Notícias 1ª edição
Universo Pecuária reúne setor para feira de negócios e eventos tecnológicos em novembro
Evento será realizado entre os dias 1º e 6 de novembro, no Parque de Exposições Olavo de Almeida Macedo, em Lavras do Sul (RS).

A programação da primeira edição do Universo Pecuária – Futuro, Negócio e Sustentabilidade está definida. o evento promete movimentar o município situado na Campanha Gaúcha, a 320 quilômetros da Capital do Rio Grande do Sul, entre os dias 1º e 6 de novembro, no Parque de Exposições Olavo de Almeida Macedo, em Lavras do Sul (RS).

Presidente do Sindicato Rural de Lavras do Sul, Francisco Abascal: “Bem mais do que apenas um evento, o Universo Pecuária é um conjunto de eventos e ações que visam impulsionar a pecuária sustentável no Brasil” – Fotos: Divulgação
O Universo Pecuária é uma grande feira de negócios e eventos tecnológicos, econômicos, ambientais e culturais. O local da exposição tinha 12 hectares e foi ampliado em mais oito hectares para receber o evento.
Baseado em quatro eixos: negócios, finanças verdes e sustentabilidade; educação, cultura e turismo; ciência tecnologia e inovação; além de políticas, projetos e investimentos, a feira terá palestras e debates técnicos e empresariais com foco na pecuária sustentável. E ainda vai contar com oficinas, seminários e dias de campo, além de ser uma mostra de produtos e insumos ligados à pecuária, como máquinas e implementos agrícolas, genética (sêmen), adubos e fertilizantes, entre outros. “Bem mais do que apenas um evento, o Universo Pecuária é um conjunto de eventos e ações que visam impulsionar a pecuária sustentável no Brasil, seja por meio de negócios realizados que estimulem esse modelo de produção, como por meio de novas conexões possíveis entre todos os elos da cadeia pecuária”, salienta o presidente do Sindicato Rural de Lavras do Sul, Francisco Abascal.
Arena de Inovação
De acordo com os organizadores, assim como a Expodireto, de Não-Me-Toque (RS), que serve de inspiração para o evento, também terá uma Arena de Inovação. O espaço terá capacidade para abrigar diversas startups que oferecem serviços e tecnologias voltadas à pecuária sustentável.
Trilha da Pecuária Sustentável
Outra atração será a Trilha da Pecuária Sustentável, que fará uma viagem virtual pelo caminho da carne do pasto ao prato com sustentabilidade e qualidade, além da Feira de Agricultura Familiar, com produtos locais de gastronomia e artesanato.
Programação
O Universo Pecuária inicia na noite do dia 31 de outubro. A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac), em parceria com o Sindicato Rural de Lavras do Sul, vai entregar o Troféu Universo Pecuária a personalidades do agronegócio brasileiro.
No dia 1º, a Cotrisul promove uma palestra sobre nutrição animal e, no dia 02, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RS) realiza o Fórum Universo Jurídico do Agronegócio.
No dia 04, o Senar-RS vai levar para Lavras do Sul uma das 10 edições do Seminário Duas Safras, enquanto a Emater/RS vai desenvolver o 2º Fórum da Lã para a Juventude e a Embrapa Pecuária Sul, de Bagé (RS), fará um Dia de Campo para debater os sistemas sustentáveis.
No dia 05, o Instituto Desenvolve Pecuária realiza o Fórum da Sustentabilidade na Cadeia da Carne.
Remates
O Universo Pecuária também terá remates. No dia 1º ocorre a Feira de Terneiros, ao passo que o evento Mulher Agro está marcado para o dia 03. E no dia 05 será realizada a Feira de Ventres.
No último dia da feira, os estandes estarão fechados para a realização do Festival de Churrasco.
Promovido pelo Sindicato Rural, em parceria com a Prefeitura de Lavras do Sul, o evento conta com a correalização do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresa (Sebrae-RS), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-RS), a Cooperativa Tritícola Caçapavana (Cotrisul) e a Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul).

