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Notícias Safra de inverno

Trigo está em desenvolvimento vegetativo no RS

Área total prevista para o plantio do trigo no Rio Grande do Sul nesta safra é de 1,12 milhões de hectares

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Da área total prevista para o plantio do trigo no Rio Grande do Sul nesta safra, que é de 1,12 milhões de hectares, 94% está plantada, em desenvolvimento vegetativo. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (15), de forma vinculada com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), nos últimos dias, em que predominaram temperaturas amenas, dias ensolarados e sem chuvas no Estado, o plantio da cultura avançou apenas 3%, pois grande parte dos produtores aguarda melhores condições de umidade do solo.

Na regional da Emater/RS-Ascar de Ijuí, a semeadura de trigo nas áreas mais tardias está sendo concluída, conforme previsão inicial e em conformidade com o zoneamento agrícola de risco climático. Nas lavouras semeadas até 15 de junho, a emergência é uniforme, com bom estande de plantas e desenvolvimento inicial lento, devido à baixa luminosidade durante a segunda quinzena de junho; ainda assim, não foi prejudicado o potencial produtivo da cultura, recuperado com os dias frios e ensolarados da semana. Já na de Santa Rosa, o plantio está tecnicamente encerrado, e as áreas implantadas encontram-se em germinação e desenvolvimento vegetativo. A projeção inicial de produtividade é de 3.129 quilos por hectare.

Canola

Na regional de Santa Rosa, 69% das lavouras se apresentam em germinação e desenvolvimento vegetativo, 26% em florescimento, 4% em enchimento de grãos – em áreas implantadas no cedo (abril), e apenas 1% da área cultivada está madura. A projeção inicial de produtividade é de 1.645 quilos por hectare. A temperatura mais elevada durante a semana promoveu maior evolução das plantas. Em geral, os cultivos apresentam boa instalação das lavouras e adequado aspecto fitossanitário. Produtores planejam fazer aplicação de adubação nitrogenada em cobertura, aproveitando a previsão de chuvas.

Nas regiões de Frederico Westphalen, Soledade e Santa Maria, os plantios de canola estão concluídos. Na de Frederico Westphalen, dos 2.700 hectares plantados, 70% estão em germinação e desenvolvimento vegetativo e 30% em floração. Em Soledade, as lavouras apresentam bom estande de plantas, bom desenvolvimento vegetativo e adequado estado fitossanitário. Na de Santa Maria, a área total implantada chegou a 3.190 hectares; 99% das lavouras encontram-se em desenvolvimento vegetativo e 1% em início de floração.

Aveia branca grão

Na regional da Emater/RS-Ascar de Ijuí, os cultivos apresentam ótimo estado fitossanitário e desenvolvimento vegetativo, condições devidas em grande parte às temperaturas favoráveis. Em Tenente Portela e em alguns municípios localizados mais a Noroeste, próximos ao Rio Uruguai e à fronteira com Argentina, as primeiras lavouras plantadas já se encontram em início da formação de grãos. O preço médio praticado na região é de R$ 42,50/sc. de 60 quilos.

O tempo favorável ao longo da semana na regional de Bagé permitiu a conclusão da semeadura de aveia branca grão na Campanha. As condições de umidade do solo, combinadas com temperaturas elevadas, proporcionam excelente desenvolvimento inicial e estande das lavouras. Em Hulha Negra, o desenvolvimento das áreas implantadas em junho melhorou em função da alta disponibilidade de radiação solar e das temperaturas amenas. Na Fronteira Oeste, em Maçambará, o plantio foi finalizado na área de 1,5 mil hectare, e as lavouras apresentam boas condições de estabelecimento e desenvolvimento inicial.

Cevada

Nas regionais da Emater/RS-Ascar de Frederico Westphalen, Soledade e Erechim, as lavouras estão com adequado desenvolvimento vegetativo. As expectativas de produtividade são de 3.524 quilos por hectare em Frederico Westphalen e de 3.300 em Soledade. O preço do cereal está cotado a R$ 77,00 em Soledade; em Erechim, a R$ 95,00/sc. de 60 quilos.

Fonte: Assessoria

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Malásia habilita quatro novas plantas de carne de frango

Mercado com critérios halal passa a contar com 07 plantas brasileiras

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Foto - DIVULGAÇÃO Vibra

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou a informação divulgada hoje pelo Ministério da Agricultura e Pecuária sobre a autorização de quatro novas plantas para exportação de carne de frango para o mercado da Malásia.

A habilitação pelas autoridades sanitárias malásias alcança quatro plantas frigoríficas do Brasil – duas unidades da BRF, uma da JBS Aves e uma da Vibra Agroindustrial, que estão localizadas no Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. As unidades habilitadas se somarão às outras três plantas frigoríficas já autorizadas a embarcar produtos para a Malásia – duas da BRF e uma da Jaguafrangos, localizadas no Mato Grosso, Minas Gerais e Paraná.

