Bovinos / Grãos / Máquinas
Uniformidade é a chave para o sucesso do rebanho leiteiro
Aumentar a IMS especialmente em vacas de alta produção é de extrema importância principalmente nas primeiras semanas após o parto para que estas produzam mais leite durante toda a lactação
Artigo escrito por Leandro Cecato de Oliveira, médico veterinário, especialista em Produção de Ruminantes e gerente Técnico de Ruminantes da Tectron
Antes de discutirmos como melhorar a ingestão de matéria seca (IMS) em gado leiteiro devemos perguntar: "Por que isso é importante?". A produção de leite e seus componentes pagam as contas em uma fazenda leiteira. Portanto, aumentar a IMS especialmente em vacas de alta produção é de extrema importância principalmente nas primeiras semanas após o parto para que estas produzam mais leite durante toda a lactação.
A regulação fisiológica da ingestão de alimentos é realizada por duas áreas do hipotálamo, onde se localizam os centros da fome e da saciedade. Quando o animal demonstra apetite, por exemplo, o centro da fome é ativado e o centro da saciedade é inibido. Por outro lado, à medida que o animal se alimenta, o centro da saciedade vai inibindo o centro da fome. As informações que chegam ao hipotálamo chegam de diferentes formas ou sinais. Os principais são os sinais quimiostáticos e os de distensão ou repleção do trato digestivo.
As vacas leiteiras atingem a IMS máxima entre 10 a 13 semanas após o parto. Neste momento ela deverá consumir aproximadamente 4% do peso corporal. Em grande parte deste período ela estará em balanço energético negativo (BEN). Maximizar a IMS durante início da lactação pode mitigar a extensão do BEN, permitindo aumentar a produção, melhorar a reprodução e a saúde dos animais. As vacas de maior produção são muitas vezes as mais suscetíveis a doenças metabólicas e fisiológicas durante esse período. Um período de tempo adequado para os animais se alimentarem é fundamental para maximizar a IMS.
Um estudo feito por Bach e colaboradores (2008) apontou que fatores não relacionados à dieta foram responsáveis por 56% da variação na produção de leite entre 47 rebanhos que foram alimentados com a mesma TMR. A disponibilidade de dieta foi um dos principais fatores nas diferenças entre essas fazendas. As baias por vaca foram mencionadas como outro fator importante.
Horário de alimentação consistente
As vacas são animais que gostam de rotina, especialmente no que se refere ao seu alimento diário. Mudanças nos horários de alimentação, principalmente atrasos, normalmente refletem negativamente no volume de leite do tanque. Quando os horários de alimentação não são consistentes, a quantidade de sobras e IMS irão variar.
Distribuição da TMR ao longo do cocho
Uma maneira de garantir uma melhor IMS é com uma TMR mais consistente. Diminuir as variações que ocorrem no fornecimento da dieta proporciona um alimento mais uniforme para as vacas, sem mudanças no conteúdo de nutrientes. Monitorar frequentemente a qualidade da mistura do vagão e consequente distribuição no cocho são medidas que asseguram uma TMR mais consistente.
O uso do separador de partículas da Penn State (PSPS) é uma boa ferramenta para monitorar tanto a variação dentro do lote quanto entre os lotes, referente ao tamanho de partículas das TMRs, permitindo uma avaliação imediata na fazenda.
