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Topigs Norsvin projeta um novo patamar para a genética suína em 2025

Convenção reuniu profissionais para debater eficiência, produtividade e legado no mercado suinícola

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Convenção reuniu profissionais para debater eficiência, produtividade e legado no mercado suinícola. Divulgação Topigs Norsvin

Qual legado você quer deixar para o mercado e para as próximas gerações? Foi com essa provocação que a Topigs Norsvin abriu sua Convenção de Vendas 2025, reunindo mais de 80 profissionais em Foz do Iguaçu (PR), entre os dias 17 e 21 de fevereiro. O evento, marcado por debates estratégicos e apresentações de resultados, destacou o compromisso da empresa em entregar o que há de melhor em genética suína, com foco especial no macho TN Duroc e na fêmea TN70. Com soluções desenvolvidas no Brasil para o mundo, a empresa reforçou sua posição como líder global em inovação e sustentabilidade na suinocultura.

“Investimos diretamente nas necessidades dos nossos clientes, explorando suas lacunas e oferecendo soluções personalizadas”, afirma Adauto Canedo.
– Divulgação Topigs Norsvin

O grande destaque da Convenção, no entanto, foi o TN Duroc, reprodutor cuja genética avançada vem promovendo mudanças significativas na suinocultura. Originário da Noruega, o Duroc é uma raça conhecida por sua rusticidade e produtividade, mas que, graças ao melhoramento genético, agora alia essas características a uma maior eficiência em conversão alimentar e ganho de peso diário (GPD). “O TN Duroc é um animal moderno, que consome menos recursos naturais e produz mais carne, atendendo às demandas do mercado global”, afirmou o diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin, Adauto Canedo. Ele destacou ainda que, em um cenário de custos de produção elevados em todo o mundo, o Brasil se mantém competitivo, e a Topigs Norsvin está à frente com soluções que reduzem custos e aumentam a produtividade.

Durante o evento, a importância do Connect, programa de relacionamento da empresa que tem como objetivo aprofundar as conexões com os clientes, foi um dos pilares estratégicos discutidos. O programa se destaca por ser uma ferramenta inovadora, pioneira no setor de genética suína, que permite à Topigs Norsvin oferecer um atendimento personalizado e baseado em dados. “O Connect é importante porque nós participamos de um mercado 100% B2B, com um número limitado de clientes. Por isso, investimos diretamente nas necessidades desses clientes, explorando suas lacunas e oferecendo soluções personalizadas”, pontuou Canedo.

O executivo ainda ressaltou que a empresa não apenas fortalece o relacionamento com clientes que buscam parcerias de longo prazo, mas também atende perfis mais transacionais, que priorizam agilidade e eficiência comercial. A iniciativa reflete a visão da companhia de que, em um mercado altamente especializado, o sucesso está na capacidade de entender e antecipar as demandas específicas de cada cliente, transformando dados em insights precisos para a tomada de decisão.

A “paixão pelo que faz” foi outro tema central do evento. Canedo enfatizou que a empresa busca profissionais alinhados com sua cultura de entrega e relacionamento. “Quando uma empresa tem como estratégia trabalhar com um programa de relacionamento, é fundamental trazer pessoas que tenham paixão pelo que fazem, paixão pelas entregas e paixão pelas pessoas. Aqui, procuramos desenvolver essa cultura em todos os momentos, seja nas reuniões trimestrais, convenções ou treinamentos”, disse.

“A Topigs Norsvin tem como missão deixar uma marca positiva na suinocultura global, contribuindo para um futuro mais eficiente e sustentável”, afirma André Costa.

A Convenção de Vendas 2025 da Topigs Norsvin não apenas celebrou os resultados alcançados em 2024, mas também reforçou o compromisso da empresa em deixar um legado duradouro na suinocultura da América Central, Caribe e América do Sul. O diretor Regional para a região, André Costa, destacou a importância do evento e do trabalho em equipe para alcançar os objetivos futuros. “Estamos trabalhando forte em cima do TN Duroc para os próximos anos e temos certeza de que ele vai deixar o seu legado na suinocultura, assim como a TN70 tem feito nos últimos 10 anos”, afirmou Costa. Ele ainda agradeceu a toda a equipe e aos clientes, ressaltando que com produtos como o TN Duroc e a TN70, a empresa consolida sua posição como referência em genética suína, levando ao mercado soluções que unem tecnologia, sustentabilidade e produtividade. O desafio lançado aos participantes – “Qual o seu legado?” – ecoa a missão da Topigs Norsvin: “deixar uma marca positiva na suinocultura global, contribuindo para um futuro mais eficiente e sustentável”, finalizou.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Ameaça silenciosa

Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves

Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

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Divulgação / Fotos: Zoetis

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.

A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.

Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.

“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.

Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.

“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.

A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.

Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos

A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.

A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.

“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.

A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor

Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal 

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Divulgação Hercules Energia em Movimento

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.

Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.

Manutenção e ventilação: aliados da produtividade

A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.

Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.

Motor Air Over ventilação – Divulgação Hercules

Alta nas temperaturas exige preparação antecipada

De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.

Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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