Bovinos / Grãos / Máquinas
Torta de algodão potencializa o lucro e melhora os resultados para a recria e engorda
O uso da torta de algodão faz parte da porção proteica da ração de bovinos tanto de corte quanto de leite.

A pecuária de corte apresenta avanços nos processos produtivos principalmente com o crescimento da produção de pecuária intensiva destacando-se o confinamento, o semiconfinamento, a Terminação Intensiva a Pasto (TIP) e a Recria Intensiva a Pasto (RIP).
Diante deste contexto, o manejo nutricional é de fundamental importância para o sucesso e a obtenção de resultados, nos quais os animais tem que apresentar desempenho em curto espaço de tempo, no qual o uso de rações e suplementos é de vital importância.
Um bom manejo nutricional com nutrição acertada exige horários definidos para os tratos, fórmulas de rações, ingredientes (matérias-primas), núcleos de qualidade, equipamentos para produzir e distribuir rações, além de pessoal treinado para conduzir todos os processos.

Artigo escrito por Guilherme Augusto Vieira, médico veterinário, professor universitário da VeteAgroGestão, doutor em História das Ciências.
Como a nutrição e a composição dos suplementos e rações presentes no manejo nutricional são responsáveis por uma parcela expressiva do valor total da produção, conhecer e buscar alimentos alternativos, eficientes e econômicos para serem utilizados na elaboração das rações, faz-se necessário conhecer o valor nutritivo destes alimentos, sua composição bromatológica além do seu custo.
Diante desse argumento, os produtos derivados do algodoeiro é uma excelente opção de alimentos proteicos para compor a ração dos bovinos de corte e leite. O algodoeiro produz a fibra direcionada a cultura têxtil, e após o processo industrial obtém-se três produtos direcionados a nutrição animal: o caroço, a torta de algodão e o farelo de algodão.
Ao procurar o melhor para o seu rebanho de corte ou leite, visando não só a saúde dos animais, mas também a produtividade e rentabilidade da sua produção, apresenta-se neste artigo a torta de algodão, sua composição nutricional, além de evidenciar suas vantagens, constituindo-se em um alimento que pode trazer resultados satisfatórios para a sua produção.
II. Os subprodutos do algodoeiro para nutrição animal
A cultura do algodão é direcionada ao setor têxtil, tendo a pluma como principal produto e as sementes (caroço) como um coproduto da produção.
O processamento industrial do caroço resulta em óleos alimentícios e biocombustíveis, além da torta e farelo de algodão, que em conjunto com caroço de algodão “intacto” são aproveitados para a nutrição animal, a se destacar:
Caroço de algodão – Muito utilizado na nutrição de bovinos, apresenta teores médio entre 17 e 22% PB1, além de uma excelente fonte de energia apresentando em torno de 80% de NDT2 . Apresenta restrição quanto ao seu uso em bezerros jovens antes da desmama e animais em reprodução (machos e fêmeas), devido ao Gossipol.
Torta de Algodão – A torta de algodão é o subproduto da extração do óleo contido no caroço do algodão, que ao ser esmagado (prensagem e moagem) é conhecido por torta. No processo de “esmagamento” do caroço produz-se grandes quantidades de torta de algodão, daí sua viabilidade econômica. É considerado um alimento proteico tendo teores médios de 28 a 30% de PB e 80% de NDT. Além de ser utilizada na composição de rações e suplementos de gado de corte e leite. É largamente utilizada como aditivos as silagens de gramíneas.
Farelo de Algodão – O farelo de algodão é obtido, além dos processos de prensagem e moagem, ele passa por uma fase de uso de solventes químicos que irão remover os óleos contidos nas estruturas físicas do caroço de algodão3. Excelente fonte proteica para a composição das rações dos ruminantes, apresenta níveis médios de 38/40%PB e 68% de PB
III. Vantagens do uso da Torta de Algodão – Por que usar a torta de algodão?
A torta de algodão é um excelente alimento proteico utilizado sem restrições na porção proteica das rações de bovinos de corte e leite. Ela é rica em nutrientes essenciais para o desenvolvimento , ganho de peso dos bovinos e aumento da produção de leite, oferecendo vantagens significativas em comparação com outras fontes de proteína, a se contextualizar:
- Alto Teor de Proteína de Qualidade: A torta de algodão possui um teor proteico elevado e de excelente qualidade, com um bom perfil de aminoácidos. Isso significa que seus animais terão os processos de construção necessários para um rápido ganho de peso e um melhor desenvolvimento muscular.
- Energia e Fibra: Além da proteína, ela fornece energia e uma quantidade adequada de fibra, contribuindo para a saúde ruminal dos seus animais. Um rúmen saudável é fundamental para uma digestão eficiente, o que se traduz em melhor aproveitamento dos nutrientes e, consequentemente, em menor custo por quilo de carne/litro de leite produzido.
- Custo-Benefício Atrativo: Em muitos cenários, a torta de algodão se apresenta como uma alternativa mais econômica em comparação com outras fontes de proteína vegetal. Ao incluir a torta de algodão na dieta do seu rebanho, você pode reduzir significativamente os custos com alimentação, impactando diretamente na margem de lucro.
- Versatilidade na Dieta: Ela pode ser incorporada em diversas formulações de ração, seja para novilhos em crescimento, animais em engorda ou até mesmo para vacas em lactação (dependendo do estágio e das necessidades específicas). Sua inclusão deve ser feita de forma estratégica, seguindo as recomendações de um técnico especializado.
IV. Como utilizar a torta de algodão
Para garantir o máximo aproveitamento e a segurança dos animais, é imprescindível que a introdução da torta de algodão na dieta seja realizada de maneira gradual e sob orientação técnica. Uma análise da composição da torta disponível na sua região e das necessidades nutricionais do seu rebanho permitirá a elaboração de uma dieta balanceada e eficaz
Ao concluir o artigo, verificou-se que o pecuarista pode incluir a torta de algodão no manejo nutricional da sua produção, conforme demonstrado, produzindo com eficiência e lucratividade
Observações:
Caso deseje ter acesso as referências ou maiores detalhes sobre a Torta de Algodão, entrar em contato com o autor no instagram @gvieiraoficial

