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Trouw Nutrition Brasil investirá R$ 40 milhões na construção de nova fábrica em 2016

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Com investimento de R$ 40 milhões, a líder mundial em nutrição animal, a Trouw Nutrition do grupo Nutreco, anuncia para o primeiro trimestre de 2016, o início da construção de uma nova fábrica de premixes e núcleos no Brasil. A nova linha de produção será em Arujá (SP) e deverá gerar 50 novos postos diretos de trabalho. A nova fábrica será construída em um terreno ao lado da “Fatec, Indústria de Nutrição e Saúde Animal”, que faz parte do grupo. A previsão é que a nova fábrica seja concluída ainda no final do próximo ano.

Esta iniciativa faz parte de uma estratégia de reestruturação dos negócios da empresa no Brasil, que começou há um ano. Apesar do momento atual vivido pela economia brasileira, a empresa aposta na tática de expandir as suas atividades por acreditar no agronegócio do nosso país, de acordo com o presidente da Trouw Nutrition no Brasil, o médico veterinário Luciano Roppa. “Diferente do cenário econômico que vivemos em o nosso País, o agronegócio continua crescendo graças ao bom desempenho das exportações e do consumo interno”, comenta Roppa.

Segundo Luciano Roppa, “dentro do projeto de reestruturação das atividades no Brasil, a Trouw Nutrition já investiu outros R$ 10 milhões na modernização das suas principais fábricas de rações e concentrados, localizadas em Pitangueiras (SP), Maracanaú (CE) e Teresina (PI), além da ativação de um moderno Centro de Distribuição (CD) próprio, em Anápolis (GO), para atender de forma eficiente e estratégica todo o estado de Goiás”. Com os investimentos, a fábrica de Pitangueiras (SP), melhorou sua eficiência e capacidade produtiva, tornando possível a estratégia de absorver a demanda de fabricação de unidades com volumes menores, como a de Lavras (MG) e Anápolis (GO), que estão sendo desativadas.

“Apostamos no crescimento e vamos continuar empenhados para superar nossas metas. São números como o crescimento de 20% neste ano, que nos colocam a caminho de sermos a 3ª maior empresa de nutrição animal do Brasil em 2015”, menciona o presidente. Este crescimento é expressivo, pois segundo a estimativa do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), o setor deverá fechar o ano com alta de 3,2%, em comparação 2014.

Atualmente a Trouw Nutrition Brasil conta com seis marcas de produtos: a FriRibe (Rações e Concentrados para todas as espécies animais), a Bellman (Suplementos minerais de alta tecnologia para ruminantes), a Fatec (Premixes, Núcleos, Aditivos e Saúde Animal), a BRNova (Premixes, Núcleos e Aditivos), a Selko (Saúde Animal e Aditivos) e a Sloten (Produtos lácteos para Suínos e Ruminantes). Ao todo são 10 fábricas de rações, concentrados, núcleos e premixes, além das áreas de especialidades, matérias primas e saúde animal, com faturamento estimado de R$ 650 milhões em 2015. São 1.100 colaboradores, 235 representantes e os produtos são vendidos em 2.082 lojas. A empresa atende no Brasil, 11.388 clientes, que realizaram compras efetivas nos dois últimos meses.

 

Inovando para continuar crescendo

 

Para os próximos meses, a Trouw Nutrition trará para o mercado brasileiro a sua nova linha para pecuária de leite: o Trouw Nutrition Leite, que alia os conhecimentos da nutrição brasileira em gado leiteiro às inovações trazidas da Holanda e dos centros de pesquisa mundiais. A nova linha de leite não receberá um nome individual das empresas do grupo e será comercializada por todas elas sob um único nome: TN Leite. A linha TN Leite contará com núcleos, premixes, especialidades e aditivos.

“Outra novidade, que estará no mercado no início de 2016, é a nova linha de adsorventes de micotoxinas, desenvolvida através de um trabalho de co-criação com a empresa ICC” explica Roppa. A contaminação da ração animal por micotoxinas não afeta somente os produtores de animais e as agroindústrias, com o baixo desempenho animal, mas, também é um problema para o consumidor final. Uma forma eficaz no combate às micotoxinas é a utilização de adsorventes incluídos à nutrição animal. Eles funcionam como agente sequestrador de micotoxinas e evitam a absorção pelo intestino dos animais, impossibilitando a sua distribuição para outros órgãos. A nova linha terá quatro produtos, desenvolvidos dentro das mais modernas técnicas desta especialidade.

