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Utilização de antioxidante natural para combater estresse oxidativo nos animais
Fornecimento de polifenóis aos animais em fases estratégicas de alta produção de ER auxiliará a manter o metabolismo animal em estado equilibrado, reduzindo assim o seu impacto negativo no desempenho.

Artigo escrito por Beatriz Venturelli, MSc. Coordenadora Técnica Comercial Impextraco e André Facchini, Gerente Comercial Specialty Feed additives
Normalmente, o metabolismo animal consegue manter o balanço entre a produção de pró oxidantes e de antioxidantes, contornando assim o impacto das espécies reativas (ER) produzidas pelo aumento do estresse oxidativo, no entanto, os desafios produtivos têm sido cada vez maiores devido à pressão para obter melhores resultados zootécnicos. Como o sistema metabólico não consegue combater todas as ER produzidas, estas causam efeitos prejudiciais no metabolismo animal e perdas significativas no desempenho.

Para controlar o excesso de ER pode-se utilizar algumas estratégias nutricionais para minimizar o impacto negativo no animal. Entre as estratégias, algumas vitaminas (E e C), microminerais orgânicos (selênio), assim como polifenóis podem dar suporte e ajudar a minimizar os danos nos animais.
Para um polifenol ser considerado um potente antioxidante in vivo, ele precisa apresentar algumas características:
- Apresentar um peso molecular e comprimento de cadeia moderado para garantir absorção intestinal
- Uma elevada solubilidade em água para atuação intracelular
- Potencial Redox suficientemente baixo para garantir a doação de elétrons para diferentes espécies de radicais (p.ex. vitamina E oxidada)
E agir em 3 mecanismos de atuação:
- Neutralização de amplo espectro de diferentes tipos radicais (poder de eliminação)
- Reciclagem significativa de moléculas oxidadas in vivo (poder regenerador)
- Estimulação ativa do sistema antioxidante endógeno (poder de regulação positiva)
Estudo
O fornecimento de polifenóis aos animais em fases estratégicas de alta produção de ER auxiliará a manter o metabolismo animal em estado equilibrado, reduzindo assim o seu impacto negativo no desempenho.
Para exemplificar essa ação, vamos apresentar os resultados de experimentos realizados com aves e suínos.

Foto: Shutterstock
Em galinhas poedeiras realizou-se uma avaliação que utilizou 192 galinhas com 55 semanas e o período experimental sendo as 16 semanas subsequentes. Os animais foram distribuídos aleatoriamente em 3 tratamentos: (1) Controle, (2) Blend de Polifenóis 0,5kg/ton e (3) Blend de Polifenóis 1,0kg/ton. A dieta foi uma ração base de milho e farelo de soja atendendo todos os requerimentos nutricionais próprios da fase, assim como os níveis de vitamina E e de Selênio.
Durante o período experimental, a taxa de postura foi consistentemente maior nos dois níveis de adição de polifenóis em comparação ao controle. No geral, ao longo das 16 semanas do experimento, os tratamentos com a suplementação de 0,5 e 1,0 kg/ton de Blend de Polifenóis alcançaram uma melhoria significativa (p <0,05) de 3,5 e 4,0 pontos percentuais em relação ao grupo controle, respectivamente. Isso se traduziu em aproximadamente 4,0 e 4,5 ovos a mais por galinha durante todo o período do experimento (respectivamente, 35 e 41 ovos a mais por 1.000 galinhas/dia). Assim, é possível afirmar que a adição do Blend de Polifenóis melhorou a persistência da curva de postura das galinhas, ou seja, prolongou sua taxa de postura.
Outro estudo
Na avaliação realizada em um incubatório na Europa, utilizou-se 40.000 galinhas e 4.000 galos, separados em dois galpões, o período de observação foi feito da semana 26 a 62. Os animais foram separados em 2 galpões sendo um deles tratamento (1) Controle e o outro o tratamento com o (2) Blend de Polifenóis a 1kg/ton. As dietas atendiam todos os níveis nutricionais estabelecidos para a fase, principalmente vitamina E e selênio. Durante as semanas 45 a 62 foi observado uma melhora numérica da eclodibilidade e fertilidade de 2,11% e 1,68%, respectivamente, sendo que a partir da semana 54 a diferença entre os tratamentos era acima de 4% para eclodibilidade e 3,5% para fertilidade. O Blend de Polifenóis mostra uma melhor atuação em animais mais velhos que o sistema antioxidante endógeno fica mais deficitário e as galinhas precisam manter o desempenho.
Suínos

