melhoria Genética

De acordo com Guilherme Giliotto, administrador da Cabanha Giliotto, a parceria com a CRI Genética tem sido positiva, uma vez que a melhora da produção dos animais passa pela melhoria da genética aliada ao manejo na alimentação. “Trabalhamos com animais de produção há mais de 30 anos, e conseguimos alguns destaques devido a essa dedicação”, afirmou. Além do Sucesso com a Dalia Propriedade Giliotto 517, a Cabanha Giliotto também ficou em primeiro lugar no concurso de sólidos com uma filha de Pilot,  Dália Propriedade Giliotto 567, que produziu 8,85 kg de sólidos em 64,51 kg de leite.

 

A combinação de genética e alimentação também foi a razão de sucesso da CR Judd 1352, de propriedade da Cabanha Rottili Rodrigues. De acordo com o criador Sergio Rodrigues, a vitória foi uma surpresa, uma vez que a vaca estava com 20 dias de pós-parto e participou pela primeira vez de uma feira. Inicialmente a ideia era preparar a CR Judd 1352 para a Expointer, que acontece em Agosto, e já nessa primeira participação em torneio, ela levou o prêmio de campeã vaca Jovem.

 

Valorização da proteína

As vacas que produzem um leite com maior quantidade de gordura e proteína, aspectos altamente valorizados pela indústria, foram reconhecidas este ano com a realização do Concurso de Sólidos entre os animais da raça Holandesa e apoio do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados (Sindilat). A disputa, organizada pela Secretaria de Agricultura Pecuária e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi), Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Embrapa e Gadolando, premiou com troféus e dinheiro os três primeiros colocados de cada categoria (Vaca Jovem e Vaca Adulta) em um total de R$ 10 mil.

 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas Ameaça silenciosa

Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves

Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

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Divulgação / Fotos: Zoetis

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.

A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.

Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.

“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.

Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.

“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.

A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.

Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos

A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.

A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.

“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.

A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor

Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal 

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Divulgação Hercules Energia em Movimento

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.

Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.

Manutenção e ventilação: aliados da produtividade

A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.

Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.

Motor Air Over ventilação – Divulgação Hercules

Alta nas temperaturas exige preparação antecipada

De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.

Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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