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Notícias Semana Nacional da Carne Suína

Treinamentos virtuais da SNCS conectam colaboradores das redes de varejo participantes com conteúdo informativo

A campanha estará presente no varejo brasileiro de primeiro a 15 de outubro

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A última fase de preparação para a Semana Nacional da Carne Suína (SNCS) foi concluída com sucesso ao lado dos oito maiores varejistas do país. Entre os dias 15 e 25 de setembro, a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) capacitou mais de 1.200 colaboradores do Carrefour, Extra, Pão de Açúcar, Grupo Big, Hortifruti, Natural da Terra, Lopes Supermercados e Oba Hortifruti.

O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, agradeceu a todas as redes e aos colaboradores pela participação. “Essa parceria com o varejo é de uma importância gigantesca pois nos proporciona a grande vantagem de chegar ao consumidor, saber o que ele espera e poder conversar com ele. E é para isso que estamos aqui, temos uma história gigante para contar.” Os treinamentos aconteceram de forma online e em diferentes plataformas para atender melhor às necessidades de cada rede, como o YouTube, Zoom e o Workplace, aumentando a capacidade de engajamento dos participantes.

Todas as redes puderam assistir a um talk show onde o médico veterinário Iuri Pinheiro respondeu às principais dúvidas dos consumidores a respeito da carne suína. De forma muito dinâmica, ele abordou questões relacionadas à segurança alimentar, manipulação de alimentos e a produção de suínos, reforçando que a carne suína não transmite doenças e é absolutamente segura para a alimentação humana. A palestra teve também a participação da nutricionista Thaliane Dias e do nutrólogo Dr Daniel Magnoni que atestaram a saudabilidade da proteína, desmistificando informações incorretas e reiterando que a proteína pode ser consumida por qualquer pessoa em qualquer fase da vida.

E por falar em consumo, o chef de cozinha Jimmy Ogro deliciou a todos com receitas práticas e diversificadas, preparando cortes de carne diferentes para cada rede. Além disso, ainda compartilhou dicas de preparo e tempero, mostrando para todos como a carne suína pode ficar ainda mais saborosa e ganhar espaço em diferentes pratos, com diferentes combinações. Os representantes dos varejistas tiveram espaço também para falar sobre as estratégias de cada rede para a SNCS e também as expectativas de crescimento esperadas durante o período de campanha. E para encerrar, as equipes responderam a pergunta “o que o treinamento Paixão por Carne Suína desperta em você?”. Separamos aqui algumas das melhores frases que traduzem muito bem como foi a experiência.

“A carne suína desperta curiosidade de saber sobre tudo. Aqui na loja não só vendemos carne suína para os nossos clientes, também ensinamos como prepará-la de um modo que a carne venha a ficar muito mais gostosa”, comentou Ruan Santos, do Carrefour.

“Gosto muito da carne suína e desde criança eu escuto esse comentário do bichinho da cabeça. Consumia sempre bem passada para não correr risco, fico feliz em saber dessa informação pois infelizmente esses mitos ainda existem. Parabéns pelos esclarecimentos”, afirmou José Claudenildo Paiva Avelino, do GPA.

“O treinamento Paixão por carne suína desperta uma vontade de reinventar todos os cardápios diários para utilizar cada vez mais esta proteína que esteve em nossos pratos de maneira sempre discreta devido aos mitos envolvendo ela. Muito obrigado pelo treinamento, onde aprendemos muito”, disse Luan Alves, do Grupo BIG.

“O treinamento promove embasamento para falarmos mais sobre carne suína com nossos clientes. É super interessante nos mantermos por dentro das novidades desse produto tão nutritivo”, contou Maria Aparecida, da Hortifruti e Natural da Terra.

“O treinamento nos traz informações detalhadas sobre como tirar as dúvidas de nossos colaboradores e clientes sobre a segurança da produção da carne suína e sobre a manipulação, trazendo confiança a equipe e ao público”, expôs Rafael Barbosa de Lima, do Lopes Supermercados.

“Com esse treinamento, podemos proporcionar um atendimento com mais transparência para o nosso cliente sobre a proteína que ele está servindo a sua família no dia a dia. E incentivando cada dia mais o consumo da carne suína”, informou Tales Igor Paulino de Sousa, da OBA Hortifruti.