Foto: Shutterstock
No experimento realizado com 24 porcas (Landrace x Large White) com média de 4 partos separadas em 12 animais para tratamento (1) controle e 12 animais para o tratamento com (2) Blend de Polifenóis a 1kg/ton. O período experimental consistiu 28 a 7 dias antes do parto, onde as porcas foram alojadas em grupo e alimentadas com uma dieta de gestação em uma base individual e restrita (3-3,5 kg/d). Nos 7 dias antes do parto, ao serem transferidas para a maternidade e colocadas em gaiolas individuais, as porcas estavam em uma dieta de lactação conforme a rotina da granja. Elas foram alimentadas de forma restrita com quantidades decrescentes dia a dia até o parto. Do parto até o desmame, as porcas foram alimentadas com a mesma dieta de lactação e permaneceram na unidade experimental com sua respectiva leitegada. Neste período de lactação, elas foram alimentadas individualmente, duas vezes/dia e de forma restrita com quantidades crescentes a cada semana até o desmame. A dieta base foi de milho moído, farelo de trigo e cevada com valores uniformes dos níveis nutricionais para atender os requisitos de porcas gestantes e lactantes (NRC, 2012).
Os leitões tiveram um ganho de peso numericamente maior e mostraram uma taxa de mortalidade/abate menor quando originários de uma porca tratada com Blend de Polifenóis. Esses resultados indicam que suplementar um antioxidante bioativo durante o final da gestação e lactação tem efeitos no crescimento da leitegada e na taxa de sobrevivência até o desmame. O sangue coletado das porcas tratadas com Blend de Polifenóis mostrou uma concentração numericamente maior de vitamina E (α-tocoferol), tanto antes do parto quanto até o desmame. O nível de status antioxidante total no plasma de porcas suplementadas com o Blend de Polifenóis foi fortalecido pouco antes do parto.
Os diversos polifenóis exibem um amplo poder de eliminação (ou seja, captura e neutralização de radicais livres), mas seus potenciais redox baixos específicos também permitem regenerar (reciclar) e poupar antioxidantes in vivo, como vitamina E, C e muitos outros tipos.
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Produtores rurais terão até 2027 para obter CNPJ na reforma tributária
Decreto do governo federal adia em seis meses a exigência para pessoas físicas com receita anual superior a R$ 3,6 milhões.

O governo federal adiou para 01º de janeiro de 2027 a obrigatoriedade de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para produtores rurais pessoas físicas enquadrados nas regras da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A medida foi oficializada pelo Decreto nº 13.075, de 21 de julho de 2026, que amplia em seis meses o prazo de adaptação previsto na reforma tributária.
Inicialmente, a exigência entraria em vigor em julho deste ano. Com a mudança, os produtores rurais continuarão utilizando os atuais mecanismos de identificação fiscal até 31 de dezembro de 2026.

