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Universidade Corporativa da MSD Saúde Animal disponibiliza novos conteúdos gratuitos para estudantes de diversas áreas e profissionais de saúde animal

Iniciativa traz conteúdos vivos de soft e hard skills personalizados a fim de democratizar o conhecimento e contribuir com a jornada de desenvolvimento

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Há mais de uma década a MSD Saúde Animal tem inovado nos formatos dos conteúdos disponibilizados pela sua Universidade Corporativa, a UMSD. Recentemente, a empresa reformulou sua universidade e desde então tem lançado periodicamente novas trilhas de desenvolvimento que trabalham hard e soft skills, não só para o time interno como também para o mercado e clientes. Com isso, a companhia espera contribuir para a democratização de conhecimento, impulsionando profissionais de diversas áreas a buscarem desenvolvimento constante.

Este mês a companhia está lançando mais dois ambientes com conteúdos gratuitos dentro da sua plataforma de ensino a distância: um exclusivo para estudantes de todas as áreas, dentro do programa Profissionais do Amanhã, e outro exclusivo para profissionais do mercado de saúde animal de todos os níveis.

O Profissionais do Amanhã concede aos estudantes de todas as áreas, não só de medicina veterinária, conteúdos com foco nas competências humanas, ou seja, as soft skills, tão necessários para qualquer profissional e ainda pouco trabalhado nas universidades tradicionais. São conteúdos como gerenciamento do tempo, trabalho remoto, competências do futuro e propósito, que contam com participações de profissionais da MSD e de professores como Mário Sérgio Cortella e Clóvis de Barros Filho.

Já no ambiente voltado para profissionais, a UMSD abre novos conteúdos para os médicos-veterinários e outros profissionais que atuem com saúde animal, de todos os níveis, desde estagiários, clínicos a profissionais que atuam em corporações, voltado a conteúdos técnicos sobre saúde animal e inteligência de dados em saúde animal, ou seja, hard skills, além das competências humanas, as soft skills, para que os interessados possam ter um desenvolvimento completo em sua área de atuação. Os materiais estão organizados em áreas como Animais de Companhia, Avicultura, Suinocultura, Pecuária e Inteligência de Dados em Saúde Animal.

“Temos muito orgulho de oferecer conteúdo atual e personalizado para estudantes e profissionais para que desenvolvam competências técnicas e humanas dentro de um ambiente diverso como é a Universidade Corporativa da MSD Saúde Animal. Todo conhecimento será importante para a carreira deles, além de terem a oportunidade de interagir com uma empresa que foi eleita a melhor empresa para se trabalhar por oito anos consecutivos. Esses, com certeza, são também grandes diferenciais da Universidade MSD”, ressalta Sebastião Faria Jr., gerente de Educação Corporativa do time de Conectividade e Desenvolvimento da MSD Saúde Animal.

 

Jornada de Desenvolvimento

Além de contribuir com o aprimoramento de profissionais e ingressantes do mercado, a MSD Saúde Animal aposta no desenvolvimento do seu time na busca pela excelência por meio de iniciativas que fomentam a educação continuada, ou seja, abrangem desde o jovem aprendiz, passando pelo estagiário até aqueles que ocupam posições de liderança. Para tanto, todos os programas de aprendizagem estão estruturados na Jornada de Desenvolvimento criada pela companhia, baseada em 4 etapas na evolução dos talentos: prospecção, incubação, educação continuada e lapidação.

Para cada etapa dessa jornada de desenvolvimento, há iniciativas voltadas a capacitação profissional — considerando o momento da carreira de cada um. Entre as ações estão o Programa de Residência Corporativa, voltado ao desenvolvimento de jovens recém-formados que tenham interesse em atuar em uma multinacional, e o MBA Executivo em Liderança e Desenvolvimento do Potencial Humano, que nesse ano promoveu pela primeira vez a abertura de vagas para o mercado – incluindo a oferta de 20 bolsas integrais para afrodescendentes.

“A inovação e o desenvolvimento só acontecem por meio do conhecimento, e assegurar a sustentabilidade do negócio e da cultura da organização exige ações coordenadas para o aprimoramento de profissionais em todos os níveis. Resultado se faz com gente. É preciso preparar as pessoas, por meio de iniciativas que trazem uma jornada contínua de aprendizagem, para as oportunidades do presente e do futuro”, diz Sebastião.

