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USDA eleva número da safra americana de milho 2021/22

Estados Unidos deverão colher 15,165 bilhões de bushels na temporada 2021/22

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Um dos principais destaques no mercado internacional de grãos na semana foi a divulgação do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) de julho, divulgado na segunda-feira. Para o milho, o USDA elevou a estimativa da produção norte-americana na temporada 2021/22.

Os Estados Unidos deverão colher 15,165 bilhões de bushels na temporada 2021/22, ante os 14,990 bilhões apontados em junho, acima da estimativa do mercado, que previa uma produção de 15,007 bilhões de bushels. A produtividade média em 2021/22 deve atingir 179,5 bushels por acres, sem alterações frente ao mês passado. A área a ser plantada deve ficar em 92,7 milhões de acres e a área a ser colhida em 84,5 milhões de acres, ante 91,1 milhões e 83,5 milhões, respectivamente, em junho.

Os estoques finais de passagem da safra 2021/22 foram estimados em 1,432 bilhão de bushels, abaixo dos 1,357 bilhão previstos em junho, e acima dos 1,309 bilhão de bushels previstos pelo mercado. As exportações em 2021/22 foram indicadas em 2,500 bilhões de bushels (ante 2,450 bilhões em junho) e o uso de milho para a produção de etanol em 5,2 bilhões de bushels, sem mudanças ante o relatório de junho.

Para a temporada 2020/21, a produção nos Estados Unidos foi mantida para 14,182 bilhões de bushels e a produtividade média em 172 bushels por acre. A área a ser plantada segue prevista em 90,8 milhões de acres e a área a ser colhida em 82,5 milhões de acres.

Os estoques finais de passagem da safra 2020/21 foram estimados em 1,082 bilhão de bushels, abaixo dos 1,107 bilhão de bushels indicados em junho. O mercado previa estoques de 1,091 bilhão de bushels. As exportações em 2020/21 foram mantidas em 2,850 bilhões de bushels. O uso de milho para a produção de etanol foi mantido em 5,050 bilhões de bushels.

Mundo

O relatório apontou a safra global 2021/22 em 1.194,80 milhão de toneladas, ante 1.189,85 milhão em junho O USDA elevou os estoques finais da safra mundial 2021/22 de 289,41 milhões de toneladas para 291,18 milhões de toneladas, enquanto o mercado previa volumes de 287 milhões de toneladas.

A estimativa de safra brasileira foi mantida em 118 milhões de toneladas. A produção da Argentina deve atingir 51 milhões de toneladas, também sem mudanças ante junho. A Ucrânia teve sua projeção de safra mantida em 37,5 milhões de toneladas. A África do Sul teve a safra prevista em 17 milhões de toneladas, sem modificações. A China teve sua estimativa de produção apontada em 268 milhões de toneladas, mesmo volume previsto em junho.

Para a temporada 2020/21, os estoques finais da safra mundial foram indicados em 279,86 milhões de toneladas, abaixo dos 280,60 milhões de toneladas indicados no mês passado, enquanto mercado apostava em um número de 278,4 milhões de toneladas.

A safra global 2020/21 foi reduzida de 1.125,03 milhão de toneladas para 1.120,65 milhão de toneladas.

A estimativa de safra brasileira é de 93 milhões de toneladas, abaixo das 98,5 milhões de toneladas previstas no mês passado. A produção da Argentina deve atingir 48,5 milhões de toneladas, ante 47 milhões em junho. A Ucrânia teve sua projeção de safra mantida em 30,3 milhões de toneladas. A África do Sul teve a safra mantida em 17 milhões de toneladas. A China teve sua estimativa de produção apontada em 260,67 milhões de toneladas, sem alterações.

Fonte: Agência Safras

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Primato reforça diálogo com cooperados em nova edição das Reuniões de Campo

Encontros percorrerão municípios da área de atuação da cooperativa para apresentar resultados, debater desafios e alinhar perspectivas do agronegócio com os associados.

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Foto: Divulgação/Primato

A Primato Cooperativa Agroindustrial dá início, em janeiro, a mais uma edição das tradicionais Reuniões de Campo, encontros que fortalecem o relacionamento com os cooperados, promovem a transparência e ampliam o diálogo sobre resultados, desafios e perspectivas do agronegócio. A programação percorre diferentes municípios da área de atuação da cooperativa, reunindo associados, lideranças e equipes técnicas. Todas as reuniões terão início às 19h30.

