Conectado com

Notícias

Transformação industrial: avanços tecnológicos vão redefinir mercado em 2025

Uso de inteligência artificial e automação em larga escala trarão mudanças profundas para setores como gestão financeira, agronegócio e logística.

Publicado em

em

Fotos: Envato

Em 2025, a tecnologia transformará profundamente diversos setores da economia. De IA generativa à automação, o avanço da revolução digital trará ganhos em eficiência, segurança e agilidade. Essas inovações tecnológicas vão além da otimização de processos, aprimorando a experiência do cliente e assegurando maior conformidade regulatória. Nos próximos anos, o mercado contará com soluções que abrangem desde a automação de tarefas rotineiras até o uso da inteligência artificial para análise de dados e decisões estratégicas. Confira:

IA Generativa: inteligência e mais produtividade

A inteligência artificial generativa está transformando a forma como empresas utilizam dados para automatizar processos, otimizar operações e analisar informações. A tecnologia, que surgiu em 2022, conquistou popularidade rápido, atingindo mais de 100 milhões de usuários em dois meses – uma adesão recorde, segundo relatório do UBS. Esse ritmo acelerado reflete um interesse crescente entre empresas de diversos setores que buscam na IA generativa mais do que uma ferramenta operacional, mas um ativo estratégico para transformar negócios, melhorar a produtividade e ampliar o alcance da inovação.

Estudos da Gartner apontam que cerca de 25% das empresas já utilizam IA em algumas áreas, especialmente em atendimento ao cliente e marketing, volume que deve aumentar significativamente nos próximos anos.

No entanto, para Carlos Valle, diretor-executivo de Tecnologia e Desenvolvimento da Senior, o verdadeiro diferencial competitivo da IA Generativa virá quando a tecnologia for integrada a áreas estratégicas, como planejamento e gestão de operações. “O mercado está começando a perceber o potencial da IA generativa para proporcionar insights que apoiem decisões de alto impacto e otimizem processos críticos. Na Senior, soluções com IA generativa vêm sendo aplicadas em sistemas como RH e Logística para automatizar tarefas como análise de dados e manutenção preditiva, promovendo uma gestão mais ágil e precisa”, afirma.

Agronegócio: tecnologia a serviço da produtividade

Foto: Shutterstock

Especialistas apontam que as novas ferramentas tecnológicas não só otimizam a produtividade, mas também ajudam a enfrentar desafios como escassez de mão de obra qualificada e crescente demanda por sustentabilidade. ”A IA assume um papel estratégico ao transformar dados em informações práticas e acionáveis, fundamentais para decisões que aumentam a rentabilidade e a sustentabilidade das produções”, afirma a head de produtos do Agronegócio da Senior Sistemas, Graciele Lima. “Por exemplo, algoritmos de IA podem identificar comportamentos de pragas e sugerir manejos preventivos, o que diminui perdas e reduz o uso de defensivos”, exemplifica.

Outra grande aposta está na automação e no monitoramento de safras em tempo real. Com sensores conectados e sistemas de IA, produtores conseguem ter uma visão completa de toda a cadeia produtiva, da colheita ao escoamento. Para 2025, uma das inovações é o AgroCheck, uma ferramenta que utiliza inteligência artificial para monitorar e classificar cargas de grãos, alertando para desvios de qualidade e sugerindo ações corretivas. “O AgroCheck é uma solução de ponta que traz segurança e evita desperdícios. O controle de qualidade passa a ser automatizado e contínuo, sem necessidade de supervisão constante, o que aumenta a eficiência nas operações durante a colheita”, explica Graciele.

Mais um destaque é o AgroVerus, que utiliza reconhecimento óptico de caracteres (OCR) para capturar dados de equipamentos de campo e integrá-los automaticamente aos sistemas de gestão. Segundo a especialista, “essa tecnologia elimina etapas manuais e o risco de erros, promovendo maior precisão no controle de insumos e gerando relatórios em tempo real para tomadas de decisão mais seguras”.