Outra área que merecerá maior aporte de investimentos é a de aditivos nutricionais, que será comercializada por todas as empresas do grupo sob o nome BR FEED. “Hoje comercializamos aditivos nas várias empresas. O que vamos fazer agora é unificar todos num portfólio único, completo e moderno, para melhor atender as necessidades dos nossos Clientes”, destaca Roppa.

Fonte: Ass. Imprensa

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Paraná adere a subsídio do diesel para reduzir custos no campo

Programa prevê desconto de até R$ 1,20 por litro e busca amenizar impactos da alta do combustível.

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Foto: Sistema Faep

A adesão do Governo do Paraná ao programa de redução da carga tributária sobre o óleo diesel foi recebida como uma conquista pelo Sistema Faep. A medida, publicada na terça-feira (31), atende a uma demanda da entidade, que vinha articulando, junto a órgãos públicos, alternativas para reduzir os impactos da alta do combustível no meio rural, intensificada após os reflexos da guerra no Oriente Médio.

Pelo programa, os governos federal e estadual vão subsidiar juntos até R$ 1,20 por litro de diesel importado, sendo R$ 0,60 de cada parte. Segundo a Secretaria Estadual da Fazenda (Sefa), o impacto estimado é de cerca de R$ 77,5 milhões por mês aos cofres do Paraná, terceiro maior importador de diesel do país, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais.

Ágide Eduardo Meneguette, presidente do Sistema Faep: “É fundamental unir esforços para reduzir os impactos desse cenário sobre a agropecuária, que já sofre com alto custo de produção e margens apertadas”

Para o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette, a decisão ameniza os impactos da alta do diesel no meio rural, mas alerta que o cenário ainda exige atenção. “Conforme relatos de alguns sindicatos rurais, em algumas regiões, o litro do diesel chegou a R$ 7,80, bem acima dos R$ 5,50 praticados antes da guerra. É fundamental unir esforços para reduzir os impactos desse cenário sobre a agropecuária, que já sofre com alto custo de produção e margens apertadas”, afirma.

A alta do diesel afeta diretamente o setor agropecuário. Hoje, cerca de 73% da energia utilizada no campo têm origem nos combustíveis fósseis, essenciais para o funcionamento das máquinas dentro das propriedades. Fora da porteira, o peso também é significativo: o diesel responde por aproximadamente 40% do custo do frete para o escoamento da produção.

“Também estamos conversando com a Secretaria Estadual da Fazenda sobre a possibilidade de redução do ICMS do diesel. Essa seria outra medida importante para os nossos produtores rurais e também para a sociedade paranaense durante o conflito”, destaca Meneguette.

Diante desse contexto, o Sistema Faep também tem atuado em outras frentes. No dia 11 de março, a entidade assinou, junto a outras organizações do setor, o manifesto “Pela Elevação da Mistura de Biodiesel como Estratégia de Segurança Energética e Desenvolvimento Nacional”, elaborado pelo Instituto Pensar Agropecuária (IPA). A proposta prevê elevar de 15% para 17% a mistura de biodiesel no diesel.

De forma paralela, no dia 25 de março, a entidade encaminhou ofício a deputada estadual e segunda secretária da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), Maria Victoria, solicitando a elevação do teor da mistura para 20%. Essa medida pode contribuir para reduzir custos, fortalecer a segurança energética e acelerar a transição para fontes renováveis no campo, diminuindo a dependência do diesel na agricultura e pecuária.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Brasil recebe jornalistas de 22 países para imersão no agronegócio

Caravana reuniu 50 profissionais internacionais para conhecer, de perto, a produção e a tecnologia do agro brasileiro.

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Foto: Divulgação/Agrojor

De 15 a 20 de março, o Brasil recebeu uma caravana da imprensa internacional especializada em agronegócio: 50 jornalistas* experientes que vieram de 22 países para conhecer e vivenciar a agropecuária brasileira. A programação permitiu o diálogo com lideranças do setor, empresários e pesquisadores, somando conhecimento técnico, científico, tecnológico, sustentável e produtivo de alguns dos principais cultivos como café, cana-de-açúcar, grãos, soja, citrus e pecuária, além de conhecimentos sobre agricultura familiar, preservação ambiental, bioinsumos, agricultura de precisão e Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF).