Lançamento

O lançamento da SNCS acontece no dia primeiro de outubro também de forma online. Este ano a campanha chega a todas as regiões brasileiras no mesmo dia e se estende até o dia 15. As equipes de varejo já estão preparadas e afiadas para transmitir todo o conhecimento adquirido. Acompanhe a estreia da maior vitrine de carne suína no varejo brasileiro, na próxima quinta-feira às 10h da manhã no YouTube ABCS Agro.

Fonte: Assessoria ABCS
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Notícias Embrapa

15ª JINC abre as inscrições para trabalhos

O evento ocorre no dia 21 de outubro

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Os alunos que desenvolvam atividades de iniciação científica em qualquer área do conhecimento do Ensino Superior já podem inscrever seus trabalhos para a 15ª Jornada de Iniciação Científica – JINC. Neste ano o tema é a “Transversalidade da Ciência, Tecnologia e Inovações para o Planeta”, que acompanha a temática da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. A inscrição ocorre na página do evento (www.cnpsa.embrapa.br/15jinc) e pode ser feita até o dia 8 de setembro. Após a avaliação pela comissão científica, os trabalhos selecionados em forma de poster ou apresentação oral serão divulgados no dia 14 de outubro. O evento ocorre no dia 21 de outubro.

A 15ª JINC é um evento organizado pela Embrapa Suínos e Aves e pela Universidade do Contestado – UnC, com apoio do Instituto Federal Catarinense – Campus de Concórdia. Ela constitui uma oportunidade para divulgar e valorizar o conhecimento gerado nestas instituições envolvendo os alunos de iniciação científica. O evento também faz parte da programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia/2021 de Concórdia/SC.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias ESG

JBS troca experiências sobre melhores práticas de ESG no 1º Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento da Abras

Evento contou com participação do CEO Global da JBS, Gilberto Tomazoni, e do diretor de Sustentabilidade da Companhia, Márcio Nappo

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A JBS participou na quinta-feira (17) do 1º Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento, realizado pela Abras (Associação Brasileira de Supermercados). O evento, comandado pela jornalista Rosana Jatobá, teve patrocínio da JBS e reuniu lideranças e autoridades para trocar experiências sobre os principais desafios da cadeia de abastecimento e as melhores práticas ESG.

O CEO Global da JBS, Gilberto Tomazoni, fez uma participação especial na abertura do painel Impacto Social e Ambiental. Em sua mensagem, falou diretamente com as lideranças sobre a urgência de se frear as mudanças climáticas. O executivo lembrou a importância do papel das empresas como agentes transformadores para combater o aquecimento global: “O setor privado tem papel crucial. Temos o poder de promover uma nova revolução verde e temos que ter clareza de que, se seguirmos produzindo como fazemos hoje, não há plano b. A solução está diante de nós, na natureza, na agropecuária. Temos que trabalhar juntos”.

Tomazoni destacou ainda o compromisso Net Zero 2040 da JBS, pelo qual a Companhia se comprometeu a zerar o balanço de suas emissões de gases causadores do efeito estufa até 2040 em toda a sua cadeia produtiva. “Sustentabilidade é o farol que nos guia. Não só porque é a coisa certa a ser feita, mas porque é a única opção”, afirmou.

Mais tarde, o diretor de Sustentabilidade da JBS, Márcio Nappo, foi um dos palestrantes do painel Cases de Sucesso da Cadeia de Abastecimento. Ele dividiu o debate com executivos de outras grandes empresas dos setores de supermercados e alimentos. Com uma dinâmica de apresentar desafios e soluções da agenda ESG que podem ser incorporados à cadeia produtiva, os painelistas discorreram sobre os principais temas pertinentes a seus setores.

Nappo destacou duas das principais ações que orientam a Companhia: a redução da intensidade das emissões de carbono e a rastreabilidade de toda a cadeia de fornecedores de bovinos. O executivo citou que a JBS, líder global no setor de proteínas e a segunda maior empresa de alimentos do mundo, trabalha desde 2009 com um sistema de monitoramento via satélite de seus fornecedores de bovinos no Bioma Amazônia e que todas as fazendas que fornecem para a Companhia precisam estar em conformidade com as leis ambientais, entre outros critérios socioambientais. Nappo citou ainda a dimensão desse monitoramento: “É uma área que corresponde a uma vez e meia a área da Alemanha na Amazônia”.