Sobras de alimentos pesados versus estimados
Vemos uma gama de práticas de gerenciamento para determinar as quantidades de sobras de alimentos retirados e, por fim, os níveis de IMS. Algumas fazendas não retiram as sobras da dieta do dia anterior, mas sim despejam o alimento fresco sobre o antigo, enquanto outras fazendas pesam ou estimam “no olho” as sobras retiradas de cada lote e ajustam a quantidade de alimento ofertado para a próxima carga. A maioria das fazendas está em algum ponto entre estes dois extremos.
Pesar as sobras em vez de estimá-las nos dará um resultado mais consistente tanto para medir a IMS como para ajustar a próxima carga do vagão. Como consequência, os cálculos de consumo de matéria seca são mais precisos, o que ajuda com outros indicadores de desempenho da fazenda, como a receita sobre os custos de alimentação e a eficiência alimentar. O objetivo não é deixar as vacas sem alimento, mas gerenciar os níveis de sobras retirados para maximizar a eficiência geral da utilização da TMR. Monitorar com frequência a matéria seca da silagem e dos alimentos úmidos contribuirá para a acurácia nos ajustes das cargas.
As sobras têm a mesma aparência e cheiro da dieta ofertada?
Vacas leiteiras são muito boas na separação de partículas de forragem longas. Consideramos que houve seleção de cocho se ao avaliar as sobras com a PSPS os níveis diminuem em 10 unidades no compartimento inferior e aumentam em 10 unidades na peneira superior em relação à dieta ofertada. Cortar a silagem de milho mais longa durante a ensilagem ou adicionar líquidos à TMR pode ajudar a reduzir a seleção. Se as sobras apresentam temperatura elevada e odor mais forte, pode ser um indicativo que o alimento está fermentando no cocho, refletindo um mau gerenciamento de sobras.
Estresse Térmico
A reação fisiológica mais imediata ao estresse térmico é a redução no consumo de alimentos. É uma estratégia do organismo para diminuir o metabolismo basal e manter a temperatura corporal constante. A redução no consumo de alimentos é tanto maior quanto mais intenso for o estresse. Consequentemente à diminuição na ingestão de alimentos, ocorre redução na produção e nos constituintes do leite.
Alguns pesquisadores relatam que o maior volume de leite produzido por uma vaca acontece quando esta está deitada descansando. O estresse por calor também afeta o tempo de descanso de vacas leiteiras. Nas horas mais quentes do dia, elas preferem ficar em pé ao invés de se deitarem, reduzindo a frequência de alimentação durante as horas mais quentes e aumentando a frequência nas primeiras horas da manhã quando a temperatura é menor.
Diminuição do consumo relacionado ao estresse
Ao longo da vida, o animal leiteiro é submetido a múltiplas condições de estresse. Estresse agudo em períodos de transição: desmame, manejos, transporte, enfermidades, etc. E estresse crônico relacionado com o ambiente: hierarquização, competição, manejo diário, densidade, alta produção, calor, ruído, etc.
De modo geral, os estímulos ambientais percebidos como estressores envolvem o feixe corticotrófico, o sistema nervoso simpático e a liberação de citocinas pró-inflamatórias. Os mecanismos de sobrevivência preparam o corpo para fugir e lutar, implicando negativamente no consumo e produtividade.
