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Uso de cascas de ovo em resíduo da mandioca pode ajudar na produção de insumos

Pesquisa realizada na Unit e em universidade canadense estuda o aproveitamento da manipueira para a produção de biogás e de resíduos sólidos.

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Foto: Rodrigo Felix Leal

O uso da manipueira, um resíduo líquido extraído da mandioca, como matéria-prima para a produção de biogás e de fertilizantes orgânicos, vem motivando uma série de pesquisas e estudos científicos conduzidos pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Processos (PEP), da Universidade Tiradentes (Unit). Um deles, realizado pela pesquisadora sergipana Ianny Andrade Cruz, resultou na criação de um sistema de produção e monitoramento destes insumos com o uso da própria manipueira e também de cascas de ovos, adicionadas para aperfeiçoar o beneficiamento biológico de resíduos comuns do agreste de Sergipe.

Fotos: Divulgação/Arquivo OPR

Este estudo é tema de uma tese de doutorado que foi defendida em fevereiro de 2023 e teve parte de suas pesquisas realizadas no Laboratório de Tecnologias da Biomassa (BTL), ligado à Universidade de Sherbrooke (UdeS), em Sherbrooke, no Canadá, onde ela fez um estágio em 2022 e voltou para fazer um pós-doutorado. Vinculado à linha de pesquisa ‘Uso e Transformação de Recursos Agrícolas’, ele buscou otimizar a digestão anaeróbia destes resíduos para a produção de biogás, uma fonte de energia renovável, e de um digestato, com potencial aplicação como fertilizante orgânico. E este processo seria monitorado por um sistema ligado à chamada Internet das Coisas (IoT).

Ianny é natural do Povoado Gameleira, em Campo do Brito, no agreste sergipano, que tem a produção e o beneficiamento da mandioca como sua principal atividade econômica. Para ela, a escolha da manipueira como objeto de estudo representou não apenas uma conexão com suas raízes familiares, mas também uma oportunidade de contribuir diretamente para a redução dos impactos ambientais associados ao descarte inadequado desses resíduos.

“Por fim, queremos incentivar a ideia de que esse resíduo ainda pode ser transformado em uma fonte adicional de renda para os agricultores”, diz ela, citando que o biogás oferece uma série de benefícios ambientais, econômicos e sociais, num contexto de crescente demanda por energia limpa e renovável. “Foi justamente saber de todos esses benefícios que me incentivou a continuar pesquisando sobre o tema, e tentando contribuir de alguma forma para nossa região. Cada dia tenho maior certeza da importância deste tema para o alcance de uma economia circular”, acrescenta.

Foto: Divulgação/Asgav

Ainda de acordo com Ianny, o Brasil tem um alto potencial de biomassa agrícola e agroindustrial, o que inclui a mandioca como uma das culturas socioeconômicas essenciais do país, explorada por agricultores familiares no Norte e Nordeste, e que gera um volume considerável de resíduos. “Nossa pesquisa veio justamente para buscar uma solução para a recuperação destes recursos, bem como para uma produção simultânea de energia renovável. Valendo apontar que a conversão de resíduos orgânicos em biogás é um processo que não só aborda desafios da gestão de resíduos, mas também contribui para a redução das emissões de gases estufa e a autossuficiência energética do país.

Como acontece

No processo de pesquisa, a autora percebeu que o cálcio presente nas cascas de ovos, em certas quantidades, tornou mais estável o processo de beneficiamento da manipueira, bem como levou a uma maior produção de biogás. No entanto, a avaliação do digestato (o segundo produto do processo) através de um teste com sementes de alface (Lactuca sativa) demonstrou toxicidade para as sementes. Este resultado sugeriu a necessidade de um maior tempo de residência de digestão ou mesmo algum pós-tratamento antes da aplicação do digestato como fertilizante.

A tese, orientada pelos professores Luiz Fernando Romanholo Ferreira e Ranyere Lucena de Souza, do PEP/Unit, foi uma continuidade da dissertação de mestrado “Construção de um reator Anstbr automatizado de baixo custo para produção de biogás”, que já buscava formas de otimização da digestão anaeróbia, através do monitoramento do processo.