A rastreabilidade dos insumos e a segurança digital das informações representam grandes avanços em direção a um agro mais sustentável e transparente. “Os consumidores estão cada vez mais exigentes quanto à origem dos alimentos, e essas ferramentas permitem ao produtor garantir uma produção rastreável e ecologicamente responsável”, completa.

Logística: roteirização e monitoramento em tempo real

As empresas estão investindo em tecnologias que prometem revolucionar a maneira como mercadorias são armazenadas, movimentadas e entregues. Sistemas avançados de IA, integrados a tecnologias como ERP (Enterprise Resource Planning) e WMS (Warehouse Management System), tornam a cadeia de suprimentos mais ágil, eficiente e precisa.

A IA está transformando as decisões logísticas ao automatizar processos como roteirização, picking (separação de produtos), armazenamento e entrega, oferecendo uma visão em tempo real das operações.

A roteirização — planejamento das rotas mais eficientes para a entrega de produtos — é uma área crítica em que a inteligência artificial traz melhorias significativas. A IA analisa uma ampla gama de variáveis em tempo real com algoritmos inteligentes, como condições de trânsito e ocupação dos veículos. Isso otimiza as rotas, minimizando o consumo de combustível, reduzindo o tempo de entrega e aumentando a segurança. “Com a IA aplicada à roteirização, o sistema ajusta rotas automaticamente em resposta a imprevistos, garantindo a entrega no menor tempo possível e com o menor custo” explica o head de produtos de Logística da Senior Sistemas, Anderson Benetti. “Isso não só melhora a eficiência operacional, como também a experiência do cliente, que se beneficia de entregas mais rápidas e previsíveis”, afirma.

Além disso, o monitoramento em tempo real, integrado ao ERP e WMS, proporciona uma visão detalhada de todo o processo logístico, desde a compra e até a entrega final. O ERP age como o sistema central da empresa, integrando todas as áreas operacionais, enquanto o WMS gerencia armazéns, otimizando controle de estoques e movimentação de mercadorias. Já o TMS gerencia fretes e transporte, garantindo as melhores opções de entrega e rastreabilidade na última milha.

Gestão de Acesso e Segurança

O mercado de Gestão de Acesso e Segurança deverá aumentar a intensidade do uso de soluções que usam algoritmos e inteligência artificial, principalmente nas camadas de vídeo. “Os analíticos de vídeo são a frente que mais está encontrando formas de se desenvolver e entregar dados realmente interessantes. O uso desses dados para a gestão de riscos corporativos operacionais é muito bem-vinda e esperada”, aponta Silvano Barbosa, head de produto na Senior.

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Dentre as novidades da companhia no segmento, está uma solução de analíticos de vídeo para reconhecimento facial integrado com o controle de acesso, para: Permitir análise forense do fluxo das pessoas em um empreendimento; incrementar o controle de acesso; Permitir fazer um controle de acesso via câmeras de CFTV em locais onde uma barreira não é possível, com alertas em tempo real de qualquer não conformidade; Trazer outros analíticos como contagem de pessoas, mapas de calor e intrusão, com dados incrementais para aumentar a condições de lidar com os riscos do empreendimento em apenas uma única solução.

Conforme Silvano, também está previsto um modelo único de controle de acesso móvel, novas features que integram o controle de acesso aos sistemas de login dos computadores, um produto muito esperado pelo mercado que faz a digitalização e possibilidade de acompanhamento em tempo real das rotinas de fiscalização de entrada e saídas de veículos e de cargas para parques logísticos, indústrias, agronegócio, onde houver a necessidade desse tipo de controle.

