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Uso de suplementos minerais proteinados acelera ganho de peso do rebanho na seca
Uma estratégia nutricional bem-feita pode representar o ganho de 1 a 3 arrobas no período

“O período de seca está aí e a utilização do suplemento mineral proteinado nesse momento é de extrema importância para que os bovinos continuem ganhando peso. Uma estratégia nutricional bem-feita pode representar o ganho de 1 a 3 arrobas no período. Importante ter em mente que o animal que perde peso na fazenda apresenta alto custo de produção, pois será necessário recuperar o peso perdido e só após adaptação ele voltará a ganhar, estendendo o tempo de permanência na propriedade” afirma o zootecnista José Neto, Supervisor Técnico Comercial Bigsal/Trouw Nutrition.
O especialista explica que para obter um ponto de equilíbrio e ótimo custo X benefício o ganho médio diário de peso (GMD), custeando apenas o aluguel ou o manejo de conservação de pastagem – considerando a arroba a R$ 230,00 (R$ 7,66 kg) e o custo de pasto 15% do preço da arroba –, teríamos o valor de R$ 34,50/mês ou R$ 1,13/dia. Ressalte-se que o animal na fase de recria precisa ganhar 0,147 kg (R$ 1,13/R$7,66). “Adicionando os demais custos da propriedade, como mão de obra, nutrição e sanidade, entre outros, é necessário dobrar o ganho de peso desses animais para ter o necessário ponto de equilíbrio”, diz Neto.
O zootecnista da Bigsal/Trouw Nutrition informa que se fornecer suplemento mineral proteinado no período seco o pecuarista terá ganhos de peso próximo ao mínimo necessário para ter o ponto de equilíbrio, pois os animais deixam de perder e continuam ganhando peso, auxiliando no melhor desenvolvimento quando a pastagem apresentar melhores valores nutricionais nas chuvas. “O suplemento mineral proteico consegue nos auxiliar nessa questão devido à sua formulação e composição, com fonte de proteína e, em alguns produtos aditivos melhoradores de desempenho da Bigsal/Trouw Nutrition, como monensina e salinomicina, na medida ideal”.
Porém, sempre é necessário ter oferta de capim em quantidade e qualidade ideal na propriedade, pois mesmo em épocas de seca é essencial ter abundância de folhas para os animais. “O mineral proteico tem ureia em sua composição. Esse ingrediente tem a função de aumentar a população de bactérias ruminais, melhorando a digestibilidade da fibra, aumentando a taxa de passagem e garantindo que o animal consiga consumir o necessário para mantença e ganho de peso”, complementa José Neto.
Os valores de proteína necessários nos suplementos proteicos podem variar. Para este período seco deve-se utilizar produtos que tenham em sua composição os teores de 25 a 40% de proteína bruta. Os produtos Big Peso Seca e Big Proteico 40 atendem a estas necessidades e contam com aditivos promotores de eficiência alimentar.
Não menos importante é necessário fornecer água de boa qualidade aos animais, ter atenção ao espaçamento do cocho (10 cm/cabeça), fornecer a quantidade consumida por animal/dia e ter o produto sempre disponível no cocho.
“Cuidados com estratégias ‘baratas’ e que não entregam ganho mínimo diário. Isso pode resultar em grande prejuízo financeiro para os projetos pecuários”. A Bigsal Trouw Nutrition conta com equipe altamente qualificada para oferecer todo o suporte técnico dentro e fora da porteira, além de uma gama completa de soluções desenvolvidas para atender às necessidades e deficiências da região norte do Brasil, aliada à mais avançada tecnologia mundial.

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Ourofino anuncia Lidson Guimarães como Diretor da Unidade de Negócio B&E (Bovinos e Equinos) da empresa
Com mais de 22 anos de experiência no mercado de saúde animal, Lidson traz consigo uma sólida formação acadêmica e profissional.

Com mais de 22 anos de experiência no mercado de saúde animal, Lidson traz consigo uma sólida formação acadêmica e profissional. Formado em Medicina Veterinária pela UFU e com MBA em Gestão Empresarial pela FGV, ele se destaca pela combinação de visão estratégica, foco no cliente e profundo entendimento do negócio.
Ao longo de sua carreira, Lidson sempre foi movido pelo propósito de contribuir para uma pecuária nacional mais profissional e sustentável. Ele liderou áreas comerciais, técnicas e de marketing, com ampla experiência em gestão de canais, portfólio de saúde, nutrição e bioproteção.
Fora do ambiente profissional, Lidson valoriza a família, é pai orgulhoso de três filhos, aprecia os esportes e tem grande afinidade com a vida no campo, especialmente com o manejo de gado e os momentos na fazenda.
A Ourofino acredita que a experiência e a visão diferenciada de Lidson contribuirá para o crescimento e desenvolvimento unidade de negócios B&E da empresa.
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Condenações no abatedouro impactam rentabilidade da avicultura
Falhas de manejo, condições ambientais inadequadas e desafios sanitários ao longo da criação estão entre os principais fatores associados às condenações de carcaças de frangos de corte no abatedouro.

