Conectado com

Notícias

Trabalhar eficiência alimentar no período das águas maximiza ganhos econômicos

Publicado em

em

Durante o período de chuvas o criador pecuário brasileiro tem mais oferta de pastagem, o que não significa que não seja economicamente interessante investir em nutrição. Mas muitos produtores ainda deixam de maximizar os lucros durante este período por não estarem atentos ao fato de que a forragem, apesar de abundante, pode não oferecer todos os requerimentos nutricionais necessários para o maior ganho de peso possível do gado. 

Algumas lacunas na pecuária de corte durante esta época podem ser preenchidas com soluções que adicionem valor ao alimento ofertado ao animal. “Qualquer resultado obtido a mais durante as águas trará um proveito muito maior do que na seca. É mais rentável ter um lucro de 10% de um milhão do que de 20% de 10 mil”, explica Amaury Valinote, gerente  Nacional de Gado de Corte da Alltech. Na seca o trabalho é muito intenso para alcançar pequenos resultados, já nas chuvas, é possível chegar a grandes ganhos com poucas mudanças e investimentos. 

Durante essa época, o capim possui um teor de proteína adequado, porém ainda é possível obter mais peso com a suplementação proteica. Nesse caso, é importante considerar o tipo e eficiência do suplemento ofertado que poderá complementar os efeitos do capim. O Optigen® é a solução oferecida pela Alltech. O produto é uma fonte de liberação controlada de nitrogênio, que fornece proteína degradável no rúmen com a mesma velocidade de fornecimento dos farelos vegetais. Com o consumo do Optigen®, o animal terá nitrogênio durante mais tempo ao longo do dia, colaborando com a ação dos microorganismos ruminais. As pesquisas comprovam que há um acréscimo de peso de 1@ ao utilizar o produto em comparação à mistura mineral simples por todo o verão. 

A eficiência ruminal é essencial para o desempenho do animal, entretanto após a produção de nutrientes no rúmen, estes precisam ser absorvidos pelo intestino. Actigen® é uma solução para  a melhora da saúde e ativação do metabolismo das células intestinais. Esta solução foi desenvolvida a partir da nutrigenômica e elaborada por meio da purificação das frações ativas das mananoproteínas, extraídas da parede celular de uma cepa de levedura. O Actigen® também aumenta o peso durante as chuvas, reduz os casos de diarreia e permite produzir bezerros mais pesados e mais saudáveis. 

Para o funcionamento correto do sistema digestivo dos animais é imprescindível a utilização de minerais – essenciais para as enzimas. “Mais de 400 enzimas necessitam de minerais para se desenvolverem e outras estão no organismo, porém precisam ser ativadas. Elas são responsáveis por metabolizar todos os nutrientes que estão sendo fornecidos e o Bioplex® entra com esta ação”, explica Fernando Franco, gerente de Vendas da Alltech. Os minerais em sua forma convencional são muito reativos e muitas vezes se tornam indisponíveis para a absorção pelo animal. Os minerais orgânicos Bioplex® são produzidos por um processo que os torna protegido das reações químicas indesejáveis, ao mesmo tempo em que facilita a absorção pelo gado. Durante a estação de monta, esta solução oferece mais ondas foliculares, menor intervalo entre o parto e a primeira ovulação, mais chance de prenhez e maior taxa de concepção no rebanho. Com o uso do Bioplex®, os dias entre o parto e a primeira inseminação caíram de 75 para 68 em estudo realizado na Inglaterra. 

Para todos estes investimentos darem resultado, o animal precisa estar com boas condições de saúde. O Beef-Sacc®, cepa de levedura exclusiva da Alltech, funciona neste sentido, atuando no rúmen. Reduz os impactos de estresse, melhora a saúde, promove maior deposição de músculos, ganho de peso e rendimento de carcaça. Essas vantagens são decorrentes de uma composição de cromo e selênio orgânicos de alta disponibilidade.  Já a cepa exclusiva funciona produzindo substâncias estimulantes ao crescimento microbiano, proporcionando uma melhor e mais rápida digestão, maior consumo de alimentos e aumento do aproveitamento da dieta. 

“Com algumas das soluções oferecidas pela Alltech é possível maximizar o rendimento durante a temporada. O retorno econômico nas chuvas é muito maior por unidade de trabalho e por investimento despendido do que na seca. Então, este é o momento de trabalhar visando mais lucros”, finaliza Fernando. A Alltech investe em pesquisas na área de nutrição, qualidade e rastreabilidade para fornecer produtos livres de contaminação de metais pesados e dioxinas.