Para o presidente da Primato, Anderson Léo Sabadin, as Reuniões de Campo são momentos estratégicos para a construção coletiva. “Esses encontros são fundamentais para estarmos próximos dos cooperados, ouvindo suas demandas, compartilhando resultados e alinhando expectativas. A cooperativa cresce quando há participação, diálogo e confiança mútua”, destaca.

A agenda das Reuniões de Campo seguirá nas seguintes datas:

16 de janeiro – Toledo, na Associação da Primato, Rodovia 163 – KM 252,3, s/n
19 de janeiro – Capitão Leônidas Marques, na Unidade Cerealista, Rodovia BR 163, Lote Rural 125 B, Unificado 2
20 de janeiro – Vera Cruz do Oeste, na Unidade Cerealista, Rodovia PR-488, KM 13 – S/N
21 de janeiro – Santa Tereza do Oeste, na Unidade Cerealista, BR 163/PR182, Lote Rural 1-C, Gleba 2 – Distrito de Santa Maria
22 de janeiro – Novo Sarandi, na Unidade Cerealista, Rodovia PR 589, Lotes rurais 12-A-3 S/N
23 de janeiro – Guaraniaçu e Laranjeiras do Sul (encontro em Guaraniaçu), Casa do Produtor, Av. Ivan Ferreira Do Amaral, 507, Centro
26 de janeiro – Verê, Casa do Produtor, Rodovia PR 475, KM 57, s/n, Zona Rural
27 de janeiro – Vitorino, Rodovia PRC 158, KM 151, S/N – Bairro Industrial
28 de janeiro – Nova Esperança do Sudoeste, Rodovia PR-281 KM 537 – Estrada Linha Barra Bonita, Zona Rural

Em cada local, os cooperados terão a oportunidade de acompanhar informações sobre o desempenho da cooperativa, conhecer ações desenvolvidas ao longo do último período e contribuir com sugestões e avaliações.

O presidente também reforça o convite para a participação dos associados. “Convidamos nossos cooperados a estarem presentes nas reuniões em suas regiões, pois esse é um espaço de troca, aprendizado e fortalecimento do cooperativismo”, conclui.

Fonte: Assessoria Primato
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Peru habilita 36 novas unidades brasileiras para exportação de material genético animal

Autorização inclui genética avícola e bovina e renova licenças até 2028, ampliando a presença do Brasil no mercado peruano.

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Foto: Freepik

O Serviço Nacional de Sanidade Agrária do Peru (Senasa) oficializou a habilitação de 36 novas unidades brasileiras para a exportação de material genético animal. Do total, 31 são voltadas à genética de aves e cinco ao material genético bovino. Além das novas inclusões, a autoridade peruana renovou as licenças de exportação de todos os estabelecimentos do segmento que já operavam com o mercado peruano, com validade estendida até dezembro de 2028.

Com as novas habilitações, o setor avícola dobra o número de estabelecimentos autorizados a exportar para o Peru. No segmento de material genético bovino, a inclusão de cinco unidades representa um aumento de 83% na lista de estabelecimentos aptos, com foco no atendimento à pecuária de corte e de leite.

A extensão do prazo das autorizações até dezembro de 2028 busca conferir maior previsibilidade às operações comerciais entre os dois países.

A decisão do Senasa foi tomada com base em critérios técnicos e reforça o reconhecimento do controle sanitário e das medidas de biosseguridade adotadas pelo Brasil na produção e exportação de material genético animal.

No último ano, o vizinho latino-americano importou mais de US$ 729 milhões em produtos agropecuários brasileiros, com destaque para produtos florestais, carnes, cereais, farinhas e preparações.

Fonte: Assessoria Mapa
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Crimes no meio rural caem pela metade após três anos da Patrulha Rural

Furto e roubo de insumos agrícolas e animais foram os que mais diminuíram. Programa da Polícia Militar do Paraná conta com parceria do Sistema Faep.