As mudanças metabólicas durante o estresse são dependentes da relação entre sistema endócrino, sistema imune e estado nutricional dos animais. O estresse afeta a disponibilidade de nutrientes por regular diretamente o trato gastrointestinal, apetite, atividade e o sistema endócrino. A disponibilidade de nutrientes e o sistema endócrino regulam o sistema imune. A interação entre o sistema endócrino e o sistema imune regula a repartição de nutrientes de acordo com as necessidades da resposta ao estresse.
Outros fatores que interferem no consumo de matéria seca
O estágio da lactação influencia a IMS. Os lotes de alta produção, recém-paridas e pré-parto, podem ter muito movimento de entrada e saída de vacas, o que pode levar a muitos enfrentamentos por dominância (animais “novatos” no lote normalmente serão submissos e ficarão por último para comer).
Quantidade de camas e espaço de cocho por vaca são fatores que aliados com a dominância social podem interferir com grande peso no consumo. Quando as vacas têm pouco espaço de cocho e poucas camas para deitar haverá dominância entre elas. As vacas submissas ficarão por último para comer. Estes animais estarão muito estressados e diminuirão o consumo de matéria seca.
Empurrar ou reorganizar o trato estimula os animais a virem no cocho. Observamos IMS e produção de leite melhorada em fazendas que começaram a empurrar o trato com maior regularidade ao longo do dia. Fornecer tratos adicionais entre as ordenhas também pode estimular as vacas a consumir mais alimento, além de ser um estímulo visual as vacas têm um alimento mais novo ou fresco à disposição.
No caso específico de silagens, o teor de matéria seca (MS) tem grande influência sobre o consumo. Teores de 30 a 35% de MS propiciam uma maior ingestão pelos bovinos. Monitorar a MS da silagem com frequência é um indicador muito importante para ajustes nas dietas e cargas dos vagões misturadores.
Aditivos nutricionais
Existem aditivos nutricionais e sensoriais compostos por moléculas aromáticas específicas selecionadas por sua capacidade de impactar o sistema nervoso, reduzindo a mensagem de estresse. Estas moléculas têm efeito direto sobre a liberação de GABA, que tem efeito ansiolítico. Elas também atuam no sistema serotonina-dopamina, que estimula a mensagem do apetite, regulando o consumo voluntário de alimento. Como consequência teríamos animais menos estressados, havendo menos enfrentamentos por dominância social, consumo maior e regular de alimento mesmo nos horários mais quentes, maior frequência de idas ao cocho durante o dia e vacas mais acomodadas durante a noite.
Considerações
Muitos de nós já ouvimos falar: “o leite entra pela boca da vaca”. Não medir esforços para diminuir os estímulos estressores para as vacas leiteiras com certeza influenciará não só em consumo, como em uma melhor imunidade, produtividade e taxas reprodutivas. Fornecer conforto térmico, um bom lugar para a vaca deitar, alimento de qualidade, sempre disponível e um manejo nutricional adequado auxiliam o animal quanto a isso. Muitas vezes isso envolve investimentos em infraestrutura. Utilizar aditivos nutricionais que diminuem o estresse e regularizam o consumo de alimento é uma opção viável econômica e zootecnicamente.
Mais informações você encontra na edição de Bovinos, Grãos e Máquinas de agosto/setembro de 2017 ou online.
Fonte: O Presente Rural