Sobre a Alltech do Brasil 
É formada por uma unidade fabril em São Pedro do Ivaí (PR) e por um centro administrativo e planta industrial em Araucária (PR). A unidade brasileira é responsável pelo segundo maior volume de produção do Grupo Alltech.
A unidade localizada no município de São Pedro do Ivaí fabrica insumos naturais para alimentação animal a partir do melaço, subproduto da cana-de-açúcar. Prevista inicialmente para produzir anualmente 20 mil toneladas de biomassa, há quatro anos aumentou sua capacidade para 50 mil toneladas/ano, com possibilidade de dobrá-la. Atualmente, esta é a maior fábrica de biotecnologia direcionada para nutrição animal do país. Cerca de 70% da produção é destinada ao mercado externo, transformando o Brasil no maior centro produtor e exportador do uso da alta tecnologia do Grupo Alltech. A planta de Araucária é especializada na fabricação de produtos líquidos e Optigen.

Fonte: Ass. de Imprensa Alltech

Continue Lendo

Notícias

Conab trouxe R$ 18,4 bilhões em retorno social para o País nos últimos três anos

Distribuição de cestas, fortalecimento da agricultura familiar e programas como o PAA beneficiam milhões de brasileiros em situação de vulnerabilidade.

Publicado em

em

Foto: AEN

O retorno social da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nos últimos 3 anos foi de R$ 18,4 bilhões para o País. Em entrevista na quarta-feira (25), o presidente da empresa pública, Edegar Pretto, destacou o retorno que os programas e ações da Conab ofereceram à população. “Para cada R$ 1 investido, a Conab devolve R$ 8,78 para a sociedade brasileira”, apontou. “Tiramos o Brasil do mapa da fome e esse também é um custo social que a Conab participou diretamente, mas ele também quer garantir para o povo brasileiro que os produtos básicos estejam com um preço justo, um preço acessível. Feijão, arroz, e é isso que nós conseguimos garantir”, destacou Edegar Pretto.

Um balanço apresentado nesta quarta-feira (25), trouxe as ações realizadas pela estatal entre 2023 e 2025, período marcado pela retomada e ampliação de políticas públicas voltadas ao abastecimento alimentar, à regulação de mercados agrícolas e ao fortalecimento da agricultura familiar.

Ao falar sobre lucro social e o retorno das ações, Edegar Pretto lembrou da entrega de um milhão de cestas de alimentos pela Conab a populações vulneráveis de todo o País. Desde 2023, foram investidos R$ 245 milhões na aquisição das cestas, com recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), operacionalizados pela Conab. “A gente consegue oferecer qual o retorno para a sociedade brasileira? Por exemplo, um milhão de cestas de alimentos que a Conab distribuiu em conjunto com o MDS e com o MDA. O que significa um cidadão, uma cidadã, fazer três refeições por dia com todos os nutrientes necessários. Quanto é que o SUS brasileiro economiza com menos remédio, com menos exames, com menos consulta?”, destacou.

Nestes quase três anos, as cestas vêm sendo destinadas a diversos grupos em situação de vulnerabilidade, como indígenas, pescadores, extrativistas, quilombolas, povos de terreiro, comunidades ciganas, catadores de recicláveis, assentados, acampados e atingidos por barragens, estiagens e enchentes. As entregas também abastecem cozinhas emergenciais, defesas civis e prefeituras. Cada cesta atende uma família de quatro pessoas, o que totaliza aproximadamente 4 milhões de atendimentos no período ou 9,4 milhões de refeições.

O presidente da Conab falou também sobre o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). “Nós já chegamos, ao longo de 2023 até aqui, com valor já pago ou estão empenhados de  R$ 1,8 bilhão, para os nossos ouvintes terem uma ideia”, pontuou. “Nós conseguimos organizar uma rede de cooperativas e associações que hoje chegou a 5.730 entidades como essas. Essas cooperativas e associações da agricultura familiar, indígenas, quilombolas, pescadores, satiristas, ribeirinhos, eles mobilizam 133 mil famílias do campo, que estão organizados, produzindo e vendendo a um preço melhor para essas compras públicas”, completou.

