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Um passo além aos minerais orgânicos à disposição da avicultura industrial

Considerado com uma nova classe de minerais orgânicos, o Mintrex® coloca a multinacional americana NOVUS em destaque no mercado de ingredientes para a produção animal

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Arquivo / OP Rural

Contar com soluções nutricionais capazes de agir de maneira estratégica na formulação de dietas voltadas para a avicultura industrial faz parte do modelo de negócio do Programa Balance. E inserido neste projeto que visa o equilíbrio entre os fatores internos intrínsecos as aves e os externos que possam interferir na performance zootécnica e econômica das granjas, o mercado pode contar com inúmeras tecnologias exclusivas, entre elas o Mintrex®, uma nova classe de minerais orgânicos.

Quem traz os detalhes sobre minerais orgânicos e esta ferramenta inserida no pilar Estratégia Nutricional Adequada do Programa Balance é a Especialista Sênior de Serviços Técnicos da NOVUS®, Raquel Araujo: “O termo mineral ‘orgânico’ se refere ao simples fato do mineral estar ligado ao material orgânico, ou seja, a ligante(s) que apresenta(m) moléculas de carbono em sua estrutura, fazendo com que a molécula orgânica sirva como veículo e proteção ao metal até seu ponto de absorção (intestino)”, explica e continua: “Contudo, para que haja efetividade, devemos considerar, além do ligante, a força de ligação metal-ligante, número de ligações, estabilidade da molécula às mudanças de pH, peso molecular, etc.”

Portanto, de acordo com a profissional, os minerais orgânicos não são todos iguais e suas características impactam na biodisponibilidade e na efetividade da nutrição. Considerações que fazem do Mintrex® uma nova classe de minerais orgânicos. “A linha Mintrex® é definida pela organização americana Association of American Feed Control Officials (AAFCO) como uma classe diferenciada de minerais: Quelato Metal Metionina Hidroxi Análoga. Classificação especial suportada por vários anos de pesquisa, conhecimento e comprovações sobre a estrutura da molécula de Mintrex® que garante biodisponibilidade e resultados produtivos superiores”, destaca.

Como fonte de minerais diferenciadas e exclusivas NOVUS, os minerais orgânicos Mintrex são resultantes da reação de um sal metálico com HMTBa (hidróxi análogo de metionina) na relação molar de 1 metal para 2 moles de HMTBa, formando ligações covalentes coordenadas e anéis heterocíclicos. “Trata-se de um quelato verdadeiro, com estrutura e peso molecular definidos. Além disso, é o único mineral orgânico do mercado que garante o valor nutricional do ligante (quantidade de metionina a ser considerada na formulação), tornando-o mais atrativo economicamente”, detalha.

Mas para se chegar a este resultado de forma definida, efetiva e segura a linha é desenvolvida em equipamentos exclusivos para sua fabricação e que fazem parte de um sistema fechado contra a contaminação de agentes externos. Conta com criterioso padrão de qualidade dos ingredientes utilizados em cada lote fabricado e que é cuidadosamente avaliado. “Os níveis de metais pesados, dioxinas e PCBs são analisados para garantir a inocuidade dos produtos e segurança alimentar”, destaca Raquel.

O uso estratégico do Mintrex® permite para a indústria avícola desenvolver programas customizados, lançando mão da suplementação de Zn, Cu e Mn em conjunto ou em separado dependendo da estratégia. “Constata-se benefícios de Mintrex® e a possibilidade de fornecer uma nutrição mais eficiente, ou seja, melhores resultados com menor suplementação – redução e substituição, para a melhor qualidade intestinal; melhor conversão alimentar; maior quantidade e qualidade de carne e ovos produzidos; aumento do número de pintinhos de qualidade produzidos por ave alojada; e redução da excreção de minerais mirando a sustentabilidade das criações”, completa Especialista Sênior de Serviços Técnicos da NOVUS®.

