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Usina de Energia Solar da Copagril entrará em operação a partir do 2º semestre
Produzir energia limpa e com a incidência de sol é um novo negócio que a cooperativa está investindo.

A Usina de Energia Solar viabilizada pela Cooperativa Agroindustrial Copagril (PR), está prevista para começar a operar a partir do 2º semestre de 2023. Grande parte da obra já foi concluída, com a instalação dos painéis solares e inversores. No entanto, ainda resta a construção da rede que conectará a usina ao sistema público de distribuição de energia.
A usina foi construída junto à Estação Experimental da cooperativa, que fica próxima ao Aeroporto Rubem Berta, em Marechal Cândido Rondon. A escolha do local levou em consideração diversos fatores, como a oportunidade de estacionamento coberto na área, a melhoria e segurança para os visitantes do Dia de Campo Copagril, a disponibilidade de espaço e a visibilidade que o projeto alcança nessa região.
Segundo o diretor-presidente da Copagril, Eloi Darci Podkowa, foi realizado um levantamento de viabilidade e investimento que considerou questões a longo prazo. “Temos um consumo elevado de energia elétrica em nossas lojas agropecuárias, e com a usina, poderemos reduzir os custos com eletricidade no futuro. A energia produzida abastecerá as estruturas da Copagril, ou seja, as contas do grupo B. Temos plena confiança de que o investimento se pagará em poucos anos, estimando um prazo de cinco a seis anos. Além disso, a Copagril demonstra sua preocupação com a sustentabilidade ambiental, ao adotar uma fonte de energia limpa”, ressalta.
A iniciativa da Cooperativa Agroindustrial Copagril demonstra seu compromisso com a eficiência energética, a redução de custos e a sustentabilidade ambiental, contribuindo para um futuro mais sustentável e promissor. A inauguração da Usina de Energia Solar representará um marco importante nessa trajetória.
Tamanho
Composta por 2.346 módulos fotovoltaicos, a usina é projetada para oferecer aproximadamente 1.302.30 MWp (megawatt Pico). Cada placa instalada tem a capacidade de gerar 63 kWh/mês, com modulo de 555W (watts). A capacidade média mensal será de 170 mil kWh.
O supervisor comercial da Copagril, Riscala Mocelin, enfatizou a importância do investimento por ser uma fonte de energia limpa e renovável que traz benefícios a longo prazo. “A energia solar pode ser aproveitada em todas as áreas do mundo e está disponível todos os dias. A energia solar é proveniente do sol, portanto, é considerada um recurso infinito. Além de muitos benefícios, podemos destacar que o investimento na Usina Fotovoltaica reforça o comprometimento da Copagril em ser uma empresa sustentável, inovadora e referência no agronegócio”, afirmou.

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo
Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.
A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.
De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.
O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.
A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.
O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.
A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.
Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais
Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.
A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.
O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.
A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.
O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos
Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.





