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Unipac inova com tecnologia de plasma em embalagens plásticas

Empresa torna-se pioneira no Brasil ao aplicar a tecnologia de plasma nas embalagens de defensivos agrícolas, uma inovação que contribuirá para reduzir os impactos ambientais nos processos produtivos

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A Unipac, empresa do Grupo Jacto e considerada uma das indústrias de transformação de polímeros mais tecnificadas e completas do país, inicia as operações de uma nova tecnologia instalada em sua unidade fabril localizada em Limeira (SP). Trata-se do uso do tratamento a plasma, também conhecido como “o quarto estado da matéria”, em que gases e vapores são excitados eletronicamente e se tornam altamente reativos, processo que forma uma camada de barreira na parte interna das embalagens plásticas, com o objetivo de evitar a migração de solventes e a perda de ingredientes ativos. Esta inovação, inicialmente, atenderá o mercado de defensivos agrícolas.

O processo de deposição química via plasma poderá ser utilizado nas embalagens de alta performance de 5 a 20 litros, desenvolvidas e produzidas pela Unipac, garantindo a segurança e a integridade dos defensivos agrícolas desde o envase até a sua utilização no campo. O uso para este tipo de aplicação é algo inédito no Brasil e favorece o caráter sustentável, se comparado a outras tecnologias de barreira convencionais, indo ao encontro dos valores defendidos pela empresa.

Além dos benefícios técnicos, essa nova tecnologia é uma alternativa ambientalmente amigável, uma vez que utiliza gases em quantidades extremamente reduzidas, que são consumidos em quase sua totalidade durante o seu tratamento, sem emissão de resíduos sólidos e com baixo potencial de aquecimento global. É um processo estável, com baixas pressões de operação e livre de solventes. Por ser um processo que cria uma camada nanométrica na embalagem monocamada, o produto final é reciclável.

Segundo André Silvestre, gerente de Vendas do Segmento Embalagem da Unipac, a empresa detém o domínio da tecnologia de plasma e não dependerá de terceiros para realizar o processo, o que gera redução de custos, agilidade na fabricação, controle de qualidade, vantagens logísticas e de abastecimento, garantido maior segurança para os clientes e contribuindo para reduzir a emissão de poluentes. “Com este investimento, além de ampliar a capacidade de oferta de tecnologia de barreira, desenvolveremos soluções que agregam valor do ponto de vista financeiro, técnico e ambiental”, comenta.

Qualidade certificada

O projeto de introdução da tecnologia de plasma iniciou-se em 2017 e a Unipac realizou um detalhado processo de pesquisa para mapear oportunidades, avaliar a aplicação nas embalagens para defensivos agrícolas e assegurar a segurança durante todo o processo. Foram feitos investimentos em equipamentos, adequações no parque fabril, no laboratório de controle da qualidade, contratação de profissionais, formação de equipes e parcerias estratégicas para garantir competitividade, flexibilidade de produção e de atendimento, e eliminar limitações técnicas.

As embalagens que receberão proteção por plasma seguirão rigorosos critérios de qualidade e proteção definidos pela própria Unipac, com base em protocolos baseados em normas internacionais de avaliação de compatibilidade com produtos químicos e em requisitos regulatórios vigentes, a exemplo de outras embalagens com barreira para a mesma finalidade.

A tecnologia está homologada e atenderá as regulamentações para acondicionamento e transporte de produtos perigosos. Reconhecida e aplicada internacionalmente, atende às estratégias de empresas sintonizadas com os critérios de sustentabilidade e competitividade. As embalagens de defensivos agrícolas com barreira a plasma deverão ganhar o mercado nos primeiros meses de 2021, pois a empresa já estabeleceu parceria com um importante player desse segmento. Os benefícios da tecnologia permitirão à empresa ampliar os mercados atendidos, no Brasil e no exterior.

“Como líderes deste mercado, temos de prover as melhores soluções para nossos parceiros estratégicos, oferecendo uma proposta de valor cada vez mais completa. Esse projeto traz para o Brasil uma das tecnologias mais competitivas da atualidade, proporcionando vantagens aos clientes e mantendo o nosso compromisso com a inovação e responsabilidade socioambiental”, observa Silvestre.

Portfólio variado

Com a nova tecnologia, as embalagens da Unipac passarão a contar com as tecnologias monocamada – manufaturadas somente com um tipo de material –, e de barreira – própria para uso nas classes de produtos à base de solvente químico incompatíveis com a monocamada –, disponível nas versões Coex (revestimento interno com EVOH -Álcool etileno vinílico – ou Nylon), Fluoretação (barreira por meio de tratamento químico à base de flúor), Nanocompósitos (utilização de nanopartículas como barreira), e agora Plasma.