O executivo complementou citando a Plataforma Pecuária Transparente, ferramenta da JBS que usa tecnologia blockchain para estender o mesmo monitoramento para os fornecedores dos fornecedores da Companhia, ampliando a rastreabilidade da matéria-prima. Uma iniciativa que já está sendo implantada com sucesso e que nasceu com o objetivo de se tornar uma solução para todo o setor.

Além disso, Nappo ressaltou que o projeto também pretende ajudar os fazendeiros que apresentarem não conformidades. “Queremos ajudar a melhorar a gestão da fazenda. Por isso, criamos os Escritórios Verdes, que ajudam os produtores a fazer essa regularização”.

Para concluir o painel, cada participante listou quais são os principais desafios e soluções que encontram relacionados à agenda ESG em suas companhias. Nappo citou a importância do reflorestamento de áreas degradadas e reforçou o objetivo da JBS de se tornar Net Zero até 2040.

Fonte: Assessoria
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Notícias Paraná

Polícia Civil do Paraná e Adapar investigam adulteração em fertilizantes

É importante que produtor fique atento quanto ao material recebido na propriedade e caso conste alguma irregularidade, procure a Adapar

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Divulgação/Adapar

Nos últimos anos a agricultura brasileira teve um salto em produtividade. Esse resultado positivo deve-se a diversos fatores, como clima favorável para o desenvolvimento das culturas, utilização dos defensivos agrícolas para combate de pragas e doenças, melhoramento genético das plantas para alta produção e adequação do solo com utilização dos corretivos e fertilizantes. Com o uso dos fertilizantes foi possível tornar um solo pobre em nutrientes em um solo agricultável e produtivo por muito tempo. A matéria-prima deste insumo geralmente é importada de outros países e cotada em dólar e, por isso, apresenta significativo impacto no custo de produção do agricultor.

Devido a seu alto valor agregado, os fertilizantes frequentemente são objeto de adulteração em sua qualidade. No ano de 2016 a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (ADAPAR) atendeu casos de adulteração de fertilizantes que ocorreram nos municípios de Toledo e Cascavel, no Oeste do Paraná. Na oportunidade, os agricultores adquiriram um total de aproximadamente 200 toneladas de fertilizantes produzidos por empresa idônea no mercado e que foram comercializados por estabelecimentos comerciais devidamente registrados.

No entanto, ao iniciar a semeadura, os agricultores perceberam anormalidades nas características físicas do produto e comunicaram a Agência para averiguar possíveis irregularidades. Após amostragem oficial o resultado laboratorial acusou deficiência em todos os nutrientes garantidos nos produtos, constando que os lotes analisados não continham praticamente nenhum dos elementos na composição. Caso semelhante ocorreu em 2019 no Estado do Mato Grosso causando prejuízos milionários para diversos agricultores.

Investigação policial

A Polícia Civil de Marechal Cândido Rondon, PR, iniciou investigação durante os meses de abril e maio de 2021 sobre a ocorrência de adulteração de fertilizantes que foram entregues na região oeste do Paraná. De acordo com o delegado da Polícia Civil, Rodrigo Baptista Santos, no dia 07 de maio foi verificado a chegada de dois caminhões carregados de adubos vindos do Porto de Paranaguá e entregues em empresas localizadas em Marechal Cândido Rondon e Mercedes que se apresentavam adulterados para fórmulas de péssima qualidade, sendo então realizada a abordagem.

Realizado o teste preliminar no material, foi constatado que era totalmente adulterado, não tendo a mínima qualidade e propriedades necessárias para fazer efeito no solo do agricultor. Sendo assim, o motorista do caminhão foi conduzido para a Delegacia. No momento da abordagem, o motorista, inclusive, quebrou o telefone celular buscando esconder provas.

Foram lavradas as apreensões de todos os materiais. A investigação agora vem se aprofundando a fim de identificar todos os envolvidos na ação criminosa, e tem apontado para diversas cargas dessa natureza já terem sido entregues na região. Até momento já foram identificadas seis cargas com valor aproximado de R$ 91 mil cada, gerando um prejuízo de mais de meio milhão de reais.

Fiscalização

A Adapar é a instituição oficial responsável pela Defesa Agropecuária do Estado do Paraná e entre as diversas atividades de rotina executadas pelos fiscais da Gerência de Sanidade Vegetal destaca-se a fiscalização de corretivos e fertilizantes tanto no comércio quanto em propriedades rurais.