Em terras canadenses

O interesse em buscar fontes alternativas de energia motivou Ianny a buscar intercâmbios no exterior. Após participar de um evento promovido pela UdeS com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), a então doutoranda foi aprovada para um estágio no BTL, laboratório que concentra suas pesquisas no beneficiamento de biomassas para produção de combustíveis renováveis e redução das emissões de gases de efeito estufa, além de trabalhar em parcerias com as indústrias locais de Québec, a província canadense onde fica a cidade de Sherbrooke.

A sergipana foi convidada a voltar para Sherbrooke após a conclusão do doutorado, e aceitou fazer pós-doutorado na UdeS. Desde então, ela mora na cidade canadense e continua trabalhando com a produção de biogás. Ela já teve uma primeira experiência de intercâmbio em 2014, quando estudava a graduação em Engenharia de Petróleo na Unit e aluna participou do programa Ciência sem Fronteiras, oferecido na época pelo Ministério da Educação (MEC). O programa permitiu que ela fizesse um ano de mobilidade acadêmica na Universidade do Alaska Fairbanks (UAF), nos Estados Unidos, onde fez uma série de disciplinas referentes ao seu curso de origem.

“O Canadá oferece um ambiente acadêmico de excelência, uma infraestrutura avançada, incentivos à transição energética e à busca ativa pela redução das emissões de carbono. O país investe em inovação tecnológica voltada para soluções sustentáveis, o que me proporcionou acesso a recursos e conhecimentos que enriqueceram ainda mais meu trabalho. Estar em um ambiente tão integrado entre academia e indústria tem ampliado minha visão sobre como soluções sustentáveis podem ser implementadas de forma eficiente e escalável”, conclui Ianny.

Fonte: Assessoria

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Frango brasileiro ganha força no mercado externo e impulsiona exportações no início de 2026

Produção competitiva e preços atrativos colocam o país entre os líderes globais, com resultado recorde para janeiro, segundo dados da ONU analisados pelo Cepea.

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Foto: Shutterstock

O bom desempenho do setor avícola brasileiro segue impulsionando as exportações de proteínas animais. O país registrou preços competitivos para a carne de frango no mercado internacional e ampliou os embarques tanto do produto quanto de ovos no início de 2026.

De acordo com dados da ONU, compilados e analisados pelo Cepea, o preço da carne de frango brasileira foi o terceiro mais competitivo do mundo em 2025, atrás apenas dos valores praticados na China e nos Estados Unidos. O cenário contribuiu para que as exportações nacionais atingissem o melhor resultado para um mês de janeiro desde o início da série histórica da Secex, iniciada em 1997.

No primeiro mês de 2026, o Brasil embarcou mais de 459 mil toneladas de carne de frango, volume 3,6% superior ao registrado em janeiro do ano anterior, que até então representava o recorde para o período. Na comparação com dezembro, porém, houve retração de 10%, já que naquele mês os embarques haviam superado 510 mil toneladas.

Outro fator que favorece o desempenho brasileiro é o perfil exportador do setor. Com base em informações do USDA, pesquisadores do Cepea destacam que Estados Unidos e China destinaram, respectivamente, 86% e 95% da produção de carne de frango ao consumo interno em 2025, enquanto o Brasil direcionou cerca de 67%, ampliando a participação no mercado internacional.

O avanço das exportações também foi observado no segmento de ovos. Os embarques brasileiros iniciaram 2026 em crescimento e alcançaram o maior volume para o mês de janeiro dos últimos 13 anos. Segundo o Cepea, o resultado foi impulsionado principalmente pelos envios de ovos in natura, enquanto as exportações de ovos processados também apresentaram aumento, porém em menor intensidade.

Entre os destinos internacionais, os Emirados Árabes Unidos voltaram a ocupar a liderança entre os principais compradores da proteína brasileira, após 11 meses. O país importou 1,05 mil toneladas de ovos, volume equivalente a 34% do total exportado pelo Brasil no período.

