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Empresas Menor ociosidade das máquinas no campo

Três motivos para apostar na sincronia de operações no agronegócio

Sincronização das atividades reduz ao máximo o tempo de ociosidade das máquinas no campo, gerando menos custos e mais lucratividade. 

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Divulgação/Hexagon

Imagine que, após a colhedora encher um transbordo, o equipamento se encaminha para ser esvaziado, mas não há nenhum caminhão disponível. Por conta disso, a máquina precisa interromper sua operação e aguardar até a chegada do transporte da matéria-prima. O resultado: ociosidade, atrasos e desperdício de tempo e de recursos. Esse problema, porém, pode ser solucionado com o apoio de tecnologias que garantem a sincronização das operações, melhorando o desempenho e os resultados de todos os envolvidos na cadeia de produção.

“Em qualquer sistema produtivo, cada processo depende e impacta nos demais, e isso não é diferente no agronegócio. No entanto, as operações agrícolas envolvem uma rotina de atividades e de comunicação bastante complexa. Quando não há padronização e automatização dos processos, é muito difícil conseguir manter a sincronia entre as etapas de trabalho”, explica o presidente da divisão de Agricultura da Hexagon, Bernardo de Castro

Hoje, porém,  as soluções digitais disponibilizadas no mercado facilitam o gerenciamento de recursos e processos de forma muito mais controlada, garantindo que não haja lacunas e paradas, mas sim continuidade dos trabalhos a partir da sincronização automatizada das atividades.

Confira três razões para investir na sincronização de operações no agronegócio:

1. Aumento da eficiência 

Um dos benefícios mais notáveis da sincronia entre operações é o aumento da produtividade, considerando que há uma prevenção de interrupções e as equipes e equipamentos passam a trabalhar de forma muito mais alinhada.

A sincronização das operações de colheita com as atividades de transporte é um dos exemplos que podem ser destacados. Softwares desenvolvidos para solucionar esse desafio avaliam questões como o número e a velocidade de colhedoras trabalhando no campo, o ritmo da colheita, a disponibilidade de caminhões e o horário de trabalho dos motoristas, e, a partir disso, sincronizam máquinas e caminhões para que não haja desperdício de tempo.

2 – Redução de gastos e desperdícios

Com uma boa otimização de processos, a sincronização reduz gastos e desperdícios — o que, indiretamente, também colabora com a diminuição do impacto ambiental das atividades agrícolas. A sincronização das máquinas com os caminhões que irão transportar a matéria-prima, por exemplo, reduz o gasto com combustível e pode até diminuir o número de máquinas e/ou caminhões necessários para a realização da logística da operação.

Outro atividade que pode ser citada é utilizada no mercado sucroenergético, no qual o Brasil ocupa posição de destaque: a sincronização entre o ritmo de corte de cana-de-açúcar das colhedoras e a movimentação dos transbordos.

3. Mitigação de riscos

Atualmente, é possível fazer um controle remoto e centralizado de operações que estão acontecendo no campo a partir da transferência de informações dos computadores de bordo das máquinas agrícolas para a nuvem por meio de canais de comunicação 3G, 4G, Wi-Fi ou satelitais.

Esse monitoramento é o que garante a sincronização das atividades, já que ele permite o gerenciamento rápido de eventuais ocorrências, como paradas de equipamentos. Isso assegura que a matéria-prima seja entregue para o seu destino final dentro do período programado, o que evita possíveis atrasos ou paradas da indústria.

No caso do uso da tecnologia que sincroniza colhedoras e transbordos, também há redução do risco de acidentes por colisões entre os veículos — estes são muito mais comuns em operações manuais, que ficam dependentes da experiência dos operadores e à mercê de falhas de comunicação.

