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Notícias Mercado

USDA corta projeção de safra de soja dos EUA

Produção 2019/20 está estimada em 3,680 bilhões de bushels, ou 100,15 milhões de toneladas

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Arquivo/OP Rural

O relatório de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou safra americana de soja abaixo do relatório anterior e também menor que a estimativa do mercado. Os estoques de passagem também foram cortados para a temporada 2019/20.

A produção 2019/20 está estimada em 3,680 bilhões de bushels, ou 100,15 milhões de toneladas. O mercado esperava uma safra de 3,783 bilhões ou 102,95 milhões de toneladas. No relatório de julho, a previsão era de 3,845 bilhões de bushels ou 104,6 milhões de toneladas. Para 2018/19, a previsão foi mantida em 4,544 bilhões ou 123,6 milhões de toneladas.

Os estoques finais em 2019/20 estão projetados em 755 milhões de bushels, o equivalente a 20,55 milhões de toneladas, enquanto o mercado apostava em número em torno de 22,26 milhões. No relatório anterior, a previsão era de 795 milhões de bushels ou 21,63 milhões de toneladas.

Para 2018/19, o USDA elevou sua projeção de 1,05 bilhão de bushels – 28,6 milhões para 1,07 bilhão de bushels – 29,1 milhões de toneladas. O mercado apostava em 1,069 bilhão de bushels ou 29,09 milhões de toneladas.

O USDA projetou safra mundial de soja em 2019/20 de 341,83 milhões de toneladas. No relatório anterior, a previsão era de 347,04 milhões.

Os estoques finais estão estimados em 101,74 milhões de toneladas. O mercado esperava por estoques finais de 106,2 milhões de toneladas. Em julho, a previsão era de 104,5 milhões.

A projeção do USDA aposta em safra americana de 100,2 milhões de toneladas, contra 104,64 milhões previstos em julho. Para o Brasil, a previsão é de uma produção de 123 milhões de toneladas. A Argentina deverá produzir 53 milhões de toneladas.

A produção em 2018/19 teve sua projeção indicada em 362,85 milhões de toneladas. Os estoques finais foram elevados de 113 milhões para 114,5 milhões de toneladas. O mercado apostava em número de 113,4 milhões de toneladas.

A safra brasileira foi mantida em 117 milhões de toneladas, enquanto a produção argentina teve sua estimativa inalteradas em 56 milhões de toneladas. Nos dois casos, o mercado já apostava nestes movimentos.

A estimativa para as importações chinesas em 2019/20 foi reduzida de 87 milhões para 85 milhões de toneladas.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Pecuária

Preços do boi voltam a subir com oferta restrita e aumento do consumo

Aquecimento da demanda de carne bovina durante a primeira quinzena contribuiu para este movimento

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Arquivo/OP Rural

O mercado físico de boi gordo teve preços mais altos na segunda semana de setembro nas principais regiões produtoras do país. “A oferta de animais terminados permanece restrita em grande parte do país. Com isso, as indicações no mercado doméstico estão subindo durante todo o mês de setembro. O aquecimento da demanda de carne bovina durante a primeira quinzena contribuiu para este movimento”, disse o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Enquanto isso, a demanda de carne bovina destinada à exportação permanece bastante efetiva, com a China desempenhando papel de destaque nas importações de proteína animal brasileira.

Os preços a arroba do boi gordo na modalidade à vista nas principais praças de comercialização do País estavam assim no dia 19 de setembro:

  • São Paulo (Capital) – R$ 159 a arroba, contra R$ 157 a arroba em 12 de setembro.
  • Goiás (Goiânia) – R$ 148 a arroba, ante R$ 146 a arroba.
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 156 a arroba, contra R$ 153 a arroba.
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 149 a arroba, contra R$ 147 a arroba.
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 145 a arroba, ante R$ 144 a arroba.

Exportações

As exportações de carne bovina “in natura” do Brasil renderam US$ 253,1 milhões em setembro (10 dias úteis), com média diária de US$ 25,3 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 59,3 mil toneladas, com média diária de 5,9 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.267,80.

Na comparação com agosto, houve alta de 5,4% no valor médio diário da exportação, ganho de 3,2% na quantidade média diária exportada e alta de 2,1% no preço. Na comparação com setembro de 2018, houve perda de 19,3% no valor médio diário, baixa de 25,2% na quantidade média diária e ganho de 7,9% no preço médio.

Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Safra de Verão

Soja negocia pouco na semana e produtores se preparam para semear

Mercado brasileiro de soja teve uma semana de poucos negócios e de preços mistos

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Divulgação/MAPA

O mercado brasileiro de soja teve uma semana de poucos negócios e de preços mistos. Apenas na quinta houve uma melhor movimentação, com os produtores aproveitando a firmeza de Chicago e do dólar para negociar. As atenções de voltam para o preparo do solo e o início do plantio da nova safra.

A saca de 60 quilos subiu de R$ 81 para R$ 82 em Passo Fundo, Rio Grande do Sul. Em Cascavel (PR), o preço passou de R$ 79,50 para R$ 81,50. No Porto de Paranaguá, a cotação avançou de R$ 85 para R$ 87.

Em Rondonópolis (MT), a saca recuou de R$ 78 para R$ 77,50. Em Dourados (MS), o preço aumentou de R$ 77,50 para R$ 78. Em Goiás, na região de Rio Verde, a cotação estabilizou na casa de R$ 78.

Depois da forte valorização da semana anterior, os contratos futuros recuaram na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), com os negociadores realizando lucros e pela previsão de clima favorável para o desenvolvimento das lavouras americanas. A posição novembro teve alta de 0,64%, fechando a quinta a US$ 8,93 por bushel.

O dólar comercial subiu 1,86%, atingindo a marca de R$ 4,164 na quinta. O mercado teve uma semana tensa no exterior, com a definição das taxas de juros básicas nos Estados Unidos. A negociação comercial entre China e Estados Unidos também mereceu atenção especial.

O terceiro ponto para a formação dos preços, os prêmios de exportação, recuaram. Para fevereiro, a referência é de 35 pontos a 45 pontos acima de Chicago. Sinais de que China e Estados estão avançando nas conversas pesaram. Na semana que passou, a China comprou 720 mil toneladas no mercado americano.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado Interno

Mercado de frango mantém preço, com demanda mais calma

Situação é característica da segunda metade do mês, o que contribuiu para poucas mudanças nos preços

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de frango apresentou sinais de arrefecimento na demanda ao longo da semana. De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, essa situação é característica da segunda metade do mês, o que contribuiu para poucas mudanças nos preços, que ocorreram apenas no atacado e na distribuição.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo, os preços tiveram poucas alterações para os cortes congelados de frango ao longo da semana. O quilo do peito no atacado seguiu em R$ 5,60, o quilo da coxa em R$ 5,25 e quilo da asa subiu de R$ 7,20 para R$ 7,30. Na distribuição, o quilo do peito permaneceu em R$ 5,70, o quilo da coxa em R$ 5,35 e o quilo da asa avançou de R$ 7,40 para R$ 7,50.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de poucas mudanças ao longo da semana. No atacado, o preço do quilo do peito seguiu em R$ 5,70, o quilo da coxa em R$ 5,37 e o quilo da asa passou de R$ 7,28 para R$ 7,38. Na distribuição, o preço do quilo do peito continuou em R$ 5,80, o quilo da coxa em R$ 5,47 e o quilo da asa aumentou de R$ 7,38 para R$ 7,48.

Nas exportações, o otimismo com relação à China ainda é grande, avaliando a recente habilitação de seis unidades brasileiras que realizam processamento de carne de frango.

As exportações de carne de frango “in natura” do Brasil renderam US$ 242,5 milhões em setembro (10 dias úteis), com média diária de US$ 24,3 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 147,4 mil toneladas, com média diária de 14,7 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.645,50.

Na comparação com agosto, houve alta de 6,6% no valor médio diário da exportação, ganho de 7,9% na quantidade média diária exportada e baixa de 1,2% no preço. Na comparação com setembro de 2018, houve baixa de 10,8% no valor médio diário, perda de 16,5% na quantidade média diária e alta de 6,8% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil indicou que, em Minas Gerais, o quilo vivo seguiu em R$ 3,40. Em São Paulo o quilo vivo continuou em R$ 3,30.

Na integração catarinense a cotação do frango seguiu em R$ 2,50. No oeste do Paraná o preço permaneceu em R$ 3,20 na integração. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo continuou em R$ 3,40.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango seguiu em R$ 3,35. Em Goiás o quilo vivo continuou em R$ 3,35. No Distrito Federal o quilo vivo permaneceu em R$ 3,40.

Em Pernambuco, o quilo vivo permaneceu em R$ 4,20. No Ceará a cotação do quilo vivo continuou em R$ 4,20 e, no Pará, o quilo vivo seguiu em R$ 4,40.

Fonte: Agência SAFRAS
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