O portfólio completo de produtos inclui desde frascos de 250 ml até embalagens de 20 litros, além de tampas auto lacráveis, para maior segurança do produto durante o fluxo logístico. A empresa tem capacidade para projetar conjuntos completos – embalagem e tampa – dentro nas normas vigentes no Brasil e no mundo.

Fonte: Ass. de Imprensa

Empresas

África do Sul recebe 1º lote de vacinas da Biogénesis Bagó para ajudar a conter emergência sanitária pelo surto de febre aftosa

Primeiro carregamento, composto por um milhão de vacinas de alta potência contra as cepas SAT 1 e SAT 2, chegou ao aeroporto de Joanesburgo no último sábado, 21 de fevereiro; empresa argentina confirmou que fará novos carregamentos nos próximos meses.

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Primeiro lote de um milhão de doses de vacina foi entregue pela Boigénesis Bagó ao Ministério da Agricultura da África do Sul - Foto: Divulgação/Biogénesis Bagó

A Biogénesis Bagó entregou o primeiro lote de um milhão de doses de vacina ao Ministério da Agricultura da África do Sul para ajudar a conter a emergência local causada pelo surto de febre aftosa. Esta entrega faz parte de um acordo que inclui novas exportações nos próximos meses a partir da fábrica da empresa em Garín, província de Buenos Aires, na Argentina.

“Na Biogénesis Bagó, temos uma longa trajetória internacional de resposta a emergências sanitárias de febre aftosa, tanto em países da América Latina quanto na Ásia e no Oriente Médio. Estamos comprometidos em apoiar as autoridades sul-africanas e os produtores locais na recuperação do status de país livre da febre aftosa”, afirma o Diretor de Operações e Inovação da Biogénesis Bagó, Rodolfo Bellinzoni.

A África do Sul, com um rebanho bovino de 14 milhões de cabeças, enfrenta uma emergência sanitária que está causando perdas significativas para os produtores, com forte impacto na economia local e nas exportações. Com o objetivo de recuperar o status de país livre da febre aftosa, este primeiro carregamento faz parte do plano nacional sul-africano para conter e erradicar a doença em dez anos. Dessa forma, a Biogénesis Bagó consolida sua liderança no combate às emergências sanitárias da febre aftosa em todo o mundo. Atualmente, é a maior produtora de vacinas contra os sete sorotipos circulantes globalmente e a única empresa capaz de fornecer tanto o produto acabado quanto reservas de antígenos para formulação e uso em emergências.

A empresa argentina de biotecnologia desempenhou um papel fundamental no enfrentamento das emergências sanitárias causadas pelos surtos de febre aftosa em Taiwan (1997), Argentina (2001), Uruguai (2002), Coreia do Sul (2016), Indonésia (2022) e outros países da Ásia e do Oriente Médio. “Por trás desse primeiro lote, estão 70 anos de experiência, inovação e desenvolvimento que permitem à empresa contribuir para a proteção da saúde de mais de 1,1 bilhão de animais em 30 países em 4 continentes. Isso a torna uma parceira essencial nas estratégias de controle e erradicação da febre aftosa, e a empresa continuará trabalhando, investindo e inovando para manter o status da saúde animal global”, reforça Rodolfo Bellinzoni.

Banco de antígenos no Brasil

No final de 2025, a Biogénesis Bagó se tornou a detentora do banco de antígenos e vacinas contra febre aftosa para o Brasil, um estoque estratégico de insumos para a formulação rápida de vacinas em eventuais casos de surto localizado da doença no país, fruto de um acordo de cooperação tecnológica com o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e com o governo federal brasileiro.

“A atuação da Biogénesis Bagó na África do Sul tem uma relevância estratégica para o Brasil. Vivemos um momento histórico, em que o país avança na consolidação do status sanitário sem vacinação contra a febre aftosa, o que exige vigilância permanente, capacidade de resposta rápida e integração com as iniciativas globais de controle da doença. Ao contribuir para conter um surto em um país com forte inserção no comércio internacional de proteína animal, ajudamos a reduzir riscos sanitários globais e a proteger mercados que também são estratégicos para o Brasil. A febre aftosa não respeita fronteiras — por isso, cada foco controlado no mundo representa mais segurança para todos os países produtores e exportadores”, destaca o Country Manager da Biogénesis Bagó, Marcelo Bulman.

“Além disso, a experiência acumulada pela Biogénesis Bagó em emergências internacionais fortalece a nossa própria estrutura regional, inclusive no Brasil, onde mantemos o banco estratégico de antígenos e vacinas. Isso amplia a capacidade de reação diante de qualquer eventualidade e reforça a confiança dos produtores e das autoridades brasileiras de que contamos com parceiros preparados, tecnologia de ponta e logística ágil para preservar o patrimônio sanitário nacional”, complementa o executivo.