Fonte: Assessoria Hexagon

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Topigs Norsvin reforça equipe de produção no Sul e Sudeste com novos coordenadores

Profissionais assumem gestão de multiplicadores no Paraná, São Paulo e Santa Catarina com o objetivo de elevar a excelência técnica e garantir entrega de valor superior aos parceiros

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Divulgação Topigs Norsvin

A Topigs Norsvin, referência mundial em genética suína, anuncia a expansão de seu time técnico no Brasil com a contratação de dois novos coordenadores de Produção. Beatriz Quadros e Daniel Cruz chegam para fortalecer a assistência aos parceiros multiplicadores nas regiões Sul e Sudeste, reportando-se diretamente à gerência da área.

A movimentação faz parte de uma estratégia de fortalecimento do capital humano da companhia, visando alinhar performance genética com responsabilidade sanitária e bem-estar animal. Segundo o diretor de Produção da Topigs Norsvin, Leocir A. Macagnam, a chegada dos profissionais tem o objetivo de complementar as competências do time existente.

“O foco central é buscar resultados zootécnicos superiores, alicerçados no envolvimento das pessoas e na produção de suínos reprodutores de alta qualidade genética e sanitária. Com perfis altamente qualificados e experiências consolidadas em campo, a Beatriz e o Daniel atuarão no engajamento e capacitação das equipes nas granjas”, destaca.

Foco estratégico no Paraná e São Paulo

Responsável pelas regiões do Paraná e São Paulo, Beatriz de Carmo de Quadros é graduada em Zootecnia pela USP e cursa atualmente Mestrado Profissional em Produção e Sanidade Animal. Com 11 anos de experiência na suinocultura, a executiva traz uma bagagem focada em diagnóstico técnico e habilitação de equipes.

Em sua nova função, Beatriz supervisionará o desempenho de multiplicadores, garantindo que a produção de fêmeas atenda aos rigorosos padrões da empresa. “Meu foco será atuar de forma estratégica e técnica para assegurar que cada granja alcance suas metas com eficiência, qualidade e consistência. Isso inclui orientar as equipes, apoiar na tomada de decisão e monitorar indicadores”, afirma a nova coordenadora.

Ela ressalta ainda que sua experiência prévia será vital para a cultura de melhoria contínua da Topigs Norsvin. “Espero promover uma gestão próxima, colaborativa e orientada a resultados, fortalecendo o trabalho do time comercial e elevando a satisfação dos clientes finais”, completa Beatriz.

Gestão intensiva em Santa Catarina

Assumindo a coordenação da regional de Santa Catarina, Daniel Moreira Pinto Cruz é médico-veterinário com sólida trajetória em gestão de produção intensiva e passagens por grandes empresas do setor, como Smithfield Foods e JBS. Seu perfil é marcado pela especialização em conceitos de Saúde Única (One Health), compliance sanitário e metas ESG.

O foco do novo coordenador será a gestão conjunta do programa genético com os parceiros, assegurando a disponibilidade de animais de alta qualidade fenotípica nos prazos previstos. “Acredito que minha experiência trabalhando em grandes empresas nacionais e internacionais do ramo, juntamente com a grande expertise dos meus colegas técnicos da Topigs e parceiros multiplicadores, serão decisivos para impulsionar os avanços técnicos que desejamos”, projeta Daniel.

Entre suas atribuições, está também o desenvolvimento das equipes das granjas multiplicadoras alinhado aos objetivos estratégicos da companhia. “Espero contribuir de forma ativa para a evolução de nosso melhoramento genético e indicadores produtivos”, finaliza.

Fonte: Ass. de imprensa
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Nematoides e carrapatos oferecem grande risco a bezerros e vacas em período de pós-parto

Adoção do manejo adequado para o controle dos inimigos da pecuária proporciona impacto produtivo e econômico na propriedade

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Divulgação Vetoquinol

A produtividade de uma fazenda pecuária com vacas no pós-parto é desafiada pela ação de diversos parasitas, como nematoides e carrapatos. “Caso as matrizes estejam infestadas por vermes, a contaminação ambiental ganha força pela intensa eliminação de ovos no bolo fecal”, informa o médico-veterinário Felipe Pivoto, gerente de Serviços Técnicos para Bovinos e Equinos da Vetoquinol Saúde Animal.

