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Uso de plasma melhora o desempenho de suínos em todas as fases da produção

As proteínas funcionais do plasma exercem um poderoso papel no desempenho e na manutenção da função imunológica de animais

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Divulgação APC

O plasma spray dried (SDP) é um ingrediente rico em proteínas funcionais que colabora com a nutrição animal desde a década de 1980, quando as primeiras pesquisas foram conduzidas por cientistas da Iowa State University, em Iowa, nos Estados Unidos, com o objetivo de observar o seu impacto no apoio e na manutenção da função imunológica dos suínos.

 Nos últimos 35 anos, centenas de estudos científicos foram conduzidos em diversas regiões do mundo e apresentaram o mesmo resultado – suínos alimentados com o plasma ficam menos doentes, apresentam melhor conversão e ganham mais peso em comparação aos leitões alimentados com dietas isonutricionais, porém, sem o uso de proteínas de plasma.

 “Considerado a sexta mais importante descoberta em nutrição de suínos pela American Society of Animal Science, o plasma reduz a mortalidade em até 50%, aumenta o Ganho de Peso em 30% e melhora o consumo de alimento em 25%. Esse resultado se dá porque o plasma além de ser fonte de proteína, possui imunoglobulinas, fatores de crescimento, IGF1, transferrinas, peptídeos bioativos e outras proteínas que vão além da nutrição, o que faz com que o ingrediente plasma tenha um efeito funcional e colabore com a imunidade dos animais”, comenta Luís Rangel, Médico Veterinário e Diretor de Serviços Técnicos para América Latina da APC, líder global em proteínas funcionais produzidas por spray drying.

 O plasma spray dried (SDP) é um ingrediente obtido do sangue de animais saudáveis, coletado durante o abate e processamento de animais destinados ao consumo humano. O método de produção, de forma geral, envolve a separação das hemácias do plasma e processamento por spray-drying, que significa atomização com calor a uma temperatura mínima de 80ºC, para manter a funcionalidade das proteínas do sangue e garantir a segurança dos ingredientes.

Resultados em cada fase da produção

Creche – O uso de plasma em dietas de creche melhora a ingestão, a conversão alimentar e reduz a mortalidade durante o período estressante do pós-desmame.

 Matrizes suínas em gestação e lactação O uso do plasma em dietas para matrizes resulta em melhor taxa de parto, com leitões mais pesados e em maior número de desmamados por matriz coberta.

 Suínos em crescimento-terminação O uso de plasma em dietas de crescimento-terminação contribui para uma resposta imunológica eficiente, que ajuda os animais a recuperarem-se mais rapidamente e a reduzir o número de animais leves indo para o abate e a taxa de refugos. O plasma pode ser também uma ferramenta para reduzir a dependência de antimicrobianos.

 Cachaços O uso de plasma em dietas de cachaços ajuda a aumentar o número de doses por coleta, sua viabilidade, e a reduzir a taxa de descarte de coletas, principalmente em cachaços sob estresse.

 O uso de plasma nas diferentes fases de produção melhora o desempenho dos animais, garante menos mortalidade, menor dependência de antimicrobianos e melhora a rentabilidade da granja.

 Recomendações de utilização de plasma

 

Fonte: Ass. de imprensa
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Cobb-Vantress defende revisão nutricional para acompanhar melhoramento genético

O médico veterinário e especialista Mundial em Nutrição da Cobb-Vantress, Vitor Hugo Brandalize, fala da importância de uma revisão na formulação das dietas para acompanhar o potencial genético das aves, com características para melhor ganho de peso diário, conversão alimentar e rendimento de carcaça, entre outros indicadores

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Vitor Hugo Brandalize / Divulgação

A nutrição das aves sempre despontou entre os desafios mais importantes da cadeia produtiva em função do impacto que tem nos custos de produção, chegando até cerca de 80%. O atual cenário de preços muito elevados dos grãos, principais insumos, combinado com os avanços do melhoramento genético tem levado as principais empresas avícolas a rever estratégias nutricionais, explicou o médico veterinário e especialista Mundial em Nutrição da Cobb-Vantress, Vitor Hugo Brandalize, durante sua apresentação no XV Simpósio Goiano de Avicultura.

De acordo com ele, o melhoramento genético evoluiu rapidamente na direção de melhores resultados em indicadores como ganho de peso diário, conversão alimentar, rendimento de carcaça e empenamento precoce, entre outros benefícios. Este quadro exige das empresas atenção às formulações das dietas para acompanhar estes avanços e extrair o máximo do potencial genético do plantel. “É uma revisão necessária, como em relação aos níveis de aminoácidos, cálcio e fósforo, por exemplo. Outro ponto a ser avaliado é para uma redução da energia metabolizável, que indiretamente reduz o custo da ração”, salientou.

