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Tutores devem se atentar à quantidade ideal de ração para cães

Alimento deve ser oferecido de acordo com peso, raça e nível de atividade física

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Cães devem ter uma alimentação saudável e para isso, os tutores não precisam simplesmente comprar ração e deixar à vontade nos comedouros, é preciso se atentar à quantidade ideal de alimento para que o pet possa receber todos os ingredientes nutricionais necessários. Deixar ração para que os cães comam sempre que sentirem necessidade é uma atitude errônea.

A médica veterinária e coordenadora de Comunicação Científica das rações Nero e Líder (Total Alimentos-Paulínia/SP), Bárbara Benitez, alerta que quando tem comida à disposição, os cachorros tendem a comer mais, o que pode deixá-los obesos. “A obesidade em cães é algo grave, que pode acarretar diversas doenças, então mantê-lo sempre em seu peso ideal é muito importante. Por isso, a quantidade ideal de ração que o tutor deve oferecer para seu cãozinho dependerá do seu peso, raça e nível de atividade física.”, explica.

O tutor deve entender que existe uma ração específica para cada fase da vida do cão, mas o mais recomendável é que visite um veterinário para que ele indique, com precisão, a quantidade que o cão deve comer. Benitez ressalta que conhecer as etapas e ritmo de crescimento do cachorro é fundamental para não errar na hora de escolher a melhor ração e a quantidade certa.

“O animal tem uma necessidade nutricional específica, por isso, não é indicado que os cães filhotes consumam a ração para adultos. Os filhotes devem receber uma ração com maior quantidade de proteínas e vitaminas exigidas pela fase. Também é importante acompanhar o peso do cachorro para determinar a quantidade de ração.”, ressalta a médica veterinária.

Fonte: Assessoria
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Confira as dicas para passar as férias com seu pet

Médico veterinário orienta tutores a viajar com cão ou gato sem estresse

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Julho já começou e é um dos períodos do ano mais procurados para viagens, por causa de férias escolares. Famílias começam a se organizar para sair de casa e curtir os dias de descanso. Embora o planejamento seja uma delícia, é essencial que algumas preocupações não sejam deixadas de lado, caso tenha um pet, a fim de evitar qualquer imprevisto.

Os cuidados devem ser redobrados se o seu cão ou gato estiver incluso nos planos de viagem, pois existem várias decisões e medidas a serem tomadas para garantir total conforto e o mínimo estresse ao seu animal de estimação. No intuito de te ajudar nessa tarefa, o médico veterinário das rações Max, Marcello Machado, listou alguns cuidados essenciais antes de cair na estrada. Confira:

Transporte de pets

O primeiro passo para planejar sua viagem com seu melhor amigo, é pensar em qual tipo de transporte irá usar e o que deve fazer para incluir o animalzinho nessa viagem. Para viajar de carro com seus pets, faça uma espécie de treinamento para a viagem, acostumando os bichinhos a andarem de carro. Algumas lições básicas de adestramento também podem ajudar a manter seu fofuxo tranquilo durante a viagem e distraí-lo.

Além disso, com algumas técnicas, ele poderá respeitar o local designado e pedir para sair para um passeio em caso de necessidade. Não se esqueça de levar os brinquedos que ele mais gosta e, principalmente, da segurança: cães devem usar cintos de segurança e os gatinhos precisam ser transportados em caixas apropriadas.

Cachorros grandes podem viajar no porta-malas, desde que tenham rede de proteção. Jamais deixe-o sem estes cuidados. Além de você receber uma multa, o seu cão ainda corre perigo.

Hospedagem

Busque hotéis pet friendly, ou seja, onde é permitida a entrada de animais de estimação. É importante entrar em contato antes para saber quais são as exigências como, por exemplo, os atestados de vacinação e tratamento contra pulgas e carrapatos.

Vacinação

Fique atento à carteirinha de vacinação do seu bichinho. Todas as doses devem estar em dia para que ele não corra riscos. É importante também buscar contatos de veterinários que atendam no lugar onde irá, assim, estará preparado caso ocorra algum imprevisto. Não esqueça de levar o atestado de vacinação, os remédios que ele costuma tomar e os medicamentos para casos de emergência.