De acordo com a coordenadora do Programa de Fiscalização de Fertilizantes da Adapar, engenheira agrônoma Caroline Garbuio, no presente caso, a fiscalização observou diversos itens nos fertilizantes suspeitos, tais como origem fiscal do produto, registro do estabelecimento produtor e do comerciante, especificações, lacres, características das embalagens e rótulos e tudo indicava inicialmente ser produto original. No entanto, após avaliações mais detalhadas, foram observadas diferenças nas características físicas entre os fertilizantes acondicionados em embalagens consideradas originais com as embalagens dos fertilizantes apresentando indícios de adulteração. “Desta forma, realizamos coletas oficiais, considerando 222 toneladas desses fertilizantes suspeitos e encaminhamos para análise em laboratório oficial do Estado para atestar a adulteração”, conta.

Segundo Caroline, muitas vezes a adulteração é realizada de forma tão perfeita que somente a análise laboratorial no fertilizante é que permite detectar esse tipo de irregularidade.

Danos a agricultura

A eficiência do fertilizante é medida pelo ganho de produção por unidade de nutriente aplicado de forma que a dose aplicada deve corresponder a necessidade da cultura, para promover retornos adequados sobre os investimentos. Para manter a fertilidade química a adubação precisa suprir a exigência da cultura, para compensar as quantidades de macro e micronutrientes exportados como produto colhido mais aquelas perdidas do solo por erosão, lixiviação e volatilização.

De acordo com a doutora Maria do Carmo Lana, professora de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), as práticas de calagem e adubação assumem grande relevância, sendo responsáveis por cerca de 50% dos ganhos de produtividade, de forma que necessitam ser aplicados para alcançar o melhor retorno econômico. “Considerando, por exemplo, o fósforo, que é um dos elementos mais limitantes nos solos brasileiros, para uma condição de nível médio de fertilidade do solo quanto a este nutriente, visando alcançar 5 t/ha de soja, um fertilizante que deveria conter 07-30-12 de N-P2O5-K2O e na realidade possui 01-04-05 de N-P2O5-K2O, corresponde a aplicação de apenas 12% da necessidade de recomendação de fósforo da cultura, refletindo em baixa eficiência do fertilizante aplicado e baixa produtividade alcançada. Portanto, a garantia do fertilizante quanto à concentração de nutrientes é uma das características preponderantes na qualidade do fertilizante”, informa.

Dicas importantes para evitar adquirir fertilizantes adulterados:

  • Sempre adquirir fertilizantes de empresas fabricantes registradas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e de estabelecimentos comerciais registrados na Adapar. Nestes locais ocorrem fiscalizações rotineiras para verificação da conformidade dos produtos;
  • Sempre exija a nota fiscal de compra dos fertilizantes;
  • Contratar empresas de transportes idôneas, pois é grande o indício de adulterações dos fertilizantes durante o transporte;
  • Ao receber o fertilizante no comércio ou em propriedade rural verificar se os lacres da carga (lona/carroceria) conferem com o número identificado na nota fiscal. Conferir se os lacres das embalagens dos fertilizantes não foram violados (rompidos ou dilatados) e se as características das embalagens e rótulos conferem com as descrições da nota fiscal, como por exemplo: as garantias dos nutrientes, registros de estabelecimento, nº do lote, data de fabricação, especificações físicas;
  • Para verificar a conformidade do fertilizante, o próprio agricultor pode realizar coleta de amostras e encaminhar para análise em laboratório credenciado no Ministério da Agricultura. Neste caso, é importante que a amostragem ocorra considerando o mesmo lote do produto e a retirada da amostra abranja toda a extensão da embalagem, tendo em vista que é comum em fertilizantes adulterados a presença de fertilizante original apenas na parte superior da embalagem e o restante ser adulterado;
  • Se no momento da semeadura o agricultor observar problemas nas características do fertilizante, suspenda a utilização do fertilizante e entre imediatamente em contato com a empresa que comercializou este produto, bem como, com o representante da empresa fabricante, pois estes conhecem as características do produto e podem auxiliar inicialmente em suspeita de adulteração;
  • Permanecendo a dúvida, entre em contato com a Unidade da Adapar mais próxima.

Fonte: Adapar
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CONBRASUL/ASGAV

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