Com condições favoráveis, os ovos eclodem e a propriedade entra num ciclo vicioso de alta proliferação dos parasitas. Jovens e com o sistema de defesa em construção, os bezerros ficam ainda mais expostos aos vermes, que não enfrentam nenhuma resistência para parasitá-los. Uma vez parasitados, os bezerros sofrem severos impactos em termos de crescimento e ganho de peso, com efeito claro no índice de peso ao desmame.

Entre os principais prejuízos causados pelo parasita ao bezerro estão: diarreias, anemia, redução crítica da conversão alimentar, aumento na taxa de mortalidade e perda de peso e cenário favorável para a infestação ambiental – já que os bezerros infectados depositam ainda mais ovos no ambiente.

“Os carrapatos trazem tantos problemas quanto os nematoides. O pós-parto demanda muita energia da vaca, direcionada para sua recuperação física e produção de leite para o recém-nascido. Em caso de infestação por carrapato, a matrizes sofrem perdas fisiológicas importantes, devido a espoliação sanguínea, inflamação cutânea, estresse e desconforto. Fatores que reduzem a eficiência metabólica da vaca, a qual compromete a produção de leite”, explica o veterinário. Com menos acesso ao leite, os bezerros tendem a apresentar menor ganho de peso, atraso no desenvolvimento corporal e, consequentemente, menor peso ao desmama quando comparado aqueles oriundos de matrizes com infestação de carrapato controlada.

“O pecuarista conta com ferramentas eficazes para enfrentar esses problemas e controlar as infestações, como o Contratack® Injetável. O produto é desenvolvido pela Vetoquinol Saúde Animal”, indica Lucas Croffi, gerente de produto da Vetoquinol.

Contando com a ação conjunta dos princípios ativos fluazuron e ivermectina, Contratack® Injetável inibe o desenvolvimento de carrapatos e é altamente efetivo contra verminoses, o que o indica para vacas em períodos de cria. Seu uso protege as matrizes de infestações dos parasitas e garante o fornecimento do leite em quantidade e qualidade ideais para ter bezerros saudáveis.

Fonte: Ass. de imprensa
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Cobb reconhece a Avícola Warnes por alcançar o melhor lote de produção no território boliviano

O resultado evidencia a excelência da empresa em manejo e sua capacidade de atingir indicadores técnicos.

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Foto: Divulgação

A Cobb-Vantress, empresa de genética avícola mais antiga em operação no mundo, realizou uma cerimônia oficial na Bolívia para reconhecer a Avícola Warnes por ter alcançado o melhor lote de produção de Ovos Totais (OT), em 2024. O resultado evidencia a excelência da empresa em manejo e sua capacidade de atingir indicadores técnicos.

A Avícola Warnes é uma empresa boliviana com ampla trajetória na produção avícola, reconhecida por seu foco técnico, disciplina operacional e compromisso permanente com a eficiência e a melhoria contínua. Seu sólido desempenho fez com que ela se tornasse uma referência no setor avícola do país.

O prêmio foi entregue por Rodolfo Solano, gerente regional da Cobb para Peru, Bolívia e Equador, em um evento que contou com a presença do Dr. Néstor Oropeza, proprietário da Avícola Warnes, bem como dos profissionais Dr. Sevriche e Dr. Daza e de membros da família, que celebraram essa importante conquista.

“Os excelentes resultados da Avícola Warnes são consequência de uma gestão altamente eficiente e da correta implementação das recomendações técnicas fornecidas pela Cobb, o que permitiu que a empresa aproveitasse o potencial genético e alcançasse indicadores de desempenho excepcionais. O desempenho da empresa em 2024 consolida sua posição como referencial técnico no mercado boliviano”, afirma Solano.

Fonte: Assessoria Cobb
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