Alimentação e água

Planeje paradas a cada duas ou três horas e tenha bastante água. Afinal, os cães sofrem mais com o calor do que humanos e precisam ficar hidratados. Leve também uma quantidade suficiente da ração que ele está acostumado a comer para os dias que ficarão longe de casa.

Fonte: Assessoria
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Pet Saúde

Como proteger os bichanos da Toxoplasmose

Os felídeos são os únicos capazes de concluir o ciclo do Toxoplasma, porque conseguem eliminar o parasita nas fezes.

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Foto: O Presente Rural

A Secretaria Municipal de Saúde elevou para 79 o número de casos de toxoplasmose na capital paulista. Desde março, três surtos foram registrados em regiões diferentes da cidade. Como é chamada de “Doença do Gato”, tutores se perguntam sobre como proteger os bichanos e evitar possível transmissão em caso de contaminação.

“Primeiro é importante ficar claro que apenas gatos que tenham sido contaminados pelo protozoário Toxoplasma gondii é que eventualmente podem transmitir a doença pelas fezes. E esse grupo é minoritário. Apesar do triste apelido de “doença do gato”, é mais comum as pessoas terem contato com o parasita ingerindo alimentos ou água contaminados do que pelo contato com as fezes contaminadas dos felinos”, afirma a médica veterinária Lívia Chimati Fatini do Centro Veterinário Seres, do Grupo Petz.
Outros mamíferos, incluindo o homem, podem manifestar a doença, mas não a transmitem. Os felídeos são os únicos capazes de concluir o ciclo do Toxoplasma, porque conseguem eliminar o parasita nas fezes.

“O gato desenvolve a doença ao ingerir cistos presentes nos tecidos de animais contaminados ou, de forma menos comum, ao ingerir os “ovinhos” (chamados oocistos) presentes em fezes contaminadas de outros gatos. Esses oocistos só se tornam infectantes após passarem por um processo chamado “esporulação”, que ocorre em alguns dias de exposição no ambiente. A maioria dos gatos elimina oocistos nas fezes apenas uma vez ao longo de toda vida”, explica a médica veterinária.

Como perceber e tratar a doença nos felinos

Gatos adultos, e com boa saúde, na maioria das vezes não manifestam sintomas da toxoplasmose. Geralmente a doença afeta os animais mais jovens ou mais velhos, por causa do sistema imunológico enfraquecido.

Sintomas que podem ser observados

Perda de apetite
Prostração
Febre
Dificuldade respiratória (em casos de pneumonia)
Mucosas amareladas (em casos de comprometimento do fígado)
Desconforto abdominal (em casos de comprometimento do pâncreas),
Cegueira
Alterações de comportamento (em casos de comprometimento do sistema nervoso – como, por exemplo, no cérebro)

Como evitar

Para evitar riscos de contaminação é melhor manter o gato em casa e controlar a alimentação, oferecendo apenas ração ou alimentos com tratamento térmico adequado. Nunca ofereça carne crua ou mal cozida.
Já para os gatos que têm costume de brincar ou dormir no quintal recomenda-se o uso de coleira com guizo. Assim ele terá dificuldade em capturar pássaros e roedores.

Como a doença afeta humanos

A contaminação de humanos e outros mamíferos também se dá pela ingestão de alimentos e água contaminados, além da ingestão de oocistos presentes nas fezes de felídeos contaminados. Em muitos casos, a doença se manifesta com sintomas muito parecidos com os da gripe e vai embora depois de algumas semanas. “Geralmente a toxoplasmose é uma doença que passa despercebida, mas em alguns casos podem aparecer sintomas parecidos com os da gripe, como dores de cabeça, na garganta e no corpo, coriza e febre. De maneira geral, o sistema imunológico se defende bem contra as ações do parasita”, diz Fatini.

