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Empresas Agronegócios

Universidade de Pittsburgh (EUA) oferece MBA Executivo para líderes, empreendedores e profissionais que desejam assumir posições globais

Para se habilitar ao MBA Executivo da University of Pittsburgh, é preciso ter experiência profissional mínima de cinco anos

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Karla Alcides, diretora da Universidade de Pittsburgh para a América Latina - Foto: Divulgação

Aulas 100% em inglês, quatro fóruns globais (São Paulo, Pittsburgh e China), intensa troca de experiências com profissionais de várias partes do mundo, desenvolvimento de mentalidade estratégica e habilidades analíticas necessárias para assumir posições globais e conduzir com confiança suas organizações para o futuro. Esses são alguns dos benefícios proporcionados pelo MBA Executivo da University of Pittsburgh, que dura 18 meses e está acessível a profissionais, empresários e empreendedores brasileiros.

“O Brasil é uma potência em várias áreas de atuação, inclusive em empreendedorismo e liderança. O agronegócio é um excelente exemplo. Há empresas de vários segmentos da cadeia da produção de alimentos em expansão, unindo-se a corporações internacionais, participando cada vez mais ativamente do comércio internacional. Para enfrentar esses desafios, seus líderes e sucessores precisam estar bem preparados. Afinal, esta é uma arena para especialistas”, explica Karla Alcides, diretora da Universidade para a América Latina.

Karla também lembra que há profissionais do Brasil em postos-chave em organizações em todo o planeta, inclusive do agronegócio. Para chegar lá, eles tiveram de se preparar, trabalhar duro e adquirir uma grande bagagem de conhecimento. “Novas oportunidades globais para talentos brasileiros surgem naturalmente. Quer participar desse jogo e ganhar o mundo? É preciso estar preparado. O MBA Executivo da University of Pittsburgh tem exatamente esse propósito: preparar os líderes das próximas décadas”, reforça a executiva.

O MBA Executivo da University of Pittsburgh é direcionado a empreendedores e seus sucessores, executivos com longa experiência em corporações, profissionais com carreira ascendente e jovens talentos que almejam conquistar posições globais para liderar organizações em épocas de intensa mudança.

As inscrições estão abertas. A próxima turma começará em Maio de 2019. São 18 meses de intensos estudos, aulas presenciais, networking, fóruns globais e muito aprendizado. A conclusão será em Outubro de 2020.

As aulas são presenciais e ocorrem em uma semana por mês: de 4ª a domingo, período integral. Estas aulas são realizadas na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, parceria da Universidade de Pittsburgh nessa iniciativa, e são ministradas por especialistas de várias partes do mundo. O programa também inclui uma semana de estudos na China e duas semanas em Pittsburgh (Estados Unidos).

Karla Alcides sugere que os participantes do EMBA precisam separar uma hora e meia por dia para os estudos. “Esse é um passo decisivo nas carreiras dos profissionais, empreendedores e sucessores. Para assumi-lo, é preciso um compromisso total, porém os ganhos serão imensuráveis”, diz.

Para se habilitar ao MBA Executivo da University of Pittsburgh, é preciso ter experiência profissional mínima de cinco anos (são desejados 10 anos), experiência em administração de empresas e/ou comando de equipes e inglês fluente.

A University of Pittsburgh (8ª maior universidade pública dos Estados Unidos) oferece o MBA Executivo no Brasil há 20 anos, já tendo formado mais de 2.100 alunos de 93 diferentes países.

Fonte: Assessoria
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Empresas Sinsui

Agroceres PIC discute evolução da disseminação genética por meio da adoção de Genética Líquida em painel realizado no SINSUI

Nevton Brun, gerente de produção da Agroceres PIC, falou sobre o avanço desse tipo de tecnologia reprodutiva no Brasil e apontou as principais tendências tecnológicas para a disseminação genética via sêmen nos próximos anos.  

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Nevton Brun, gerente de produção da Agroceres PIC - Foto: Divulgação

O gerente de produção da Agroceres PIC, Nevton Brun, foi um dos debatedores do painel “A Evolução da Difusão Genética através da Genética Líquida no Mercado Brasileiro”, realizado ontem (21/05), em Porto Alegre (RS), durante o primeiro dia do XII Simpósio Internacional de Suinocultura (Sinsui). Promovido pela Minitube, o simpósio teve como objetivo traçar um panorama atualizado do avanço e das oportunidades desse tipo de tecnologia reprodutiva no Brasil.