No mercado interno, os preços dos ovos permanecem firmes nas regiões monitoradas pelo Cepea. Segundo agentes do setor, a antecipação das compras por atacadistas e varejistas, motivada pelo abastecimento antes do recesso de carnaval, tem sustentado o bom ritmo das vendas nos últimos dias.

Fonte: Assessoria Cepea
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Da nutrição à automação, IPPE apresenta as tendências da cadeia mundial de proteína

Exposição revela avanço tecnológico, integração de mercados e o Brasil como exportador de soluções para a indústria.

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Fotos: Selmar Marquesin/OP Rural

O jornal O Presente Rural participou, mais uma vez, da International Production & Processing Expo (IPPE), considerada o maior evento anual do mundo dedicado às indústrias de aves, ovos, carnes e alimentos de origem animal. Realizada de 27 a 29 de janeiro, em Atlanta, nos Estados Unidos, a feira reuniu tomadores de decisão, líderes empresariais e especialistas de toda a cadeia global de proteínas, se posicionando como um dos principais termômetros das transformações que impactam o setor.

Reconhecida como um espaço estratégico para negócios, inovação e networking, a IPPE conecta, em um único ambiente, as principais tendências tecnológicas, desafios regulatórios e movimentos de mercado que influenciam diretamente a produção mundial de proteínas animais. Em 2026, o evento atingiu um novo patamar ao ocupar o maior espaço expositivo de sua história, com mais de 62 mil metros quadrados e a presença de mais de 1.380 expositores de diferentes países. Somente do Brasil, são 30% a mais dos expositores da feira do que registrado na edição de 2025.

Diretor do Jornal O Presente Rural, Selmar Franck Marquesin, e a jornalista Eliana Panty no IPPE 2026

Para o diretor do O Presente Rural, Selmar Frank Marquesin, a participação do jornal reforça a relevância da imprensa especializada no acompanhamento das mudanças estruturais do agronegócio global. “Na IPPE é onde as grandes decisões e tendências globais da proteína animal são apresentadas. Estar no IPPE 2026 foi fundamental para entender o que vem pela frente e traduzir essas informações para o produtor, a indústria e toda a cadeia no Brasil”, ressaltou.

Segundo ele, a cobertura internacional amplia o alcance do jornal e fortalece a conexão entre o mercado brasileiro e os principais polos globais de inovação. “Nosso compromisso é levar ao leitor informações que ajudem na tomada de decisão e na compreensão do cenário internacional, que hoje influencia diretamente o mercado brasileiro”, pontuou.

Vitrine da transformação tecnológica

Mais do que uma feira comercial, a IPPE figura como um espaço de convergência entre tecnologia, gestão e estratégia. O evento reflete a crescente complexidade da cadeia de proteínas animais, que exige soluções integradas em áreas como nutrição, sanidade, automação, sustentabilidade e eficiência operacional.

Ao longo dos três dias, empresas e especialistas apresentaram tecnologias voltadas ao aumento da produtividade, redução de custos, melhoria do bem-estar animal e atendimento às exigências de mercados cada vez mais atentos a critérios ambientais e sociais. Esse conjunto de fatores transforma a IPPE em um ambiente decisivo para a formulação de estratégias de médio e longo prazos no setor.

TECHTalks reforçam caráter técnico e educativo

Dentro da programação técnica, um dos destaques foram as TECHTalks, apresentações gratuitas de 20 minutos conduzidas por expositores. As sessões trouxeram experiências práticas, soluções aplicáveis ao dia a dia da produção e análises de mercado, reforçando o caráter educativo da feira.

As palestras abordaram desde inovações em equipamentos e nutrição até estratégias de gestão e uso de dados para tomada de decisão, contribuindo para a disseminação de conhecimento técnico entre produtores, indústrias e profissionais do setor.