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Pulverização com drone provoca aborto de bezerras no interior do Paraná
Aplicação de secante em área vizinha teria contaminado pastagem no distrito de Moreninha, em Santa Helena, região Oeste do Estado. Perdas atingem animais em final de gestação e comprometem anos de investimento em genética.

Produtores de leite do distrito de Moreninha, no interior de Santa Helena, no Oeste do Paraná, amanheceram diante de um cenário de choque e tristeza após a morte de quatro bezerras no oitavo mês de gestação. Os abortos, segundo os produtores, ocorreram depois que vacas prenhas ingeriram pasto contaminado por um secante aplicado com drone em uma propriedade vizinha.

Foto: Divulgação/Correio do Lago
O episódio trouxe prejuízos que vão além das perdas imediatas. Conforme relata a produtora Solange Schneider, ao Correio do Lago, os animais faziam parte de um trabalho de anos voltado à melhoria genética do rebanho, com foco no aumento da produtividade e da renda da família. “Foram muitos anos de investimento e dedicação. Encontrar as bezerras prematuras mortas é uma tristeza enorme, é como perder um filho no último mês de gestação”, afirmou.
De acordo com os produtores, a única explicação encontrada até o momento é a deriva do produto químico aplicado por meio de pulverização aérea com drone, que teria alcançado a pastagem onde os animais se alimentavam. O equipamento chegou a ser avistado durante a aplicação, mas os riscos associados à dispersão do produto não eram conhecidos por quem foi atingido indiretamente.
Além do impacto emocional, o prejuízo financeiro preocupa. As bezerras abortadas representavam um

Foto: Divulgação/Correio do Lago
avanço importante no processo de qualificação genética do rebanho, etapa considerada estratégica para a sustentabilidade da atividade leiteira em pequenas propriedades. A perda compromete planos de médio e longo prazo dos produtores, que agora lidam com a frustração de ver anos de trabalho comprometidos em poucos dias.
A situação pode se agravar. Outras vacas estão no final do período de gestação e também consumiram o pasto supostamente contaminado. A expectativa dos produtores é de que novos abortos ainda possam ocorrer, ampliando os danos econômicos e emocionais.
O caso reacende o debate sobre o uso de drones na aplicação de defensivos agrícolas, especialmente em regiões com propriedades vizinhas e atividades distintas, como lavouras e pecuária leiteira. Também levanta questionamentos sobre a necessidade de maior orientação técnica, fiscalização e comunicação prévia para evitar que práticas agrícolas causem impactos severos a terceiros.
- Foto: Divulgação/Correio do Lago
- Foto: Divulgação/Correio do Lago
- Foto: Divulgação/Correio do Lago
- Foto: Divulgação/Correio do Lago
- Foto: Divulgação/Correio do Lago
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Crescimento do Wagyu cruzado acelera com programas de certificação e cruzamento industrial
Iniciativas estruturam produção, aumentam padrão genético, valorizam pecuaristas e impulsionaram crescimento de 30% no abate de animais certificados em 2025.

O Programa Carne Wagyu Certificada, conduzido e auditado pela Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos Wagyu, registrou em 2025 um aumento de 30% no número de animais abatidos, considerando Wagyu puro e cruzado, em comparação com o ano anterior. O crescimento, especialmente no segmento de cruzado, reflete iniciativas de padronização e organização da produção que vêm sendo implementadas nos últimos anos.