O encontro, promovido pela IFAJ – Federação Internacional dos Jornalistas Agrícolas e com organização da Rede Agrojor – Associação Brasileira dos Jornalistas de Agronegócio, foi preparado durante 10 meses por um comitê de trabalho voluntário composto por 16 jornalistas brasileiros, associados Agrojor, e baseados em várias regiões do país. A equipe foi comandada pela presidente da entidade, a jornalista Vera Ondei. “Não estamos sozinhos no mundo e o que queremos para o futuro é que todos estes colegas olhem para nós como parceiros na busca por informações sobre o Brasil, principalmente, fontes oficiais, sejam elas empresas, entidades, governo e ONGs”, ressaltou Vera em sua fala de encerramento.

A imersão foi realizada durante o Mid Term Executive Meeting, reunião que ocorre anualmente, a cada edição, em um país diferente. Em 2026, o Brasil sediou o evento pela primeira vez. O principal objetivo foi demonstrar aos profissionais internacionais, de forma completa e abrangente em um curto espaço de tempo como é o agronegócio brasileiro – do lado de dentro da porteira.

Durante os cinco dias, o grupo passou por 10 cidades do interior paulista: Guarulhos (onde foi realizado o coquetel de abertura), São Carlos (local da hospedagem e de onde partiam diariamente), Araraquara, Campinas, Charqueada, Descalvado, Holambra, Mogi-Guaçu, Pirassununga e Piracicaba. Nessas cidades estão centros de pesquisa, institutos, empresas e propriedades rurais que demonstraram inovações e esforços em prol do desenvolvimento tecnológico e sustentável do agro.

Além do conteúdo técnico, durante a experiência, os jornalistas também tiveram a oportunidade de experimentar parte da culinária típica brasileira como um jantar em uma churrascaria no sistema self-service/rodízio. Muitos desconheciam este formato de serviço. Teve também noite com comidas de boteco e a tradicional feijoada. “Foi uma experiência fabulosa, aprendi muito e conheci pessoas maravilhosas”, ressaltou o jornalista Patrick Dupuis, da Canadian Farm Writers Federation (CFWF). “Tanto na Suíça como na Alemanha há muita discussão sobre o Mercosul e os insights que recebemos foram bastante esclarecedores. Aprendi muito. Senti que estava exatamente no lugar e na hora certa”, destacou Kirsten Müller, da Schweizer Agrarjournalisten (VDAJ). “Aprendi muito sobre o Brasil e seu trabalho com o segmento agrícola: minha mente está repleta de ideias de comunicação no agro para acrescentar ao meu trabalho nos EUA”, disse Katie Knapp, da Agricultural Communicators Network (EUA) em acordo com seu colega de redação, Gregory David Horstmeier: “Devo dizer que tudo que vi nesta semana alimentou minha alma e iluminou meu coração. Ficar fora dos EUA uma semana, aprendendo tanto com vocês no Brasil foi incrível”. Steve Werblow, presidente da IFAJ, finalizou: “Vocês transformaram cada problema em aprendizado. Até quando o ônibus ficou atolado, aquilo virou uma oportunidade de entender a logística. Passamos a enxergar as dificuldades e as possibilidades”.

A realização do Executive Meeting IFAJ-Agrojor no Brasil foi possível por causa de empresas e marcas que acreditam na comunicação agro. O evento teve como patrocinador Ouro as empresas Bayer, John Deere e Yara Fertilizantes; a Basf como patrocinador Prata e Corteva como Bronze. A iniciativa teve o apoio da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Cachaça Cabaré, Ford, Legga, Ludu e Toledo do Brasil.

Os locais visitados foram: Embrapa Pecuária Sudeste, Embrapa Instrumentação, Embrapa Territorial, Coplacana, Esalq/Sparcbio, CTC – Centro de Tecnologia Canavieira, Café DelGraan, Sítio São João, Joost Kalanchoé, Koppert, Agrindus/LettiA, Fazenda Estância e Fazenda Cachoeira.

Países representados por seus jornalistas: África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Canadá, Chile, Dinamarca, Escócia, Eslováquia, Eslovênia, Estados Unidos, Finlândia, Geórgia, Irlanda, Nigéria, Noruega, Países Baixos, Quirguistão, Reino Unido, Sérvia e Suíça.

Fonte: Assessoria Agrojor
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Alta nas exportações de soja impulsiona aumento dos fretes

Análise da Companhia Nacional de Abastecimento mostra impacto do avanço da colheita, chuvas e cenário externo no transporte de grãos.