Notícias
Copacol lidera ranking nacional de co-manufatura entre mais de 21 mil empresas
Cooperativa paranaense ficou em primeiro lugar no CPG Leaders 100 após ampliar portfólio por meio de parcerias que movimentaram R$ 184,7 milhões em 2025.

A Copacol lidera o primeiro ranking nacional que mede a capacidade das empresas de bens de consumo de crescer via co-manufatura, o CPG Leaders 100, produzido pela GrowinC, plataforma que conecta marcas a fabricantes terceirizados. A cooperativa paranaense que vem crescendo continuamente e atingiu R$ 11,1 bilhões de faturamento ano passado ficou à frente de 21 mil empresas mapeadas.

Presidente da Copacol, Valter Pitol: “Esse é um modelo investido pela Copacol no decorrer dos anos e que trouxe maior participação de mercado, com nossa marca nas gôndolas em diferentes corredores das principais redes supermercadistas
Embora esteja diretamente ligada a produção de aves, peixes, suínos e leite, a Copacol buscou estratégias para ampliar o portifólio, indo muito além para garantir espaço e aproveitar a rede logística. Além de tilápia e frango, uma infinidade de produtos com a marca da empresa fazem parte da rotina dos consumidores, sempre com qualidade e segurança. “Esse é um modelo investido pela Copacol no decorrer dos anos e que trouxe maior participação de mercado, com nossa marca nas gôndolas em diferentes corredores das principais redes supermercadistas. Prezamos por parcerias que cooperem com resultados para todos os envolvidos e possam garantir uma diversidade de alimentos saudáveis nas mesas dos consumidores”, afirma o diretor-presidente da Copacol, Valter Pitol.
São 50 produtos Copacol desenvolvidos em parceria com empresas que mantêm rigorosamente o padrão de qualidade. Só ano passado, a Cooperativa revendeu 11.455 mil toneladas em alimentos dessa procedência, que movimentaram R$ 184,7 milhões.
Entre os 12 fornecedores, dois são da Bélgica e da Holanda, outros dez de diferentes estados brasileiros, impulsionando setores e incentivando a produção de alimentos em diferentes regiões do País. O ranking desenvolvido pela GrowinC avalia a capacidade de crescer, inovar e escalar operações de co-manufatura para acelerar lançamentos, ampliar portfólio e construir redes produtivas resilientes.
Top 10 do CPG Leaders 100
A Copacol ficou à frente de algumas das maiores multinacionais do setor: 1 Copacol (85,6) 2 Unilever (82,2) 3 Linea (80,6) 4 JBS Brasil (80,2) 5 Native Orgânicos (79,9) 6 Nestlé (79,8) 7 Catupiry (79,5) 8 Korin Agropecuária (77,9) 9 Mondelez (77,7) 10 Mais Mu (75,4).
Das quase 170 mil inovações e lançamentos de produtos rastreados pelo estudo ao longo das últimas três décadas, cerca de 30 mil itens foram produzidos por meio de parcerias terceirizadas. Isso significa que quase 1 a cada 5 novos produtos (18%) que chegam às gôndolas brasileiras já são fabricados sob o modelo de co-manufatura.
Metodologia

Sede e complexo industrial em Cafelândia
O CPG Leaders 100 é o primeiro ranking anual dedicado a medir a capacidade de empresas de bens de consumo embalados crescerem por meio da co-manufatura. O estudo analisou 168.992 lançamentos de produtos de alimentos e bebidas realizados no Brasil entre 1996 e 2026, dos quais 29.938 foram produzidos por meio de parcerias de co-manufatura.
Ao todo, 21.094 empresas foram rastreadas. Para esta edição, 135 organizações atenderam aos critérios mínimos de elegibilidade. A metodologia considera três pilares: Escala (50%) Inovação (25%) e Network (25%). A pontuação final varia de 0 a 100 e busca medir a capacidade das empresas de utilizar a co-manufatura como instrumento de crescimento, inovação e expansão de mercado.
Notícias
Entregas de fertilizantes crescem 1,6% no primeiro quadrimestre
Alta nas entregas foi impulsionada pela demanda da segunda safra de milho, mas abril registrou desaceleração nas compras para a safra de verão.

As entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro somaram 12,30 milhões de toneladas entre janeiro e abril de 2026, alta de 1,6% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram comercializadas 12,11 milhões de toneladas. Os dados foram divulgados pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA).
O resultado positivo do quadrimestre foi sustentado pela demanda registrada nos três primeiros meses do ano, impulsionada principalmente pela segunda safra de milho. Em abril, no entanto, o ritmo de entregas perdeu força. No mês, foram comercializadas 2,54 milhões de toneladas, volume 6% inferior ao registrado em abril de 2025, indicando o início das compras para a safra de verão em um cenário mais cauteloso.
Mato Grosso liderou as entregas no período, com 3,06 milhões de toneladas, o equivalente a 24,9% do volume nacional. Na sequência aparecem São Paulo (1,39 milhão de toneladas), Paraná (1,33 milhão), Goiás (1,31 milhão) e Minas Gerais (1,05 milhão).
Produção nacional recua 14,4%
A produção brasileira de fertilizantes intermediários seguiu em trajetória de queda no primeiro quadrimestre. Entre janeiro e abril, foram produzidas 1,92 milhão de toneladas, redução de 14,4% frente às 2,24 milhões de toneladas registradas no mesmo intervalo de 2025.
Em abril, a produção alcançou 510 mil toneladas, volume 9,2% inferior ao do mesmo mês do ano passado.
Segundo a ANDA, a retração está relacionada principalmente ao aumento dos custos do enxofre, insumo utilizado na fabricação de fertilizantes fosfatados e que vem acumulando sucessivas altas no mercado internacional.
A entidade ressalta ainda que parte da produção nacional pode não ter sido capturada no levantamento em razão de mudanças societárias e da retomada de operações em algumas empresas.
Importações permanecem em patamar elevado
As importações de fertilizantes intermediários totalizaram 11,21 milhões de toneladas no primeiro quadrimestre, praticamente estáveis em relação ao mesmo período de 2025, quando o Brasil importou 11,26 milhões de toneladas, retração de apenas 0,4%.
Em abril, as compras externas atingiram 3,05 milhões de toneladas, alta de 10,4% na comparação anual. De acordo com a ANDA, o desempenho também foi influenciado pela demanda da segunda safra de milho.
Paranaguá concentra um quarto das importações
Principal porta de entrada de fertilizantes no país, o Porto de Paranaguá recebeu 2,84 milhões de toneladas entre janeiro e abril, volume 6,5% menor que o registrado no mesmo período de 2025.
Apesar da redução, o terminal respondeu por 25,4% de todas as importações brasileiras de fertilizantes no quadrimestre, segundo dados do Siacesp/MDIC.
Notícias
Exportações brasileiras para o Líbano crescem 18,2% em 2026
Carne bovina lidera os embarques, seguida por gado vivo, café e açúcar. Vendas somam US$ 266,1 milhões no ano.

As exportações do Brasil para o Líbano acumulam alta de 18,2% neste ano e somam US$ 266,1 milhões, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) organizados pela Inteligência de Mercado da Câmara de Comércio Árabe Brasileira. No sentido contrário, as importações registram queda de 7,2%, para US$ 1,1 milhão.
De acordo com as informações do Mdic, carne bovina é o principal produto exportado pelo Brasil ao Líbano, com um total de US$ 57,6 milhões, em alta de 18,9% sobre o acumulado entre janeiro e junho do ano passado. Em seguida, as vendas de gado vivo somam US$ 51,5 milhões, em queda de 1,2% em comparação com o mesmo período de 2024. Café e açúcar são outros dos principais produtos enviados ao Líbano. No sentido contrário, frutas, produtos hortícolas e máquinas para preparação de alimentos são os principais produto que o Líbano vende ao Brasil no ano.
Em junho, as vendas do Brasil ao Líbano subiram 119,7%, para US$ 42,4 milhões. As importações caíram 50,8%, para US$ 141 mil na comparação anual.