“Vamos aumentar a quantidade de equipamentos de hardware ao qual estamos conectados permitindo liberdade real ao cliente na escolha dos equipamentos no seu negócio, e ampliando a aplicação de identificação facial para gestão de ponto

Fonte: Assessoria Senior

Notícias

Produzir mais em menos área é desafio central do agro diante do crescimento populacional

Intensificação produtiva, manejo do solo e eficiência no uso de recursos despontam como estratégias-chave para garantir segurança alimentar e sustentabilidade.

Publicado em

em

Foto: Freepik

Com a população mundial projetada para atingir 9,9 bilhões de pessoas até 2054, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o agronegócio enfrenta um dos maiores desafios de sua história: aumentar a produção de alimentos sem ampliar o uso de recursos naturais na mesma proporção. Dados da Food and Agriculture Organization (FAO) indicam que, para atender essa demanda, será necessário produzir 60% mais alimentos, além de consumir 50% mais energia e 40% mais água.

No Brasil, onde a área agrícola corresponde a cerca de 7,6% do território nacional, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a intensificação produtiva tem se consolidado como caminho estratégico. Para o engenheiro agrônomo e empresário Luís Schiavo o foco deve estar na eficiência do uso do solo e na adoção de práticas agronômicas sustentáveis. “Não se trata apenas de produzir mais, mas com qualidade. O aumento da eficácia em áreas menores é essencial para garantir segurança alimentar, reduzir custos e preservar biomas importantes, como florestas e áreas de conservação”, afirma.

Foto: Jonathan Campos/AEN

Entre as principais estratégias para alcançar esse equilíbrio está o manejo adequado do solo. A manutenção da cobertura vegetal, especialmente no período de plantio, tem papel fundamental na proteção da estrutura da terra, na conservação da umidade e no estímulo à atividade microbiana. “O solo coberto funciona como um sistema vivo. A palhada atua como um colchão de matéria orgânica que reduz impactos mecânicos, protege contra a erosão causada pela chuva e favorece a ciclagem de nutrientes”, explica.

Outra prática destacada por Schiavo é a rotação de culturas, técnica que contribui para a fertilidade do solo, reduz a incidência de pragas e doenças e melhora o aproveitamento de nutrientes. Um exemplo comum no campo brasileiro é a sucessão entre soja e milho safrinha. “Após a colheita, o solo permanece enriquecido com nitrogênio, o que favorece diretamente o desenvolvimento do milho. Esse tipo de rotação preserva as características físicas, químicas e biológicas garantindo produtividade consistente ao longo das safras”, pontua.

Segundo o engenheiro agrônomo, investir em tecnologia, manejo eficiente e insumos adequados é decisivo para tornar o agro mais competitivo e sustentável. “Quando o produtor otimiza os fatores de produção, ele melhora a relação custo-benefício, preserva recursos naturais e contribui para um modelo agrícola mais equilibrado. É uma equação em que todos ganham: o produtor, o consumidor e o planeta”, ressalta.

Fonte: Assessoria Naval Fertilizantes
Continue Lendo

Notícias

Embrapa recebe missões de 14 países interessadas em pecuária sustentável brasileira

Delegações internacionais visitaram centro de pesquisa em São Carlos em 2025 para conhecer tecnologias de baixo carbono, como recuperação de pastagens e integração lavoura-pecuária-floresta.

Publicado em

em

Visitantes internacionais no sistema integrado com árvores - Foto: Gisele Rosso

A produção pecuária sustentável e a mitigação dos impactos ambientais foram foco de 19 missões internacionais à Embrapa Pecuária Sudeste em 2025. No total, foram 55 visitantes estrangeiros de 14 países, dos cinco continentes.

As missões de organizações internacionais, principalmente da Europa (37,5%) e da África (25%), visitaram o centro de pesquisa para conhecer as inovações brasileiras no setor agropecuário.