O PAA Realiza a compra direta de alimentos de agricultores familiares, sem necessidade de licitação e os destina a pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional, bem como à rede socioassistencial, equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional e à rede pública e filantrópica de ensino. O PAA tem tem como objetivo fortalecer a agricultura familiar, gerando emprego, renda e desenvolvendo a economia local, e de promover o acesso aos alimentos, contribuindo para reduzir a insegurança alimentar e nutricional.

Fonte: Agência Gov
Continue Lendo

Notícias

Paraná e México discutem expansão do comércio e investimentos

Encontro no Palácio Iguaçu destacou oportunidades nos setores agroindustrial, industrial, de comércio e turismo, com intercâmbio bilateral de US$ 1,3 bilhão em 2025.

Publicado em

em

Fotos: Igor Jacinto/Vice Governadoria

O vice-governador Darci Piana recebeu nesta quarta-feira (25), no Palácio Iguaçu, o embaixador do México no Brasil, Carlos García de Alba. O encontro abordou oportunidades de aproximação entre o Paraná e o país nas áreas de comércio, inovação, desenvolvimento sustentável e intercâmbio acadêmico.

Durante a conversa, o vice-governador apresentou o cenário econômico do estado e reafirmou o interesse do Paraná em ampliar suas relações com mercados internacionais estratégicos, como o México. “Vamos sentar para conversar, discutir novas parcerias para fazer intercâmbio de importação e exportação. Eu costumo dizer que a indústria quer exportar e o comércio faz exportar”, comentou o vice-governador, que pretende colocar na mesa os setores industrial, de comércio e de turismo para uma roda de negócios. “Há muito potencial que podemos explorar para os dois lados”, complementou.

Em 2025, o intercâmbio comercial entre Paraná e México alcançou aproximadamente US$ 1,3 bilhão. Desse total, US$ 889,6 milhões correspondem a exportações paranaenses e US$ 442,8 milhões a importações oriundas do país mexicano. “Aproximadamente 10% do que o México intercambia com o Brasil é com o Paraná. São cifras respeitáveis. Queremos, sem dúvida, estreitar mais esses vínculos”, destacou o embaixador Carlos García de Alba.

Esses números refletem a relevância do Paraná como fornecedor de produtos estratégicos ao mercado mexicano – uma posição viabilizada pelo Porto de Paranaguá, responsável por 13,7% de toda a transação alfandegária entre os países, movimentando pouco mais de US$ 1 bilhão. Desse modo, surge como segunda maior porta de saída dos produtos paranaenses para o mercado mexicano.

As carnes e miudezas comestíveis lideram as exportações paranaenses (US$ 294 milhões), seguidas por veículos e autopeças (US$ 147,7 milhões), papel e cartão (US$ 136,7 milhões) e madeira e derivados (US$ 97,5 milhões). Do lado das importações, Paraná recebe principalmente veículos e autopeças mexicanas (US$ 257,9 milhões), além de máquinas e aparelhos elétricos (US$ 71,4 milhões).

A relação entre Paraná e México é construída de forma progressiva e estratégica desde 2021, evoluindo de missões institucionais para ações comerciais concretas e, mais recentemente, para instrumentos formais de cooperação.

A Invest Paraná – agência de promoção e atração de investimentos do Governo do Paraná – tem sido o ator principal nesse processo. Um dos marcos dessa relação ocorreu em 2022, quando uma missão paranaense visitou a ANTAD (Associação Nacional de Tiendas de Autoservicio y Departamentales), entidade que reúne grandes redes varejistas responsáveis por parcela significativa do PIB mexicano. Além de apresentar o potencial produtivo do Paraná, especialmente no setor de alimentos, a reunião permitiu identificar oportunidades concretas de inserção de produtos paranaenses no mercado mexicano.

A agência também contribuiu participando de feiras comerciais como a Expo ANTAD (maior evento de varejo e alimentos da América Latina) e estabelecendo parcerias com entidades como a BRAMEXCAM (Câmara Empresarial Brasil-México), organização privada sem fins lucrativos que atua no desenvolvimento de negócios entre Brasil e México.

Relação nacional

No contexto bilateral Brasil-México, o volume é ainda mais expressivo: o comércio entre os dois países atingiu US$ 17 bilhões em 2025, com US$ 4,6 bilhões em exportações mexicanas para o Brasil e US$ 11,3 bilhões em importações brasileiras. O Brasil consolidou-se como o sétimo principal parceiro comercial do México no mundo e o primeiro na América Latina e no Caribe.

