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Notícias Mercado

USDA prevê oferta de milho e soja dos EUA acima das estimativas do mercado

Órgão estimou estoques finais de soja em 2019/20 em 970 milhões de bushels e de milho em 2,485 bilhões de bushels

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REUTERS/Dan Koeck

A oferta de milho e soja dos Estados Unidos permanecerá acima das estimativas do mercado na temporada 2019/20, afirmou na última sexta-feira (10) o Departamento de Agricultura do país (USDA). Em seu relatório mensal de oferta e demanda, o órgão estimou os estoques finais de soja em 2019/20 em 970 milhões de bushels e os de milho em 2,485 bilhões de bushels. O relatório de maio foi o primeiro a apresentar uma perspectiva para a safra 2019/20, que começa em 1º de setembro.

Analistas esperavam estoques finais de 910 milhões de bushels para a soja e 2,131 bilhões de bushels para o milho na próxima temporada, de acordo com a média de estimativas compiladas por uma pesquisa da Reuters.

O governo também aumentou sua previsão para os estoques de soja em 2018/19, para um recorde de 995 milhões de bushels. Há um mês, o USDA estimara os estoques finais da oleaginosa no atual ano-comercial em 895 milhões de bushels.

Os estoques finais de milho para 2018/19 foram estimados em 2,095 bilhões de bushels, também acima da projeção de abril, de 2,035 bilhões de bushels.

Para 2018/19, analistas projetavam estoques finais de 920 milhões de bushels para a soja e de 2,055 bilhões de bushels para o milho.

Fonte: Reuters
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Notícias Mercado

EUA esperam elevar exportação de carne de aves à China em US$1 bi após fim de embargo

China proibiu aves e ovos dos EUA em janeiro de 2015 devido a um surto de gripe aviária

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Arquivo/OP Rural

A decisão da China de suspender a proibição de quase cinco anos a importações de carne de aves dos Estados Unidos deverá acrescentará 1 bilhão de dólares anualmente às exportações norte-americanas, disseram autoridades nesta quinta-feira (14).

“A China é um importante mercado de exportação para os criadores de aves da América, e estimamos que agora eles poderão exportar mais de 1 bilhão de dólares em aves e produtos avícolas a cada ano para a China”, disse o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, em comunicado.

A alfândega da China informou nesta quinta-feira que suspendeu restrições à importação de carne de aves dos Estados Unidos, com efeito imediato.

O plano para suspender a proibição ao produto norte-americano foi anunciado pelo Ministério do Comércio da China no final de outubro, mas a publicação no site da administração aduaneira é um reconhecimento formal da reabertura do comércio.

A reabertura do mercado ocorre em momento em que a China enfrenta uma escassez sem precedentes de proteínas, depois da epidemia de peste suína africana matar milhões de porcos no país, maior consumidor global de carne suína.

O aval para a retomada do comércio acontece depois de o Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar dos EUA alterar o Registro Federal na semana passada para aprovar as importações de produtos avícolas derivados de aves na China.

As aprovações para o setor avícola dos dois lados seguem ainda em meio a negociações entre os países para resolver uma guerra comercial de 16 meses, na qual cada país pagou tarifas de bilhões de dólares em mercadorias uns dos outros.

Melhorar o acesso aos produtos agrícolas dos EUA no mercado chinês tem sido uma parte crítica das negociações, com a remoção de barreiras não-tarifárias vistas como chave para alcançar o objetivo de Donald Trump de dobrar as vendas agrícolas para a China.

A China proibiu aves e ovos dos EUA em janeiro de 2015 devido a um surto de gripe aviária, e as importações caíram naquele ano para um quinto dos 390 milhões de dólares importados em 2014.

Fonte: Reuters
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Notícias Guerra Comercial

China diz manter negociações “profundas” com EUA sobre acordo comercial interino

Grau de cancelamento das tarifas deve refletir completamente a importância da “fase um” de um acordo

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REUTERS

A China e os Estados Unidos estão mantendo discussões “profundas” sobre a primeira fase de um acordo comercial, e o cancelamento de tarifas é uma condição importante para se chegar a um pacto, disse o Ministério do Comércio chinês nesta quinta-feira (14).

O grau de cancelamento das tarifas deve refletir completamente a importância da “fase um” de um acordo, disse o porta-voz do ministério, Gao Feng, durante um briefing. “A China tem enfatizado muitas vezes que a guerra comercial começou com tarifas adicionais e deve terminar com o cancelamento de tarifas adicionais”, disse Gao.

Na terça-feira (12), o presidente norte-americano, Donald Trump, disse que um acordo comercial com a China estava “próximo”, mas não deu detalhes e alertou que ele aumentaria as tarifas “substancialmente” sobre produtos chineses sem tal pacto.

A ameaça de Trump foi uma referência às tarifas de 15% anunciadas anteriormente sobre cerca de US$ 156 bilhões em bens de consumo chineses, que entrarão em vigor em 15 de dezembro, segundo especialistas em comércio e uma fonte próxima à Casa Branca.

Na semana passada, assessores da Casa Branca disseram que as tarifas de 15 de dezembro provavelmente seriam evitadas se um acordo comercial de primeira fase fosse alcançado.

“Se os dois lados chegarem à ‘fase um’ de um acordo, o grau de cancelamento tarifário deveria refletir completamente a importância da ‘fase um’; e sua importância deveria ser avaliada pelos dois lados em conjunto. Os dois lados estão conduzindo negociações profundas sobre isso neste momento”, disse Gao.

Fonte: Reuters
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Notícias Segundo Cepea

Valor do leitão é recorde nominal

Bom ritmo de embarques e aumento da procura doméstica têm feito com que grandes frigoríficos busquem novos lotes para abate

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Arquivo/OP Rural

Os preços do leitão atingiram os maiores patamares nominais de toda a série histórica do Cepea, iniciada em setembro de 2013. Na média parcial de novembro (até o dia 13), o leitão desmama comercializado em Erechim (RS) registra média de R$ 14,27/kg, avanço de 1,8% em relação à de outubro. Para o leitão creche, na mesma comparação, a alta é de 2,2%, com o animal comercializado, em média, a R$ 7,80/kg.

Esses são os maiores patamares nominais da série do Cepea, iniciada em setembro de 2013. Segundo pesquisadores, o bom ritmo de embarques de carne suína e o aumento da procura doméstica pela proteína têm feito com que grandes frigoríficos busquem novos lotes de animais para abate, principalmente no mercado independente. Esse cenário, por conseguinte, tem impulsionado as cotações dos leitões creche e desmama.

Fonte: Cepea
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