De acordo com Brun, a atualização genética por meio da utilização de doses inseminantes, a chamada Genética Líquida, é uma tecnologia consolidada entre os grandes produtores mundiais de carne suína e também no Brasil. Segundo ele, a comercialização de sêmen representa cerca de 70% do share de machos na Europa e América do Norte. No Brasil esse percentual é de aproximadamente 30%, mas vem crescendo rapidamente.

“A suinocultura brasileira tende a crescer e ganhar qualidade. Com isso deve intensificar o movimento de migração de tecnologia nos próximos anos. O ganho de produtividade proporcionado pelo modelo de doses inseminantes deverá estimular a mudança de padrão tecnológico pelos produtores” afirma o gerente de produção da Agroceres PIC.

Isso acontece, argumenta Brun, devido às inúmeras vantagens que esse tipo de tecnologia reprodutiva oferece aos produtores. “A Genética Líquida permite acelerar e otimizar o uso de genes superiores nas unidades de produção, elevando o padrão genético dos plantéis e a eficiência produtiva do rebanho – recurso que, na prática, confere mais competitividade e rentabilidade para os suinocultores. Tudo isso com máxima biossegurança e total garantia de qualidade”, explica Brun.

 

Pioneirismo e maior estrutura

A Agroceres PIC foi responsável por introduzir o modelo de comercialização de doses inseminantes em larga escala no Brasil, em 2013, quando inaugurou sua primeira Unidade de Disseminação de Genes (UDG), em Fraiburgo/SC. Com o lançamento do conceito de Genética Líquida no mercado brasileiro, a empresa quebrou paradigmas ao instituir uma tecnologia reprodutiva, até então inédita e perfeitamente alinhada às demandas da suinocultura de alta performance por eficiência produtiva, biossegurança, qualidade e competitividade.

Hoje a Agroceres PIC detém a maior e mais avançada estrutura de Genética Líquida da América Latina. Um sistema total com capacidade de produção instalada de aproximadamente 3 milhões de doses inseminantes por ano, volume capaz de atender um plantel aproximado de meio milhão de matrizes tecnificadas em todo o Brasil. São 5 UDGs estrategicamente localizadas em Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais.

 

Debate oportuno

Para Brun, a iniciativa da Minitube ao promover o debate foi oportuna e ajuda a lançar luz sobre uma tecnologia estratégica, que auxilia no aumento da competitividade da suinocultura brasileira. “Ações como esta, que estimulam o diálogo, a exposição de ideias e o compartilhamento de informações em prol de uma suinocultura mais moderna e competitiva, são sempre positivas”, avalia. “Na Agroceres PIC buscamos, incansavelmente, novas alternativas que possam trazer maior eficiência e rentabilidade aos nossos clientes, mas, sobretudo, à suinocultura brasileira. Acreditamos que esta ação de realizar uma mesa redonda proporcionou um debate interessante, contribuindo para o avanço da atividade a qual estamos inseridos”, finaliza Brun.

 

Fonte: Assessoria
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Empresas Suinocultura

Resultado  do Prêmio Melhores da Suinocultura Agriness comprovam excelência genética da DB – DanBred

Consolidando o resultado, a DB Genética Suína, em parceria com a DanBred, levou também o Leitão Black, o prêmio que reconhece as granjas que registram novos recordes de produção de leitões em seus países

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Gerente da Granja Boa Esperança, José dos Reis Amaral, que conquistou o prêmio Leitão Black -Foto: Divulgação

Na última quarta-feira (22), aconteceu a cerimônia de premiação da 11ª Edição do Prêmio Melhores da Suinocultura Agriness. A DB Genética Suína conquistou os primeiros lugares em quatro das cinco categorias do prêmio, um resultado impressionante, que comprova a superioridade genética da sua matriz DB90, líder absoluta no mercado de fêmeas.