De acordo com o articulador internacional, Alberto Bernardi, as tecnologias desenvolvidas pela Embrapa Pecuária Sudeste, apresentadas durante as visitas das delegações internacionais, contribuem para mostrar que o setor pecuário pode fazer parte da solução climática ao melhorar o desempenho em harmonia com o meio ambiente, com uso de tecnologias sustentáveis, como a integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), a recuperação de pastagens e a pecuária de precisão. “A recuperação de pastagens degradadas é, talvez, o elemento mais estratégico, pois não só pode reverter a degradação ambiental (um dos principais emissores de gases de efeito estufa (GEE), como transformar essas áreas em eficientes reservatórios de carbono”, explica Bernardi.

O interesse dos visitantes internacionais concentrou-se em linhas de pesquisa voltadas à otimização e à redução do impacto ambiental da atividade pecuária. Os principais temas buscados incluíram eficiência, baixo carbono na produção de carne e leite, Pecuária de Precisão e recuperação de pastagens.

Para o pesquisador Sérgio Medeiros, as visitas são oportunidades para celebrar parcerias em projetos de pesquisa estratégica para o país, principalmente na área de mudanças climáticas, atualmente uma prioridade global.

Pesquisadores da Embrapa Pecuária Sudeste também participaram de missões a países estrangeiros, realizando visitas técnicas e participando de eventos técnico-científicos na Argentina, Áustria, Chile, China, Colômbia, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Paraguai, Quênia e Uruguai.

Os países que estiveram representados nas missões ao centro de pesquisa de São Carlos foram França, Itália, Reino Unido, Rússia, Suécia, Egito, Gana, Marrocos, Zimbábue, China, Japão, Colômbia, Estados Unidos e Austrália.

Fonte: Assessoria Embrapa Pecuária Sudeste
Continue Lendo

Notícias

ASBRAM empossa nova diretoria em fevereiro e projeta ciclo positivo para pecuária até 2028

Entidade que reúne a indústria de suplementos minerais aposta em continuidade de gestão, vê cenário favorável para o setor e alerta para desafios como juros elevados e reforma tributária.

Publicado em

em

Fotos: Divulgação/ASBRAM

Manter as sucessões programadas das diretorias para fomentar um trabalho mais próximo com todos os parceiros de negócios, preparar-se ainda mais para atender os clientes no ciclo virtuoso da Pecuária até 2028 e comemorar a coesão e o entrosamento entre as equipes das cem corporações que compõem o quadro da Associação Brasileira das Indústrias de Suplementos Minerais (ASBRAM). Esse foi o objetivo cumprido pelos executivos e profissionais das empresas do segmento nesta passagem de ano, ratificado durante a última reunião promovida pela entidade no fim de 2025.

O encontro marcou a eleição dos novos membros do Conselho de Administração da Associação para o biênio 2026 – 2027. O executivo Rodrigo Miguel assume a presidência no lugar de Fernando Cardoso Penteado Neto, com Leonardo Matsuda como vice-presidente. Elizabeth Chagas segue como vice-presidente executiva da entidade. A nova diretoria toma posse no próximo dia 25 de fevereiro. “Confio demais na pecuária brasileira. Basta ver o que conseguimos fazer em 2025, quase empatando nossas vendas com 2024, que teve um segundo semestre histórico. Tenho certeza de que em 2026 não vai ser diferente. E tenho orgulho em apontar a ASBRAM como uma entidade sadia financeiramente e estruturada para permanecer atuando forte”, analisou Fernando Penteado.

“Chego muito otimista e com energia para atuarmos em nome de nossas empresas, do nosso mercado e para atender cada vez melhor e mais de perto os pecuaristas de todos os estados produtores brasileiros”, acrescentou o novo presidente, que mandou sua mensagem pela web, direto da Holanda.