Para participar da Universidade MSD Saúde Animal é necessário se cadastrar no link de acordo com a sua jornada profissional. Para estudantes, o Profissionais do Amanhã pode ser conferido por meio do link , e para profissionais, por meio do link

Fonte: Assessoria
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Silagem de sorgo: dicas e orientações

O cuidado com o processamento e o manejo de ensilagem deve ser o mesmo de qualquer outra silagem

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Fotos: Assessoria

A silagem de sorgo é um volumoso de bom valor nutritivo assim como a silagem de milho, comumente utilizada em muitos sistemas de produção. Pode ser uma excelente alternativa devido sua alta produção, com menor custo e bom valor energético. Embora tenha a digestibilidade (o quanto o animal aproveita de nutrientes) menor que a do milho e um teor de fibra maior, pode sustentar facilmente o desempenho dos animais. No entanto, com os híbridos atuais a sua exigência e cuidados são semelhantes ao milho.

O cuidado com o processamento e o manejo de ensilagem deve ser o mesmo de qualquer outra silagem. Sabemos o quanto é importante obedecer a correta compactação, ponto de colheita e vedação. Além disso, quando inoculada, a silagem de sorgo pode se apresentar com menos perdas de fermentação e maior digestibilidade quando comparada aquela não inoculada. Para o ponto de colheita, a regra é fazer a determinação do teor de matéria seca, assim como fazemos para outros cultivares. Podemos utilizar o forno micro ondas ou uma air fryer por exemplo. Para melhor aproveitamento do grão de sorgo, usualmente ensilamos o material entre 30 e 35% para permitir boa compactação, menor risco de perdas ou chorume excessivo e melhor quantidade de amido do grão. Quando deixamos passar muito de 35% o grão fica muito resistente, dificultando a quebra pela ensiladeira e consequentemente perde sua eficiência na digestão do animal.

O tamanho de partícula vai variar de acordo com o tipo de ensiladeira e amolação das facas mas normalmente fica entre os 0,5 e 1,5 cm. Ressaltamos aqui a importância de realizar o teste de separação de partículas com a peneira Penn State, para também determinar a correta estratificação do material picado. Partículas muito pequenas não favorecem boa ruminação enquanto partículas muito grandes podem proporcionar maior índice de seleção no cocho. Mais tempo selecionando significa menos tempo se alimentando de fato, resultando em menor produção.

Por fim, além do cuidado com o processamento em si, temos alternativas que nos auxiliam à obtenção de um melhor material. A utilização de inoculantes microbianos aliada à correta vedação com barreiras de oxigênio contribuem para maior produção desejável de ácido lático, menos perdas de matéria seca e menor produção de fungos ou leveduras. A Ourofino Saúde Animal conta com o Silosolve MC, que pode perfeitamente ser utilizado na silagem de sorgo. O Silosolve MC é o único com patente no mercado para o controle direto de clostrídios, muito comuns em materiais mais úmidos. E, para vedar corretamente o material, conte com SilageSeal, barreira de oxigênio que vai reduzir drasticamente a entrada de ar no silo, aumentando a qualidade de fermentação e diminuindo as perdas.

Fonte: Assessoria
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Cobb Academy é lançada com curso em avicultura

Com o objetivo de formar gerações futuras da avicultura o “Programa Cobb-Vantress de Gestão Avícola de Alta Performance” tem grade curricular de MBA e é ministrado gratuitamente por profissionais de renome da avicultura mundial e atuação no Brasil, nos Estados Unidos e regiões da Ásia e Oriente Médio

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médico veterinário gerente Regional da Cobb-Vantress no Paraná e coordenador do curso, Lucas Schneider- Foto: Divulgação

O “Programa Cobb-Vantress de Gestão Avícola de Alta Performance” marca o lançamento da Cobb Academy com um dos mais completos cursos em avicultura no país em mais uma iniciativa inovadora. Lançado pela companhia, ele tem duração de 160 horas, ministradas em 14 meses por professores de renome internacional, todos eles profissionais de destaque em suas áreas e com atuação no Brasil, nos Estados Unidos e também em regiões como Ásia e Oriente Médio.

O objetivo é o aprimoramento técnico de profissionais e processos da avicultura, pensando na formação de gerações futuras, explicou o médico veterinário gerente Regional da Cobb-Vantress no Paraná e coordenador do curso, Lucas Schneider. “O foco está no desenvolvimento de pessoas e estreitar ainda mais o relacionamento da casa genética com a agroindústria, agregando valor à cadeia produtiva e com a responsabilidade de multiplicar conhecimento”, disse o especialista.

De acordo com ele, este curso quer colaborar com melhor eficiência produtiva e redução de custos através de melhora em processos e gestão. “É melhorar o pay-back para o avicultor”, definiu o coordenador ressaltando que o curso virtual ocorre na plataforma de e-learning Cobb Academy, que também deve receber outros treinamentos, com módulos volantes ou cursos específicos. Entretanto, para este curso de lançamento, ele explica que as aulas são ministradas a cada 15 dias, às sextas-feiras, das 13h às 18h.