A Malásia é reconhecida internacionalmente como um dos mercados com os mais elevados critérios para produtos halal entre as nações de maioria islâmica, e tem aumentado significativamente as suas importações de carne de frango do Brasil. No ano passado, o país importou 13,6 mil toneladas, volume 45,7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

“Mais que dobramos o número de plantas habilitadas a atender o mercado malásio, que deverá registrar bons incrementos nos volumes embarcados ao longo de 2024. É uma importante notícia para o Brasil, que é o maior exportador global de carne de frango halal e tem visto sua presença aumentar no mercado islâmico”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Conforme o diretor de mercados, Luís Rua, “a articulação de ações entre o Ministério da Agricultura e as demais pastas do Governo, como o Ministério das Relações Exteriores, vem conquistando grandes avanços para a ampliação da presença internacional das proteínas do Brasil, o que se reflete, por exemplo, nas novas habilitações para a Malásia.

 

Fonte: ABPA
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Demanda enfraquecida de farelo de soja mantém pressão sobre cotações

Na média das regiões acompanhadas pelo Cepea, as cotações do produto caíram 2% comparando-se a média da primeira quinzena de abril com a média de março. No comparativo anual, a queda foi de 19,8%, em termos reais.

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Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

Os preços do farelo de soja seguiram em queda no mercado brasileiro na primeira quinzena de abril, refletindo a cautela de consumidores, sobretudo domésticos.

Indústrias esmagadoras também não mostraram grande interesse em negociar, por conta da valorização da matéria- -prima e da dificuldade no repasse para o derivado.

Também atentos à firme procura por óleo de soja, consumidores esperam pelo aumento no volume do grão esmagado e, consequentemente, por um excedente de farelo, em um contexto em que a recuperação na oferta da Argentina deve limitar as exportações brasileiras deste derivado.

Na média das regiões acompanhadas pelo Cepea, as cotações do farelo de soja caíram 2% comparando-se a média da primeira quinzena de abril com a média de março.

No comparativo anual, a queda foi de 19,8%, em termos reais (IGP-DI de março).

Em Campinas (SP), Mogiana (SP), Rondonópolis (MT), Santa Rosa (RS), Passo Fundo (RS), Ijuí (RS) e Chapecó (SC), os preços do derivado foram os menores desde setembro de 2019, também em termos reais.

Por outro lado, o movimento de baixa foi limitado pelas exportações intensas. Segundo dados da Secex, o Brasil embarcou volume recorde de farelo de soja no primeiro trimestre de 2024, somando 5,2 milhões de toneladas, 15% superior ao registrado há um ano.

Os principais destinos do derivado brasileiro foram Indonésia (18,6%) e Tailândia (12,7%).

Fonte: Por Débora Kelen Pereira da Silva, do Cepea.
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Asgav promove campanha de valorização da carne de frango produzida no Rio Grande do Sul

Por meio deste movimento, o setor avícola quer destacar a procedência e a qualidade do produto que é disponibilizado no mercado gaúcho.

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Foto: Shutterstock

Incentivar o consumo de carne de frango produzida no Rio Grande do Sul. Este é o objetivo da 3ª etapa da Campanha de Valorização das Marcas produzidas no estado, promovida pela Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav). Por meio deste movimento, o setor avícola quer destacar a procedência e a qualidade do produto que é disponibilizado no mercado gaúcho. Com o slogan “Carne de Frango do RS, a gente reconhece pelo sabor”, o intuito é reforçar o trabalho de divulgação em veículos de imprensa e redes sociais, como já ocorreu nos dois ciclos anteriores. A campanha começou nesta segunda-feira (22) e vai se estender até 30 de julho, com foco principal nas redes sociais e comunicação estratégica.

A continuidade desta ação da Asgav é fortalecer o consumo interno da carne de frango produzida no Rio Grande do Sul. O presidente executivo da Asgav, José Eduardo dos Santos, comenta que a ideia desta nova etapa é de uma campanha criativa e dinâmica para conscientizar a população sobre os benefícios de levar para as suas mesas um produto gaúcho. “Este é um movimento contínuo e proativo da Asgav em busca de alternativas para melhorar as condições de competitividade para o setor, pois valorizar a produção local é valorizar milhares de pessoas, famílias, produtores e trabalhadores do nosso Estado”, esclarece.

Raio x da avicultura

Atualmente, o Rio Grande do Sul é o terceiro maior produtor e exportador de carne de frango do Brasil. Tem 7,3 mil produtores e 21 frigoríficos.

A média de produção de carne de frango do estado é de 1,8 milhão de toneladas.

As vagas de trabalho criadas pelo setor são significativas. São 35 mil empregos diretos e 550 mil empregos indiretos.

Fonte: Assessoria Asgav
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