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Empresas Suinocultura

Uma nova estratégia no manejo da saúde dos leitões

Ceva Saúde Animal traz para o mercado brasileiro o Forceris, uma inovação disruptiva que irá mudar a forma como a prevenção da coccidiose e da anemia ferropriva é feita no campo

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Na suinocultura, o manejo dos leitões está intrinsicamente associado ao sucesso produtivo. Nessa fase, os neonatos precisam de uma série de manejos para que seja possível manter a sanidade e o bem-estar da leitegada. Por isso, a adoção de estratégias de prevenção contra uma série de agentes infecciosos é indispensável para garantir uma produção equilibrada e com máximo desempenho.

Entre os desafios enfrentados pelos suínos neste período destacam-se a coccidiose –  uma das doenças mais dispendiosas da suinocultura em nível mundial – e a anemia ferropriva – o distúrbio mais comum no período pós-natal responsável pela queda no desempenho dos leitões.

Com altas taxas de prevalência, essas patologias causam uma série de prejuízos econômicos aos produtores, associados aos gastos com tratamento, perdas produtivas, atraso no desenvolvimento dos leitões e perda de animais. Se não tratadas rapidamente essas enfermidades podem se espalhar pelo plantel impactando drasticamente a produção, pois comprometem a conversão alimentar e aumentam a taxa de refugos.

Comprometida com o setor suinocultor e utilizando a inovação para atender aos anseios do campo, a Ceva Saúde Animal, desenvolveu o Forceris® uma nova solução estratégica para o manejo da saúde dos leitões, que visa contribuir para a manutenção do bem-estar animal e gerar mais eficiência para o setor. O produto disruptivo é uma combinação de toltrazuril e gleptoferron que permite em uma única aplicação injetável o controle dos principais desafios enfrentados pelos leitões.  

Com formulação inovadora, Forceris® melhora a situação epidemiológica da granja contribuindo para o controle da coccidiose, além de aumentar o status sanitário do plantel na primeira semana de vida, evitando os casos de anemia clínica ou subclínica nos suínos, contribuindo assim para o pleno desenvolvimento zootécnico dos animais.

“O Forceris® é uma formulação inovadora que abre um novo caminho para a suinocultura brasileira. Esse produto foi criado para facilitar a rotina no campo permitindo a associação de dois tratamentos amplamente adotados na fase de maternidade, visando gerar mais eficiência para o manejo dos leitões, unindo alta eficácia, praticidade de aplicação e o bem-estar dos animais, contribuindo para a construção de uma produção mais eficiente e sustentável”, afirma a gerente de linha da Unidade de Suínos da Ceva, Marina Moreno.

Com Forceris®, a Ceva oferece ao setor uma estratégia de manejo para um excelente início da vida dos leitões, aumentando o desempenho e garantindo alta rentabilidade na granja. Entre os benefícios do produto estão: melhora no controle da coccidiose clínica e subclínica, redução da pressão de infecção na granja, otimização no ganho de peso, melhor aplicabilidade, período de carência reduzido, menos intervenções e manipulação dos suínos, manutenção do bem-estar animal.

Por ser administrado em dose única de 1,5 ml por leitão, entre 24-96 horas após o nascimento, Forceris® contribui para a prevenção precoce da coccidiose e da anemia ferropriva, reduzindo o impacto das doenças no plantel.

Estudos conduzidos pela Ceva demostram a eficácia da solução. Nos leitões tratados com Forceris®, a excreção de oocistos foi observada por um período mais curto e foi significativamente menor.  Além disso, os leitões que utilizaram o produto não apresentaram casos de anemia, o que contribui para menos riscos de doenças infecciosas e proporciona um crescimento otimizado na granja.

Fonte: Assessoria
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Empresas Agrozootec

Lâmpadas de aquecimento são alternativas emergenciais para enfrentar a onda de frio

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Divulgação Agrozootec

A ameaça de frio intenso acende o alerta para a possibilidade de geadas e quebra de safra, como também, para cuidados para aquecimento dos animais, em especial aqueles mais jovens. Buscar formas emergenciais de proteção é o que recomendam os técnicos para evitar que as baixas temperaturas possam causar problemas

Alternativa simples e eficaz está no uso de lâmpadas de aquecimento para aves e suínos, nos explica a veterinária Joana Meireles, técnica nacional da Agrozootec. “Elas mantêm o ambiente aquecido e consequentemente diminuem o estresse térmico, além de emitirem ondas infravermelhas que estimulam a circulação sanguínea dos animais”, alerta Joana, lembrando também da importância de uma boa dieta nutricional para que o animal tenha camada de gordura suficiente, que também protege contra o frio.