Falhas de manejo, condições ambientais inadequadas e desafios sanitários ao longo da criação estão entre os principais fatores associados às condenações de carcaças de frangos de corte no abatedouro. Já entre as causas patológicas mais frequentes estão a artrite, a pododermatite e a ascite, afecções de origem multifatorial que afetam o desempenho zootécnico, o bem-estar animal e os resultados econômicos da atividade.
No caso da artrite, as lesões articulares podem levar à condenação parcial ou total das carcaças durante a inspeção post mortem. A pododermatite, por sua vez, compromete a qualidade das patas, subproduto de alto valor comercial, enquanto a ascite está associada a distúrbios metabólicos relacionados ao rápido crescimento das aves, resultando em condenações e perdas adicionais no abate.
Além dos impactos sanitários, as condenações representam prejuízos econômicos relevantes para o setor. Estimativas indicam que as perdas podem variar entre 0,5% e 2% da produção total, a depender da frequência e da gravidade das lesões.
Segundo Brunna Garcia, nutricionista da Agroceres Multimix, as principais causas de condenação de carcaças estão diretamente relacionadas a falhas de manejo e a condições ambientais inadequadas ao longo da criação, o que reforça a importância de uma abordagem integrada de prevenção.
“A redução dessas ocorrências não está associada apenas ao bem-estar animal, mas também à viabilidade econômica dos sistemas produtivos”, afirma.
A análise completa sobre as causas das condenações e estratégias de prevenção está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix. Acesse já, clicando aqui.
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Topigs Norsvin reforça equipe de produção no Sul e Sudeste com novos coordenadores
Profissionais assumem gestão de multiplicadores no Paraná, São Paulo e Santa Catarina com o objetivo de elevar a excelência técnica e garantir entrega de valor superior aos parceiros

A Topigs Norsvin, referência mundial em genética suína, anuncia a expansão de seu time técnico no Brasil com a contratação de dois novos coordenadores de Produção. Beatriz Quadros e Daniel Cruz chegam para fortalecer a assistência aos parceiros multiplicadores nas regiões Sul e Sudeste, reportando-se diretamente à gerência da área.
A movimentação faz parte de uma estratégia de fortalecimento do capital humano da companhia, visando alinhar performance genética com responsabilidade sanitária e bem-estar animal. Segundo o diretor de Produção da Topigs Norsvin, Leocir A. Macagnam, a chegada dos profissionais tem o objetivo de complementar as competências do time existente.
“O foco central é buscar resultados zootécnicos superiores, alicerçados no envolvimento das pessoas e na produção de suínos reprodutores de alta qualidade genética e sanitária. Com perfis altamente qualificados e experiências consolidadas em campo, a Beatriz e o Daniel atuarão no engajamento e capacitação das equipes nas granjas”, destaca.
Foco estratégico no Paraná e São Paulo
Responsável pelas regiões do Paraná e São Paulo, Beatriz de Carmo de Quadros é graduada em Zootecnia pela USP e cursa atualmente Mestrado Profissional em Produção e Sanidade Animal. Com 11 anos de experiência na suinocultura, a executiva traz uma bagagem focada em diagnóstico técnico e habilitação de equipes.
Em sua nova função, Beatriz supervisionará o desempenho de multiplicadores, garantindo que a produção de fêmeas atenda aos rigorosos padrões da empresa. “Meu foco será atuar de forma estratégica e técnica para assegurar que cada granja alcance suas metas com eficiência, qualidade e consistência. Isso inclui orientar as equipes, apoiar na tomada de decisão e monitorar indicadores”, afirma a nova coordenadora.
Ela ressalta ainda que sua experiência prévia será vital para a cultura de melhoria contínua da Topigs Norsvin. “Espero promover uma gestão próxima, colaborativa e orientada a resultados, fortalecendo o trabalho do time comercial e elevando a satisfação dos clientes finais”, completa Beatriz.
Gestão intensiva em Santa Catarina
Assumindo a coordenação da regional de Santa Catarina, Daniel Moreira Pinto Cruz é médico-veterinário com sólida trajetória em gestão de produção intensiva e passagens por grandes empresas do setor, como Smithfield Foods e JBS. Seu perfil é marcado pela especialização em conceitos de Saúde Única (One Health), compliance sanitário e metas ESG.
O foco do novo coordenador será a gestão conjunta do programa genético com os parceiros, assegurando a disponibilidade de animais de alta qualidade fenotípica nos prazos previstos. “Acredito que minha experiência trabalhando em grandes empresas nacionais e internacionais do ramo, juntamente com a grande expertise dos meus colegas técnicos da Topigs e parceiros multiplicadores, serão decisivos para impulsionar os avanços técnicos que desejamos”, projeta Daniel.
Entre suas atribuições, está também o desenvolvimento das equipes das granjas multiplicadoras alinhado aos objetivos estratégicos da companhia. “Espero contribuir de forma ativa para a evolução de nosso melhoramento genético e indicadores produtivos”, finaliza.