Foto: Divulgação
A obrigatoriedade valerá para produtores rurais com receita bruta anual superior a R$ 3,6 milhões. As regras para os produtores com faturamento abaixo desse limite ainda serão regulamentadas pelo governo.
Segundo a Receita Federal, o adiamento permitirá concluir o desenvolvimento de um sistema simplificado de inscrição no CNPJ e oferecer mais tempo para adaptação dos contribuintes e dos sistemas utilizados para emissão de documentos fiscais.
A proposta é que o cadastro funcione de forma semelhante ao do Microempreendedor Individual (MEI), com processo digital e integrado aos sistemas de emissão de notas fiscais eletrônicas. Também estão previstos um ambiente de testes (sandbox), publicação de manuais técnicos e orientações operacionais para os contribuintes e empresas desenvolvedoras. O novo sistema deve ser disponibilizado em novembro de 2026.
A exigência faz parte da implementação da reforma tributária sobre o consumo, que criou a CBS, administrada pela União, e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de responsabilidade de estados e municípios. O objetivo é padronizar a identificação dos contribuintes e integrar os sistemas eletrônicos de fiscalização e emissão de documentos fiscais.
Com a prorrogação, o cronograma prevê o lançamento do sistema simplificado em novembro de 2026 e o início da obrigatoriedade de inscrição no CNPJ e emissão de documentos fiscais, para os casos previstos em lei, em 1º de janeiro de 2027.
Notícias Em Santa Catarina
Cooperalfa anuncia complexo com supermercado e agropecuária em Canoinhas
Empreendimento será o maior da cooperativa no segmento, com previsão de 128 empregos permanentes e inauguração em 2027.

O empreendimento, que reunirá supermercado e agropecuária em uma única estrutura, representa um dos investimentos mais relevantes da cooperativa na região e reforça seu compromisso com o crescimento econômico, o fortalecimento do agronegócio e a melhoria dos serviços oferecidos aos associados e à comunidade. De acordo com o presidente Romeo Bet, o investimento representa a continuidade do crescimento na região, com impacto diferenciado para Canoinhas, que é a chegada do Superalfa, ampliando o atendimento tanto aos clientes do campo quanto da cidade. “A previsão é concluirmos a obra para o aniversário dos 60 anos da Cooperalfa, em outubro de 2027”, revelou o presidente.
O novo complexo será construído em uma área estratégica da cidade, em um terreno de 13.522,18 metros quadrados localizado entre as ruas Saulo de Carvalho, Álvaro Soares Machado e João Allage. A localização privilegiada contribuirá para consolidar um importante eixo de desenvolvimento urbano e comercial em Canoinhas.
Planejado com base em modernos conceitos de engenharia, mobilidade e funcionalidade, o empreendimento foi projetado para oferecer conforto, praticidade e uma experiência diferenciada aos clientes. A estrutura contará com amplas áreas de estacionamento distribuídas em todo o perímetro e também no subsolo. Ao todo, serão disponibilizadas 261 vagas para veículos, sendo 139 externas e 122 no estacionamento subterrâneo. Destas, 159 vagas serão cobertas, proporcionando mais comodidade e segurança aos usuários.
Áreas amplas de vendas
O supermercado ocupará uma área de vendas de 2.800 metros quadrados e contará com setores completos de açougue, padaria, câmaras frias, depósito de mercadorias e docas independentes para carga e descarga. O espaço também incluirá uma área exclusiva para café, 19 pontos de atendimento ao cliente, além de recursos de acessibilidade e sistemas de esteiras e elevadores para circulação entre os pavimentos.
Já a agropecuária terá uma área de vendas de 1.800 metros quadrados, oferecendo amplo mix de produtos voltados ao setor agropecuário, além de escritórios destinados ao atendimento técnico e comercial dos associados e produtores rurais.