Bovinos / Grãos / Máquinas
Pecuária brasileira investe em rastreabilidade e práticas sustentáveis para modernizar o setor
Programa da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável orienta produtores sobre recuperação de pastagens, formalização e monitoramento da cadeia para aumentar eficiência e atender exigências ambientais e comerciais.

Pressionada por novas exigências ambientais, regras comerciais mais rigorosas e pela necessidade de ampliar a produção sem expandir área, e ao mesmo tempo impulsionada pelos avanços produtivos que vêm transformando o setor, a pecuária brasileira atravessa um momento decisivo. Ao mesmo tempo em que enfrenta questionamentos sobre emissões e desmatamento, o setor reúne condições técnicas e práticas sustentáveis para liderar uma transição baseada em tecnologia, eficiência, recuperação de áreas já abertas e maior integração dos produtores à cadeia formal.
Nesse cenário, a Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável tem reforçado sua atuação como articuladora de propostas estruturantes e como referência técnica para o debate público. A entidade sustenta que a competitividade da carne brasileira dependerá da capacidade de transformar o momento atual em ativos estratégicos.

Presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável, Ana Doralina Menezes: “O Brasil tem a oportunidade de demonstrar que é possível produzir mais utilizando melhor o que já existe” – Foto: Clever Freitas
Um dos pilares dessa agenda é a recuperação de pastagens degradadas, apontada como eixo central do Caminho Verde, política pública defendida pela instituição para impulsionar a intensificação sustentável da atividade. A estratégia parte de um diagnóstico claro: “o Brasil possui um volume importante de áreas consideradas de baixa produtividade. Requalificá-las, por meio de manejo adequado, melhoria do solo, tecnologias e integração de sistemas, permite elevar a produção por hectare, reduzir emissões relativas e otimizar a produção”, explica a presidente, Ana Doralina Menezes.
De acordo com a profissional, o programa representa uma solução pragmática e alinhada às demandas globais. “O Brasil tem a oportunidade de demonstrar que é possível produzir mais utilizando melhor o que já existe. Recuperar pastagens é aumentar eficiência, melhorar renda no campo e responder de forma concreta aos compromissos climáticos”, afirma.
A transformação, porém, não se limita à dimensão produtiva. Parte relevante do desafio está na reinserção de pecuaristas na cadeia formal. A informalidade restringe acesso a crédito, assistência técnica, mercados que exigem comprovação socioambiental, além de fragilizar a imagem do setor como um todo, por isso é imprescindível que o pecuarista esteja alinhado e de acordo com o Código Florestal vigente.

Foto: Breno Lobato
Para o vice-presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável, Lisandro Inakake de Souza, a inclusão é condição para que a transição seja efetiva. “Quando o produtor está regularizado, ele tem acesso a financiamento, pode investir em tecnologia e atender às exigências de mercado. A formalização precisa ser vista como instrumento de fortalecimento econômico e não apenas como obrigação”, destaca.
A ampliação da rastreabilidade também integra esse movimento, uma vez que ela se apresenta como infraestrutura que conecta sanidade, ambiente e gestão. Em relação ao mercado, com compradores cada vez mais atentos à origem e à conformidade ambiental, sistemas consistentes de monitoramento tornam-se fator determinante para manutenção e novas aberturas. Por isso, como reforça a Mesa, transparência é elemento estruturante da competitividade. “Rastreabilidade é credibilidade. Ela protege quem produz corretamente e permite que o Brasil apresente dados sólidos sobre sua cadeia”, frisa Lisandro.
Ao articular recuperação de pastagens no âmbito do Caminho Verde, inclusão produtiva e avanço da rastreabilidade, a instituição busca incentivar o setor de forma propositiva diante das transformações regulatórias e comerciais em curso. “Mais do que reagir a pressões externas, a estratégia é demonstrar que produtividade, responsabilidade socioambiental e inserção competitiva podem avançar de forma integrada, incentivando o produtor a atuar como centro da solução”, complementa Ana Doralina.
Uma agenda conectada ao campo

Lisandro Inakake de Souza, vice-presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável: “Quando o produtor está regularizado, ele tem acesso a financiamento, pode investir em tecnologia e atender às exigências de mercado” – Foto: Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável
Para apoiar o pecuarista nos temas estratégicos que vêm moldando o futuro da atividade, a Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável iniciou 2026 com uma programação propositiva de webinars voltados à qualificação e à disseminação de informação técnica.
No dia 29, foi realizado o segundo encontro dedicado à reinserção de produtores na cadeia formal. Em 26 de fevereiro, o foco esteve na rastreabilidade, aprofundando desafios e caminhos para ampliar transparência e conformidade. Um terceiro webinar sobre reinserção está previsto para maio, dando continuidade às discussões.
Todos os conteúdos já disponibilizados podem ser acessados no canal oficial da instituição no YouTube, ampliando o alcance das orientações e fortalecendo o diálogo com produtores, técnicos e demais elos da cadeia.
“Nosso compromisso é transformar temas complexos em orientação prática para quem está no campo. Quando promovemos debates sobre recuperação de pastagens, reinserção na cadeia formal e rastreabilidade, estamos oferecendo instrumentos concretos para que o produtor tome decisões mais seguras, amplie sua competitividade e participe de forma ativa dessa nova etapa da pecuária brasileira”, finaliza a presidente.
Bovinos / Grãos / Máquinas
Sistema Faep assume coordenação da Aliança Láctea Sul Brasileira no biênio 2026/27
Fórum reúne entidades e produtores para discutir estratégias de competitividade e desenvolvimento da cadeia do leite.