Dentre as alternativas, a veterinária explica que existem lâmpadas de vidro que emitem luz branca ou vermelha. “A luz vermelha é mais suave e promove maior conforto, já que a luminosidade é menos intensa”. Existem ainda lâmpadas de cerâmica que produzem calor, porém, sem emitir luz.

“Essas alternativas emergenciais estão a mão do produtor, pois podem-se encontrar lâmpadas próprias para aquecimento de animais em agropecuárias e cooperativas, com custo acessível e a potência pode variar entre 60 W até 250 W ”. Joana faz o alerta que as lâmpadas de led, muito comuns atualmente, não servem para aquecimento; apenas para iluminação.

Para reforçar o aquecimento de leitões há também como inserir tapetes térmicos, que auxiliam na manutenção da temperatura ideal protegendo a leitegada do frio.

Bezerros de leite – A onda de frio intenso tem assustado os produtores de leite, em especial aqueles responsáveis pela criação de bezerros. Quem não pode investir em roupas quentinhas pelo custo, pode valer-se das mesmas lâmpadas de aquecimento mais usadas em aves e suinos e adaptá-las para bezerreiros fechados ou em casinhas.

“Os bezerros com até 15 dias de vida merecem atenção especial, pois a camada de gordura ainda não possui espessura suficiente para proteção contra o frio e pode desencadear deficiências na imunidade” , alerta a veterinária Joana Meireles, técnica nacional da Agrozootec.

A veterinária ressalta que buscar alternativas de aquecimento durante períodos de frio intenso é importante, pois o “estresse térmico também pode ocorrer em situações de baixas temperaturas, principalmente em animais jovens e/ou mal-nutridos , sendo estes mais susceptíveis aos efeitos da hipotermia podendo ocorrer até surtos de mortalidade”. Animais em pastagens devem ter locais com proteção e abrigo. É importante estar atento e proteger o rebanho.

A AGROZOOTEC, com sede em Itu, SP, é uma indústria e importadora de equipamentos da Europa, América e Ásia para atender as cadeias produtivas de corte, leite, suínos, aves, equinos, ovinos e caprinos possuindo em seu portifólio mais de 2.200 itens, os produtos podem ser encontrados em distribuidores, cooperativas e lojas especializadas em produtos agropecuários.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas SBSS

Vetanco debate a redução do uso de antimicrobianos na suinocultura durante SBSS

Após as rodadas de perguntas, será aberto espaço para questionamentos do público, conforme disponibilidade de tempo.

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Foto: O Presente Rural

Pelo terceiro ano, a Vetanco Brasil promove a Mesa Redonda Ciência e Indústria, ação realizada durante o Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS). Desta vez, o tema em pauta é a redução do uso de antimicrobianos e vai fazer o seguinte questionamento: em que fase estamos?

O debate será mediado pelo coordenador técnico da Vetanco – Latam, MSc. Eduardo Ternus, e vai contar com três profissionais para falar sobre o tema. O gerente corporativo de Suinocultura da BRF, MSc. Edilson Caldas; o Dr. Nelson Mores, consultor em sanidade suína; e o Dr. Caio Abércio, professor da Universidade Estadual de Londrina (UEL), compõem o time de profissionais desta Mesa Redonda. “Falar sobre redução no uso dos antimicrobianos é uma nova tendência na suinocultura, focada no uso consciente destas moléculas. Nessa mesa redonda vamos abordar quais são os preparativos básicos prévios à redução, os principais desafios encontrados durante o processo e, principalmente, quais os benefícios que podem ser colhidos ao final da redução do uso dos antimicrobianos. Essa é a ideia do nosso painel, que vai contar com profissionais de gabarito”, destaca Ternus.

O gerente Comercial – Suínos da Vetanco Brasil, Lucas Piroca, explica que a atividade acontece através de rodadas de perguntas. “Cada profissional vai responder de acordo com seu conhecimento e segundo as peculiaridades vivenciadas, seja no campo ou na área acadêmica. A proposta é que seja uma conversa bem prática, levando aos demais profissionais da suinocultura que vão estar acompanhando o evento, de maneira virtual, a experiência dessas pessoas”, comenta o médico-veterinário.

Segundo ele, o objetivo do debate é que cada um dos profissionais apresente, também, dicas, realidades, dificuldades e desafios. “Isso para que quem acompanhar possa estar em fases mais avançadas na retirada de antimicrobianos ou no uso prudentes destes medicamentos em relação às pessoas que não têm experiência alguma com essa demanda do mercado de proteína animal”, explica Lucas.

Após as rodadas de perguntas, será aberto espaço para questionamentos do público, conforme disponibilidade de tempo.