Médica-veterinária e responsável técnica do Programa Carne Wagyu Certificada, Tatiana Caruso: “A gente sempre focou na criação do puro, que é mais desafiadora, e acreditava que o mercado entregaria naturalmente o cruzado. Quando começamos a operar, vimos que isso não acontecia” – Foto: Arquivo pessoal
O programa atua como ferramenta de rastreabilidade e certificação, com selos distintos para Wagyu puro e cruzado, garantindo que os números divulgados sejam auditados e confiáveis. Segundo Tatiana Caruso, médica-veterinária e responsável técnica pelo programa, a expansão do cruzado é fruto de uma lacuna histórica no mercado. “A gente sempre focou na criação do puro, que é mais desafiadora, e acreditava que o mercado entregaria naturalmente o cruzado. Quando começamos a operar, vimos que isso não acontecia. O cruzado era completamente despadronizado, o que inviabilizava a construção de uma linha consistente de produto”, explica Tatiana.
Para resolver essa deficiência, a Guidara estruturou o programa de cruzamento industrial, que orienta tecnicamente produtores sobre seleção de touros, base de vacas, manejos adequados e critérios produtivos. Animais resultantes do programa que atendem às exigências passam a ser certificados pelo Programa Carne Wagyu Certificada, recebendo selo de autenticidade e garantindo qualidade padronizada ao consumidor.
O ano de 2025 marcou o primeiro período de abate de Wagyu cruzado proveniente integralmente do programa, o que explica o salto no volume de certificações. Além do crescimento em escala, o programa prevê remuneração diferenciada, aplicada a animais que atendem aos critérios. Em cruzados recriados, com dente de leite, peso mínimo de 300 quilos e castração até a desmama, o ágio chega a 25% sobre a arroba. Para animais terminados, com até seis dentes, peso mínimo de 600 quilos vivos e castrados, a bonificação pode alcançar 100% de ágio, dependendo do nível de marmoreio da carcaça.

Foto: Divulgação/Associação de Bovinos Wagyu
Para Daniel Streinburch, CEO da Guidara, os resultados reforçam a importância da complementação entre programas de certificação e de cruzamento industrial. “O Programa Carne Wagyu Certificada é fundamental porque ele audita, mede e dá credibilidade ao produto final. Já o programa de cruzamento industrial nasceu para organizar a produção do Wagyu cruzado, algo que o mercado sozinho não estava conseguindo fazer. Hoje detemos 85% do market share desses animais cruzados e os números mostram que quando esses dois modelos atuam de forma complementar, o resultado aparece em escala, padrão e previsibilidade”, afirma.
O sucesso desses programas também motivou uma nova iniciativa, o Wagyu On Dairy, que cruza vacas leiteiras com touros de corte. Segundo Daniel, o sistema agrega valor aos bezerros, melhorando desempenho, ganho de peso e rendimento de carcaça, promovendo uma integração entre os setores de leite e carne e aumentando a rentabilidade do produtor.
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Melhorias do solo, pastagens e nutrição do rebanho fortalecem pecuária leiteira do Paraná
Iniciativa reúne assistência para recuperação de pastagens degradadas, manejo da fertilidade das áreas e nutrição do rebanho leiteiro. Mais de mil produtores são atendidos por ano.

O trabalho desenvolvido pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) por meio do programa Ação Integra do Solo e Água (Aisa), criado pela Itaipu Binacional, tem impactado na qualidade de vida de pequenos produtores de leite do Paraná. As ações do programa resultam em aumento da produção do leite e da rentabilidade da propriedade, melhorando as condições das famílias. Mais de mil produtores são atendidos por ano.

Foto: Divulgação/Seab
A iniciativa abrange 228 municípios do Paraná e do Mato Grosso do Sul, que integram a área do reservatório da Itaipu. O IDR-PR é um dos principais parceiros da iniciativa. O Instituto atua junto aos produtores prestando assistência e orientação voltadas à recuperação e renovação de pastagens degradadas, manejo da fertilidade das áreas de pastagem e da conservação de forragem, nutrição do rebanho leiteiro, melhoria da qualidade do leite, entre outras ações.
Para o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Márcio Nunes, os resultados refletem o potencial do Estado. “Aqui no Paraná temos o melhor solo, a melhor água e a melhor pastagem, consequentemente, temos a melhor proteína animal. E com as ações que temos feito, isso tudo é potencializado e gera mais renda para o produtor rural”, ressalta.
Cases de sucesso