O Sistema Faep está à frente da coordenação geral da Aliança Láctea Sul Brasileira para o biênio 2026/27. O comando é rotativo entre os Estados participantes e, neste novo ciclo, ficará sob responsabilidade do Paraná, representado pelo Sistema Faep. Mais recentemente, o Mato Grosso do Sul passou a integrar a iniciativa, ampliando a articulação regional em torno do fortalecimento da produção e da competitividade do leite brasileiro.

Ronei Volpi, coordenador geral da Aliança Láctea, em sua propriedade – Foto: Divulgação/Sistema Faep
“A Aliança contribui para a integração entre os Estados e a construção de estratégias conjuntas voltadas à cadeia do leite. O Sistema Faep seguirá trabalhando ao lado das entidades do setor para avançar em pautas que ampliem a competitividade e as oportunidades para a produção”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.
Criada em 2014, a Aliança Láctea Sul Brasileira é um fórum público-privado que reúne representantes do setor produtivo e de instituições dos estados da região Sul. O grupo discute ações voltadas à cadeia leiteira e busca alinhar iniciativas nas áreas de produção, indústria e comercialização de leite e derivados, com foco nos mercados interno e externo. No ciclo 2026/27, a coordenação será exercida pelo consultor do Sistema Faep, Ronei Volpi, produtor rural com atuação há décadas na cadeia leiteira e participação em discussões voltadas ao desenvolvimento do setor.
A agenda de trabalho da Aliança para 2026 começou recentemente. No início de março, o Sistema Faep foi anfitrião da primeira reunião do ano, quando foram apresentados o Plano de Incentivo à Exportação de Lácteos e o plano de trabalho voltado à sanidade na cadeia leiteira, iniciativas que buscam fortalecer a competitividade do setor e ampliar oportunidades de mercado para os produtores da região.
Bovinos / Grãos / Máquinas
Demanda externa impulsiona exportações brasileiras de carne bovina
Volume embarcado supera 267 mil toneladas em fevereiro, com crescimento expressivo em mercados como Rússia, México e Chile.

As exportações brasileiras de carne bovina totalizaram 267.319 mil toneladas em fevereiro de 2026, com receita de US$ 1,44 bilhão, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC).
Na comparação com fevereiro de 2025, o resultado representa crescimento de 21,6% no volume embarcado e de 38,2% na receita, refletindo a ampliação da demanda internacional pela proteína brasileira. O desempenho também supera levemente o registrado em janeiro de 2026, quando as exportações somaram US$ 1,404 bilhão e 264 mil toneladas, consolidando o melhor resultado já registrado para um mês de fevereiro na série histórica.

No acumulado de janeiro e fevereiro de 2026, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 531.298 toneladas, com receita de US$ 2,84 bilhões, avanço de 23,8% em volume e 39,2% em valor em relação ao mesmo período do ano passado.
A carne bovina in natura segue como principal produto exportado, com 235.890 toneladas embarcadas em fevereiro, o equivalente a 88,2% do volume total exportado e 92,2% da receita obtida no mês.
Entre os destinos, a China permanece como principal mercado, com 106.702 toneladas importadas em fevereiro, seguida pelos Estados Unidos, com 39.440 toneladas, além de Rússia (15.762 t), Chile (13.857 t) e União Europeia (9.084 t) entre os principais compradores da carne bovina brasileira.

Foto: Divulgação/Porto de Santos
Entre os mercados relevantes, Rússia, México e Chile apresentaram crescimento expressivo nas compras em relação ao mês anterior, com altas de 111,6%, 132% e 37,6%, respectivamente, enquanto as exportações para a União Europeia avançaram 21,2% no período.
Para o presidente da ABIEC, Roberto Perosa, os números reforçam a presença da carne bovina brasileira no comércio internacional. “O Brasil segue ampliando sua presença nos mercados internacionais com regularidade de oferta, qualidade do produto e diversificação de destinos, fatores que sustentam o crescimento das exportações de carne bovina”, conclui.