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Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

As exportações de soja cresceram no mês de fevereiro, contribuindo para o aumento no preço dos fretes. Além da colheita, o período chuvoso é outro fator que influencia na alta dos preços do serviço de transporte de grãos. A análise está na edição de fevereiro do Boletim Logístico, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O monitoramento dos corredores logísticos evidencia o Arco Norte e o porto de Santos (SP) como principais canais de exportação de soja e milho no início de 2026. Pelo Arco Norte, houve o escoamento de 40,8% da produção de milho e 38,4% da produção de soja. Já pelo Porto de Santos foram exportados 33,5% da safra de milho e 36,8% da de soja.

Foto: Freepik

Com a previsão de safra recorde divulgada pela Conab no último levantamento da safra de grãos, os próximos meses devem ser marcados pelo aumento dos fretes rodoviários. “No mercado externo, oscilações cambiais, incertezas geopolíticas e o valor do petróleo devem continuar influenciando o preço dos fretes. Já no mercado interno, os produtores devem lidar com o avanço da colheita das culturas de primeira safra, o que também mantém a pressão de alta nas cotações para a remoção dos grãos”, analisa o superintendente de Logística Operacional da Conab, Thomé Guth.

De acordo com o Boletim, no estado de Mato Grosso, principal estado produtor de grãos no país, o alto volume de soja manteve a logística aquecida e os fretes com tendência crescente, com valores até 19% mais elevados que no mês anterior. Apesar das chuvas, melhorias recentes em infraestrutura asseguraram o fluxo, mantendo a proeminência do estado mato-grossense no fornecimento de commodities. O Mato Grosso do Sul também seguiu a tendência de aumento percentual dos fretes, com o registro de rotas que ultrapassaram os 30% em paralelo ao mês de janeiro.

Em Goiás, o excesso de chuvas impactou o plantio e a colheita. Mesmo com a dificuldade encontrada para o avanço das máquinas na colheita e gargalos logísticos, o estado apresentou alta nos fretes, com crescimento percentual acima de 50% em alguns locais. A primeira quinzena de fevereiro foi sintomática quanto à instabilidade climática, com registros de frota retida em virtude da impossibilidade de carregamento e descarga. Com a entrada da nova safra de soja e retenção do milho, a demanda por infraestrutura logística e armazenagem foi ampliada.

No Distrito Federal, os fretes rodoviários apresentaram aumento máximo de 6% em relação ao mês anterior, em conformidade com o esperado para o período de escoamento da safra de grãos. O Boletim assinala a influência do custo local do diesel, do reajuste superior a 3% no piso mínimo do frete em janeiro e de fatores macroeconômicos, além da entrada da safra. O documento prevê ainda que o mês de março deve se caracterizar pelo pico de incremento das cotações de fretes, em função do ápice do escoamento da soja e do milho.

Foto: Claudio Neves

Na Bahia, os fretes cresceram em proporção à alta da demanda por serviços na região Centro-Oeste, que redirecionou os prestadores. Em relação a janeiro, os valores não ultrapassaram o percentual de 10%. O milho apresentou pequena valorização no mercado local. Com a intensificação da colheita da primeira safra nas próximas semanas, o preço do frete tende a crescer.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, a colheita de soja no sul do Maranhão levou ao aumento médio de 5% dos fretes em algumas rotas. No vizinho Piauí, o início do escoamento da soja também aqueceu a logística, com fretes em média 11% superiores aos valores do mês de janeiro.

Em Minas Gerais, enquanto os fretes tiveram crescimento geral quando comparados ao mês anterior, o valor do transporte do café registrou queda nas rotas com destino ao sul do estado. As exportações seguem em expansão no estado mineiro, com destaque para produtos de maior valor agregado e para o café.

No Paraná, houve oscilação na demanda e nos preços de acordo com as particularidades das rotas regionais e a disponibilidade de cargas de retorno. Já em São Paulo, os fretes mantiveram estabilidade e tendência à queda em comparativo mensal, com expectativa de que a colheita de soja melhore as cotações.

Adubos e fertilizantes

As importações aumentaram em relação ao mesmo período do ano passado. Em fevereiro, o Brasil importou 2,38 milhões de toneladas de fertilizantes, o que oferece margem de segurança para o plantio das próximas safras.

A pesquisa analisou as principais rotas de escoamento do país, abrangendo dez estados. O Boletim considera aspectos logísticos do setor agropecuário, posição das exportações, análise do fluxo de cargas e movimentação de estoques da Conab. As análises completas estão no Boletim Logístico – Março/2026.

Fonte: Assessoria Conab
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