Foto: Divulgação/Seab
Um dos casos de sucesso é o do sítio São Sebastião, em Goioerê, pertencente a agricultores familiares. Pai e filho tocam sozinhos a propriedade, que conta com 16 vacas em lactação. Com a assistência técnica do IDR-Paraná eles dobraram o volume de leite produzido e a rentabilidade. “A produção era de 125 litros de leite por dia, na média de 12 meses entre 2021 e 2022. O volume saltou para 268 litros diários em 2024 e 2025 e, atualmente, alcança cerca de 300 litros por dia”, aponta o técnico do IDR-Paraná, Salvador Sarto.
Ele também relata que a receita mensal da propriedade saltou de R$ 10.929,00 para R$ 22.140,00, o que deixou Benedito Teodoro da Silva e seu filho Ricardo bastante satisfeitos.
Benedito trabalha com produção de leite desde os 10 anos de idade e conta que em toda sua vida esteve ligado à atividade agropecuária. “Moro aqui há 52 anos e sempre trabalhei com produção de leite, soja e milho. O Salvador, nosso técnico do IDR, tem sido um apoio importante para todos os projetos que a gente faz”, afirma o produtor.
O filho Ricardo destaca os desafios do setor. “A produção de leite não é uma atividade fácil, tem imprevistos e dificuldades relacionados ao

Foto: Divulgação/Seab
clima e à nutrição. O técnico do IDR ajudou bastante, trouxe planilhas com controle de produção e despesas, e orientou a gente a fazer um manejo diferente” contou, acrescentando: “No começo estávamos um pouco perdidos, mas já existia uma relação de confiança, então, a gente seguiu a orientação do técnico e deu tudo certo”.
Outro bom exemplo vem do extremo Oeste do Paraná, no município de Pato Bragado, onde o produtor Sérgio Paulo Marshnier trabalha com a produção de leite desde 1990. Sérgio não têm empregados e tudo é feito por ele e mais três pessoas: a esposa, o filho e a nora. Com acompanhamento do técnico do IDR-Paraná Adilson Winter, a família ingressou no programa em 2021 e o volume de leite teve um incremento de 72,23%. “Todas as orientações do técnico facilitaram nosso trabalho, porque agora a gente tem mais informação sobre como fazer um manejo correto e como cuidar melhor do pasto e da nutrição dos animais. O Adilson falou sobre o programa, fez uma análise da propriedade e orientou sobre o que precisava ser feito”, contou Sérgio.
Entre as medidas implantadas esteve a criação adequada de bezerras e novilhas; balanceamento da dieta dos animais; adubação e correção do solo; uso de dejetos de suínos, aves e bovinos para melhorar a qualidade da terra; plantas de cobertura para ajudar a infiltração e retenção de água no solo.

Foto: Divulgação/Seab
Antes da assistência técnica, a produção era de 440 litros de leite por dia e, atualmente, o volume chega a 763 litros diários. “A receita mensal da propriedade também aumentou, passando de R$ 5.138,00 para R$ 7.165,00, demonstrando os ganhos de eficiência mesmo em uma propriedade de pequeno porte como esta”, observou o técnico do IDR-Paraná.
Parceria
O programa Aisa existe há cerca de cinco anos, em parceria com o IDR- Paraná, investigando o comportamento da água no solo, os impactos das práticas agrícolas na qualidade dos rios e a relação entre uso da terra e produção hídrica. A iniciativa abrange 228 municípios do Paraná e do Mato Grosso do Sul, que integram a área do reservatório de Itaipu, e reúne um amplo banco de dados sobre solo, clima, vegetação, hidrologia e produção agropecuária.
Com base nessas informações, o IDR-Paraná ajuda os produtores a alcançarem maior eficiência produtiva e rentabilidade, promovendo mudanças estruturais nas propriedades rurais. “São orientações que parecem simples, mas que fazem toda a diferença no dia a dia do produtor e nos resultados finais”, reforça Simony Lugão, coordenadora de Pesquisa do IDR-Paraná, envolvida no projeto, ao lado do coordenador da Extensão, Rafael Piovezan.
A evolução da pecuária leiteira paranaense reforça a importância desse trabalho. Em 2025, segundo dados do Instituto Brasileiro de

Foto: Divulgação
Geografia e Estatística (IBGE) e do Departamento de Economia Rural (Deral) da secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab), o Paraná contava com cerca de 114 mil propriedades produtoras de leite e registrou crescimento de 10% na produção, alcançando 1 bilhão de litros apenas no primeiro trimestre, mantendo-se como o segundo maior produtor do país.
Estudos do IDR-Paraná mostram que a assistência técnica é decisiva para ampliar a eficiência, especialmente entre pequenos e médios produtores, que representam a maioria das propriedades desse setor no Estado.
Além do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná, o programa Aisa da Itaipu Binacional conta com a parceria da Embrapa, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP) e da Fundação de Apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento (Faped).
Em quatro anos, foram R$ 25,94 milhões investidos em 17 projetos voltados ao fortalecimento da sustentabilidade e da produtividade no campo.








