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Uso de pellets traz qualidade de vida ao produtor e melhor conversão alimentar às aves

Mercado avícola absorve 50% das vendas do produto pela Millpar, que obtém a biomassa a partir do beneficiamento da madeira para a construção civil mundial

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Foto: Divulgação

O pellet se tornou um grande aliado da avicultura e dos avicultores. Ao substituir, na maioria das propriedades, a lenha como fonte de combustível para aquecer os aviários, a biomassa resultante do beneficiamento da madeira trouxe diferentes ganhos aos produtores e à produção.

A Millpar, uma empresa 100% brasileira que exporta para 9 países a partir de suas unidades no Paraná, tem 50% de suas vendas de pellets destinada ao setor. “A avicultura é o maior mercado de pellets para a empresa. Outros 25% vão para os setores de hotelaria, motéis e academias, e outros 25% para serem usados no segmento pet”, explica Gian Carlo Marodin, diretor comercial da companhia.

Neste ano, a geração de energia com pellets ganhou no Brasil mais um estímulo ao seu uso com a primeira normatização da ABNT, criando uma norma técnica que padroniza e certifica a qualidade dos pellets. “A iniciativa estimulará ainda mais a adoção desta fonte de energia em diferentes atividades”, avalia Gian Carlo.

Utilizar pellets nos aviários trouxe melhor qualidade de vida aos avicultores. Para aquecer os aviários com lenha era necessário que o reabastecimento dos fornos fosse feito a cada duas horas, em média, exigindo nos períodos mais frios a presença de uma pessoa no local praticamente por 24 horas. Conseguir cumprir essa árdua jornada no inverno exigia revezamento noite e dia das famílias para manter os aviários aquecidos, mas com temperaturas nem sempre regulares. O pellet eliminou essa rotina e com inúmeras vantagens para a atividade.

Utilizada como fonte de energia, a biomassa oriunda da madeira é colocada em um silo que opera por 10 horas sem necessidade de reabastecimento e mantém a temperatura constante. Ao criar uma ambiência perfeita às aves, especialmente nos primeiros dias de vida, o pellet permite que os pintinhos expressem seu máximo desempenho na conversão alimentar. Ao sentir frio, eles tendem, inicialmente, a reduzir o consumo de ração, permanecendo agrupados para se aquecer, produzindo assim menos proteína. Além disso, caso a lenha não esteja no ponto ideal de queima, perde em poder calorífico para o pellet.

Outro fator que estimulou a migração da lenha para o pellet foi a questão sanitária. Ao armazenar lenha no aviário, o produtor também acabava criando um ambiente propício à presença de insetos, aranhas e ratos. Além de eliminar esse risco com a biomassa, também é preciso de menos espaço para guardá-la. “Pode-se dizer que o pellet foi um grande avanço para avicultura, tanto para aumento da produtividade dos aviários quanto ao melhorar a operação dos produtores rurais, em termos de ergonomia e redução do trabalho braçal”, explica o diretor comercial da Millpar.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Ourofino Saúde Animal é bicampeã do Troféu Agroleite

Companhia recebeu o “Oscar do Leite” na categoria Saúde Animal.

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CEO da Ourofino Saúde Animal, Kleber Gomes, com o time da Unidade de Negócios de Animais de Produção: Ana Luiza Pedroso (consultora técnica), Jean Perícole (gerente executivo da regional Centro Sul), Fabricio Oliveira (diretor) e André Thomson (gerente regional) durante a premiação do Troféu Agroleite em Castro (PR) - Foto: Divulgação/Ourofino

A Ourofino Saúde Animal recebeu na quarta-feira (17) o Troféu Agroleite na categoria Saúde Animal. A premiação foi realizada durante a programação da Agroleite, em Castro (PR). Considerada o “Oscar do Leite”, a iniciativa promovida pela Castrolanda homenageia as melhores empresas do setor.

“A Ourofino preza pelo relacionamento próximo aos clientes, conta com uma equipe altamente especializada para atuar junto aos produtores. Agradecemos a todos que votaram na Ourofino e seguimos com o compromisso de trabalhar junto a cada um de nossos parceiros, contribuindo com a produtividade na pecuária e com a produção de alimentos”, comenta Fabricio Oliveira, diretor da unidade de negócios de Animais de Produção da Ourofino Saúde Animal.

A Ourofino Saúde Animal também foi premiada em 2016 com o reconhecimento dado por meio de votação popular.

Fonte: Ascom
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Empresas Em Chapecó

Expositores lançam produtos na 13ª Brasil Sul Pig Fair

Feira acontece durante a 14ª edição do Simpósio Brasil Sul de Suinocultura, até nesta quinta-feira (18), em Chapecó (SC).

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Boehringer Ingelheim apresenta uma nova vacina, a Enterisol Salmonella T/C

A saúde animal é uma preocupação constante. As empresas expositoras na 13ª Brasil Sul Pig Fair, evento que acontece concomitantemente ao 14º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS), trazem lançamentos para contribuir com a produção de suínos nesse aspecto. Uma delas é a vacina inativada Suigen contra Circovírus Suíno Tipo 2 (PCV2) da Virbac para o genótipo D.