Fonte: Assessoria Biogénesis Bagó
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MOVING FLOOR traz ao Brasil tecnologia inovadora de baias autolimpante, sem uso de água e sem antibióticos para suínos

Para marcar este feito, a MOVING FLOOR realizará a Mesa Redonda da Liderança da Suinocultura Brasileira em 9 de março de 2026, na PUC – Paraná, reunindo os líderes mais influentes da cadeia suinícola nacional.

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Fotos: MOVING FLOOR

A MOVING FLOOR, empresa sueca reconhecida mundialmente por seus sistemas patenteados de pisos autolimpantes para suinocultura, anuncia sua entrada oficial no mercado brasileiro. A tecnologia, que elimina a necessidade de água na limpeza e reduz significativamente o uso de antibióticos, representa um grande avanço em bem-estar animal, sustentabilidade e biossegurança para a indústria suinícola.

Para marcar este feito, a MOVING FLOOR realizará a Mesa Redonda da Liderança da Suinocultura Brasileira em 9 de março de 2026, na PUC – Paraná, reunindo os líderes mais influentes da cadeia suinícola nacional.

O evento contará com a participação de presidentes e diretores das principais cooperativas do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso, executivos de grandes empresas, líderes de opinião da Embrapa Suínos e Aves, UFV, Iowa State University e de associações do setor e mídias especializada.

Um Novo Padrão Tecnológico para a Produção de Suínos

O sistema da MOVING FLOOR automatiza a limpeza das baias de suínos por meio de um piso mecânico patenteado que remove os dejetos continuamente, sem o uso de água, reduzindo as emissões de amônia, melhorando a higiene e criando um ambiente mais saudável para os animais e trabalhadores.

“O Brasil é um dos maiores produtores de carne suína do mundo, e acreditamos que esta tecnologia pode contribuir significativamente para as metas de sustentabilidade do setor”, disse Antonio Lot, representante da MOVING FLOOR.

Uma Parceria Estratégica com a PUC – Paraná

O primeiro showroom brasileiro foi instalado na PUC – PR, onde produtores, pesquisadores e líderes da indústria poderão ver o sistema em operação e avaliar seu potencial de adoção em granjas comerciais.

Fonte: Assessoria MOVING FLOOR
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Vaxxinova marca presença na Abraves PR e reforça compromisso com a evolução da suinocultura

Participação no evento destaca proximidade com o setor, troca técnica e soluções recentes voltadas à sanidade dos plantéis

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Equipe Vaxxinova Suinocultura / Foto: Divulgação

A Vaxxinova participa, nos dias 11 e 12 de março, da Abraves PR, um dos principais encontros técnicos da suinocultura paranaense. A presença da equipe de suínos no evento reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento do setor, por meio do diálogo técnico, da proximidade com os profissionais da cadeia produtiva e do acompanhamento das principais discussões relacionadas à sanidade da atividade.

“A Abraves PR é um ambiente estratégico para troca de conhecimento e atualização técnica. Estar presente nos permite acompanhar de perto as demandas do setor e fortalecer nossa atuação como parceiros da suinocultura brasileira”, afirma Rogério Petri, gerente da área de Suínos da Vaxxinova Brasil.

Durante o evento, a equipe da Vaxxinova estará em contato direto com médicos veterinários, produtores, consultores e demais profissionais, acompanhando a programação técnica relacionadas à sanidade, manejo e produtividade dos plantéis.

“Nosso foco é entender profundamente os desafios enfrentados no campo e oferecer soluções cada vez mais alinhadas à realidade da produção. A participação em eventos regionais como a Abraves PR é fundamental para essa construção conjunta com o setor”, destaca Mayara Tamanini, coordenadora técnica e de marketing da Vaxxinova.

A presença da empresa na Abraves PR ocorre em um momento importante da sua trajetória na suinocultura, marcado por lançamentos recentes e pela ampliação do portfólio de soluções voltadas à saúde animal. Entre os avanços, destacam-se investimentos em inovação, fortalecimento do suporte técnico e a ampliação da capacidade produtiva de vacinas autógenas, iniciativas que reforçam a proposta de oferecer respostas mais rápidas, precisas e personalizadas aos desafios sanitários dos sistemas produtivos.

“Acreditamos que a evolução da suinocultura passa por informação qualificada, diagnóstico preciso e decisões estratégicas baseadas em ciência. Nossa atuação tem sido direcionada exatamente para apoiar o produtor nesse processo”, complementa Rogério Petri.

A Abraves PR reúne profissionais, pesquisadores, estudantes e lideranças do setor, consolidando-se como um espaço relevante para atualização técnica, networking e discussão de tendências que impactam o futuro da suinocultura no Paraná e no Brasil.

Fonte: Assessoria
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