Foram quase 90 pessoas presentes no encontro realizado na Capital paulista e outras 200 acompanhando pela internet, atentos a quatro palestras, aos debates e à apresentação dos números de comercialização de suplementos minerais no Brasil neste ano. “Estamos muitos felizes, as palestras foram ótimas, todos os convidados muito entrosados e felizes. Nesta casa, todos se dão bem. Todos conversam e eu até pareço a mãe deles. 2025 não foi um período fácil. Teve tarifaço dos EUA, impostos, insegurança, mas fizemos um ano com um resultado positivo face ao que passamos. Também porque a base de comparação, principalmente com o segundo semestre do ano passado, que foi ‘fora da curva’. Trabalhei muito tempo com fertilizantes e sonhava com a soja na ponta das exportações. E conseguimos. E agora é a carne bovina, liderando o mundo em produção e exportação. Estamos no caminho certo, ajudando o Brasil a consolidar-se como o maior fornecedor e embarcador da nossa proteína no planeta”, comentou Beth Chagas.

O encontro destacou a dimensão ambiental do agro brasileiro, com a preservação de 66% da vegetação original do país e a economia de 164 milhões de hectares cultivados, resultado do avanço da produtividade agrícola, além de quase 400 milhões de hectares destinados à pecuária. A adoção de práticas como agricultura de baixo carbono, integração lavoura-pecuária-floresta, plantio direto, uso de bioinsumos e recuperação de áreas degradadas tem sustentado esse desempenho.

Com esse modelo, o Brasil alcançou a quarta posição mundial em produção e exportações agropecuárias e responde por cerca de metade do superávit da balança comercial, próximo de US$ 150 bilhões. “O país consolida sua presença como uma potência agroambiental tropical, com clima, terras, água e recursos humanos para avançar ainda mais. Esses resultados também se traduziram em alimentos mais baratos para os brasileiros”, afirmou o professor da Universidade de São Paulo José Otávio Menten.

Cenário favorável

O encontro da ASBRAM traçou um cenário favorável para a pecuária, com expectativa de bons preços para o boi gordo e consumo interno estável, mesmo diante de uma desaceleração da economia nos próximos anos.

Segundo o economista Felippe Cauê Serigati, da Fundação Getúlio Vargas, o ambiente positivo convive com desafios estruturais que exigem atenção dos produtores, como a reposição do rebanho, a incerteza política, os custos de produção, os preços de venda e a gestão do caixa das propriedades.

Para Serigati, 2025 passou sem grandes impactos econômicos internos, e 2026 deve registrar crescimento mais moderado, ainda em terreno positivo. A inflação, afirma, tende a seguir em queda, impulsionada principalmente pelos alimentos, enquanto o principal fator de risco permanece sendo a trajetória dos gastos públicos do governo federal.

Fatores que pressionam o setor

A trajetória dos gastos públicos também pressiona a pecuária por meio da manutenção de juros elevados, usados como instrumento de controle da inflação.

Esse cenário tem levado produtores a vender vacas mesmo com a valorização dos bezerros, a racionalizar o uso da nutrição e a comprometer parte das margens para honrar financiamentos oficiais contratados em 2024, sem acesso a novas linhas de crédito. “O agro segue batendo recordes no mercado interno e externo e ajudando a conter os preços nas gôndolas dos supermercados. Ao mesmo tempo, enfrenta desafios relevantes que precisam ser equacionados. Por isso, 2026 deve exigir foco total na gestão do negócio. Considerando o desempenho de 2025, será um bom resultado se o segmento de suplementos minerais encerrar o ano com vendas em torno de 2,5 milhões de toneladas”, avaliou Serigati.

Outro ponto de atenção destacado no encontro foi a nova legislação tributária, que entra em fase de transição e testes a partir de janeiro. “A reforma é uma realidade, e produtores rurais precisarão estruturar e capacitar equipes para escolher as melhores alternativas em cada fazenda, sistema produtivo e modalidade de comercialização. As mudanças atingem todas as empresas, em um ambiente cada vez mais digital, que transfere ao contribuinte a responsabilidade pelo correto recolhimento dos tributos”, afirmou o advogado e contador Lincoln Diones Martins.

Fonte: Assessoria ASBRAM
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.