Principal premiação de produtividade do setor suinícola por sua extensão e alcance, o Melhores da Suinocultura Agriness estabelece um benchmarking setorial, com base nos índices de produção, permitindo a comparação entre mais de 1400 granjas participantes, de diferentes portes e sistemas de produção, distribuídas por todas as regiões do Brasil.

A partir das informações alimentadas mensalmente no software de gestão S2, a Agriness traça um ranking anual de produtividade das granjas que utilizam o sistema e premia as dez com o melhor resultado, considerando cinco categorias ou faixas de enquadramento: granjas com até 300 matrizes, entre 301 e 500 matrizes, 501 a 1000 matrizes, 1001 a 3000 matrizes e com mais de 3000 matrizes. O principal critério de classificação é o indicador de desmamados/fêmea/ano (DFA).

A DB Genética Suína, por meio de granjas parceiras, que utilizam em suas linhagens maternas genética 100% DB, conquistou o primeiro lugar na categoria de granjas com até 300 matrizes, o primeiro e segundo lugares na categoria de 301 a 500 matrizes, o primeiro e segundo lugares na categoria de 1001 a 3000 matrizes, e o terceiro lugar na categoria de granjas com mais de 3000 matrizes.

Consolidando o resultado, a DB Genética Suína, em parceria com a DanBred, levou ainda o Leitão Black, o prêmio que reconhece as granjas que registram novos recordes de produção de leitões em seus países. O excelente resultado de 36,31 desmamados/fêmea/ano é da granja Boa Esperança, de propriedade de Agostinho Mansano, localizada no município mineiro de Presidente Olegário, parceira da DB Genética Suína há quase dez anos.

Os resultados do Prêmio Melhores da Suinocultura Agriness 2019 evidenciam que a genética DB é imbatível a campo e traz os melhores resultados para o produtor.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Biomin patrocina instalação de Laboratório Christian Doppler de Inovação para Saúde Intestinal de Animais de Produção

O laboratório conta com módulo principal no campus da Universidade de Medicina Veterinária de Viena e módulo externo na Universidade de Pesquisas Naturais e Ciências da Vida, também na capital austríaca.

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A Biomin, indústria global de nutrição animal com presença em mais de 150 países, incluindo o Brasil, e o Ministério dos Negócios Econômicos e Digitais da Áustria juntaram-se para patrocinar a instalação de moderna unidade do Laboratório Christian Doppler de Inovação para Saúde Intestinal dos Animais. O laboratório conta com módulo principal no campus da Universidade de Medicina Veterinária de Viena e módulo externo na Universidade de Pesquisas Naturais e Ciências da Vida, também na capital austríaca.

“Procuramos levar o conhecimento da saúde intestinal para o próximo nível e infundir essas descobertas em soluções inovadoras que agreguem valor aos nossos clientes, apoiando animais saudáveis”, observa o dr. Gerd Schatzmayr, diretor do Centro de Pesquisas da Biomin.

O Laboratório Christian Doppler de Inovação para Saúde Intestinal dos Animais de Produção foca o seu trabalho na ciência nutricional avançada, em modelos intestinais integrativos e em tecnologia de ponta, com o objetivo de evoluir o conhecimento e descobrir soluções para o avanço sustentável da saúde intestinal e sistêmica em suínos e bovinos.

“Para isso, trabalhamos a pesquisa em múltiplos estágios e com base em diferentes modelos intestinais complementares in vitro, ex vivo e in vivo, para fechar lacunas de conhecimento no campo da saúde intestinal”, explica o professor Qendrim Zebeli, chefe do Laboratório e do Instituto de Nutrição Animal da Universidade de Medicina Veterinária de Viena.

A dra. Eva Maria Binder, diretora de Pesquisas e diretora executiva do Conselho do Erber Group, ressalta que “por meio de parcerias globais com organizações inovadoras, como a Christian Doppler, o grupo está bem posicionado para conduzir pesquisas puras e aplicadas para aumentar a segurança alimentar e tornar a produção animal uma atividade mais sustentável”.

“Produção animal mais saudável e menor uso de antibióticos por meio da inovação no campo das ciências da vida. Esta é a finalidade da cooperação de empresas e da ciência, com benefícios para todos os envolvidos”, destaca Margarete Schramböck, ministra dos Negócios Econômicos e Digitais da Áustria.

Fonte: Ass. de Imprensa
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