Potencial paranaense

Ao apresentar o Paraná aos visitantes, Piana destacou indicadores econômicos robustos, investimentos em infraestrutura, avanços na área de energia renovável e ações voltadas à ampliação da competitividade estadual. Enfatizou, por exemplo, o Fiagro, que garante recursos a juros baixos aos produtores rurais.

Também destacou o Fundo Estratégico do Paraná, que é um fundo soberano que vai atuar como uma espécie de substituto das isenções fiscais, vedadas pela Reforma Tributária a partir de 2028. Ele será usado para incentivar investimentos privados no Estado.

O vice-governador também enfatizou o ambiente favorável à atração de investimentos privados e a capacidade logística paranaense, com destaque para as melhorias recentes no Porto de Paranaguá. Lembrou ainda que o Paraná é o Estado mais sustentável do Brasil, segundo o Ranking de Competitividade, pelo quinto ano seguido.

Fonte: AEN-PR
Continue Lendo

Notícias

Brasil aprova Plano Clima Adaptação e Mitigação com metas para 2035

Estratégia nacional envolve 16 planos setoriais e prevê redução de até 67% das emissões de gases de efeito estufa em relação a 2005.

Publicado em

em

Foto: José Fernando Ogura

O Governo do Brasil aprovou o Plano Clima Adaptação e Mitigação e a autorização da submissão do Plano à Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima como Plano Nacional de Adaptação do Brasil (PNA). A Resolução CIM/CC/PR Nº 9, que oficializa as decisões, foi assinada pelo ministro da Casa Civil e presidente do Comitê Interministerial Sobre Mudança do Clima (CIM), Rui Costa, e publicada na terça-feira (24), no Diário Oficial da União.

Por abrigar biomas fundamentais para a regulação do clima, o Brasil ocupa uma posição estratégica em relação aos temas ligados à emergência climática, um desafio urgente que exige ações integradas, baseadas em evidências e coordenadas entre diferentes setores. Para responder a esse cenário, o Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima coordenou a elaboração do Plano Nacional sobre Mudança do Clima (Plano Clima 2024-2035), principal instrumento para orientar a resposta do Brasil à crise climática até 2035.

Foto: Fernando Dias/Seapi

Fundamentado na Constituição Federal de 1988 e na Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), o Plano Clima estabelece metas e diretrizes de curto, médio e longo prazo que visam à transição para uma economia com emissões líquidas zero de gases de efeito estufa até 2050 e à adaptação de sistemas humanos e naturais à mudança do clima.

Sua elaboração contou com amplo processo participativo que envolveu diferentes níveis de governo, sociedade civil, academia e o setor privado. O processo reuniu mais de 24 mil pessoas e milhares de contribuições e propostas oriundas de plenárias territoriais, da 5ª Conferência Nacional do Meio Ambiente e de consultas públicas por meio da plataforma Brasil Participativo, garantindo o envolvimento ativo da sociedade na definição das estratégias climáticas do país.

O Plano Clima subsidiou a elaboração da nova Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, na sigla em inglês), que define as metas de mitigação e adaptação do Brasil para 2035 sob o Acordo de Paris. O compromisso prevê a redução de 59% a 67% das emissões líquidas de gases de efeito estufa em relação a 2005, o que corresponde a um corte de emissões entre 850 milhões e 1,05 bilhão de toneladas de dióxido de carbono equivalente (CO₂e). A nova NDC reflete, no plano internacional, os objetivos da política climática nacional.

Plano clima adaptação

A resolução publicada nesta terça-feira determina a aprovação do Plano Clima Adaptação, que compreende sua Estratégia Nacional de Adaptação e seus 16 Planos Setoriais e Temáticos:

I – Plano Setorial de Agricultura e Pecuária;

II – Plano Setorial de Agricultura Familiar;

III – Plano Temático de Biodiversidade;

IV – Plano Setorial de Cidades;

V – Plano Setorial de Energia;

VI – Plano Setorial de Indústria e Mineração;

VII – Plano Temático de Igualdade Racial e Combate ao Racismo;

VIII – Plano Temático de Oceano e Zona Costeira;

IX – Plano Temático de Povos e Comunidades Tradicionais;

X – Plano Temático de Povos Indígenas;

XI – Plano Setorial de Redução e Gestão de Riscos e de Desastres;

XII – Plano Temático de Recursos Hídricos;

XIII – Plano Setorial de Saúde;

XIV – Plano Setorial de Segurança Alimentar e Nutricional;

XV – Plano Setorial de Transportes; e

XVI – Plano Setorial de Turismo.

Fonte: Agência Gov
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.