O responsável da linha de suínos da Virbac, Leonardo Watté, explica que é a única vacina para o genótipo D no Brasil, lançada neste ano. “Na feira, estamos promovendo esse lançamento, aproveitando a grande adesão das pessoas no Simpósio. Conseguimos nos aproximar principalmente dos clientes do Sul do Brasil”, comentou.

Mais de 50 expositores participam da 13ª Brasil Sul Pig Fair – Fotos: Divulgação/Nucleovet

O PCV2-a foi descoberto em 1974, na Alemanha, e foi o genótipo predominante até 2003. Naquele ano, surgiu o PCV2-b, que tornou-se predominante até 2012, quando apareceu o PCV2-c, descrito na Dinamarca e, nos últimos anos, em suínos domésticos na China e porcos selvagens no Brasil. O PCV2-d surgiu em 2014. Estudos revelam que esse quarto genótipo está amplamente difundido e, no Brasil, é prevalente.

A Boehringer Ingelheim também apresenta uma nova vacina, a Enterisol Salmonella T/C, de via oral e que atua contra Salmoneloses em suínos com apenas uma aplicação. É segura para animais a partir de duas semanas de vida. A vacina se mostrou eficaz na proteção e apresentou significativa redução de diarreia, lesões intestinais e excreção de S. Typhimurium e monofásica.

O gerente nacional de vendas da empresa, Mauro Donin, reforçou que é uma ferramenta que ajuda os suinocultores no controle e prevenção da Salmonella. “Trata-se da primeira e única vacina viva duplo antígeno, oral e com foco em bem-estar animal e em saúde única. A Enterisol Salmonella T/C é uma inovação e vem para complementar o nosso portfólio”.

Feira reúne empresas de diversos segmentos

Donin frisou que o 14º SBSS é uma oportunidade de relacionamento e networking. “Saindo de um período de pandemia, é um momento para apresentar nossas inovações. Tem bastante público, com técnicos de campo e gerentes das empresas, ou seja, quem toma decisões, que vêm para conhecer novidades”, avaliou.

Pig fair

Mais de 50 expositores participam da 13ª Brasil Sul Pig Fair. A feira reúne empresas de aditivos, biosseguridade, diagnóstico, equipamentos, genética, nutrição, vacinas, tecnologia, entre outros. Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), o SBSS ocorre até nesta quinta-feira (18), presencialmente no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó (SC), com transmissão on-line ao vivo.

A 13ª Brasil Sul Pig Fair é um espaço presencial e virtual onde as empresas apresentam novidades, seus produtos e serviços, permitindo também a construção de networking e o aprimoramento técnico dos congressistas.

Fonte: Ascom
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Empresas Durante o 14º SBSS

Lançamento da MSD no mercado de suinocultura auxilia a manutenção da sanidade animal na maternidade

Com a maior concentração de Toltrazuril entre todas as soluções atualmente disponíveis no mercado, novidade que combate a coccidiose é apresentada no 14º SBSS.

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Foto: Divulgação/MSD

Na suinocultura moderna, quadros de diarreia na maternidade associados à piora na conversão alimentar estão entre as principais consequências da coccidiose, doença parasitária presente em mais de 80% das granjas brasileiras e que acomete suínos, sobretudo nos primeiros dias de vida. De difícil eliminação, por ser um agente altamente resistente ao ambiente, seu controle está diretamente ligado a um rígido manejo de limpeza, melhoria da biosseguridade e medidas profiláticas e terapêuticas.

Após a entrada da doença na granja, é praticamente impossível sua erradicação, por isso é necessário investir em soluções que unem ciência e tecnologia, reforçando o programa sanitário. “A saúde intestinal na maternidade é uma das premissas mais importantes para um bom desempenho dos suínos nas fases seguintes do sistema de produção. Dessa forma, além da adoção de medidas como vazio sanitário e higienização adequada das instalações, é preciso associar a uma medicação eficaz”, diz a médica-veterinária Amanda Daniel, coordenadora de território de Suinocultura da MSD Saúde Animal.

Com olhar atento às necessidades dos produtores e à inovação, a companhia apresenta no 14º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS) uma solução que atualiza o mercado quando o assunto é prevenção de coccidiose em suínos. O Powerzuril® tem uma maior concentração do agente quimioterápico toltrazuril quando comparado com as demais soluções atualmente disponíveis no mercado, garantindo proteção por toda a fase de maternidade, tanto de forma preventiva quanto terapêutica, e chega para auxiliar o produtor na conquista de mais lucratividade.

Nos estudos de avaliação, o produto permitiu uma melhor condição intestinal dos animais, resultando em maior ganho de peso corporal – chegando a 0,959kg a mais ao final do estudo. “A coccidiose pode ser responsável por até 20% de perda no ganho de peso, e a solução que trazemos agora ao setor é efetiva no tratamento e na manutenção da saúde dos animais, minimizando as consequências sanitárias e econômicas”, afirma Renata Laudisio, gerente de marketing de Suinocultura da MSD Saúde Animal.

Fonte: Ascom
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