Ela lembra que o Zinco, Cobre e Manganês são microminerais com múltiplas funções, agindo de maneira positiva na capacidade de absorção de nutrientes, redução do gasto energético decorrente da renovação celular, aumento da atividade enzimática, melhora da resposta imune, modulação positiva da microbiota intestinal e estímulo a efeitos sistêmicos que promovem melhor desempenho dos animais. “Mintrex® é uma ferramenta resultado de toda expertise da plataforma global de P&D e por toda sua ação exclusiva quando comparado aos minerais orgânicos tradicionais foi inserido no Programa Balance para auxiliar aos desafios na avicultura”, completa o Flavio Longo, Gerente de Serviços Técnicos LAS.

Fonte: Assessoria
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Evonik lança nova solução de hidróxido de potássio 50% de grau alimentício

• Hidróxido de potássio agora disponível em qualidade alimentar
• Teor de clorato especialmente baixo
• Mais alto nível de padrões de higiene

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Divulgação Evonik

A Evonik agora já oferece sua solução de hidróxido de potássio (KOH) 50% como grau alimentício. A denominação destaca as propriedades do produto que são especialmente importantes na indústria de alimentos.

O foco aqui se concentra sobre o teor particularmente baixo de clorato da solução. Christiane Neels, responsável pelo segmento de mercado Life Sciences, fala sobre o desenvolvimento do produto: “Após mudar para o processo de membrana para a produção de KOH em 2018, o teor de clorato se tornou uma preocupação importante para os nossos clientes. Estamos orgulhosos de poder oferecer, após intensas pesquisas, um produto que atende as exigências dos clientes mais rigorosos dos setores alimentício e farmacêutico. Com a garantia de um teor de clorato abaixo de 5 mg/kg, a Evonik é definitivamente confiável”.

A nova denominação também tem o objetivo de sustentar os altos padrões de higiene e de consistência de qualidade da Evonik – ambos critérios essenciais à produção de alimentos.

O lançamento do grau alimentício do KOH faz parte do posicionamento da linha de negócios Functional Solutions como parceira da indústria alimentícia. Hans Put, diretor de vendas na linha de negócios, explica: “Já no ano passado, com a extensão da certificação FSSC2200 ao carbonato de potássio granulado e ao bicarbonato de potássio em pó, nós demonstramos a alta qualidade dos nossos produtos. Com o grau alimentar do KOH certificado segundo a APPCC, nós agora oferecemos aos nossos clientes dessa indústria uma variedade ainda maior de matérias-primas apropriadas do portfólio de derivados de potássio.

O hidróxido de potássio encontra ampla aplicação na produção de alimentos como regulador de acidez ou como matéria-prima para diversos aditivos alimentares.

Fonte: Assessoria
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Saiba como prevenir a Peste Suína Clássica

Biosseguridade adequada pode ajudar a evitar essa e outras doenças explica especialista da Vaccinar

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Gerente Nutrição Suínos da Vaccinar, Médico Veterinário Lisandro Haupenthal

A manutenção da biosseguridade na suinocultura está entre as preocupações dos criadores. Afinal, com plantéis numerosos e uma produção intensificada, o controle da disseminação de doenças nas granjas representa um grande desafio ao setor, exigindo que medidas sanitárias rigorosas sejam implementadas.

E uma das doenças que atingem esses animais voltou a preocupar. O Ministério da Agricultura da China, por exemplo, divulgou um plano no dia 21 de abril para dividir o país em cinco regiões que terão maior responsabilidade na prevenção e controle da Peste Suína Africana (PSA). No Brasil, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) dará início ao projeto piloto de implantação do Plano Estratégico Brasil Livre de Peste Suína Clássica (PSC) em Alagoas, a partir do próximo mês.

O primeiro passo no Brasil será uma ação conjunta entre os setores público e privado para a execução da vacinação contra a PSC de forma regionalizada na Zona não Livre da doença.  O plano estratégico brasileiro tem por objetivo erradicar a doença nos estados que compõem a Zona Não Livre do país: Alagoas, Amapá, Amazonas, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Roraima.