A estrutura foi concebida utilizando tecnologias construtivas modernas, com concreto pré-fabricado, estrutura metálica de cobertura, placas termoacústicas e acabamentos em granito e concreto, garantindo eficiência, durabilidade e conforto acústico.
Bem-estar dos colaboradores
Além das áreas destinadas ao atendimento do público, o projeto contempla espaços voltados ao bem-estar dos colaboradores, incluindo vestiários, refeitório e sala de descanso, proporcionando melhores condições de trabalho para as equipes que atuarão no local.
Todos os processos de desenvolvimento do empreendimento seguem rigorosamente os critérios técnicos e legais exigidos pelos órgãos competentes. O projeto inclui aprovações complementares, licenciamento ambiental e sanitário, além do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), já protocolado junto ao município, e a integração com as concessionárias responsáveis pelos serviços de água, energia e saneamento.
Desenvolvimento econômico e geração de empregos
O investimento também terá reflexos significativos na economia local. Durante a fase de construção, a expectativa é gerar aproximadamente 150 empregos diretos. Após a inauguração, o complexo deverá manter cerca de 128 empregos diretos permanentes entre as operações do supermercado e da agropecuária.
O impacto positivo se estenderá ainda a diversos setores da economia regional, com a criação estimada de aproximadamente 68 empregos indiretos relacionados a fornecedores, transportadoras e prestadores de serviços.
A Cooperalfa projeta que o novo empreendimento receba cerca de 50 mil pessoas por mês, fortalecendo o comércio local, ampliando a arrecadação municipal por meio de tributos como IPTU, ISS e ICMS, além de contribuir para a valorização imobiliária da região e estimular novos investimentos em Canoinhas.
Investimento com olhar para o futuro
O novo complexo comercial reafirma a estratégia da Cooperalfa de investir em infraestrutura, ampliar sua presença regional e oferecer soluções cada vez mais completas para associados, produtores rurais e consumidores.
Mais do que uma nova unidade, o empreendimento representa um importante impulsionador de desenvolvimento para Canoinhas e para todo o Planalto Norte Catarinense, gerando oportunidades, fortalecendo a economia local e consolidando a presença da Cooperalfa como agente de transformação e crescimento sustentável nas comunidades onde atua.
Desafios e oportunidades
O gerente de Engenharia da Cooperalfa, Andrísio Bet, informa que os trabalhos de terraplanagem terão início neste mês de julho, enquanto a execução das obras está prevista para iniciar em agosto de 2026. De acordo com ele, o projeto apresenta desafios significativos em razão de sua complexidade, do cronograma desafiador e das características do terreno, que possui acentuado desnível. “Temos consciência da grandiosidade deste empreendimento e estamos empenhados em conduzir cada etapa com excelência, qualidade e segurança”, destaca.
Andrísio ressalta que a expectativa é elevada em torno da construção do maior supermercado e da maior loja agropecuária da Cooperalfa, em um único complexo integrado. A proposta permitirá otimizar a operação por meio do compartilhamento de áreas de estacionamento, expedição, depósitos e sanitários, gerando maior eficiência e comodidade aos clientes. O empreendimento contará ainda com quatro acessos destinados ao público. “Essa integração fortalece a sinergia entre os negócios, reunindo em um mesmo espaço tanto os moradores da cidade quanto os produtores rurais, ampliando as oportunidades de atendimento e relacionamento com nossos cooperados e clientes”, explica.
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Aurora Coop adota indicadores para ampliar monitoramento de bem-estar animal
Cooperativa passa a acompanhar práticas de manejo, transporte e processamento por meio de gestão baseada em dados e auditorias.