Brandalize ressalta ainda a importância de avaliar a alta inclusão de produtos de origem animal e o nível de potássio da dieta. “Tenho observado menor mortalidade em aves cujas dietas incluem produtos de origem vegetal na comparação com aquelas aves que consomem nutrição com alta inclusão de produtos de origem animal. São questões já estudadas, mas que devemos investigar para acompanhar as necessidades desta nova ave que está no mercado”.

Fonte: Assessoria
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Agroceres PIC inaugura nova Unidade de Disseminação de Genes no Paraná

Em operação, a nova UDG terá capacidade para alojar 800 reprodutores e potencial para processar 1,2 milhão de doses de sêmen por ano.

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Fotos: Sandro Mesquista e Selmar Marquesin/OP Rural 

Esta sexta-feira (1º) marca o início de um novo ciclo na história da empresa de genética Agroceres PIC, que nesta manhã inaugurou uma nova Unidade de Disseminação de Genes (UDG), na cidade de Paranavaí, na região Noroeste do Paraná. Através deste empreendimento e de mais duas novas UDGs, que serão implantadas no Centro-Oeste e outra na região Sul, a companhia projeta em até três anos fornecer sêmen para mais de 70% de seus clientes.

Diretor superintendente da Agroceres PIC, Alexandre Furtado da Rosa: “Esse novo ciclo de investimentos nos permitirá aumentar a eficiência da disseminação de genes superiores e acelerar o progresso genético nas unidades de produção comercial”

Durante o ato solene de inauguração da UDG, o diretor superintendente da Agroceres PIC, Alexandre Furtado da Rosa, destacou o crescimento do mercado suinícola no Estado paranaense, a importância do setor para a economia nacional e os novos rumos que a empresa busca através da expansão de seu negócio de genética líquida no país “Esse novo ciclo de investimentos nos permitirá aumentar a eficiência da disseminação de genes superiores e acelerar o progresso genético nas unidades de produção comercial, agregando valor e competitividade ao negócio de nossos clientes”, enalteceu.

O moderno Centro Tecnológico de Excelência Com a UDG Paranavaí em operação, a produção total da Agroceres PIC salta para 4,5 milhões de doses inseminantes por ano.

A nova unidade vai atender a demanda da rede de multiplicadores de material genético Agroceres PIC, de parceiros Multiplicadores de Rebanho Fechado (MRF) e clientes instalados nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

As primeiras doses de genética líquida da nova unidade paranaense devem chegar ao mercado em setembro.

A equipe do Jornal O Presente Rural está fazendo a cobertura jornalística da inauguração da nova UDG, a reportagem completa você confere na próxima edição de Suínos e Peixes e também nas nossas plataformas digitais.

Fonte: O Presente Rural
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Francisco Dolejal é o novo Gerente de Vendas Sênior da NOVUS para o estado do Paraná

Anúncio reforça o compromisso da companhia por um atendimento estratégico e afinado às particularidades dos seus clientes paranaenses

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Francisco Dolejal / Divilgação

A NOVUS apresentou mais um profissional estratégico visando estreitar ainda mais sua proximidade com os produtores de proteína animal de todo estado às especialidades exclusivas contidas no seu portfólio, programas e conhecimento técnico global que fazem da multinacional referência no mercado de nutrição animal.

Graduado em Zootecnia em 2009 pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste, Campus Marechal Cândido Rondon/PR), Francisco Dolejal agora responde por todo o atendimento técnico-comercial do Estado.

Há 12 anos no mercado, o profissional construiu toda sua rede de relacionamento na região de suma importância para as operações da NOVUS. “Paraná é uma referência multiproteína, um grande polo agroindustrial dentro do nosso segmento e em constante evolução. Portanto, atento a todos estes movimentos deste estado referência produtiva, anunciamos mais este reforço ao time. Gente certa no lugar certo”, inicia o Gerente Sênior Regional de Negócios da NOVUS, Alessandro Lima.

“Estou feliz e motivado com esta nova casa. Logo nos meus primeiros dias de integração me surpreendi com a organização, conhecimento técnico, equipe altamente qualificada, soluções e programas diferenciados. Um mundo de oportunidades para uma série de desafios produtivos que quero, apoiado a toda essa minha bagagem, contribuir ainda mais para o desenvolvimento dos nossos clientes e prospectar novos negócios”, insere o Gerente de Vendas Sênior para o Paraná, Francisco Dolejal.

O profissional, que também possui especialização em Nutrição pelo Instituto Rehagro (Belo Horizonte/MG), “agregará muito ao nosso time”, inclui Alessandro em menção a importância do estado do Paraná que em 2021 produziu 6,213 milhões de toneladas entre carne bovina, suína e frango, além de ser protagonista nacional no setor avícola, segundo colocado no ranking de produção suinícola, ovos e leite de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, Brasília/DF).

Fonte: Assessoria
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