“E temos provas, controle de presença, projeto de conclusão de curso, certificação e até formatura”, explica Schneider lembrando que são 30 estudantes. “É um grupo indicado pela agroindústria. São aqueles profissionais que estarão na gestão destas empresas”, definiu ele salientando que os participantes têm grande experiência no setor e, por isso, foram convidados 64 professores de vários países. “Tivemos um módulo inicial de mercado, depois tivemos módulos de genética, biosseguridade e sanidade. E temos avaliação ao final de cada módulo, por isso o tempo de duração de cada um deles pode variar de acordo com o tema específico”.

 

Cobb Academy

Schneider reforça que a Cobb Academy coloca a empresa em um novo patamar. “Na Cobb, sempre nos sentimos na obrigação de multiplicar o conhecimento. E esta plataforma nos coloca em um outro nível, seja pela facilidade de difundir a informação, seja pela profundidade em que estamos formando os profissionais do futuro. Esta iniciativa nos consolida como uma empresa parceira, amiga do setor e que contribui com o segmento como um todo. Sempre investimos na capacitação profissional, mas agora estamos fazendo de uma maneira diferente”, salienta o médico veterinário.

Ele destaca ainda que este curso é mais uma iniciativa e acontece simultaneamente a outras ferramentas já conhecidas, como os webinários, as Escolas Virtuais e os treinamentos em empresas clientes. “Todos estes cursos continuam. A diferença deste novo programa é que ele traz aulas com profissionais de todos os elos da cadeia produtiva. Não são apenas profissionais da Cobb, então soma muita experiência. E a gente consegue trazer muita informação para a sala de aula porque tivemos o cuidado de selecionar professores que estão no dia a dia da avicultura. Seja em universidade ou na agroindústria. Temos abordagem teórica, mas também estamos muito focados na prática do dia a dia do profissional”.

Fonte: Assessoria
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Alimentos alternativos são chave para reduzir custos de nutrição na suinocultura

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Divulgação Auster

O custo de produção da suinocultura torna-se cada vez mais elevado, fazendo com que a manutenção da atividade tenha muitos desafios. Segundo a Embrapa Aves e Suínos, em outubro de 2021 a nutrição representou 80,83% do total do custo de produção, fato esse que é acompanhado pela oscilação de preços das principais matérias-primas da ração: milho e farelo de soja.

Dessa forma, o uso de alimentos alternativos na nutrição de suínos torna-se de extrema relevância, com o objetivo de redução dos custos de produção e aumento na rentabilidade econômica. Ao escolher um alimento alternativo, alguns fatores devem ser considerados. Entre eles, a composição nutricional e a presença de fatores anti nutricionais, disponibilidade devido à sazonalidade, digestibilidade e nível de inclusão ideal, condições fabris de manipulação e viabilidade econômica, entre outros.

No que diz respeito ao percentual de participação nos custos de ração, no passado a proteína representava o maior percentual na dieta de suínos. Logo, o uso de produtos de origem animal, como farinhas de carne e ossos, peixes, penas, vísceras e sangue, além dos subprodutos do processamento de vegetais, como farelos de soja, glúten, algodão, girassol e canola, leveduras de destilarias e polpa cítrica, entre outros, se tornaram ingredientes-alvo de pesquisas para a substituição do farelo de soja. Entretanto, atualmente a energia se tornou um ingrediente tão caro quanto a proteína. Dessa forma, alimentos como sorgo, milheto, mandioca, triticale e farinha de arroz aumentaram ainda mais a participação na nutrição de suínos. Além desses itens, outros resíduos da indústria alimentícia humana, como pão, macarrão e bolacha, entre outros, também passam a ser opções nas formulações das dietas.

Além do uso de alimentos alternativos, outras ferramentas podem auxiliar na busca de nutrição animal com precisão e redução de custos, como o uso de enzimas exógenas. As enzimas promovem a melhoria da digestibilidade dos ingredientes e auxiliam na redução da variação de qualidade dos ingredientes. Uma das opções são as fitases, que atuam impedindo que o fósforo vegetal, presente em alimentos como farelo de soja, seja eliminado nas fazes sem o aproveitamento do organismo.

Realizar formulações precisas, aproveitando a melhor relação econômica de alimentos e subprodutos conforme as variações de preços do mercado, atender às exigências nutricionais dos suínos e fornecer alternativas para redução de custos são estratégias que a Auster promove junto aos seus clientes. Dessa forma, com o controle dos custos de produção e busca contínua de melhoria dos resultados zootécnicos, é possível realizar não apenas a manutenção, mas também o crescimento da suinocultura brasileira.

Por Ana Paula Backes, médica-veterinária da Auster Nutrição Animal

Fonte: Ass. de Imprensa Auster
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