O Gerente Nutrição Suínos da Vaccinar, Médico Veterinário Lisandro Haupenthal, explica que há dois tipos de peste suína e é crucial saber as características de ambas as enfermidades, para que ações mitigatórias sejam tomadas com rapidez. Entre elas está a Peste Suína Africana, que é altamente contagiosa, provocada por um vírus que pertence à família Asfarviridae. Uma das características desses vírus é o seu DNA fita dupla. Tais microrganismos não infectam seres humanos, afetando exclusivamente insetos e suídeos. A doença recebe esse nome por ser endêmica da África.

Embora igualmente contagiosa, a Peste Suína Clássica é causada por um vírus que tem o RNA como material genético. Da mesma forma, o vírus não infecta seres humanos. Ambas as doenças são clinicamente semelhantes. Portanto, é preciso fazer um diagnóstico laboratorial para diferenciá-las.

O principal fator que requer cuidado para evitar o contágio da doença é o contato com animais silvestres. Por isso, os produtores devem ter redobrada atenção aos locais de alojamento dos animais. “Assim como qualquer vírus, a PSC é transmitida por animais ou pessoas que estavam em um local que já apresentava o surto e, em seguida, foram visitar um criadouro sadio sem seguir os procedimentos corretos de biosseguridade”, observa.

Entre os cuidados essenciais estão o cercamento de toda a granja e a troca de roupa e calçados de todos aqueles que entram na granja, bem como a restrição ao acesso de veículos e visitantes.

Diferente da PSA, o controle da Peste Suína Clássica pode ser feito com o uso de vacinas, que só são permitidas pelo MAPA em situações de emergência.

Para realizar uma prevenção efetiva da Peste Suína Clássica, é essencial que haja vigilância em propriedades que apresentarem maior risco — como criações de javalis e suínos silvestres. Toda movimentação de animais no território brasileiro deve ser autorizada através da emissão do Guia de Trânsito Animal (GTA). As importações de suínos reprodutores são autorizadas pelo Ministério da Agricultura e Abastecimento Pecuário, o qual acompanha e realiza os exames necessários durante o período de quarentena oficial obrigatória realizada nas instalações do MAPA na ilha de Cananéia – SP. Somente após o período de quarentena e a comprovação dos exames os suínos são liberados para seguirem até as granjas de reprodutores suídeos certificadas pelo ministério (GRSC).

Fonte: Ass. de Imprensa
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NNATRIVM entrega certificado de avaliação microbiológica, que visa o controle bacteriológico e qualidade de pintos para a Coopavel

O certificado reconhece a produção de pintinhos e ovos com excelência na qualidade microbiológica, garantindo que os mesmos cheguem ao campo livre de patógenos.

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A NNATRIVM, empresa de aditivos não antibióticos, realiza a entrega de certificados para as empresas parceiras que se destacam pelos excelentes resultados na avaliação microbiológica, na sua cadeia de avicultura.

O certificado de “1° Ciclo de Avaliação de Enterobactérias” será entregue desta vez, em homenagem à Coopavel Cooperativa Agroindustrial, no setor de Matrizes e Incubatório.

O certificado reconhece a produção de pintinhos e ovos com excelência na qualidade microbiológica, garantindo que os mesmos cheguem ao campo livre de patógenos.

Os resultados obtidos em lotes de matrizes pesadas, comparando a pré-utilização e pós-utilização do aditivo SANNIMIX reduziu as contagens de bactérias presentes na produção, proporcionando melhoras em todas as etapas da produção.

Além disto a NNATRIVM dispõe para as empresas parceiras uma equipe altamente qualificada que está sempre focada nas necessidades dos clientes, que podem disfrutar do PROGRAMA NNATRIVM, que traz benefícios a todas as etapas da produção avícola.

A base do programa tem como foco, o cliente e suas necessidades, a avaliação é feita em toda a cadeia de produção e não apenas o emprego de produtos. Visa a redução de possíveis contaminantes em todas as etapas de produção, obtendo assim um produto de qualidade e livre de patógenos, com foco no controle de Salmonella, enfatiza Juliano Trevizoli, presidente da empresa.

Fonte: Ass. de Imprensa
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