O 13º SBSS acontece nos dias 10, 11 e 12 de agosto, totalmente on-line, e a Mesa Redonda Ciência e Indústria da Vetanco está agendada para o primeiro dia do evento (10/08), iniciando às 19h.

 

 

Fonte: Assessoria
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Empresas

Jacto estabelece parceria com a Green Eletron para logística reversa dos painéis eletrônicos, baterias e carregadores de equipamentos portáteis

Objetivo é colaborar cada vez mais com a prática da economia circular

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A parceria entre a Jacto e a Green Eletron vai atuar na logística reversa dos painéis eletrônicos, baterias e carregadores dos pulverizadores e dosadores portáteis.

A Jacto firmou uma parceria com a Green Eletron, maior gestora sem fins lucrativos de logística reversa de eletroeletrônicos e pilhas, para coleta e destinação ambientalmente correta dos painéis eletrônicos, baterias e carregadores de equipamentos portáteis produzidos pela empresa para uso doméstico, como pulverizadores e dosadores.

Uma das premissas da Jacto ao longo de sua trajetória é maximizar a sustentabilidade de seus produtos e processos, reduzindo o uso de recursos naturais e a geração de resíduos.

Essa atuação vai ao encontro da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que em seu Art. 33 diz: “São obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de produtos eletroeletrônicos, pilhas e baterias”.

A Green Eletron é uma organização fundada em 2016 pela ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), que atende à demanda crescente pela criação de alternativas para a coleta e tratamento adequado dos eletroeletrônicos, pilhas e baterias em seu fim de vida.

A organização criou um sistema coletivo para gerenciar toda a logística reversa das empresas associadas, que envolve desde a criação de Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) até o envio dos itens descartados para recicladoras, responsáveis por transformar os produtos em matéria-prima que possam ser reutilizadas na indústria.

Para se ter uma ideia da importância do tema, de acordo com o relatório The Global E-Waste Monitor, feito pela Universidade das Nações Unidas, em parceria com diversos órgãos internacionais, que levanta dados qualitativos e quantitativos sobre a gestão do lixo eletrônico em todo o mundo, o Brasil produziu 2,1 milhões de toneladas de resíduos em 2020, figurando no quinto lugar do ranking mundial de produção, e primeiro lugar no cenário latino-americano.

O documento não apresenta dados atualizados do quanto desse montante foi reciclado, mas estima-se que seja de aproximadamente 3%.

 

Dinâmica da logística reversa

A parceria entre a Jacto e a Green Eletron vai atuar na logística reversa dos painéis eletrônicos, baterias e carregadores dos pulverizadores e dosadores portáteis produzidos pela empresa, precisamente os modelos DJB, DJB-S, PJB e linha urbana. Assim que outros equipamentos Jacto a bateria forem lançados, serão incluídos no mesmo programa.

Por meio da parceria, os painéis eletrônicos, baterias e carregadores dos equipamentos poderão ser entregues nos pontos de entrega voluntária (PEVs) da Green Eletron, encontrados em todo país nos principais centros varejistas. Encontre aqui o mais próximo de você.

A organização fará a logística da coleta desses resíduos, a destinação para reciclagem com empresas homologadas e o retorno desses equipamentos eletrônicos de forma adequada no ciclo produtivo.

Além dos pontos fixos de entrega, a Green Eletron realiza periodicamente campanhas alternativas, com coletas itinerantes, para potencializar as ações e incentivar o descarte correto dos produtos eletroeletrônicos.

“Como membro de um grande ecossistema, a Jacto está sempre cuidando dos seus processos e buscando oportunidades de torná-los mais sustentáveis. Essa parceria vai além do atendimento a uma legislação: faz parte de nossas práticas e valores, os quais temos muito orgulho de preservar e perenizar”, explica Carlos Daniel Haushahn, Presidente da unidade de equipamentos portáteis da Jacto.

“Os resultados positivos que alcançamos recentemente dependem das parcerias e é muito importante perceber que as empresas estão cada vez mais comprometidas em atender aos requisitos socioambientais, assim como a Jacto. Já conseguimos evitar que mais de 1,8 mil toneladas de pilhas e mais de 530 toneladas de produtos eletroeletrônicos acabassem na natureza”, conta Ademir Brescansin, gerente executivo da Green Eletron.

“Sustentabilidade é a palavra que vem norteando os setores da economia mundial. E nesse cenário, novos processos para reduzir a utilização de recursos naturais e ampliar a produção de forma eficiente são absolutamente necessários para suprir as demandas globais por alimentos, energia, saúde e infraestrutura”, finaliza Fernando Gonçalves, Presidente da Jacto.

Fonte: Assessoria
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Biochem site – lateral

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