Integração amplia alcance da feira

A força da IPPE está diretamente ligada à integração de três grandes eventos internacionais: International Feed Expo, International Poultry Expo e International Meat Expo. Essa convergência permite representar toda a cadeia de produção e processamento de proteínas, do campo à indústria, criando um ambiente propício para negócios, parcerias e intercâmbio de conhecimento.

Essa estrutura integrada transforma a feira em um ponto de encontro global, onde diferentes segmentos dialogam e constroem soluções conjuntas para desafios comuns, como sanidade, sustentabilidade e competitividade internacional.

Brasil deixa de ser importador de tecnologia

Um dos movimentos mais relevantes observados na IPPE 2026 foi o fortalecimento da presença brasileira como fornecedora de soluções para o mercado global. Marquesin destacou a mudança de posição do Brasil dentro do evento ao longo dos anos, sendo que nesta edição aumentou em 30% a participação de empresas brasileiras. “Ano a ano tenho percebido a participação maior dos brasileiros nesse que é o maior evento de processamento de proteínas animais. O Brasil passou por um momento em que os brasileiros vinham para a IPPE em busca de tecnologias em nutrição, equipamentos, genética, entre outros, para levar ao mercado brasileiro e melhorar desempenho e produtividade. Hoje percebemos empresas brasileiras expositoras na feira, trazendo tecnologias do Brasil, ou seja, o nosso país passou de importador para exportador de tecnologias”, destacou.

Marquesin ressaltou ainda que empresas brasileiras de sanidade, saúde animal, nutrição e equipamentos marcam presença como expositoras, evidenciando a maturidade tecnológica do setor nacional e sua capacidade de competir em nível global.

Avicultura latino-americana

Paralelamente à programação da feira, a Cúpula Latino-Americana de Avicultura de 2026 trouxe reflexões estratégicas sob o lema “Proteína de aves: não podemos viver sem ela”. O encontro destacou a avicultura como pilar da segurança alimentar, da sustentabilidade e da inovação na América Latina.

O evento reuniu líderes e especialistas para discutir decisões estratégicas diante de desafios econômicos, sociais e tecnológicos. A abertura contou com uma mesa redonda de CEOs com Lorenzo Martín, do El Gran Chaparral, do México; e Juan Felipe Montoya, da Huevos Kikes, da Colômbia, mediada por Mauricio Sanabria, da Hy-Line International.

Entre os temas debatidos estiveram doenças, mercados informais, infraestrutura logística, sucessão familiar e a necessidade de melhorar a comunicação com os consumidores, aproximando o campo dos centros urbanos e fortalecendo a confiança na produção avícola.

As discussões avançaram para temas técnicos sensíveis à produtividade. Foram abordados riscos associados ao manejo inadequado, como a disseminação da gripe aviária, e oportunidades ligadas à sustentabilidade, como o uso de biodigestores para produção de energia.

Dados sobre consumo per capita de ovos reforçaram a relevância da proteína avícola na região, com números expressivos no México, Colômbia e Brasil, que caminha para ultrapassar a marca de 300 ovos por habitante em 2026.

Outras apresentações trataram de micotoxinas, integridade intestinal, controle de Salmonella em fábricas de ração, manejo ambiental e influência da iluminação no desempenho das aves, além de estratégias de comunicação e branding para fortalecer a relação com o consumidor final.

O Presente Rural amplia cobertura internacional do agro

Ao acompanhar de perto esse ambiente de inovação e debate estratégico, O Presente Rural reafirma seu papel como elo entre o agronegócio brasileiro e os principais centros globais de decisão. “A presença do jornal na IPPE não é apenas institucional. É uma forma de garantir que o produtor e o setor tenham acesso direto ao que há de mais atual em tecnologia, gestão e mercado”, enfatizou Marquesin.

Na cobertura da IPPE 2026 o jornal conta na equipe com a jornalista Eliana Panty acompanhando de perto os principais debates, lançamentos e tendências do maior evento mundial da cadeia de proteínas animais.