O compromisso da Aurora Coop com a temática de bem-estar animal não surgiu recentemente. Essa trajetória começou ainda em 2008, quando a Cooperativa passou a adotar os princípios do Programa Nacional de Abate Humanitário, sendo a pioneira no país, iniciativa reconhecida pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e pela World Animal Protection (WAP). Naquele momento, o foco estava em conhecer e aprender e, consequentemente, melhorar o manejo adotado com os animais, para promover processos mais éticos, com respeito aos animais e as pessoas e gerar produtos com qualidade ética reconhecida pelo consumidor.

Diretor vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop, Marcos Antonio Zordan: “Paralelamente, a cooperativa implementou sua Política de Bem-Estar Animal, reforçando o compromisso de Tolerância Zero contra maus-tratos e promovendo uma cultura de responsabilidade compartilhada entre colaboradores, produtores integrados e parceiros” – Foto: Elizandro Giacomini
O que iniciou como uma importante mudança de cultura no manejo dos animais evoluiu ao longo dos anos para um modelo cada vez mais estruturado, abrangente, científico e orientado. O bem-estar animal se tornou um tema estratégico, presente desde as primeiras etapas de produção, passando pelo transporte até a indústria atendendo todos os sistemas produtivos da Cooperativa.
O diretor vice-presidente de agronegócios Marcos Antônio Zordan relata que, a partir dessa evolução, a Aurora Coop consolidou seu Programa de Bem-Estar Animal, fundamentado nos princípios do protocolo internacional Welfare Quality®, e estabeleceu diretrizes que contemplam a saúde, o conforto, o comportamento natural e o manejo adequado dos animais em todas as fases de produção. “Paralelamente, a cooperativa implementou sua Política de Bem-Estar Animal, reforçando o compromisso de Tolerância Zero contra maus-tratos e promovendo uma cultura de responsabilidade compartilhada entre colaboradores, produtores integrados e parceiros”, acrescenta.
Avanços
Ao longo dessa jornada, diversas iniciativas passaram a integrar o programa. Entre elas estão a ampliação dos sistemas de gestação coletiva para matrizes suínas, a implantação de enriquecimento ambiental para aves e suínos, a adoção integral da política Cage-Free para os ovos utilizados na industrialização, a modernização dos sistemas de transporte de aves e a capacitação contínua dos profissionais envolvidos em toda a cadeia produtiva. Além disso, auditorias periódicas, programas de certificação de propriedades rurais e avaliações técnicas permanentes fortaleceram a governança do programa.
Com a maturidade alcançada ao longo de mais de duas décadas de trabalho, a Aurora Coop deu um passo além: a profissionalização da gestão do bem-estar animal por meio da definição e implantação indicadores. Atualmente, o programa passa a ser sustentado por um sistema de monitoramento contínuo que permite acompanhar, avaliar e aprimorar as práticas relacionadas à criação, manejo, transporte e processamento dos animais.
Essa gestão orientada por dados representa uma evolução natural do programa. Além de verificar a conformidade com normas e protocolos, os indicadores permitem compreender o desempenho dos processos, identificar oportunidades de melhoria, direcionar investimentos e priorizar ações de desenvolvimento, “quem não mede não gerencia”. O acompanhamento rotineiro das informações fortalece a tomada de decisão baseada em evidências e amplia a capacidade da cooperativa em promover melhorias contínuas em toda a cadeia produtiva.
Os resultados desse monitoramento são fontes de planos de ação e fomentam as melhorias necessárias no sistema de produção, complementados ainda por programas permanentes de capacitação, auditorias internas e externas, avaliações de conformidade e investimentos em infraestrutura, ambiência e inovação. Atualmente, a cooperativa também é auditada por protocolos internacionais específicos de bem-estar animal, como os padrões do North American Meat Institute (NAMI) e da NSF – Global Animal Wellness Standards, reforçando seu alinhamento às melhores práticas globais.
O rigor na aplicação do programa também se reflete em um sistema estruturado de monitoramento e notificação de fornecedores. Todos os animais recebidos nas unidades industriais passam por avaliação, permitindo identificar eventuais não conformidades e aplicar medidas corretivas quando necessário. Esse processo fortalece a prevenção, a conscientização e a melhoria contínua, assegurando que os princípios da política de bem-estar animal sejam efetivamente cumpridos.
Os indicadores representam a consolidação de uma cultura construída ao longo dos anos. Eles conectam bem-estar animal, qualidade dos processos, eficiência operacional e sustentabilidade, transformando dados em ações e resultados.
Essa evolução demonstra que o bem-estar animal na Aurora Coop deixou de ser apenas um compromisso e tornou-se uma prática de gestão estratégica, integrada ao modelo de negócio e à visão de futuro da Cooperativa. Alinhada também aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e às principais referências internacionais do setor, a organização segue investindo em conhecimento, inovação e melhoria contínua para garantir uma produção cada vez mais ética, responsável e sustentável.
Para conhecer mais sobre os compromissos e iniciativas da cooperativa, acesse a página de Bem-Estar Animal da Aurora Coop clicando aqui.