Entretanto, a toxoplasmose pode evoluir para quadros graves em pessoas que estejam com a imunidade baixa e entre mulheres grávidas, porque pode afetar os bebês.
As mamães podem transmitir o parasita ao feto através da placenta. Quando isso ocorre no início da gestação, aumenta a probabilidade de aborto ou má formação fetal.

Como nos proteger e prevenir a toxoplasmose

Limpe diariamente a caixa de areia do seu bichano. A forma infectante do parasita ocorre após aproximadamente 2 dias de exposição das fezes no ambiente. Portanto, quando a limpeza é feita com frequência, o risco de contaminação é quase nulo.
Cozinhe bem os alimentos, principalmente carnes. E lave bem os utensílios domésticos usados com carne crua.
Lave bem frutas e legumes.

Higienize bem as mãos antes de cozinhar e antes de comer.
Mulheres grávidas e indivíduos com baixa imunidade devem evitar manusear caixas de areia.
Boa higiene ajuda a prevenir a Toxoplasmose!

Texto: Dra Lívia Chimati Fatini, médica do Centro Veterinário Seres do Grupo Petz

Fonte: Target | Estratégia em Comunicação
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Cuidados com os gatos no inverno

Estação fria exige atenção especial com os felinos, principalmente os filhotes e idosos

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Foto: Divulgação

O estilo de vida dos gatos domésticos é de fácil entendimento e são perceptíveis as suas necessidades, se os tutores sabem as suas expectativas do ambiente e da alimentação. Por exemplo, com a entrada do inverno, o comportamento dos felinos muda, eles ficam encolhidos e buscam se aconchegar próximo aos cantos mais quentes da casa, o que inclui o colo do seu tutor, já que podem ter a imunidade mais baixa.

Confira alguns cuidados que o médico veterinário da Max Cat e gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado, listou como os mais importantes nessa estação mais fria:

 

Alimentação e Vacinação

Uma alimentação de qualidade é fundamental nesse período mais frio do ano, já que aliada à vacinação mantém a imunidade do gato, protegendo-o de doenças da época, como resfriados. Se o gato tem uma dieta de qualidade, não há necessidade de suplementação com vitaminas a mais do que existem na alimentação diária, apenas em casos de alguma afecção instalada.

As vacinas que o felino deve tomar necessitam ser alinhadas junto com o médico veterinário, com base na idade e no estilo de vida do gato, se vive dentro do ambiente ou não e se possui contato com outros animais. As principais vacinas indicadas nesse período são contra calicivírus, herpervírus e parvovírus, que são agentes causadores da gripe felina e no caso do parvovírus, a panleucopenia.

 

Higiene

No inverno, há maior proliferação de fungos. Por isso, lembre-se de limpar os comedouros e bebedouros dos gatos com água quente e enxugando bem, além disso aspirar tapetes e mobílias é de grande importância para não deixar aumentar as bactérias do ambiente. Nessa época de temperaturas mais baixas o banho também pode ser poupado para os felinos, e pode ser substituído por uma boa escovação, para manter os pelos bonitos e sem resquícios de sujeiras.

 

Água

Ofereça água, mesmo no frio, sendo em bebedouros e fontes automáticas distribuídas pela casa. Se o felino não costuma beber em temperatura muito fria e o tutor observar que a ingestão diminuiu, é aconselhável oferecer em temperatura ambiente. Outra forma de incentivar a ingestão é oferecer alimento úmido, assim como Max Cat Patê, que possui 80% de água no produto. Assim, o gato pode ter uma alimentação de qualidade, por ser um alimento 100% completo e ainda ingere a água que tanto necessita para a saúde.

 

Fase de vida do felino e o frio

Gatos filhotes e idosos são mais frágeis quando a temperatura abaixa. Pois a camada de gordura subcutânea é menor e os mecanismos fisiológicos do controle de temperatura são menos eficazes. No inverno, é importante deixá-los com acesso a ambientes internos, oferecendo cobertores para protegê-los das temperaturas baixas e ventos gelados.

Fonte: Assessoria
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