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Ultramaratonista patrocinada pela DB Genética Suína representa o Brasil dia 27 nos EUA

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A ultramaratonista  Carla Goulart faz a ultima semana de treinos antes do desafio extremo do Arrowhead 2014  que será  realizado  em International Falls , na divisa dos EUA com Canadá  sob temperaturas que chegam a – 40˚ e previsões de fortes nevascas no período da prova. Depois de vencer duas vezes o Jungle Marathon no Amazonas em meio a competidores estrangeiros, vencer a 100 milhas de Portugal ela quer vencer na neve. 
A mineira Carla Goulart quer ser a primeira sul-americana a completar o Arrowhead, prova de 217 km, considerado o circuito de provas a pé mais duro do mundo.  A prova de ultradistância tem  135 milhas, ou 2017 KM,  deverá ser  percorrida em  limites de tempo pré determinados em 60 horas contínuas. O Arrowhead é considerada uma das provas mais extremas dos esportes radicais, onde os competidores precisam correr contra o relógio, enfrentando nevascas e ainda levando um trenó com todos os mantimentos necessários para a prova, desde água até cobertores e saco de dormir.
“Um desafio extra, principalmente para nós brasileiros que estamos adaptados à um clima tropical, é a temperatura. Completar esta prova representa um desafio não só pelas adversidades climáticas mas pelo extremo preparo físico e psicológico que ela impõe. E ser a primeira sul americana a completar a Arrowhead evidencia o quanto a ultramaratona como modalidade esportiva pode ganhar força, motivando novos atletas a desafios como este” revela Carla.
Este ano a ultramaratonista tem o patrocínio da DB Genética Suína, empresa que viabilizou o treinamento no local da prova, aumentando as chances da brasileira. “Num país onde o principal reconhecimento é pelo futebol, ter patrocínio para uma ultramaratona deste peso é algo extraordinário.Espero honrar meu patrocinador e principalmente trazer esta alegria para o meu país e para outros ultramaratonistas, incentivando e fortalecendo a prova como esporte , quem sabe um dia, olímpico” completa a ultramaratonista.
O Diretor Executivo do Grupo DB, patrocinador da ultramaratonista, Daniel Bruxel destaca "Apoiamos a Carla pela capacidade de resistência, perseverança e planejamento. Decidimos pelo patrocínio  porque a atleta está em busca de vencer desafios e se colocar em novos patamares, algo antes nunca experimentado. O Grupo DB compactua com essa forma de ser. Acreditamos nestes mesmos valores. A Carla vai ser o Brasil no Arrowhead" finaliza Bruxel.

Treino na neve

Diferente dos anos anteriores, quando precisou treinar dentro de uma camara fria para se adaptar, para esta prova Carla treinou por mais de 40 dias  no local da prova, ela foi para os EUA  no inicio de dezembro e pode fazer toda a etapa  final de treinamentos já em baixas temperaturas.  “Estou ansiosa e treinando muito para no  dia 27 de janeiro  participar  dessa  ultramaratona considerada a mais dificl do mundo. No Arrowhead a corrida de 217 km, equivalente a 135 milhas, é feira em condições severas, ou seja, local deserto, com muita  neve com a temperatura  que podem chegar a  -40 graus com sensação térmica de -50 graus, é um aprova de grande dificuldade, espero somente concluir com saúde dentro do tempo estabelecido 60 horas , pois o ano passado nenhuma mulher conseguiu concluir” confessa Carla.
Carla Goulart foi a primeira mulher a vencer os 160 km da Serra da Estrela em Portugal. A brasileira, de 37 anos  é uma das maiores campeãs de  Trail Run,  ou provas de  ultra-distâncias,  que chegaram apenas há cerca de quatro anos, na prova "Brasil 186".  Desde então, partilha a sua vida entre a enfermagem e as provas de montanha, desertos, florestas e neve. Já participou no Brasil Ride, Jungle Marathon, Arrowhead, Patagónia Expedition, Ultra dos Anjos, entre outras. Participam da competição esquiadores, ciclistas e corredores que são levados ao limite da resistência em um ambiente hostil, de temperaturas extremas. 
A BAD 135 World Cup  é uma espécie de Copa do Mundo de corridas em ambientes  de máxima dificuldade já é considerada a série mais difícil do planeta é formada pelas provas BR 135 Ultramarathon (corrida nas montanhas), Badwater Ultramarathon (corrida no deserto) e Arrowhead Ultramarathon  que é a corrida na neve.  O super-desafio  BAD 135 World CUP será realizado de 17 a 19 de janeiro de 2014 em International Fall – Minnesota, EUA.
Patrocinada pelo Grupo DB a bicampeã da Jungle Marathon  e campeã das 100 Milhas de Portugal a enfermeira de 37 anos Carla Goulart  já está pensando do próximo desafio no gelo “ Já estou esboçando e planejando  um novo projeto de treinamento com objetivo da Ultramaratona no Pólo Norte.  No Alasca, em uma prova de  350 milhas” revela Carla.

Grupo DB : patrocinador comprometido

O Grupo DB patrocina a atleta como forma de incentivo ao esporte de superação.  A empresa do agronegócio patrocina ainda equipe de para-atletas  do basquete cadeirantes, além de equipes de Bike e futebol.
Em meados de 1976 a DB iniciou suas atividades no meio agrícola, sendo uma das pioneiras do setor na região do cerrado mineiro. Seu nome – DB – é uma homenagem ao seu fundador, Décio Bruxel, Gaúcho de Arroio do Meio e agrônomo formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com o intuito de promover o crescimento do agronegócio mineiro e brasileiro.
Há 36 anos, a DB dedica-se à agricultura de alta tecnologia, participando efetivamente no mercado em que atua, com a produção de várias commodities agrícolas como milho, soja, feijão, sorgo, arroz, café, trigo e algodão. Além de comercializar as commodities no mercado interno, atua na exportação direta desses produtos, e, no final da década de 90, passou a operar também no segmento de melhoramento genético suíno, estabelecendo uma parceria com uma empresa de suinocultura Dinamarquesa, a DanBred.
Durante todos esses anos, a empresa sempre esteve em busca do desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, focados no processo de melhoria contínua e acreditando na abertura de novos mercados. A DB está e atenta a oportunidades que surgem, e, através da inovação, procura antecipar e detectar novas demandas, investindo em tecnologia e processos inovadores que impulsionam toda cadeia agrícola e suinícola.

Fonte: Ass. Imprensa DB

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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