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Foto: Divulgação/Sistema Faep

O Programa Patrulha Rural Comunitária 4.0 reduziu em mais de 50% os crimes nas regiões rurais do Paraná em 2025 na comparação com 2022, ano em que a patrulha voltou a atuar efetivamente no Estado. O resgate do projeto criado pela Polícia Militar, que conta com a parceria do Sistema Faep, aconteceu em 2018, diante de uma alta demanda por mais segurança no meio rural. Na ocasião, o Sistema Faep encaminhou diversos pedidos à corporação.

“Devido ao relato de ocorrências por parte dos produtores e sindicatos rurais, o Sistema Faep passou a atuar como parceiro da Polícia Militar, dando apoio junto à comunidade rural e resgatando a confiança por parte dos agricultores e pecuaristas. Fizemos um trabalho de articulação para que, em 2022, a polícia voltasse a atuar”, relembra o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Conforme os dados registrados pela Patrulha Rural Comunitária, os principais indicadores de criminalidade no meio rural do Paraná apresentam queda expressiva desde a retomada efetiva do programa. Entre 2022 e 2025, os registros de roubo diminuíram 50,7%, enquanto os furtos recuaram 38,7% no mesmo período.

Anualmente, os crimes patrimoniais também têm diminuído drasticamente após o resgate do programa. O maior destaque é a redução no número de furtos e roubos de insumos agrícolas, que tiveram redução de 65,9% entre 2022 e 2025. Já os dados de furtos/roubos de animais de criação, como vacas, porcos e galinhas, caíram 56,9% no período.

Outro dado relevante é a diminuição dos furtos e roubos de veículos em áreas rurais, que apresentaram queda de 37,3% desde 2022. Também houve recuo nos registros de dano ao patrimônio, com redução acumulada de 9,6% no período analisado.

Além da redução dos crimes, a atuação da Patrulha Rural resultou em ações repressivas importantes. Entre 2022 e 2025, foram cumpridos 760 mandados de prisão, realizados 322 flagrantes por tráfico de drogas e 299 flagrantes por contrabando e descaminho. No mesmo intervalo, 450 veículos furtados ou roubados foram recuperados, reforçando o impacto direto do programa no enfrentamento à criminalidade no campo.

Expectativas para 2026

Desde 2022, a Patrulha Rural, em parceria com o Sistema Faep, atua em campo de maneira preventiva. Após os produtores solicitarem uma visita no imóvel, os policiais fazem recomendações que visam melhorar a segurança no local. “Não é fiscalizar, é orientar. A Patrulha Rural desempenha um papel preventivo para que o produtor não seja vítima de possíveis crimes. Podemos dizer que é uma consultoria de segurança”, explica Edivânia Picolo, técnica do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep.

A partir da visita, é feito o cadastramento dos imóveis, se assim for do interesse do proprietário. Atualmente, mais de 30 mil propriedades estão registradas no sistema, de forma que cada imóvel tem uma placa com informações que auxiliam na denúncia de possíveis crimes e para o acionamento das patrulhas mais próximas do local.

“Não só a segurança, mas a sensação de segurança no campo tem melhorado a partir da atuação da patrulha. Muito do que conseguimos diminuir nos índices é por conta, justamente, da conscientização e da coparticipação do produtor rural nas questões de segurança pública”, destaca o major Íncare Correa de Jesus, coordenador da Patrulha Rural no Paraná.

De forma coletiva ao trabalho dos agentes de campo, o Sistema Faep atua na distribuição de uma cartilha com orientações que contribuem para melhorar os índices de segurança nas propriedades rurais. O material também é utilizado pela patrulha como um guia de conduta.

Atualmente, o Paraná conta com 93 patrulhas atuantes. Segundo o major, a expectativa para 2026 é oferecer mais capacitação ao efetivo, aumentar o número de Conselhos Rurais e avançar no trabalho de cadastramento das propriedades. “Estamos prevendo para o primeiro semestre um seminário nacional no Paraná com intuito de trazer boas práticas de outras polícias e divulgar a nossa iniciativa”, destaca Jesus.

Ainda para esse ano, o Sistema Faep trabalha na busca de mais conectividade para as viaturas, visto que os veículos percorrem regiões sem internet, o que dificulta o trabalho. “Temos quase 180 grupos no WhatsApp, o que facilita a comunicação e o cuidado. A polícia já recuperou três caminhões carregados de gado a partir de informações repassadas aos agentes pelos grupos. É um trabalho comunitário e estratégico, focado na modernidade”, ressalta o presidente do Sistema Faep.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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