A presença do jornal na IPPE conta com o apoio das empresas Agrifirm, Amlan International, Biōnte Animal Nutrition, Natural BR Feed, Poly Sell, Sanex, Vetanco e United Animal Health. “Nosso agradecimento aos apoiadores que acreditam no jornalismo especializado e viabilizaram essa cobertura internacional, levando informação qualificada e estratégica ao produtor e à indústria brasileira”, salientou Marquesin.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura

Coopavel premia os 10 melhores avicultores de 2025 durante Show Rural

Reconhecimento aos produtores integrados com os melhores índices de conversão alimentar evidencia o papel decisivo do manejo, da inovação e do trabalho em equipe na avicultura.

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Foto: Divulgação/Show Rural

O setor de Fomento Avícola da Coopavel fez na quarta-feira (11), durante a 38ª edição do Show Rural, a entrega de premiação aos melhores colocados da avicultura de 2025, integrados da cooperativa. A cerimônia movimentou o auditório do Centro Tecnológico da Avicultura com a presença de diversos produtores, familiares, técnicos e representantes do setor avícola.

Para o gerente do Fomento Avícola e do Frigorífico de Aves da Coopavel, Noraldino Borborema, a premiação dos melhores do ano estimula os produtores a buscar melhores resultados. “A diferença de 50 centavos por frango entre os melhores e a média representa um retorno de R$125 mil/ano para o produtor. A chave para o sucesso é investimento e melhorias no aviário, pois é o mesmo pintinho, a mesma ração e o mesmo suporte técnico. Por isso o Show Rural oferece possibilidades de inovação, novos equipamentos, fatores que envolvem o trabalho de manejo e as condições para buscar melhores resultados”, salienta Borborema.

Foto: Divulgação/Show Rural

Segundo ele, a Coopavel busca aumentar o número de produtores de alta performance este ano, visando acima de R$ 2 de média por frango em 2026, com foco no aprimoramento técnico e no trabalho em equipe para alcançar os resultados desejados, beneficiando todos os envolvidos da cadeia.

Premiação – A classificação dos melhores do ano leva em conta o melhor índice de conversão alimentar, que é calculado pela quantidade de quilos de ração que o frango come para produzir um quilo de carne, um quilo de peso vivo. Como melhores produtores de 2025 ficaram: Arlindo Ferneda (Guaraniacu), com 1.480; Giliardi Andreolla (Guaraniacu), com 1.481; e Genesio Gregolon (Campo Bonito), com 1.500.

Fernando Ferneda, representou o pai na premiação, e atribui o sucesso ao cuidado diário, incluindo atenção aos frangos, apoio familiar e a colaboração da assistência técnica da Coopavel. “A gente fica faceiro, feliz por receber um resultado desse, mas tudo depende do cuidado do dia a dia. O resultado é uma junção do incentivo e experiência da família, dos conhecimentos e orientações que nos passam, de você entender o que a veterinária tá falando, além de aceitar novas ideias, é importante abrir a tua mente para novas ideias”, relata com satisfação Ferneda ao dizer que espera repetir o feito este ano.

Genesio Gregolon conquistou o terceiro lugar no ranking dos melhores avicultores de 2025. Ele expressou grande felicidade e gratidão, destacando a recompensa pelo trabalho, o incentivo para melhorar e a importância do evento promovido pela Coopavel. Ele atribuiu o sucesso ao trabalho árduo, dedicação e fé, além do suporte técnico da cooperativa, especialmente da equipe veterinária.

Confira os 10 melhores do ano, do primeiro ao décimo colocados:

  • Arlindo Ferneda – Guaraniacu
  • Giliardi Andreolla – Guaraniacu
  • Genesio Gregolon – Campo Bonito
  • Altevir Ferneda – Guaraniacu
  • Gladistone Cominetti – Santa Lúcia
  • Milton Neckel – Cascavel
  • Daniel Salvatti/ Tiago Salvatti – Cascavel
  • Adilson Rodrigues Leite/Vilamir Tussi/ Delir Rosset – Cascavel
  • Leomar Casarolli – Corbélia
  • João Piovesan/ Amilton Piovesan – Corbélia

Fonte: Assessoria Show Rural
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